Oficina Agrojor vai tratar de marketing como ferramenta de carreira para jornalistas; inscreva-se
Evento exclusivo para associados terá quatro aulas virtuais com Marcelo Miyashita e abordará mercado, autoridade, relacionamento e posicionamento
Rede Agrojor – Rede Brasil de Jornalistas Agro
Rede Brasil de Jornalistas Agro
Evento exclusivo para associados terá quatro aulas virtuais com Marcelo Miyashita e abordará mercado, autoridade, relacionamento e posicionamento
Rede foi convidada para evento em São Paulo que coloca o setor em destaque ao discutir empreendedorismo e conexões
Saiba o que pensam Veronica Goyzueta, Luiz Henrique Mendes e Bruno Faustino sobre oportunidades e desafios na construção de projetos próprios
Conversa será nesta quarta-feira, às 9h, via zoom
Saiba quem são os convidados da Rede Agrojor para a roda de conversa desta quarta-feira (22), a partir da 9 horas
Presidente da Rede Agrojor, Vera Ondei foi convidada para corpo internacional de avaliadores do Star Prize 2026
Evento vai reunir dois especialistas globais, o britânico Martin Clough e o brasileiro Andre Piza, dia 9 de novembro, no formato online
Jornalista ocupa cargo no jornal do Grupo Bandeirantes
Em workshop da Rede Agrojor, Paulo Artaxo, da USP, e José Marengo, do Cemaden, listaram os principais equívocos de linguagem na cobertura de eventos extremos e defenderam o jornalista como o elo mais importante entre a ciência e a sociedade
Quando o assunto é mudanças climáticas no Brasil, poucos nomes carregam tanto peso científico quanto Paulo Artaxo e José Marengo. Os dois pesquisadores participam nesta quarta-feira (24), às 9h, do workshop da Rede Agrojor “Como cobrir mudanças climáticas sem cair em narrativas prontas?”, encontro exclusivo para associados. Embora frequentemente apareçam lado a lado em debates sobre clima, suas trajetórias seguiram caminhos diferentes e complementares. Paulo Artaxo passou a carreira tentando responder uma pergunta que ganhou importância global nas últimas décadas: qual é o papel da Amazônia no equilíbrio climático do planeta? Físico de formação e professor titular da Universidade de São Paulo (USP), tornou-se uma das maiores referências mundiais em estudos sobre aerossóis atmosféricos, queimadas, qualidade do ar e interação entre floresta e atmosfera. Seu trabalho ajudou a demonstrar como a floresta amazônica influencia a formação de nuvens, os regimes de chuva e o ciclo global do carbono. Ao longo da carreira, participou de projetos científicos em instituições como Harvard, Instituto Max Planck e Nasa, além de integrar sucessivos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), principal órgão científico da ONU para o tema. Hoje, está entre os pesquisadores brasileiros mais citados da literatura científica internacional. Se Artaxo ajuda a explicar como funciona o sistema climático, José Marengo dedica sua carreira a entender como as mudanças nesse sistema afetam a vida das pessoas. Nascido no Peru e radicado no Brasil há mais de 30 anos, Marengo é climatologista e pesquisador do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Seu nome está associado a alguns dos estudos mais importantes já produzidos sobre secas, enchentes, ondas de calor e eventos climáticos extremos na América do Sul. Foi um dos pioneiros na construção de cenários climáticos para o continente e participou dos debates que moldaram a compreensão científica sobre os riscos do aquecimento global para recursos hídricos, agricultura, cidades e infraestrutura. Nas últimas décadas, tornou-se uma das principais vozes científicas brasileiras quando o assunto é adaptação climática e prevenção de desastres. Para quem acompanha as discussões sobre clima, meio ambiente e agropecuária, o encontro reúne dois pesquisadores que ajudaram a construir parte do conhecimento científico que hoje orienta governos, empresas e organismos internacionais sobre um dos temas mais relevantes do século 20. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.
