Veronica Goyzueta e Luiz Henrique Mendes, as vozes do workshop “Empreendedorismo no jornalismo agro”
Saiba quem são os convidados da Rede Agrojor para a roda de conversa desta quarta-feira (22), a partir da 9 horas
Rede Agrojor – Rede Brasil de Jornalistas Agro
Rede Brasil de Jornalistas Agro
Saiba quem são os convidados da Rede Agrojor para a roda de conversa desta quarta-feira (22), a partir da 9 horas
Presidente da Rede Agrojor, Vera Ondei foi convidada para corpo internacional de avaliadores do Star Prize 2026
Comitê nasce com a missão de organizar as relações com jornalistas de outros países e intensificar as trocas de experiências
Evento vai reunir dois especialistas globais, o britânico Martin Clough e o brasileiro Andre Piza, dia 9 de novembro, no formato online
Jornalista ocupa cargo no jornal do Grupo Bandeirantes
Ex-aluna do programa IFAJ-Alltech Young Leaders, ela é a ponte para o lançamento de uma certificação global; entenda os detalhes
Em workshop da Rede Agrojor, Paulo Artaxo, da USP, e José Marengo, do Cemaden, listaram os principais equívocos de linguagem na cobertura de eventos extremos e defenderam o jornalista como o elo mais importante entre a ciência e a sociedade
Saiba quem são eles e quais foram os destaques dos veículos do prêmio promovido pelo Portal dos Jornalistas
Quando o assunto é mudanças climáticas no Brasil, poucos nomes carregam tanto peso científico quanto Paulo Artaxo e José Marengo. Os dois pesquisadores participam nesta quarta-feira (24), às 9h, do workshop da Rede Agrojor “Como cobrir mudanças climáticas sem cair em narrativas prontas?”, encontro exclusivo para associados. Embora frequentemente apareçam lado a lado em debates sobre clima, suas trajetórias seguiram caminhos diferentes e complementares. Paulo Artaxo passou a carreira tentando responder uma pergunta que ganhou importância global nas últimas décadas: qual é o papel da Amazônia no equilíbrio climático do planeta? Físico de formação e professor titular da Universidade de São Paulo (USP), tornou-se uma das maiores referências mundiais em estudos sobre aerossóis atmosféricos, queimadas, qualidade do ar e interação entre floresta e atmosfera. Seu trabalho ajudou a demonstrar como a floresta amazônica influencia a formação de nuvens, os regimes de chuva e o ciclo global do carbono. Ao longo da carreira, participou de projetos científicos em instituições como Harvard, Instituto Max Planck e Nasa, além de integrar sucessivos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), principal órgão científico da ONU para o tema. Hoje, está entre os pesquisadores brasileiros mais citados da literatura científica internacional. Se Artaxo ajuda a explicar como funciona o sistema climático, José Marengo dedica sua carreira a entender como as mudanças nesse sistema afetam a vida das pessoas. Nascido no Peru e radicado no Brasil há mais de 30 anos, Marengo é climatologista e pesquisador do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Seu nome está associado a alguns dos estudos mais importantes já produzidos sobre secas, enchentes, ondas de calor e eventos climáticos extremos na América do Sul. Foi um dos pioneiros na construção de cenários climáticos para o continente e participou dos debates que moldaram a compreensão científica sobre os riscos do aquecimento global para recursos hídricos, agricultura, cidades e infraestrutura. Nas últimas décadas, tornou-se uma das principais vozes científicas brasileiras quando o assunto é adaptação climática e prevenção de desastres. Para quem acompanha as discussões sobre clima, meio ambiente e agropecuária, o encontro reúne dois pesquisadores que ajudaram a construir parte do conhecimento científico que hoje orienta governos, empresas e organismos internacionais sobre um dos temas mais relevantes do século 20. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.
