Brasil antecipa candidatura e propõe sediar Congresso Mundial da IFAJ antes de 2032
Durante o Executive Meeting em São Carlos, diretoria da Agrojor reforça interesse em ampliar escopo do evento internacional
Rede Agrojor – Rede Brasil de Jornalistas Agro
Rede Brasil de Jornalistas Agro
Durante o Executive Meeting em São Carlos, diretoria da Agrojor reforça interesse em ampliar escopo do evento internacional
São Carlos, no interior paulista, recebeu na manhã desta terça-feira (17) a reunião master das lideranças da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ), que é parte do Executive Meeting IFAJ 2026, evento que se encerra nesta sexta-feira. A reunião da diretoria global com os delegados é o encontro mais importante do calendário anual da IFAJ para avaliação dos impactos de suas políticas. Organizado pela Rede Agrojor, a reunião executiva contou com 33 lideranças dos países participantes, entre presencial e online. A presidência da Rede Agrojor, com Vera Ondei, e Daniel Azevedo, como vice-presidente internacional, recebeu os delegados. A mesa diretora da IFAJ foi composta por Steve Werblow (presidente), Addy Rossi (vice-presidente), Adrian Bell (secretário-geral) e Magda du Toit (tesoureira). O encontro serviu para avaliação de programas em andamento, votação de questões administrativas e definição de rumos para 2026 e além. “Para a Agrojor é um momento também de aprender e interagir com a entidade global e estarmos juntos para os desafios do jornalismo mundial”, diz Vera. Para abrir a reunião, Werblow traçou um paralelo entre o momento global, marcado por guerras, instabilidade tarifária e crise energética, e a trajetória do agronegócio brasileiro. “O Brasil passou de importador de carne bovina, de arroz e outros produtos, para se tornar uma força dominante na exportação global em uma única geração”, afirmou o presidente, que utilizou o caso do país como referência de transformação em contextos adversos e que isto é uma lição também para os desafios da IFAJ. Entre os temas de maior discussão, o avanço, ainda em curso, do Certificado em Jornalismo e Comunicações Agrícolas desenvolvido em parceria com a Universidade de Illinois (EUA), foi destaque, justamente pela importância das ações educativas. A iniciativa partiu de duas pesquisas conduzidas com membros da IFAJ: a primeira, em 2022, ouviu 147 jornalistas e especialistas em comunicações agrícolas de 40 países; a segunda, em 2024, registrou 21 respostas de associados da federação. O programa prevê quatro módulos assíncronos, cada um com duração estimada de quatro semanas, totalizando 16 semanas para a obtenção do certificado. Os módulos cobrem: dados e jornalismo agrícola; produção multimídia; liderança no jornalismo agrícola; e pensamento crítico aplicado à cobertura do setor. A proposta foi submetida à Universidade de Illinois em maio de 2025, mas o projeto aguarda a contratação de um novo diretor para o programa, prevista para maio de 2026. Owen Roberts, ex-presidente da IFAJ e criador da proposta junto à universidade, explicou que o atraso decorreu de sua saída da instituição em julho de 2025, após cinco anos. “Reconheço que o problema foi eu ter deixado a Universidade de Illinois”, disse Roberts. O plano original previa agosto de 2026, mas sua efetivação pode vir até janeiro de 2027. Roberts conta que o grupo de alunos arrecadou US$ 5 milhões (cerca de R$ 25 milhões) para viabilizar a estrutura do centro de comunicações agrícolas, incluindo a construção de sala equipada com tecnologia. O vice-presidente Addy Rossi, que acompanhou o processo junto à universidade, apontou que há planos alternativos em andamento: além de Illinois, a IFAJ avalia uma parceria com uma instituição de Guadalajara, entre outras iniciativas. A Espanha, representada por Rosana Cervera, informou ter um certificado em comunicação agrícola em operação em colaboração com a Universidade de Córdoba e se ofereceu para colaborar com o projeto global. Parceiros, programas e prêmios Na área de desenvolvimento profissional, Adrian Bell, secretário-geral, apresentou o avanço dos webinários da IFAJ. Por exemplo, um encontro já realizado para debater os resultados da COP30 para a agricultura, realizada no Brasil em novembro passado. Para o futuro, o programa Global Network Partnership, mantido com patrocínio da Syngenta, foi renovado por mais um ano e contará com aporte acima de US$ 20 mil (cerca de R$ 100 mil). A parceria financia visitas a entidades nacionais, conexões institucionais e apoio a associações em regiões menos engajadas com a federação. Entre as iniciativas recentes, a IFAJ firmou memorando de entendimento com a Câmara Nacional de Agricultura da Guiné, país em que a liberdade de imprensa enfrenta restrições. O acordo reconhece o jornalismo agrícola como ferramenta de desenvolvimento do setor no país. Quanto ao prêmio IFAJ Star Prize, o mais importante da entidade, Bell informou que as parcerias vêm sendo firmadas e em breve as inscrições para a edição de 2026 serão abertas, mantendo o formato individual adotado nos dois últimos anos, no qual os próprios jornalistas submetem seus trabalhos, sem intermediação de suas entidades. No mesmo pacote está o programa Young Leaders, desenvolvido em parceria com a Alltech. Bell destacou que o programa contempla apenas “parte dos países membros da IFAJ e que ampliar essa cobertura é uma prioridade”. Os diretores também fizeram considerações sobre o próximo Congresso Mundial da IFAJ, que será realizado na Croácia, com inscrições já abertas. O evento em 2027 está previsto para Vancouver, no Canadá. 70 anos de IFAJ A celebração dos 70 anos da IFAJ foi apresentada pela diretoria como um marco institucional que pode combinat trajetória histórica e reposicionamento estratégico. Fundada no pós-guerra com o objetivo de conectar jornalistas de diferentes países, a entidade consolidou, ao longo de sete décadas, uma rede global dedicada à cobertura dos sistemas alimentares. “Setenta anos de jornalistas contando as histórias da agricultura, setenta anos tentando melhorar as realidades de cada continente e setenta anos defendendo o valor informativo e responsável do jornalismo sobre o sistema alimentar que sustenta o nosso mundo”, disse Rossi. A construção da federação é descrita como um processo coletivo e contínuo. Segundo o jornalista, é fundamental dizer que “nossa história nunca foi escrita por um pequeno grupo. Ela foi escrita por todos nós.” Para ele, a atuação cotidiana dos jornalistas — em reportagens, eventos e interações com o público — sustenta a relevância da organização. Atualmente, a IFAJ reúne jornalistas de mais de 60 países, com presença em todos os continentes, em um cenário em que a agricultura ocupa posição central nos debates globais. “A agricultura está no centro de debates globais, muitas vezes entre pessoas que vivem muito longe das
Grupo de 51 estrangeiros visita propriedade familiar e unidades da Embrapa em São Carlos (SP) e concentra questionamentos sobre preservação ambiental, remuneração e transferência de tecnologia
Em um momento de crescente tensão geopolítica e pressão sobre os sistemas alimentares globais, representantes do governo e das indústrias defenderam neste domingo (15), na abertura do Mid Term Executive Meeting da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ), realizado no país pela Agrojor, que o Brasil reúne ciência, escala produtiva e capacidade tecnológica para ampliar a produção e responder à crescente demanda mundial por alimentos, fibras e energia. Ao falar a 51 jornalistas de 23 países que participam do evento, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luis Rua, afirmou que o país reúne características que hoje poucos produtores globais conseguem oferecer simultaneamente. “O Brasil é um promotor geopolítico da paz, porque ajuda a garantir segurança alimentar, energética e climática. Poucos países conseguem oferecer qualidade, quantidade, sanidade e sustentabilidade ao mesmo tempo”, disse em resposta a Daniel Azevedo, vice-presidente internacional da Agrojor, que conduziu o painel sobre a importância do Brasil na segurança alimentar global. Durante o evento, Rua respondeu a questionamentos sobre o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, frequentemente alvo de críticas de produtores europeus. Em resposta a um jornalista da Alemanha que mencionou críticas na Europa sobre o uso de determinados pesticidas e organismos geneticamente modificados, o secretário afirmou que muitas dessas preocupações ignoram diferenças estruturais entre sistemas agrícolas. “Quando comparamos sistemas agrícolas, precisamos reconhecer que o Brasil é tropical e tem demandas específicas da agricultura aqui praticada, diferente da temperada da Europa. Seguimos padrões internacionais e cumprimos os requisitos de todos os mercados”, destacou. Brasil quer ser parte da solução O representante do governo também destacou a expansão diplomática do agro brasileiro. Desde 2023, segundo ele, o país abriu 548 novos mercados agrícolas, habilitou mais de 4 mil estabelecimentos exportadores e mantém 40 adidos agrícolas em embaixadas ao redor do mundo. “Mais de um bilhão de pessoas passam fome no planeta. O Brasil quer ser parte da solução, não do conflito.” Ao lado dele no painel, o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, reforçou que a produção brasileira de proteína animal tem papel estratégico nesse cenário. “O mundo enfrenta dificuldades para garantir segurança alimentar em vários