Como falar de mudanças climáticas sem cair em narrativas prontas? Esse é o tema do workshop de junho promovido pela Rede Agrojor. Anote na agenda. O encontro será na próxima quarta-feira (24), às 9h, via zoom, exclusivo para associados. A conversa será mediada pela jornalista, podcaster e roteirista Ângela Ruiz e contará com José Marengo, um dos principais climatologistas do Brasil e coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Cemaden, e Paulo Artaxo, professor titular do Instituto de Física da USP e coordenador do Centro de Estudos Amazônia Sustentável (CEAS) da USP. Para Ângela, cobrir mudanças climáticas exige mais do que repercutir eventos extremos ou reproduzir discursos prontos. “O desafio do jornalismo é contextualizar os fatos, diferenciar o que é um fenômeno meteorológico de curto prazo do que são tendências climáticas de longo prazo e traduzir informações técnicas em conteúdo acessível e baseado em evidências”, diz. Com a previsão de um El Niño intenso e eventos climáticos extremos, cada vez mais é necessário entender os fenômenos. Para a jornalista, é fundamental o profissional compreender as diferenças. “Quando ele compreende isso, consegue produzir reportagens mais equilibradas, precisas e relevantes para a sociedade”, destaca. A presença dos associados da Rede Agrojor é fundamental para a construção desse diálogo e o fortalecimento das relações. Participe. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.
Em encontro exclusivo para associados Agrojor, especialista em posicionamento digital detalhou como jornalistas podem ampliar relevância, construir autoridade e gerar negócios dentro da plataformaque conta com cerca de 90 milhões de usuários no Brasil
Convidada do workshop “LinkedIn para jornalista agro: o que funciona de verdade”, profissional reúne trajetória em jornalismo, gestão de redes sociais e posicionamento digital de lideranças
Jornalista capixaba terá reportagem publicada na obra comemorativa da Federação Internacional de Jornalistas Agro, entidade presente em cerca de 60 países
A premiação global que reconhece a excelência do jornalismo agrícola está com as inscrições abertas. Os associados da Rede Agrojor têm até o dia 15 de maio para inscreverem seus trabalhos. O prêmio tem cinco temas centrais: inovação, sustentabilidade, tecnologia, questões globais e cultura rural. As obras serão avaliadas nos formatos de mídia impressa, fotografia, áudio, vídeo e mídia digital. São doze chances de vitória. Cada vencedor receberá o prêmio em dinheiro, no valor de 500 euros, com a possibilidade de reconhecimento adicional por meio de menções honrosas e prêmios especiais, como o título de Jornalista do Ano de 2026 e o Prêmio Supremo da Guilda. A competição é para membros das entidades filiadas à IFAJ em situação regular. Cada participante pode submeter até duas inscrições no total, respeitando o limite de uma inscrição por tema. É necessário que os trabalhos tenham sido publicados durante o ano de 2025. Caso o conteúdo não esteja em inglês, o participante deve providenciar a tradução para que a comissão internacional realize a avaliação. Para se inscrever, o jornalista deve acessar o site da IFAJ, navegar até a seção de temas da premiação e selecionar o que interessar. Neste campo, o candidato será direcionado para a página de inscrição. Dois jornalistas brasileiros da Rede Agrojor estiveram entre os vencedores na edição de 2025 do IFAJ Star Prize: Ariosto Mesquita, do Mato Grosso do Sul, e Leandro Fidelis, do Espírito Santo. Mesquita foi destaque na categoria Impressa pela reportagem “Crédito de carbono chega à pecuária”, que aborda o mercado de créditos de carbono e apresenta um caso pioneiro no Brasil. Já Fidelis foi premiado na categoria Cultura Rural com a reportagem “Uma revolução verde capixaba”, que retrata os impactos da agroecologia na agricultura familiar. A premiação foi anunciada no dia 18 de outubro durante o Congresso Mundial da IFAJ, realizado em Nairobi, no Quênia. Mais informações: https://www.ifaj.org/contests-and-awards/ Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.
É hora de discutir os impactos do Executive Meeting na imprensa agro do mundo todo. E você está convidado para participar dessa conversa. O encontro será na quarta-feira (22), às 16h, via zoom. Steve Werblow, presidente da Ifaj, já confirmou presença. Ele participou da programação, que percorreu parte do interior paulista numa imersão pela agropecuária brasileira, ao lado de 50 jornalistas de 22 países, e poderá compartilhar as impressões dos colegas do mundo todo sobre a cadeia produtiva nacional.Os profissionais estrangeiros já estão divulgando suas matérias por aí. Por aqui, é hora de solidificar as pontes construídas e o legado para o jornalismo especializado. Sua presença é fundamental para a construção desse diálogo e o fortalecimento das relações. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país
A Casa John Deere 2026 foca na integração de tecnologia avançada, sustentabilidade e agricultura de precisão para otimizar a produtividade no campo. A iniciativa visa reduzir custos e impactos ambientais por meio de automação, conectividade e soluções inteligentes.