Como falar de mudanças climáticas sem cair em narrativas prontas? Esse é o tema do workshop de junho promovido pela Rede Agrojor. Anote na agenda. O encontro será na próxima quarta-feira (24), às 9h, via zoom, exclusivo para associados. A conversa será mediada pela jornalista, podcaster e roteirista Ângela Ruiz e contará com José Marengo, um dos principais climatologistas do Brasil e coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Cemaden, e Paulo Artaxo, professor titular do Instituto de Física da USP e coordenador do Centro de Estudos Amazônia Sustentável (CEAS) da USP. Para Ângela, cobrir mudanças climáticas exige mais do que repercutir eventos extremos ou reproduzir discursos prontos. “O desafio do jornalismo é contextualizar os fatos, diferenciar o que é um fenômeno meteorológico de curto prazo do que são tendências climáticas de longo prazo e traduzir informações técnicas em conteúdo acessível e baseado em evidências”, diz. Com a previsão de um El Niño intenso e eventos climáticos extremos, cada vez mais é necessário entender os fenômenos. Para a jornalista, é fundamental o profissional compreender as diferenças. “Quando ele compreende isso, consegue produzir reportagens mais equilibradas, precisas e relevantes para a sociedade”, destaca. A presença dos associados da Rede Agrojor é fundamental para a construção desse diálogo e o fortalecimento das relações. Participe. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.
A IFAJ realizará uma reunião global para tirar dúvidas sobre a edição deste ano
Rede Agrojor incentiva a hospedagem solidária entre os associados durante 4ª edição do Diálogos
Rede Agrojor está monitorando os conteúdos publicados por jornalistas estrangeiros que estiveram no Brasil de 15 a 20 de março
Em encontro exclusivo para associados Agrojor, especialista em posicionamento digital detalhou como jornalistas podem ampliar relevância, construir autoridade e gerar negócios dentro da plataformaque conta com cerca de 90 milhões de usuários no Brasil
Convidada do workshop “LinkedIn para jornalista agro: o que funciona de verdade”, profissional reúne trajetória em jornalismo, gestão de redes sociais e posicionamento digital de lideranças
Imagens serão escolhidas somente de profissionais de entidades de cerca de 60 países
O evento ocorre entre os dias 18 e 20 de maio, no Centro de Congressos de Lisboa
Grupo integra o time dos 50 finalistas; os destaques serão conhecidos no dia 22 de junho
Jornalista capixaba terá reportagem publicada na obra comemorativa da Federação Internacional de Jornalistas Agro, entidade presente em cerca de 60 países
A premiação global que reconhece a excelência do jornalismo agrícola está com as inscrições abertas. Os associados da Rede Agrojor têm até o dia 15 de maio para inscreverem seus trabalhos. O prêmio tem cinco temas centrais: inovação, sustentabilidade, tecnologia, questões globais e cultura rural. As obras serão avaliadas nos formatos de mídia impressa, fotografia, áudio, vídeo e mídia digital. São doze chances de vitória. Cada vencedor receberá o prêmio em dinheiro, no valor de 500 euros, com a possibilidade de reconhecimento adicional por meio de menções honrosas e prêmios especiais, como o título de Jornalista do Ano de 2026 e o Prêmio Supremo da Guilda. A competição é para membros das entidades filiadas à IFAJ em situação regular. Cada participante pode submeter até duas inscrições no total, respeitando o limite de uma inscrição por tema. É necessário que os trabalhos tenham sido publicados durante o ano de 2025. Caso o conteúdo não esteja em inglês, o participante deve providenciar a tradução para que a comissão internacional realize a avaliação. Para se inscrever, o jornalista deve acessar o site da IFAJ, navegar até a seção de temas da premiação e selecionar o que interessar. Neste campo, o candidato será direcionado para a página de inscrição. Dois jornalistas brasileiros da Rede Agrojor estiveram entre os vencedores na edição de 2025 do IFAJ Star Prize: Ariosto Mesquita, do Mato Grosso do Sul, e Leandro Fidelis, do Espírito Santo. Mesquita foi destaque na categoria Impressa pela reportagem “Crédito de carbono chega à pecuária”, que aborda o mercado de créditos de carbono e apresenta um caso pioneiro no Brasil. Já Fidelis foi premiado na categoria Cultura Rural com a reportagem “Uma revolução verde capixaba”, que retrata os impactos da agroecologia na agricultura familiar. A premiação foi anunciada no dia 18 de outubro durante o Congresso Mundial da IFAJ, realizado em Nairobi, no Quênia. Mais informações: https://www.ifaj.org/contests-and-awards/ Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.