países. O Brasil tem condições de ajudar a equilibrar esse sistema”, salientou. Santin criticou barreiras comerciais impostas a produtos brasileiros. “Quando há questionamentos sobre a produção de alimentos do Brasil, muitas vezes o problema não está na produção brasileira, mas nas políticas internas desses países, que criam barreiras protecionistas”, Ele lembrou que o país exporta frango para mais de 150 mercados, embora grandes regiões ainda enfrentem barreiras comerciais, como Índia, Indonésia e Nigéria, que somam mais de dois bilhões de consumidores. Agrojor leva jornalistas estrangeiros ao campo brasileiro O painel integrou a programação do Mid Term Executive Meeting 2026 da IFAJ, realizado no Brasil entre 15 e 20 de março. Ao todo, 51 jornalistas de 23 países participam de uma semana de imersão nas cadeias produtivas do agronegócio brasileiro. Organizado pela Agrojor, o encontro inclui visitas técnicas a propriedades de grãos, aves, flores e sistemas orgânicos, além de encontros com especialistas em agricultura de precisão, digitalização do campo, mecanização e integração lavoura‑pecuária‑floresta. Segundo a presidente da entidade, Vera Ondei, a associação nasceu da iniciativa de um grupo de jornalistas especializados que buscavam fortalecer a cooperação internacional na cobertura do agro. “A ideia surgiu em 2013, quando jornalistas brasileiros participaram de um encontro da IFAJ na Argentina. A partir dali começamos a discutir a criação de uma associação que conectasse profissionais do Brasil ao debate internacional”, contou. Indústria aposta em inovação e sustentabilidade Se o painel institucional destacou o papel geopolítico do Brasil na produção de alimentos, a roda de conversa com executivos de empresas globais patrocinadoras do evento, sob mediação de Mariele Previdi, vice-presidente da Agrojor, mostrou como tecnologia, digitalização e práticas sustentáveis estão redefinindo a agricultura brasileira. Para Felipe Albuquerque, diretor de sustentabilidade da divisão agrícola da Bayer para a América Latina, o Brasil ocupa posição estratégica na transformação da agricultura global. “O Brasil é hoje o segundo maior negócio agrícola da Bayer no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. É um privilégio trabalhar em um país que consegue combinar produtividade e sustentabilidade.” Ele destacou o programa PRO Carbono, que monitora o sequestro de carbono no solo em propriedades agrícolas e reúne cerca de 3 mil produtores. O projeto já registrou aumento médio de 11% na produtividade, além de redução de 50% nas emissões na produção de soja e 55% no milho. Para Diogo Rezende, vice‑presidente de vendas da Yara Brasil, o setor agrícola já sente diretamente os impactos das mudanças climáticas, como as lavouras de café e outras importantes culturas. Segundo ele, a transição para uma agricultura de menor emissão depende de toda a cadeia. “Não é apenas o produtor rural. Indústria, varejo e consumidores precisam participar da redução das emissões.” Rezende também destacou iniciativas da empresa para reduzir a pegada de carbono na produção de fertilizantes, com a substituição de fontes fósseis por energia renovável, que já reduziram em até 80% as emissões. Já Alfredo Miguel Neto, diretor de assuntos corporativos, comunicações e cidadania da John Deere, destacou a dimensão econômica e tecnológica do agronegócio brasileiro. Ele lembrou que a revolução agrícola brasileira foi impulsionada pela ciência. “Nos últimos 50 anos, a produção de grãos cresceu mais de 500%, enquanto a área plantada aumentou cerca de 40%. Isso mostra o impacto da tecnologia.” Para ele, o país reúne condições únicas para liderar a próxima fase da bioeconomia. A John Deere investe cerca de US$ 2,2 bilhões em inovação, incluindo tecnologias como inteligência artificial e máquinas autônomas, que devem redefinir a produtividade agrícola nas próximas décadas. No pano de fundo de tensões geopolíticas, mudanças climáticas e pressões sobre o comércio global de alimentos, fibras e energia, a mensagem que permeou o diálogo é que o Brasil é mais do que uma potência agrícola, pois já se consolidou como um dos poucos países capazes de sustentar a segurança alimentar do planeta nas próximas décadas. O Executive Meeting
O agronegócio brasileiro avança em produção e relevância. No webinar da IFAJ/AgroJor “O papel do Brasil no agro global”, realizado no dia 11 de março, que reuniu mais de 50 jornalistas, especialistas da Rabobank mostraram, com números, porque o Brasil já é o maior exportador de commodities agrícolas do mundo, superando Estados Unidos e União Europeia. Os especialistas Andy Duff (diretor), Marcela Marini (analista sênior) e Stephen Nicholson (estrategista global) falaram no painel o que poucos fora do agro sabem: o Brasil cresceu mais de 400% na produção de grãos em apenas três décadas, sem precisar dobrar a área plantada. Isso foi impulsionado por vários fatores, incluindo a tecnologia “safrinha”, que permite que o agricultor colhe duas safras no mesmo ano. A analista sênior do Rabobank, Marcela Marini, aproveitou a oportunidade e destacou a agilidade do produtor. “Um dos fatores de sucesso é a eficiência operacional. No Mato Grosso, quase 60% da área de soja também planta milho, o que permite lidar com diferentes cenários climáticos e de preços, mitigando riscos em uma janela de plantio muito curta”, disse. Essa eficiência vem ganhando um novo impulso com o crescimento da produção de etanol de milho. O grão, que antes era utilizado apenas como item de exportação ou para uso na ração animal, agora também alimenta uma indústria em crescimento, que deve consumir cerca de 27 milhões de toneladas somente neste ano. Essa transformação é intensa e cria um colchão para o agricultor, protegendo-o das oscilações de preços internacionais e garantindo que o valor gerado no campo circule na economia. Com esse movimento, o Brasil está deixando de apenas produzir para exportar e se tornando um centro de processamento. Os analistas do Rabobank apontaram, no entanto, que há desafios que ainda testam quem produz. A dependência externa de fertilizantes mostra que o Brasil precisa de uma estratégia comercial inteligente. Além disso, os problemas de logística continuam sendo um peso no bolso: o custo do frete consome grande parcela do valor final do milho e da soja, exigindo investimentos em transporte e armazenamento. O webinar mostrou que o agronegócio brasileiro está cheio de boas notícias e se mostra competitivo por mérito próprio, com investimento em ciência e gestão de riscos. Exemplos não faltam: liderança na soja, avanço no cacau e inovação dos produtos biológicos são alguns deles. A conclusão dos especialistas é que o futuro da alimentação global passa, de forma obrigatória, pela inteligência do campo brasileiro. Preparativo para o Executive Meeting O webinar foi um “esquenta” para o Executive Meeting, que será realizado de 15 a 20 de março no Brasil. Durante uma semana, 51 jornalistas de 23 países vão fazer uma imersão em diversas cadeias da agropecuária brasileira. Estão programadas visitas em fazendas de citros, grãos, flores, café, gado, além de centros de pesquisa e desenvolvimento. O Executive Meeting tem o patrocínio de: Bayer, John Deere, Yara / BASF / Corteva e apoio de: Abag, Cabaré, Ford, Leega, Ludu, Toledo do Brasil
A Rede Agrojor está em contagem regressiva para o Executive Meeting 2026. A partir do dia 15 de março, 51 jornalistas especializados agro de 23 países se reúnem no Brasil para uma semana de imersão no agronegócio brasileiro. Com um roteiro diversificado, os profissionais visitarão fazendas de grãos, leite, café, citros, flores, agricultura familiar e sistemas agroflorestais, além de Centros de Pesquisa. Estão previstos encontros com especialistas em agricultura de precisão, digitalização no campo, insumos biológicos, mecanização e integração lavoura-pecuária. O objetivo do evento, além da troca de ideias e experiências, é proporcionar o contato com a base produtiva, científica e tecnológica que sustenta a competitividade do agro brasileiro. Para Daniel Azevedo Duarte, vice-presidente Internacional da Rede Agrojor e coordenador do Executive Meeting, a expectativa é a melhor possível. “Nosso grupo de trabalho está cuidando de cada detalhe com carinho. Pessoalmente, acredito que a Rede Agrojor vai deixar um legado relevante para o agronegócio brasileiro.” Esquenta Na quarta-feira (11), a Rede Brasil de Jornalistas Agro promove, às 10h, o webinar internacional “Brazil role in global agribusiness”, evento que integra a agenda de preparação do Executive Meeting 2026. O encontro será transmitido via Zoom e é aberto a participantes internacionais e aos associados da Rede Agrojor. A proposta é oferecer um panorama qualificado sobre o papel do Brasil no agronegócio global, antecipando temas que estarão no centro das discussões do Executive Meeting 2026. O webinar contará com três especialistas do Rabobank, instituição global com forte atuação em financiamento e inteligência para o setor agroalimentar: Andy Duff, Head of Rabobank; Marcela Marini, Senior Analyst; Stephen Nicholson, Global Strategist. Fique atento às Redes Sociais da Agrojor e acompanhe! O Executive Meeting tem como patrocinadores Ouro a Bayer, a John Deere e Yara Fertilizantes, mais a Basf (Prata) e Corteva (Bronze). E conta com o apoio da ABAG, Ford, Cachaça Cabaré, Toledo do Brasil, Legga e Ludu. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.