Trabalhos premiados nas categorias Texto, Vídeo e TV e Rádio e Podcast atendem a critérios de relevância, apuração e aderência ao tema “O Agro Conecta”
A Rede Agrojor convida toda a comunidade de comunicação para participar da 6ª Edição do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio, que já está com as votações do primeiro turno abertas. Como apoio desta iniciativa, a Agrojor reforça seu compromisso em valorizar o jornalismo especializado, entendendo que reconhecer os talentos do setor é fundamental para fortalecer a imagem do agro brasileiro. A votação acontece de forma digital através do portal oficial do prêmio, permitindo que você navegue e confirme suas escolhas clicando em “Concluir” na última aba. Neste primeiro turno, você pode indicar até cinco opções em categorias que abrangem todo o ecossistema da notícia: Agência de Notícias, Áudio (Rádio/Podcast), Canal de Youtube, Periódico Especializado (Impresso/Digital), Programa de TV (Especializada e Geral), Site/Portal, Veículo Geral e Jornalistas. A participação é exclusiva para jornalistas, profissionais de agências de comunicação, assessorias e comunicação corporativa, garantindo um olhar técnico e qualificado sobre os indicados. A Rede Agrojor acredita que a união dos comunicadores é o que traz credibilidade para o setor. Ao votar, você ajuda a destacar as melhores práticas e os profissionais que fazem a diferença. Participe desta iniciativa apoiada pela Rede Agrojor e ajude a premiar a excelência na comunicação do agronegócio. . Acesse o site para obter mais informações: https://pesquisa.portaldosjornalistas.com.br/pesquisa/admirados-agor-2026-1o-turno
Prazo para submissão vai até 10 de abril e integra publicação internacional que reúne histórias da agricultura em países membros
Ao receber uma caravana de jornalistas do segmento agropecuário, o Brasil desfrutou de uma oportunidade ímpar para mostrar ao mundo como o campo e a ciência trabalham unidos preservando o meio ambiente para desenvolver o setor que lidera a economia nacional: o AGRO De 15 a 20 de março de 2026, o Brasil recebeu uma caravana da imprensa internacional especializada em agronegócio: 50 jornalistas* experientes que vieram de 22 países para conhecer e vivenciar a agropecuária brasileira. A programação permitiu o diálogo com lideranças do setor, empresários e pesquisadores, somando conhecimento técnico, científico, tecnológico, sustentável e produtivo de alguns dos principais cultivos como café, cana-de-açúcar, grãos, soja, citrus e pecuária, além de conhecimentos sobre agricultura familiar, preservação ambiental, bioinsumos, agricultura de precisão e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). O encontro, promovido pela IFAJ – Federação Internacional dos Jornalistas Agrícolas e com organização da Rede Agrojor – Associação Brasileira dos Jornalistas de Agronegócio, foi preparado durante 10 meses por um comitê de trabalho voluntário composto por 16 jornalistas brasileiros, associados Agrojor, e baseados em várias regiões do país. A equipe foi comandada pela presidente da entidade, a jornalista Vera Ondei. “Não estamos sozinhos no mundo e o que queremos para o futuro é que todos estes colegas olhem para nós como parceiros na busca por informações sobre o Brasil, principalmente, fontes oficiais, sejam elas empresas, entidades, governo e ONGs”, ressaltou Vera em sua fala de encerramento. A imersão foi realizada durante o Mid Term Executive Meeting, reunião que ocorre anualmente, a cada edição, em um país diferente. Em 2026, o Brasil sediou o evento pela primeira vez. O principal objetivo foi demonstrar aos profissionais internacionais, de forma completa e abrangente em um curto espaço de tempo como é o agronegócio brasileiro – do lado de dentro da porteira. Durante os cinco dias, o grupo passou por 10 cidades do interior paulista: Guarulhos (onde foi realizado o coquetel de abertura), São Carlos (local da hospedagem e de onde partiam diariamente), Araraquara, Campinas, Charqueada, Descalvado, Holambra, Mogi-Guaçu, Pirassununga e Piracicaba. Nessas cidades estão centros de pesquisa, institutos, empresas e propriedades rurais que demonstraram inovações e esforços em prol do desenvolvimento tecnológico e sustentável do agro. Além do conteúdo técnico, durante a experiência, os jornalistas também tiveram a oportunidade de experimentar