Votação aberta até 4 de maio elege os TOP 50 jornalistas e o TOP 3 por categoria Trinta e um associados da Rede Agrojor estão entre os 100 finalistas do prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio, promovido pela Jornalistas&Cia. O número supera o da edição anterior, quando a entidade totalizou 220 indicações no primeiro turno, ante um total de 260 nomes indicados nesta edição. O resultado reforça a presença da cobertura especializada em agronegócio no centro do debate sobre o jornalismo brasileiro e consolida o protagonismo dos profissionais ligados à Rede, apoiadora institucional do prêmio desde a sua fundação. “A Rede Agrojor apoia o prêmio desde o início por entender a importância do reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos jornalistas especializados em agro. Entendemos que é uma forma de valorizar nossos associados e todos os profissionais que atuam no setor”, afirma Flávia Romanelli, diretora de comunicação da Rede Agrojor. A curva ascendente de associados finalistas acompanha o crescimento da própria entidade e da cobertura especializada que seus membros produzem em veículos de todo o Brasil, do impresso ao digital, do rádio à televisão. Na edição de 2025, a Rede Agrojor encerrou com 17 associados entre os 50 mais votados, quatro deles no TOP 10. A presença expressiva não é resultado de mobilização pontual, e sim de uma construção coletiva e consistente ao longo do tempo. “O número de associados que são indicados e vencem o prêmio vem crescendo ano a ano, mostrando a relevância tanto do prêmio quanto da participação desses jornalistas na Rede Agrojor”, afirma Flávia. “ Aproveito para parabenizar todos os associados indicados e desejar boa sorte.” O prêmio chega à sua sexta edição promovido pela Jornalistas&Cia, newsletter criada em setembro de 1995 por Eduardo Ribeiro e que, em três décadas, tornou-se uma das publicações de maior audiência no jornalismo especializado brasileiro, com cerca de 55 mil leitores semanais. Para chegar aos vencedores, a iniciativa da plataforma Jornalistas&Cia não funciona por inscrição. Os participantes chegam à disputa exclusivamente por indicação direta de colegas de profissão e de profissionais de comunicação, o que confere peso e legitimidade particulares ao reconhecimento. Esta é a edição de maior engajamento desde a criação da categoria de agronegócio, com mais da metade dos 100 finalistas figurando pela primeira vez na lista. As votações seguem abertas até 4 de maio, quando serão definidos os TOP 50 jornalistas e o TOP 3 em cada categoria de veículo. Confira quem são os 31 associados da Rede Agrojor classificados para a segunda fase (em ordem alfabética): Aleksander Horta, Alessandra Bergmann, Alessandra Mello, Ângela Ruiz, Ariosto Mesquita, Bruno Faustino, Carolina Pastl, Cassiano Ribeiro, Cristina Vieira, Daniel Azevedo Duarte, Divino Onaldo, Eliza Maliszewski, Fernanda Pressinott, Flávia Macedo, Gisele Loeblein, Igor Savenhago, Ingrid Alves, Italo Roberto Bertão Filho, Jaqueline Pereira da Silva, Leandro Luiz Mariani Mittmann, Luiz Fernando Passos Correia de Sá, Luiz Patroni, Marcelo Rodrigo Garcia de Toledo, Mariana Grilli Lucas Silva, Marusa Pacheco Trevisan, Pasquale Augusto Di Salvo, Pedro Borges da Costa, Sandra Jassa, Thais D’Avila, Valter Puga Junior e Vera Ondei. CLIQUE NESTE LINK PARA VOTAR: https://pesquisa.portaldosjornalistas.com.br/pesquisa/admirados-agro-2026-2o-turno Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.
Rede Agrojor tem 13 candidatos aptos; prazo para inscrição encerra em 27 de abril
É hora de discutir os impactos do Executive Meeting na imprensa agro do mundo todo. E você está convidado para participar dessa conversa. O encontro será na quarta-feira (22), às 16h, via zoom. Steve Werblow, presidente da Ifaj, já confirmou presença. Ele participou da programação, que percorreu parte do interior paulista numa imersão pela agropecuária brasileira, ao lado de 50 jornalistas de 22 países, e poderá compartilhar as impressões dos colegas do mundo todo sobre a cadeia produtiva nacional.Os profissionais estrangeiros já estão divulgando suas matérias por aí. Por aqui, é hora de solidificar as pontes construídas e o legado para o jornalismo especializado. Sua presença é fundamental para a construção desse diálogo e o fortalecimento das relações. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país
A Casa John Deere 2026 foca na integração de tecnologia avançada, sustentabilidade e agricultura de precisão para otimizar a produtividade no campo. A iniciativa visa reduzir custos e impactos ambientais por meio de automação, conectividade e soluções inteligentes.