A Rede Brasil de Jornalistas Agro realiza no dia 15 de março, às 18h, no Comfort Hotel Guarulhos Airport, a abertura oficial do Mid Term Executive Meeting 2026. O encontro reúne os jornalistas que integram a Agrojor para a recepção dos 51 jornalistas estrangeiros delegados da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ), além de patrocinadores, apoiadores e entidades convidadas. A cerimônia marca o início de uma semana de imersão técnica no agronegócio brasileiro. A programação foi estruturada para apresentar, em campo, a dimensão produtiva, tecnológica e científica do país. Para o dia 15 estão previstas duas rodas de conversa com lideranças brasileiras do setor, criando um espaço qualificado de diálogo sobre produção, inovação, sustentabilidade e inserção internacional. Ao longo da semana, também estão programadas ações voltadas à integração entre os 130 jornalistas da Rede Agrojor e os 51 delegados estrangeiros, fortalecendo a troca de experiências e a construção de pautas conjuntas. No roteiro técnico, os jornalistas internacionais visitarão fazendas de grãos, café, pecuária de corte, cana-de-açúcar, citros, flores, aves e sistemas orgânicos. A agenda inclui unidades da Embrapa dedicadas à pecuária, instrumentação e uso do solo, além de centros privados de pesquisa em genética, controle biológico e bioenergia. Estão previstos encontros com especialistas em agricultura de precisão, digitalização do campo, insumos biológicos, mecanização e integração lavoura-pecuária-floresta. A proposta é oferecer contato direto com a base produtiva e científica que sustenta a competitividade brasileira, permitindo aos jornalistas estrangeiros compreender o funcionamento das cadeias agroindustriais em diferentes regiões e sistemas. A realização conta com patrocínio Ouro de Bayer, John Deere e Yara; patrocínio Prata de BASF; patrocínio Bronze de Corteva Agriscience; e apoio de Abag, Cachaça Cabaré, Ford, Leega, Ludu e Toledo do Brasil. Acompanhe o Mid Term Executive Meeting 2026 aqui no site e nas redes sociais da Agrojor. O Executive Meeting tem como patrocinadores Ouro a Bayer, a John Deere e Yara Fertilizantes, mais a Basf (Prata) e Corteva (Bronze). E conta com o apoio da ABAG, Ford, Cachaça Cabaré, Toledo do Brasil, Legga e Ludu. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do Brasil.
A Rede Brasil de Jornalistas Agro promove, no dia 11 de março, às 10h, o webinar internacional “Brazil role in global agribusiness”, evento que integra a agenda de preparação do Executive Meeting 2026. O encontro será transmitido via Zoom e é aberto a participantes internacionais e aos associados da Rede Agrojor. A proposta é oferecer um panorama qualificado sobre o papel do Brasil no agronegócio global, antecipando temas que estarão no centro das discussões do Executive Meeting 2026. O webinar contará com três especialistas do Rabobank, instituição global com forte atuação em financiamento e inteligência para o setor agroalimentar: Andy Duff, Head of Rabobank; Marcela Marini, Senior Analyst; Stephen Nicholson, Global Strategist. A discussão deve abordar o posicionamento do Brasil nas cadeias globais de alimentos, os fluxos de comércio, crédito e investimento, além das perspectivas para grãos, proteínas e bioenergia em um cenário marcado por transição energética, pressão climática e rearranjos geopolíticos. A iniciativa integra a programação preparatória do Executive Meeting, a reunião anual dos delegados da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas, que neste ano será realizada no Brasil entre 15 e 20 de março, com organização da Rede Agrojor. Ao longo da semana, o grupo percorrerá polos produtivos de grãos, café, pecuária de corte, cana-de-açúcar, citros, flores, aves e sistemas orgânicos. A agenda inclui visitas técnicas com foco em agricultura de precisão, digitalização do campo, uso de insumos biológicos, integração lavoura-pecuária-floresta, mecanização e modelos de sustentabilidade produtiva. O itinerário contempla unidades da Embrapa voltadas à pecuária, instrumentação e uso do solo, além de centros privados de pesquisa genética, controle biológico e bioenergia, permitindo aos jornalistas estrangeiros contato direto com a base tecnológica que sustenta a competitividade brasileira. O webinar, portanto, funciona como porta de entrada para essa imersão. Mais do que uma apresentação institucional, trata-se de um alinhamento estratégico sobre como o Brasil se insere no tabuleiro global de alimentos e energia renovável, tema central para a cobertura internacional nos próximos anos. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para esta comunidade.
País vai receber cerca de 40 jornalistas de 21 países para o Executive Meeting da IFAJ
A Rede Agrojor inicia 2026 com um movimento que vai além de uma simples consulta aos seus associados. A segunda pesquisa interna da entidade, após a primeira rodada realizada em 2024, consolida um processo de amadurecimento institucional e reforça um princípio da rede: decisões precisam nascer da escuta qualificada de quem constrói a entidade no dia a dia. Criada para reunir jornalistas, comunicadores e profissionais de imagem especializados no agronegócio, a Agrojor cresceu em diversidade de perfis, atuação e expectativas. Atualmente, a rede reúne 120 jornalistas de 11 Estados. Com esse crescimento, aumentou também a complexidade da gestão, da comunicação e da oferta de atividades. Por isso, a pesquisa entra como ferramenta para organizar prioridades, alinhar demandas e transformar percepções individuais em diretrizes coletivas. Diferentemente de levantamentos genéricos, o questionário de 2026 foi estruturado para responder a questões práticas. Como os profissionais chegam à Rede Agrojor. O que motiva a associação. Quais formatos de conteúdo e capacitação fazem mais sentido em um cenário de sobrecarga informacional. Que tipo de eventos geram valor real. Que entregas os associados esperam da entidade e como avaliam o trabalho realizado até aqui. Com o mapeamento dos canais de entrada na rede, como indicação de colegas, redes sociais, eventos ou exposição na mídia, por exemplo, a Agrojor passa a compreender melhor sua própria capacidade de alcance e influência. Esses dados são fundamentais para orientar estratégias de comunicação, fortalecer canais eficientes e corrigir rotas onde a presença ainda é limitada. Outro eixo da pesquisa está relacionado às motivações para a associação. Networking, acesso a conhecimento, oportunidades de trabalho, conexões internacionais e reconhecimento profissional aparecem como dimensões distintas, mas complementares. Entender a hierarquia dessas motivações ajuda a entidade a calibrar suas ações. Uma rede que não reconhece o que move seus membros corre o risco de oferecer muito em áreas periféricas e pouco onde há maior demanda. A diversidade de atuação profissional também é um ponto de destaque. A Agrojor reúne jornalistas de redação, profissionais de assessoria de imprensa, comunicação corporativa, gestores de veículos próprios e especialistas em imagem. Cada um desses grupos tem necessidades específicas, ritmos distintos e expectativas próprias em relação à formação, aos eventos e às oportunidades geradas pela rede. A pesquisa permite enxergar esses recortes com mais nitidez e evita decisões baseadas em percepções isoladas. No campo da capacitação, o levantamento aprofunda temas sensíveis para a rotina profissional. Tipos de conhecimento buscados, interesse em eventos online, horários preferidos, formatos, duração e nível de interação. Esses dados são decisivos para sair do modelo genérico de conteúdo e avançar para uma programação mais eficiente, compatível com agendas apertadas e com o uso intensivo de plataformas digitais. A pesquisa também aborda o papel da Agrojor nos grandes eventos do agronegócio. Participação em encontros híbridos próprios, inserção de conteúdo dentro de feiras e congressos já consolidados ou encontros sociais durante eventos setoriais. Cada formato cumpre uma função distinta. Saber onde está a preferência dos associados ajuda a direcionar recursos, parcerias e esforços de produção. As perguntas abertas da pesquisa cumprem um papel central no diagnóstico. Elas permitem que os associados expressem expectativas, críticas, sugestões e percepções que não cabem em alternativas fechadas. É nesse espaço que surgem sinais relevantes sobre melhorias no site, na presença digital, na comunicação institucional e na atuação da Agrojor como rede representativa. A pesquisa interna de 2026 reforça uma cultura de participação. A Agrojor se posiciona como uma rede que escuta, organiza e transforma contribuições individuais em decisões estruturadas. Quanto maior a adesão, mais preciso será o retrato da entidade e mais consistentes serão as escolhas feitas a partir dele. Em um setor tão estratégico quanto o agronegócio, onde informação, credibilidade e contexto fazem diferença, fortalecer quem comunica é uma tarefa coletiva. A pesquisa é um convite à corresponsabilidade. Ao responder, cada associado contribui para uma Agrojor mais conectada com sua base, mais eficiente na entrega de valor e mais preparada para os desafios dos próximos anos. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.
A Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor) é apoiadora institucional do Prêmio Tecnoshow COMIGO de Jornalismo 2026, iniciativa que reconhece reportagens jornalísticas sobre o agronegócio brasileiro. A participação da rede tem por objetivo ampliar a presença de conteúdos técnicos, informativos e contextualizados sobre o setor agropecuário nos meios de comunicação. Promovido pela Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (COMIGO), com sede em Rio Verde (GO), o prêmio está com inscrições abertas de 26 de janeiro a 20 de fevereiro de 2026. O tema desta edição é “O Agro Conecta”, conceito que orienta a feira deste ano e propõe discutir as conexões entre campo e cidade, produtor e consumidor, ciência, tecnologia e prática produtiva. A premiação tem abrangência nacional e aceita trabalhos publicados ou veiculados entre 1º de janeiro de 2025 e 10 de fevereiro de 2026. Podem concorrer jornalistas vinculados a veículos de comunicação ou profissionais que atuam de forma independente, desde que os conteúdos tenham caráter jornalístico. Quanto paga o prêmio O valor total da premiação é de R$ 60 mil, distribuído entre cinco categorias: Em cada categoria, os três primeiros colocados recebem: A entrega dos prêmios ocorre durante a Tecnoshow, de 6 a 10 de abril, no Centro Tecnológico da Comigo, em Rio Verde. O que os associados da Rede Agrojor podem fazer para ganhar Para os jornalistas associados à Agrojor, o prêmio representa uma oportunidade concreta de reconhecimento profissional. Alguns pontos do regulamento merecem atenção: A Agrojor incentiva seus associados a participarem e reforça que o prêmio é uma vitrine nacional para o jornalismo agropecuário, com avaliação técnica e reconhecimento público. O regulamento completo e o formulário de inscrição estão disponíveis em: www.tecnoshowcomigo.com.br/premio Você não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do Brasil.
O ano de 2026 representa um marco institucional para a International Federation of Agricultural Journalists, a IFAJ, entidade da qual a Rede Agrojor faz parte. A entidade completa 70 anos desde sua fundação formal, ocorrida em 16 de novembro de 1956, em Paris, quando jornalistas agrícolas de diferentes países europeus decidiram estruturar uma organização internacional dedicada à troca de informações técnicas, à cooperação profissional e à defesa da liberdade de imprensa especializada no setor agropecuário. A data consolida uma trajetória iniciada em um contexto de reconstrução do pós-Segunda Guerra Mundial. A agricultura ocupava posição central na segurança alimentar e na reorganização econômica de diversos países, e a imprensa especializada surgia como instrumento estratégico de difusão de conhecimento técnico e políticas públicas. A criação da então International Union of Agricultural Journalists ocorreu após uma série de encontros e seminários promovidos na Europa, com destaque para iniciativas realizadas pela Organização para a Cooperação Econômica Europeia na França, Suécia e Alemanha, entre 1954 e 1956. Uma história contada em décadas Ao longo da década de 1960, a entidade ampliou sua base geográfica e institucional. Em 1964, adotou oficialmente o nome International Federation of Agricultural Journalists, formalizado nos estatutos de 1967. Nesse período, passou a organizar congressos anuais, a publicar boletins informativos regulares e a estabelecer uma carteira profissional internacional, instrumentos que fortaleceram a identidade do jornalismo agrícola como especialidade reconhecida e estruturada. Em 1961, o primeiro Boletim Internacional já circulava entre cerca de mil profissionais associados. Chegar a 2026 com sete décadas de funcionamento contínuo destaca a singularidade da IFAJ no cenário da comunicação internacional. A federação se mantém como uma associação profissional sem fins lucrativos, politicamente neutra e sustentada por contribuições de seus membros e por patrocínios corporativos. Sua governança é exercida por dirigentes eleitos, com representação nacional no comitê executivo, que se reúne periodicamente para definir diretrizes e programas. Um escritório global dá suporte operacional às atividades e à implementação de projetos. A relevância do marco de 70 anos também está associada à expansão do escopo da comunicação agropecuária. O perfil dos membros da IFAJ abrange repórteres, editores, fotógrafos, diretores de comunicação, assessores e designers que atuam em associações, empresas privadas, organizações setoriais e veículos especializados. A atuação desses profissionais atende produtores rurais, cadeias produtivas e públicos urbanos interessados em temas como segurança alimentar, sustentabilidade, comércio internacional, inovação tecnológica e políticas agrícolas. Em 2026, a federação reúne mais de 5.000 comunicadores em mais de 60 países. Esse alcance mostra a transformação da agricultura e pecuária em um tema global, influenciado por variáveis climáticas, geopolíticas, tecnológicas e econômicas. A existência de uma rede internacional organizada de jornalistas especializados contribui para a circulação qualificada de informações técnicas e para a comparação de realidades produtivas entre regiões distintas. O ano de 2026, quando o Brasil recebe seu Executive Meeting no mês de março. reforça o papel histórico da IFAJ na consolidação do jornalismo agrícola como campo profissional autônomo. E o Brasil faz parte desta construção. Você ainda não faz parte da Rede Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.
Até o dia 10 de janeiro, jornalistas de 16 países já haviam confirmado presença no Executive Meeting, a reunião anual dos delegados da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ), que neste ano vem sendo organizado no Brasil pela Rede Agrojor. O evento ocorre no país, entre os dias 15 e 20 de março. Entre os países confirmados estão profissionais do Reino Unido, Áustria, Alemanha, Suíça, Canadá, África do Sul, Geórgia, Finlândia, Estados Unidos, Suécia, Chile, Eslovênia, Noruega, Austrália, Sérvia e até da República do Quirguistão, um pequeno país da Ásia Central com uma forte tradição pastoral e histórica ligação à antiga Rota da Seda. “Imaginávamos que haveria interesse pela agropecuária brasileira, mas estou surpreendido pelo número e origem das inscrições. Já temos colegas inscritos de todos os continentes, da Argentina ao Japão, da África do Sul à Finlândia. A Agrojor está abraçando o mundo”, diz Daniel Azevedo, vice-presidente internacional da Rede Agrojor e coordenador do Executive Meeting, se referindo a uma lista maior de interessados que estão inscritos, totalizando 28 países. “Tivemos duas chamadas e o prazo para confirmação, que exige o pagamento, termina em mais alguns dias. Daí teremos o número exato de quantos jornalistas estrangeiros receberemos em março”, diz ele. A proposta do roteiro, que está nos últimos arranjos, é oferecer uma leitura integrada do agro brasileiro contemporâneo, mostrando como ciência, tecnologia e gestão moldam sistemas produtivos diversos e conectados a mercados internos e externos, com impactos econômicos, ambientais e sociais. “Nosso objetivo não é apresentar uma narrativa sobre a agropecuária brasileira. Queremos sim trazer alguns dos melhores especialistas e exemplos para que os jornalistas do mundo inteiro possam formar sua leitura com base em informação qualificada e científica”, afirma Azevedo. O roteiro articula visitas de campo, centros de pesquisa, empresas de insumos e propriedades rurais que operam em diferentes escalas, do agricultor familiar a grupos empresariais integrados às cadeias globais de alimentos, energia e bioeconomia. Ao longo da semana, o grupo percorre polos de grãos, café, pecuária de corte, cana-de-açúcar, citros, flores, aves e produção orgânica, com atenção a práticas de agricultura de precisão, digitalização do campo, uso de insumos biológicos, integração lavoura-pecuária-floresta, mecanização e modelos de sustentabilidade produtiva. O itinerário inclui unidades da Embrapa voltadas à pecuária, instrumentação e uso do solo, além de centros privados de pesquisa genética, controle biológico e bioenergia. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e faça parte da maior comunidade de jornalistas agro do Brasil.