parte da culinária típica brasileira como um jantar em uma churrascaria no sistema self-service/rodízio. Muitos desconheciam este formato de serviço. Teve também noite com comidas de boteco e a tradicional feijoada. “Foi uma experiência fabulosa, aprendi muito e conheci pessoas maravilhosas”, ressaltou o jornalista Patrick Dupuis, da Canadian Farm Writers Federation (CFWF). “Tanto na Suíça como na Alemanha há muita discussão sobre o Mercosul e os insights que recebemos foram bastante esclarecedores. Aprendi muito. Senti que estava exatamente no lugar e na hora certa”, destacou Kirsten Müller, da Schweizer Agrarjournalisten (VDAJ). “Aprendi muito sobre o Brasil e seu trabalho com o segmento agrícola: minha mente está repleta de ideias de comunicação no agro para acrescentar ao meu trabalho nos EUA”, disse Katie Knapp, da Agricultural Communicators Network (EUA) em acordo com seu colega de redação, Gregory David Horstmeier: “Devo dizer que tudo que vi nesta semana alimentou minha alma e iluminou meu coração. Ficar fora dos EUA uma semana, aprendendo tanto com vocês no Brasil foi incrível”. Steve Werblow, presidente da IFAJ, finalizou: “Vocês transformaram cada problema em aprendizado. Até quando o ônibus ficou atolado, aquilo virou uma oportunidade de entender a logística. Passamos a enxergar as dificuldades e as possibilidades”. A realização do Executive Meeting IFAJ-Agrojor no Brasil foi possível por causa de empresas e marcas que acreditam na comunicação agro. O evento teve como patrocinador Ouro as empresas Bayer, John Deere e Yara Fertilizantes; a Basf como patrocinador Prata e Corteva como Bronze. A iniciativa teve o apoio da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Cachaça Cabaré, Ford, Legga, Ludu e Toledo do Brasil. Os locais visitados foram: Embrapa Pecuária Sudeste, Embrapa Instrumentação, Embrapa Territorial, Coplacana, Esalq/Sparcbio, CTC – Centro de Tecnologia Canavieira, Café DelGraan, Sítio São João, Joost Kalanchoé, Koppert, Agrindus/LettiA, Fazenda Estância e Fazenda Cachoeira. Países representados por seus jornalistas: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Canadá, Chile, Dinamarca, Escócia, Eslováquia, Eslovênia, Estados Unidos, Finlândia, Geórgia, Irlanda, Nigéria, Noruega, Países Baixos, Quirguistão, Reino Unido, Sérvia e Suíça. Inicialmente seriam 51 jornalistas de 23 países, mas o profissional da Romênia ficou impossibilitado de comparecer por causa dos conflitos no Oriente Médio.
Estrangeiros conhecem o trabalho da família Vick, em Piracicaba (SP), modelo de sustentabilidade e resiliência diante de desafios climáticos da região Irmãs Aline e Nathalia Vick, proprietárias da Fazenda Estância Representantes da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ) participaram de uma visita técnica à Fazenda Estância, em Pirassununga, SP, no dia 19 de março. A unidade é referência em práticas de agricultura regenerativa e integra a iniciativa global Bayer ForwardFarming, que demonstra essas práticas no campo. A atividade fez parte do Executive Meeting, reunião anual de delegados da IFAJ, organizada neste ano no Brasil pela Rede Agrojor, com o apoio da Bayer. Com uma agenda focada no agro brasileiro contemporâneo, o encontro ocorreu de 15 a 20 de março e reuniu jornalistas de 22 países. A fazenda que os jornalistas conheceram foi fundada por José Vick e passou por um processo de sucessão familiar em 2018. Hoje, suas filhas Nathalia Vick, administradora e gestora de agronegócios, e Aline Vick, economista, estão à frente da propriedade. A unidade tem 1.100 hectares dedicados às culturas de soja, milho, sorgo, mandioca e cana-de-açúcar. Segundo levantamento divulgado pela propriedade, a adoção de práticas de agricultura regenerativa a longo prazo resultou em mais estabilidade produtiva e redução das emissões de gases de efeito estufa na fazenda. Durante a safra 2024/25, a média de emissões para a cultura de soja foi 60% menor do que a média brasileira. Já para o milho segunda safra, elas foram 46% menores do que a média nacional para a cultura no período. Em relação à soja, foram avaliados 11 talhões e levados em consideração fatores como mudança do uso da terra, plantio, manejos, colheita, secagem e transporte. A análise concluiu que a pegada de carbono na safra 2024/25, em média, atingiu 616,4 kg CO2 eq./t, ou seja, 60% menor do que a