Associada da Rede Agrojor e integrante do conselho fiscal da atual gestão da entidade, a jornalista Carol Brazil assume um novo papel no jornalismo especializado ao ser anunciada nesta quinta-feira (08/01) como apresentadora e responsável pela condução editorial do NC Agro, novo projeto multiplataforma do Grupo Norte de Comunicação, dedicado exclusivamente à cobertura do agronegócio brasileiro. O lançamento marca a entrada estruturada do grupo, afiliada do SBT em estados da região Norte, em um dos setores centrais da economia nacional, responsável por cerca de 25% do Produto Interno Bruto e por mais de 40% das exportações do país. O NC Agro nasce como uma plataforma integrada de conteúdo, com presença em televisão aberta, rádio em rede, portais digitais e redes sociais.. Com estreia prevista para 2026, a proposta editorial combina jornalismo econômico, informação técnica, inovação no campo e relatos que retratam a realidade de produtores, empresários e trabalhadores rurais. O projeto também dialoga com temas como logística, mercados, tecnologia e sustentabilidade, acompanhando a transformação produtiva em curso nessas regiões. Quem é Carol Brazil Formada em Comunicação e Jornalismo pela FARO Faculdade de Rondônia, onde concluiu a graduação em 2007, aprofundou sua especialização no setor agro com MBA em Agronegócios pela USP/Esalq, formação voltada à compreensão técnica, econômica e estratégica das cadeias produtivas do campo. Na carreira profissional, construiu uma trajetória longa e contínua na Rede Amazônica, onde atuou por quase 18 anos. Entre 2005 e 2023, foi repórter, editora-chefe e apresentadora, com forte presença na cobertura de temas ligados ao agronegócio, desenvolvimento regional, economia e sustentabilidade em Rondônia e na Amazônia Legal. Desde maio de 2023, atuava como coordenadora de marketing do Grupo Rovema, em regime terceirizado, com foco na gestão e estratégia de conteúdo. Nesse papel, trabalhou na comunicação das ações de agro sustentável do grupo e na aproximação entre o universo rural e o público urbano. Em janeiro de 2025, passou a integrar o Sistema OCB/RO como conselheira, ampliando sua atuação institucional no cooperativismo e no fortalecimento das organizações ligadas ao setor produtivo rural em Rondônia. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e faça parte desta comunidade de jornalistas agro.
Em 2025, a Rede Brasil de Jornalistas Agro atravessou um ponto de inflexão em sua trajetória. Ao longo do ano, a entidade estruturou uma agenda permanente de capacitação, ampliou sua atuação internacional, acumulou reconhecimento profissional de seus associados e avançou em governança e comunicação própria, consolidando-se como organização no ecossistema do agrojornalismo no Brasil que atualmente conta com cerca de 120 profissionais. Formação como política permanente A base da atuação da Rede Agrojor em 2025 foi a formação continuada. Ao longo do ano, a entidade realizou 11 workshops mensais, integrados a um calendário regular de atividades voltadas à qualificação técnica de jornalistas especializados em agronegócio. Os encontros trataram de temas estruturantes da cobertura agropecuária, como inovação, ciência, mercados, políticas públicas e desafios da comunicação setorial. Em abril, essa estratégia ganhou densidade com a realização da Oficina Inteligência Artificial no Jornalismo Agro, iniciativa dedicada à aplicação prática de ferramentas de IA em rotinas jornalísticas. A oficina marcou a incorporação definitiva do tema à agenda da Rede, como instrumento de trabalho editorial. Internacionalização e representação do Brasil O ano de 2025 também foi decisivo para a presença internacional da Rede Agrojor. Em março, durante o Executive Meeting da International Federation of Agricultural Journalists, realizado na África do Sul, o Brasil foi oficialmente aprovado como sede do Executive Meeting IFAJ 2026. A decisão posicionou a Rede como interlocutora institucional do país junto à federação internacional e abre caminho para que o país se candidate a sede do congresso mundial da IFAJ nos próximos anos. Em maio, a jornalista Mayara Martins marcou a participação brasileira no Congresso Mundial de Sementes, realizado na Turquia, ampliando a presença do agrojornalismo nacional em fóruns técnicos globais. Em outubro, a Rede voltou a atuar internacionalmente no 26º Congresso Mundial da IFAJ, no Quênia, reforçando o diálogo com organizações congêneres e preparando o terreno institucional para o encontro de 2026 no Brasil. Duas jornalistas do país estiveram presentes: Luiza Costa, a convite da IFAJ por intermédio da Rede Agrojor, e Mariana Grilli. Reconhecimento como resultado coletivo Os resultados dessa atuação se refletiram no reconhecimento profissional dos associados. Em maio, 17 jornalistas da Rede Agrojor foram anunciados entre os 50 nomes mais votados, incluindo quatro no TOP 10 do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio, iniciativa nacional que avalia reputação, consistência editorial e contribuição ao setor. São eles: Alessandra Mello, Aleksander Horta, Pedro Costa e Ângela Ruiz. Também ocorreram premiações para associados da Rede Agrojor na 18ª edição do Prêmio ABAG/RP de Jornalismo “José Hamilton Ribeiro” (Fernanda Pressinott), no 2º Prêmio Ibá de Jornalismo (Leandro Fidelis), no 4º Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil (Julio Huber e Bruno Faustino), e no Prêmio Sindilat/RS 2025 (Bruno Faustino, novamente). No plano internacional, dois jornalistas brasileiros ligados à Rede receberam o IFAJ Star Prize 2025, premiação que reconhece reportagens e projetos de excelência no jornalismo agropecuário global.: Ariosto Mesquita e Leandro Fidelis. As conquistas coloram o Brasil em um ambiente historicamente dominado por países da América do Norte e Europa. Espaços de debate e produção de conteúdo Em outubro, a Rede Agrojor realizou, em São Paulo, o 3º Diálogos Agrojor, encontro presencial que reuniu jornalistas de diferentes regiões do país. O evento consolidou-se como espaço de debate profissional, com discussões sobre narrativas jornalísticas, credibilidade, tecnologia e os desafios contemporâneos da cobertura do agronegócio. Na edição, o encontro que reuniu cerca de 100 jornalistas, abordou temas como Storytelling de Impacto, Narrativas Imersivas e o Futuro do Conteúdo, e Comunicação e reputação em tempos de redes sociais, tendo como convidados Angélica Mari (Futuros Possíveis), Cristiane Barbieri (Estadão), Paulo Silvestre (acadêmico e pesquisador), Antoine Morel (diretor do Canal UOL), Fábio Santos (presidente da Abracom e CEO da CDN), e Pablo Toledo (diretor de Comunicação e Branding da BYD Brasil). No mesmo mês, a entidade lançou sua newsletter institucional, “Rolou na Rede”, ampliando seus canais próprios de comunicação e sistematizando a circulação de informações, produções jornalísticas e agenda interna entre os associados. Reconhecimento acadêmico e governança Em 2025, a Rede Agrojor passou a integrar o campo de estudo acadêmico, ao tornar-se objeto de pesquisa na Escola de Comunicações e Artes da USP, em trabalho conduzido por Luiz Pitombo. O estudo analisou a atuação da entidade como organização de jornalistas especializados e sua contribuição para a profissionalização do agrojornalismo no país. No campo institucional, novembro marcou a eleição da nova diretoria para o biênio 2025/2026, conforme o estatuto da entidade. Foi a segunda eleição, desde a fundação da entidade, reconduzindo ao cargo de presidente Vera Ondei. Integram a nova diretoria executiva Mariele Previdi (vice-presidente nacional), Daniel Azevedo Duarte (vice-presidente internacional), Altair Albuquerque (secretário), Marcelo Oliveira (suplente de secretário), Ana Sampaio (diretora de comunicação nacional), Ingrid Alves (suplente de diretora de comunicação nacional) e Flávia Romanelli (diretora de comunicação internacional). No Conselho Fiscal, também com mandato no biênio 2026/2027, foram eleitos Luiz Patroni, Alessandra Mello, Carolina Brazil, Cassiano Ribeiro, Diego Silva, Divino Onaldo, Leandro Mariani Mittmann e Luciene Gazeta. A posse ocorreu em dezembro, com a definição das primeiras diretrizes de trabalho e o início da organização das ações previstas para 2026, incluindo o Executive Meeting da IFAJ no Brasil. Você ainda não faz parte da Rede Brasil de Jornalistas Agro. Clique aqui e entre para esta comunidade.
As inscrições para o Mid-Year Executive Meeting da Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ), que será realizado no Brasil em março de 2026, já registram cerca de 60 pré-inscrições, na abertura oficial, Desse total, 30 jornalistas confirmaram participação. Para o vice-presidente internacional da Rede Agrojor, Daniel Azevedo, os números mostram um movimento do público internacional em torno do encontro, que já era esperado pela Rede Agrojor. “A receptividade durante o congresso mundial foi grande e isso refletiu nas inscrições”, afirma. Azevedo se refere ao Congresso Mundial da IFAJ 2025, realizado em Nairóbi, no Quênia, onde o Brasil fez uma exposição do que será apresentado pelo país durante o executive meeting. O evento acontece entre 15 e 20 de março de 2026 e está sendo organizado pela Rede Agrojor. A base das operações será na cidade de São Carlos (SP). Esta será a primeira vez que o Executive Meeting ocorrerá no Brasil. Desde a confirmação da sede, a entidade estruturou um grupo de trabalho para planejar o encontro. Segundo Azevedo, a definição da cidade-sede e do roteiro foi uma das etapas centrais da organização, principalmente para conciliar logística e diversidade de conteúdo em uma mesma região. A fase atual envolve ajustes finais, atendimento de demandas dos participantes e consolidação de parcerias. A programação inclui visitas a propriedades rurais, centros de pesquisa, universidades, cooperativas e empresas do setor. Entre os temas que devem ser abordados estão grãos, pecuária, cana-de-açúcar, laranja, café, agricultura familiar tecnificada, flores, integração lavoura-pecuária-floresta, biológicos, nanotecnologia, robótica e uso de dados espaciais. Também estão previstas as reuniões oficiais da diretoria da IFAJ. Para Azevedo, além da troca de experiências e acesso a informações qualificadas, o evento também representa uma etapa estratégica para que o Brasil dispute futuramente a sede do Congresso Mundial da IFAJ. “Precisamos realizar esse evento com qualidade, continuar construindo relacionamento e demonstrar capacidade de organização”, afirma. O encontro também reforça um processo iniciado em 2019, quando uma delegação de jornalistas estrangeiros esteve no Brasil em press tour, contribuindo para a consolidação da Rede Agrojor no cenário internacional. Você ainda não faz parte da Rede Agror? Clique aqui se torne membro da maior comunidade de jornalistas agro do Brasil.
A Universidade de São Paulo (USP) oferece à comunidade alguns cursos, entre ele o de Projetos em Jornalismo Digital. Realizado no semestre passado na Escola de Comunicações e Artes (ECA), o curso é liderado pelo professor Rodrigo Ratier, jornalista e integrante da diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo. Associado e um dos fundadores da Rede Agrojor, Luiz Pitombo foi um dos alunos da edição mais recente do curso e como trabalho final acertou com Ratier a realização de um estudo sobre a pesquisa de opinião realizada pela entidade entre os seus membros em 2024. O trabalho de conclusão foi apresentado por Pitombo na forma de uma reportagem de dados. O foco específico foi verificar como as respostas se comportavam em função da ocupação individual em assessoria de imprensa, redação ou comunicação corporativa. ”Em conversa sobre a associação com o Ratier vi que ele ainda não a conhecia e assim também me propus a fazer no trabalho uma apresentação da entidade e que ela poderia ser compartilhada com outros possíveis interessados do departamento de Jornalismo”, diz Pitombo. Unidade na diversidade Do questionário que foi revisitado pelo jornalista, e era muito amplo, foram selecionadas para o trabalho três perguntas básicas: Como havia tomado conhecimento da Rede Agrojor? Qual o motivo para se integrar a entidade? O que espera da sua atuação? Segundo a avaliação de Pitombo, mesmo com algumas variações e especificidades, repórteres, assessores de imprensa e comunicadores corporativos destacaram muitas demandas e visões similares. Dentre estas surgiram o anseio de valorização da categoria, a troca de experiências e o networking, bem como a maior capacitação e atualização em temas complexos. Também foi colocado o desejo por organização de eventos e aberturas de trabalho. Em função da proposta do curso, foi solicitado aos alunos que empregassem nos estudos propostos o recurso da Inteligência Artificial (IA). Pitombo conta que um aspecto utilizado se deu na avaliação de 68 das respostas em que eram apresentados anseios diversos quanto à entidade. ‘Percebe-se que os profissionais, independentemente do perfil, compartilham a visão de uma comunidade mais forte, bem-informada e reconhecida”, afirma Pitombo, destacando que fez questão de reproduzir no trabalho o que chama de um esboço da identidade da Rede Agrojor. ” Há uma clara necessidade de ações que promovam a união, o desenvolvimento técnico e a valorização da profissão. A ênfase na troca de experiências e na formação contínua indica que esses profissionais buscam se adaptar às mudanças do setor, garantir sua segurança e ampliar suas oportunidades”. Rumos a seguir A presidente da Rede Agrojor, Vera Ondei, explica que para nortear boa parte dos trabalhos da entidade, na primeira eleição realizada, a pesquisa ajudou a definir uma agenda mínima para as ações e como conduzi-las. “Nós já havíamos realizado uma pesquisa lá atrás, quando ainda estávamos em formação”, diz ela. “Com essa de 2024, conseguimos estruturar um trabalho mais focado nos anseios do grupo e a ideia é que elas continuem. Vamos repetir em 2026 essa experiência.” Para responder aos anseios demonstrados na pesquisa concluída em 2024 , a Rede Agrojor passou a realizar sistematicamente os workshops on line, com a apresentação e discussão de temas como: meteorologia; irrigação; indicadores de preços e mercado; cobertura de eventos agropecuários; mídias atuais no agro; jornalismo regional e outros. Também nasceu daí o projeto oficinas; o relacionamento com a IFAJ, a federação internacional de jornalistas agro foi reforçada e o evento anual da entidade, o Diálogos Agrojor foi aprimorado. Confira neste Link o trabalho na íntegra apresentado por Luiz Pitombo: https://docs.google.com/document/d/1lZi1KikHUzM63Ym9KPrpi-_UVfmhnPQ7/edit Você ainda não faz parte da Rede Agror? Clique aqui se torne membro da maior comunidade de jornalistas agro do Brasil.
O jornalista Bruno Pinheiro Faustino, associado da Rede Agrojor, chegou à marca de 50 prêmios de jornalismo em 2025. O número foi alcançado com a conquista do Prêmio Sindilat de Jornalismo, sigla para Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados, com uma reportagem sobre a discussão em torno do uso da palavra “leite” em produtos de origem vegetal. Faustino iniciou a carreira aos 19 anos, na rádio CBN Vitória, no Espírito Santo e afirma que o acúmulo de experiências ao longo dos anos tem papel direto na evolução do trabalho. “Acho que olhando para trás vejo meu crescimento profissional”, afirma. A reportagem premiada nasceu durante a cobertura da Expointer (Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agrícolas), uma das maiores feiras agropecuárias do Brasil, realizada anualmente no Parque Assis Brasil, em Esteio (RS). Faustino relata que a pauta surgiu a partir de uma dúvida recorrente entre profissionais do setor e consumidores. A partir disso, ele aprofundou a apuração sobre o debate envolvendo a definição do termo “leite” e as propostas para restringir o uso da palavra apenas para bebidas de origem animal. “Cheguei na Expointer para cobrir a feira e me deparei com um questionamento: será que leite é tudo igual?”, conta. Ele ouviu entidades como a Sindilat, Abraleite (Associação Brasileira dos Produtores de Leite) e CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) e acompanhou o tema até o Congresso Nacional. Segundo Faustino, a proposta envolve a revisão de nomenclaturas e o entendimento de que leite e derivados seriam produtos exclusivamente de origem animal. Ao analisar a própria trajetória, Faustino destaca a influência de experiências anteriores em diferentes formatos de comunicação. Ele já atuou em rádio, jornal, portal e televisão e explica que parte da linguagem usada hoje no jornalismo agro veio do período em que trabalhou com esporte.“Esse jeito de contar histórias veio do esporte”, explica. A produção de reportagens com foco em comportamento no jornalismo esportivo contribuiu para a forma como constrói narrativas atualmente. Sobre 2025, ele classifica o período como um ano de muito trabalho, com rotina intensa de deslocamentos e produção. Segundo o jornalista, o volume de prêmios recebidos no ano entre sete e oito reconhecimentos reflete esse esforço. “2025 foi um ano de muito trabalho”, afirma. Ele conta que passou longos períodos viajando, esteve em poucas ocasiões com a família e vê as conquistas como resultado direto dessa dedicação. Faustino também destaca o papel da Rede Agrojor no processo de troca entre profissionais do jornalismo agro. Ele afirma que já vinha sendo incentivado a ingressar na entidade e reforça a importância do espaço coletivo para compartilhamento de experiências entre profissionais com diferentes trajetórias.“É muito legal quando você faz parte de uma entidade em que todo mundo fala do mesmo assunto e em que você é ouvido também”. Ao olhar para frente, Faustino afirma que a motivação permanece ligada ao desejo de continuar produzindo e aprimorando o próprio trabalho e que já pensa nos próximos projetos e em novas metas para os próximos anos.“O Bruno chegou à marca de 50 prêmios de jornalismo, mas já estou pensando no 51”, afirma. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e venha para a maior comunidade global de jornalistas agro.
A jornalista Fernanda Pressinott, associada da Rede Agrojor, vai assumir em 2026 um novo desafio na carreira, a liderança do núcleo de agronegócio da CNN Brasil. O anúncio nesta quarta-feira (17), marca mais um passo na trajetória de uma profissional reconhecida pela atuação no jornalismo econômico e agropecuário. Em mensagem compartilhada com os associados da Rede Agrojor, a jornalista destacou a felicidade de enfrentar um novo desafio e falou sobre as expectativas de seguir construindo pontes com colegas do jornalismo agro. “Estou muito feliz com essa oportunidade e animada para essa nova etapa. Espero que possamos construir várias matérias junto”, afirmou. Com cerca de duas décadas de experiência, Fernanda construiu sua carreira cobrindo temas ligados ao agronegócio, economia e mercado. Atualmente, atua como editora-assistente do hub de agro do Grupo Globo, para as plataformas Globo Rural, Valor Econômico, O Globo e CBN. No Valor Econômico, onde trabalha desde 2012, sua atuação direta na editoria de agro completou 13 anos em 2025. Ao longo da carreira, Fernanda se especializou na produção e edição de conteúdos analíticos e estratégicos, com foco em jornalismo setorial. Sua experiência inclui edição, redação, estratégia de conteúdo e otimização para mecanismos de busca (SEO), voltados à qualificação da informação e o cenário do agro brasileiro. Sua formação acadêmica reforça esse perfil. Fernanda possui estudos em Marketing e Comunicação Digital pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), além de formação executiva em Agronegócio pelo Insper. À frente do núcleo de agronegócio da CNN Brasil a partir de 2026, Fernanda será responsável por conduzir a cobertura especializada da plataforma, voltada à análise, contexto e acompanhando os principais movimentos do setor. A Rede Agrojor parabeniza Fernanda Pressinott pela conquista e deseja sucesso nessa nova fase profissional. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e venha para a maior comunidade global de jornalistas agro.