média nacional, 1526 kg CO2 eq./t. Um talhão em específico chegou a 373 kg CO2 eq./t, 76% menor do que a média brasileira. “É importante ressaltar que cada talhão possui um perfil de solo e histórico de manejo diferente, o que influencia a pegada. Ainda assim, o talhão com maior pegada registrada representa um montante 22% menor do que a média nacional”, explica Felipe Albuquerque, diretor de sustentabilidade da divisão agrícola da Bayer para a América Latina. Seguindo a mesma metodologia, a análise de pegada para o cultivo de milho segunda safra concluiu que a média da Fazenda Estância é 46% menor, 751,71 kg CO2 eq./t, do que a média nacional para a cultura, 1387 kg CO2 eq./t. Metodologia PRO Carbono O cálculo das emissões foi feito por meio da Footprint PRO Carbono, ferramenta desenvolvida pela Bayer em parceria com a Embrapa, baseada na avaliação do ciclo de vida (ACV), que calcula a pegada de carbono de produtos agrícolas em sistema de produção de soja, milho e algodão. Capaz de efetuar cálculos por talhão, um diferencial em relação a outras ferramentas no mercado, a calculadora permite um diagnóstico preciso e o reconhecimento de propriedades e produtores eficientes do ponto de vista de emissão de gases de efeito estufa. Para Aline Vick, pequenas mudanças no manejo fazem toda a diferença. “Existem decisões que estão ao alcance dos produtores. No caso da cultura da soja, por exemplo, substituímos a aplicação de ureia pelo nitrato, que emite menos gases de efeito estufa. Implementamos tecnologias de precisão que minimizam as manobras de maquinário, resultando em economia de combustível e redução das emissões de gases. Uma agricultura mais precisa não apenas melhora os resultados obtidos, mas também gera benefícios sustentáveis a longo prazo.” Produtividade e solo mais saudável A saúde do solo é um dos elementos centrais da agricultura regenerativa e contribui para produzir a mesma ou maior quantidade de produtos agrícolas a partir de uma extensão territorial menor, com menos recursos e menor pegada climática e ambiental. Em talhões com menor pegada, por exemplo, o índice de produtividade de soja da fazenda foi maior, chegou a 77 sacas por hectare. Além disso, entre 2020 e 2024, a propriedade manteve uma produtividade estável, em alguns casos até acima da média da região, mesmo durante período de chuvas escassas. Grande parte desse ganho é relacionado à adoção de práticas de agricultura regenerativa, como rotação de culturas e plantio direto, provando que sustentabilidade e produtividade andam juntas. “A saúde do solo é a base de todo o nosso trabalho. Por meio da agricultura regenerativa, fortalecemos sua estrutura e promovemos um ecossistema mais equilibrado. Hoje, adotamos essas práticas em toda a propriedade, um trabalho que construímos ao longo dos anos, que resulta em solos com maior resiliência ambiental e condições ideais para uma produção sustentável ao longo do tempo. A sustentabilidade virou a nossa marca”, pontua Aline. Plataforma PRO Carbono Desde 2021, a Fazenda Estância faz parte do PRO Carbono, maior plataforma de soluções regenerativas da América Latina que conecta agricultores, indústrias e mercados que buscam cadeias produtivas e integram sustentabilidade como vantagem competitiva e motor de crescimento do negócio. De lá para cá, novas técnicas foram implementadas e ampliadas para avançar na regeneração do solo na propriedade, como a intensificação da rotação de raízes. Hoje, mais de 80% das áreas de produção de grãos já receberam plantas de cobertura em substituição ao milho ou ao sorgo de segunda safra. Uma análise comparativa simples de um talhão, feita entre 2021 e 2024, concluiu que, após três anos de práticas de agricultura regenerativa, o solo analisado revelou um aumento no teor de fósforo, um dos principais nutrientes a ser considerado em uma agricultura tropical, por ser pouco presente no solo brasileiro. O cálcio também apareceu em maior quantidade, e esses resultados indicam melhoria gradual e sustentável da fertilidade e do perfil químico do solo, além de potencial redução no uso de calcário, o que contribui para um menor impacto ambiental no futuro. “O solo da fazenda é arenoso, uma característica da região, o que torna necessário um conjunto de ações para melhorar a sua saúde. O plantio direto e a rotação de culturas na fazenda favorecem