Nesta segunda-feira (15/12), a Rede Agrojor realizou a primeira reunião da nova diretoria eleita para o biênio 2026/27. O encontro marcou o início do ciclo de trabalho do novo grupo dirigente e teve como eixo central o alinhamento de expectativas, visões institucionais e formas de atuação da entidade no próximo período. A maior parte da reunião foi dedicada a uma rodada de apresentações entre os diretores. Cada integrante expôs como percebe a Rede Agrojor, o papel da entidade no setor e os caminhos considerados prioritários para os próximos dois anos. As falas convergiram para a necessidade de ampliar a integração entre os associados, fortalecer a institucionalização da Rede Agrojor e criar abordagens que sustentem seu crescimento. Também foram citados, de forma recorrente, a importância de ambientes mais dinâmicos para a troca de informações e o estímulo à participação ativa dos membros. O debate serviu como instrumento de alinhamento sobre expectativas individuais e coletivas, além de estabelecer uma base comum para o modo de ação da nova diretoria. A reunião não teve caráter deliberativo amplo, mas funcionou como um espaço inicial de escuta e construção de consenso em torno dos objetivos gerais da gestão 2026/27. Entre as definições práticas, ficou estabelecido que a primeira atividade do ano será a repetição da pesquisa institucional aplicada no início do biênio anterior, 2024/25. O levantamento deverá fornecer dados atualizados sobre o perfil dos associados, a percepção sobre a atuação da Rede e os temas considerados estratégicos para orientar decisões e iniciativas da nova diretoria. Também foram discutidas propostas relacionadas à organização interna e ao funcionamento da diretoria, incluindo rotinas de trabalho, divisão de responsabilidades e formatos de tomada de decisão. Esse tema, no entanto, permaneceu em aberto e deverá ser retomado nos próximos encontros, com ajustes graduais ao longo do início do mandato. A reunião encerrou-se com o entendimento de que o primeiro trimestre será dedicado à consolidação do diagnóstico institucional e à definição dos instrumentos operacionais que irão sustentar a agenda da Rede Agrojor ao longo do biênio. Você ainda não faz parte dessa comunidade de jornalistas do agro? Clique aqui e faça parte.
A Rede Agrojor oficializa, nesta quinta-feira (11/12/2025), a posse da nova Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal, eleitos durante a Assembleia Geral Ordinária realizada em 21 de novembro. Os membros assumem suas funções para o biênio 2026/27, dando continuidade ao fortalecimento institucional da entidade e à ampliação dos espaços de diálogo e representatividade do jornalismo agro no Brasil. A assembleia foi realizada de forma online, pela plataforma Zoom, com votações no sistema Voto Remoto. Na ocasião, os associados também apreciaram o relatório anual, homologaram as contas referentes ao exercício 2024/25 e ratificaram os atos da gestão anterior. A seguir, conheça os integrantes da nova Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal da Rede Agrojor e suas trajetórias profissionais. DIRETORIA EXECUTIVA — BIÊNIO 2026/27 Vera Ondei — Presidente Com ampla trajetória no setor agro, atuou como repórter, editora e comentarista em veículos nacionais e liderou projetos editoriais de destaque, baseada em São Paulo. Desde 2021, é editora de Agro na Forbes Brasil, contribuindo para o fortalecimento da comunicação especializada no país. Está no grupo dos 11 fundadores da Rede Agrojor. Mariele Previdi — Vice-presidente nacional Mariele é fundadora da Attuale Comunicação, uma das agências pioneiras em assessoria com sede em Itu (SP), especializada há mais de duas décadas projetos de assessoria de imprensa e conteúdo para agronegócios, indústrias e eventos. Está no grupo dos 11 fundadores da Rede Agrojor. Daniel Azevedo Duarte — Vice-presidente internacional Profissional com mais de 20 anos de atuação em agro, inovação e economia, com passagens por veículos e projetos internacionais. Conduziu iniciativas estratégicas para empresas e entidades do setor. Está baseado em Campinas (SP). Está no grupo dos 11 fundadores da Rede Agrojor. Altair Albuquerque — Secretário Com mais de três décadas à frente da Texto Assessoria de Comunicações, com sede em São Paulo (SP), lidera equipes multidisciplinares e conduz projetos estratégicos para empresas, entidades e eventos do setor agro. Atua no desenvolvimento de soluções de comunicação voltadas ao fortalecimento institucional. Marcelo Oliveira — Suplente de secretário Head de Comunicação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), com sede em São Paulo (SP), onde lidera gestão de reputação, relações governamentais e estratégias de comunicação para o setor de proteína animal. Atua também no ILP, com experiência em marketing, gerenciamento de crises e projetos nacionais e internacionais. Ana Sampaio — Diretora de comunicação nacional Com cerca de doze anos de atuação em comunicação, acumula experiência em assessoria de imprensa, produção de conteúdo, campanhas, TV e projetos públicos. Atuou na gestão estadual de Mato Grosso e hoje dirige a Culture Comunicação com sede em Cuiabá (MT) , desenvolvendo estratégias e consultorias para o setor agro. Ingrid Alves — Suplente de diretora de comunicação nacional Profissional com mais de 15 anos de atuação no agro, é repórter, editora de texto e apresentadora na Record News. Eleita entre as mais admiradas da imprensa do agronegócio em 2023, 2024 e 2025, atua também como mestre de cerimônias, host de podcasts e produtora de conteúdo. Flávia Romanelli — Diretora de comunicação internacional Profissional com mais de 25 anos de experiência em comunicação, integra projetos de assessoria, conteúdo, branding e eventos no agro e em inovação. Baseada em Piracicaba (SP), Lidera a AgriDoce Comunicação, atua na AsBraAP e participa de ecossistemas de agtechs. Está no grupo dos 11 fundadores da Rede Agrojor. CONSELHO FISCAL — BIÊNIO 2026/27 Luiz Patroni — Conselho Fiscal Reside em Cuiabá (MT), com duas décadas de atuação no agro, é apresentador e editor-chefe no Canal Rural Mato Grosso e criador do Podcast do Patroni. Reconhecido nacionalmente, foi eleito por três anos entre os mais admirados da imprensa do agronegócio e vencedor de premiações especializadas no setor. Alessandra Mello — Conselho Fiscal Executiva de comunicação com ampla experiência em empresas de mídia, reside em São Paulo e atua em liderança editorial, estratégias de conteúdo, gestão de equipes e realização de grandes eventos no agro. Hoje, é editora executiva da AgFeed, com foco em inovação, audiência e desenvolvimento de produtos. Carolina Brazil — Conselho Fiscal Profissional com experiência em conteúdo, marketing e apresentação, reside em Porto Velho (RO) e atua no Grupo Rovema coordenando estratégias de comunicação e projetos que aproximam o agro do público urbano. Com trajetória de quase 18 anos no Grupo Rede Amazônica, também integra o Sistema OCB/RO como conselheira. Cassiano Ribeiro — Conselho Fiscal Executivo com ampla atuação no agronegócio, reside em São Paulo e lidera a editoria de Agro no Valor Econômico e integra a equipe da Globo Rural. Atua também como comentarista na Rádio CBN, contribuindo com análises e informações estratégicas sobre o setor em diferentes plataformas. Diego Silva — Conselho Fiscal Doutorando em Ciências Ambientais e Sustentabilidade Agropecuária, mestre em Marketing e Direção Comercial, reside em Campo Grande (MS) e desenvolve projetos que conectam comunicação, marketing e agronegócio. Desde 2016, lidera a Agro Agência Assessoria, atuando no fortalecimento institucional e estratégico do setor. Divino Onaldo Silva — Conselho Fiscal Apresentador do programa Morada no Campo e host do Agro e Prosa Podcast, reside em Rio Verde (GO) e atua na divulgação de entrevistas, debates e histórias do agronegócio com linguagem acessível e proximidade com o público. Construiu trajetória marcada por versatilidade, comunicação clara e visão empreendedora. Leandro Mariani Mittmann — Conselho Fiscal De Porto Alegre (RS), com mais de duas décadas de atuação no agro, com passagem marcante pela revista A Granja. Hoje, atua no Correio do Povo, no programa A Granja na TV e como comentarista de agro internacional a partir da Alemanha, produzindo análises e conteúdos sobre o setor. Luciene Gazeta — Conselho Fiscal Com mais de 20 anos de experiência em comunicação e relações públicas, reside em Sorocaba (SP) e dirige a Matriz da Comunicação, onde desenvolve estratégias de imprensa, conteúdo, branding, eventos e reputação para clientes do agro e outros setores. Atua nacionalmente desde 2003, com histórico de mais de 400 projetos atendidos. Com a nova Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal oficialmente empossados, a Rede Agrojor inicia um novo ciclo de gestão, reforçando a missão da entidade de valorizar
Os jornalistas Julio Huber e Bruno Faustino, ambos associados da Rede Agrojor, foram reconhecidos em duas premiações nacionais realizadas em Brasília. No dia 2 de dezembro, Huber recebeu o recebeu o prêmio da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), na categoria Texto Regional. Já em 3 de dezembro, os dois profissionais foram destaques no 4º Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil, promovido pelo Conselho Nacional do Café (CNC). Na premiação do CNC, as reportagens produzidas por Huber e Faustino foram reconhecidas pela abordagem de temas ligados à sustentabilidade, inovação e à força da cafeicultura brasileira. O trabalho de Huber apresentou avanços da atividade e iniciativas desenvolvidas por produtores e cooperativas, enquanto a reportagem de Faustino destacou como tradição, ciência e cooperativismo impulsionam a produção no Espírito Santo. Para Huber, o reconhecimento tem relação direta com sua trajetória profissional. “Cresci em meio ao café e contar histórias de quem vive da atividade sempre foi especial para mim. Receber esse prêmio reforça a importância do jornalismo que valoriza o produtor e o território”, afirmou. Faustino também celebrou a conquista. “É gratificante ver nosso trabalho reconhecido. Nosso compromisso é registrar, com rigor e responsabilidade, as transformações da cafeicultura capixaba”, disse o jornalista. Além da premiação no CNC, Huber também venceu o Prêmio ABDE de Jornalismo na categoria Texto Regional com a reportagem “Regenerar é semear o amanhã”, publicada na Revista Negócio Rural. O material apresenta iniciativas de agricultura regenerativa adotadas por produtores rurais e mostra como práticas sustentáveis vêm sendo fortalecidas com o apoio de instituições de fomento. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas Agro do Brasil
A Ibá (Indústria Brasileira de Árvores) anunciou nesta quarta-feira (3) os vencedores de seu 2º Prêmio de Jornalismo. Foram 4 reportagens condecoradas nas categorias texto, vídeo, áudio e veículo especializado, além de uma menção honrosa. Os vencedores receberão o valor de R$ 5 mil cada, além de troféu e certificado. Entre eles está Leandro Fidelis, jornalista especializado em agronegócio e integrante da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor). Fidelis foi o destaque da categoria texto, com a reportagem “Do pinus ao pixel, o futuro sustentável que brota no Sul do Brasil”, publicada na revista Conexão Safra. A reportagem aborda o avanço da silvicultura moderna no Sul do Brasil, especialmente no Paraná e no Rio Grande do Sul, como eixo estratégico da bioeconomia e da transição verde. Mostra como florestas plantadas de eucalipto, pinus, acácia e espécies nativas se tornaram ecossistemas tecnológicos, produtivos e sustentáveis, integrando inovação digital, tokenização, IA e blockchain. Destaca ainda o impacto social, ambiental e econômico dessas florestas e sua conexão com políticas públicas e inclusão produtiva. Fidelis atua como agente de operações do Sicoob Espírito Santo, em Venda Nova do Imigrante (ES). Possui ampla trajetória em comunicação, com experiência que abrange assessoria de imprensa, reportagem e gestão de comunicação pública e corporativa. Em 2024 e 2025 foi assessor de Comunicação e Marketing da Sicredi Aliança RS/SC/ES, onde liderou estratégias de relacionamento e conteúdo institucional. Antes disso, exerceu a função de gerente de comunicação da Prefeitura de Venda Nova do Imigrante, coordenando ações de marketing, atendimento à imprensa e cobertura de eventos oficiais. Durante mais de uma década, foi repórter especial da Revista Conexão Safra, veículo para o qual ainda presta serviço, uma referência na cobertura do agronegócio capixaba, com produção de reportagens sobre cafeicultura, cooperativismo, agroindústria e sustentabilidade. Atuou também como assessor de imprensa da Nater Coop, com foco em projetos de rastreabilidade de cafés e ovos especiais, e foi correspondente do Jornal A Tribuna e repórter da Rádio FMZ. Leandro é formado em jornalismo e também em Publicidade, e possui MBA Executivo em Comunicação Eleitoral e Marketing Político. Sobre o Prêmio Ibá, sua segunda edição recebeu 125 reportagens, enviadas por profissionais de 18 estados de todas as regiões do país, além do Distrito Federal. Entre as reportagens premiadas, há trabalhos de grandes veículos nacionais, assim como de filiadas, jornais e rádios regionais. Os trabalhos no geral abordaram as tarifas norte-americanas, o desempenho da silvicultura regional, a bioeconomia e a inovação do setor, entre outros temas. Os vencedores foram selecionados por uma banca de jurados de peso, formada por especialistas de diferentes áreas. São eles Leão Serva, professor de Ética Jornalística na ESPM-SP e colaborador da TV Cultura em Londres; José Otávio Brito, professor titular sênior da USP (Universidade de São Paulo) no Campus Luiz de Queiroz; e Cindy Correa, gerente de Comunicação da Ibá. Cada um dos jurados pontuou as reportagens a partir de quatro critérios: relevância no debate público; qualidade da apuração; originalidade e abordagem; clareza, estrutura e qualidade narrativa. Os vencedores de cada categoria foram definidos a partir da somatória da pontuação média de cada jurado. A entrega dos troféus e certificados ocorre também nesta quarta-feira (3/12), em São Paulo, durante jantar de confraternização de fim de ano das entidades Ibá, Empapel, ABTCP e SIP, evento que reunirá lideranças do setor e parceiros. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas Agro do Brasil
A Rede Agrojor passou a contar com duas jornalistas finalistas na 18ª edição do Prêmio ABAG/RP de Jornalismo “José Hamilton Ribeiro”. Entre elas, Fernanda Pressinott foi a vencedora na categoria Jornal Impresso. Luíza Cardoso Costa não levou o prêmio máximo, mas ficou entre as finalistas na categoria Grande Reportagem/Especial na categoria Profissional. O anúncio ocorreu em 28 de novembro, em Ribeirão Preto (SP), em cerimônia que reuniu jornalistas, estudantes e convidados e também marcou os 25 anos da ABAG/RP (Associação Brasileira do Agronegócio da Região de Ribeirão Preto). Nesta edição, 174 trabalhos foram inscritos nas modalidades Profissional e Jovem Talento. O prêmio reconhece reportagens que ajudam a compreender o agronegócio e a dimensão do setor para o desenvolvimento do país. Na categoria Profissional, os vencedores de cada modalidade receberam R$ 12 mil. Fernanda Pressinott conquistou a categoria Jornal Impresso com a matéria “O trajeto das barcaças de grãos que tira 150 caminhões das estradas”, publicada no Valor Econômico. A reportagem mostra a logística de transporte de grãos por meio de barcaças e apresenta alternativas que aliviam o fluxo de caminhões nas rodovias brasileiras e aumentam a eficiência da infraestrutura. Jornalista especializada em economia e agronegócio, Fernanda Pressinott tem 12 anos de atuação no Valor Econômico e na Globo Rural. Formada em Comunicação Social pela Fiam/FMU em 1999, possui pós-graduação em finanças pela FGV, especialização em mercados financeiros e derivativos pela FIA e formação complementar em agronegócio pelo Insper. Atuou em veículos como IstoÉ Dinheiro, Diário do Comércio e Revista do Investidor, além de colaborações para Folha de S.Paulo, SA Varejo, Yahoo e outras publicações. Iniciou a carreira em 1998, cobrindo tecnologia e economia, antes de se dedicar aos temas de economia e agronegócio. Na categoria Profissional, modalidade Grande Reportagem/Especial, Luíza Cardoso Costa e equipe (Canal Rural) ficou no bloco da frente com a matéria “Calçando a Botina – Plantação de camisetas: o caminho do algodão até você”. O vencedor dessa categoria foi Tiago Eltz, Lucas Paulino, Renato Ghelfi, Daniel Torres, Mauricio Prado, com a série “Nosso Prato”, da TV Globo. Luíza Cardoso Costa é jornalista especializada em agronegócio e chefe de Comunicação da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. Formada em Rádio, TV e Internet pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Agronegócio pela Esalq/USP, iniciou a carreira na TV Gazeta e atuou no Canal Rural na produção do programa Planeta Campo, como editora executiva do Rural Notícias e como apresentadora da previsão do tempo para o agro na Climatempo.