A empresa, que tem como meta global ser neutra para o clima até 2050, avança em sua agenda no Brasil Diante do aumento da demanda global por alimentos e da urgente necessidade de adoção de uma agricultura regenerativa, que devolva os nutrientes ao solo, a Yara, líder global em nutrição de plantas, reforça seu compromisso em construir um futuro alimentar positivo para a natureza. Para isso, a empresa, que celebrou seus 120 anos em 2025, está focando seus esforços e investimentos na descarbonização da cadeia produtora de alimentos. Este movimento é realizado com base em um portfólio de produtos de menor emissão de carbono, como os nitratos; no desenvolvimento de fertilizantes lower carbon; em ferramentas digitais inovadoras e eficientes em termos de recursos, adequadas para agricultores em todo o mundo; no compartilhamento de seu conhecimento agronômico centenário; e em atuar junto aos produtores para ajudá-los nesta transição, criando também fluxos de novas receitas para o campo. “O papel crucial dos fertilizantes tornou-se evidente para muito além da nossa indústria, e com razão. Com metade da população mundial com alimentos na mesa devido aos fertilizantes, é compreensível e apropriado que os líderes mundiais e o público tenham se preocupado com o que acontece quando os agricultores são incapazes de manter os seus solos férteis”, destaca Svein Tore Holsether, CEO da Yara International. De acordo com Holsether, o cenário geopolítico e outros fatores não podem pôr em risco a essa transição e a mudança para um futuro net-zero. “Pelo contrário, devem dar um forte impulso à aceleração da descarbonização e às soluções positivas para a natureza”, adiciona Brasil: potencial para promover uma agricultura sustentável No Brasil desde 1977, a Yara considera o País como um dos territórios de maior potencial para descarbonizar a cadeia de alimentos. Além da rápida adoção de tecnologia pelos agricultores, o Brasil tem oportunidades únicas como recursos naturais e uma matriz energética renovável para fazer a diferença nesta agenda de transformação. Um dos primeiros passos no Brasil rumo à descarbonização da cadeia foi o uso de biometano na produção de amônia renovável e, consequentemente, fertilizantes lower carbon, e soluções industriais no Complexo Industrial de Cubatão (SP). O insumo entra no grid da planta, substituindo gradativamente o uso de gás natural e ajudando na descarbonização de todos os segmentos em que a empresa está inserida, reduzindo assim as emissões em até 90%. O ano de 2025 foi um marco para a consolidação do portfólio de fertilizantes lower carbon, o Yara Climate Choice™. Hoje, a Yara atua em colaboração com a indústria do alimento com cinco importantes parceiros na jornada pioneira pela descarbonização da produção. No café, Cooxupé, Coocacer e, recentemente, com JDE e Ofi; na batata, com PepsiCo; no cacau, com Barry Callebaut. Esses parceiros utilizam a solução de fertilizantes lower carbon, que pode reduzir, em média, até 40% a pegada de carbono nos respectivos cultivos. A produção desses fertilizantes é feita com matriz energética renovável. Sobre a YaraA Yara, líder mundial em nutrição de plantas, cultiva conhecimento para alimentar o mundo e proteger o planeta de forma responsável. Para concretizar o compromisso de cultivar um futuro alimentar positivo para a natureza, oferece um portfólio de produtos de alta tecnologia com baixa emissão de carbono, desenvolve ferramentas agrícolas digitais destinadas à agricultura de precisão e trabalha em estreita colaboração com pesquisadores e parceiros da indústria para construir uma cadeia de valor do alimento cada vez mais sustentável. Com uma atuação integrada, a companhia também fornece soluções industriais para usos diversos, entre eles a redução de poluentes, melhorando a qualidade do ar das cidades. Fundada na Noruega, em 1905, para resolver a emergente crise de fome na Europa, está presente no mundo todo, com mais de 17 mil colaboradores e operações em mais de 60 países. No Brasil, a Yara está idealmente posicionada em todos os principais polos agrícolas. Com mais de 4 mil colaboradores, a empresa atende todos os perfis de produtores e culturas, colaborando com o crescimento da agricultura e o protagonismo do país no desafio de alimentar uma população mundial crescente. Desde que se instalou no Brasil, na década de 1970, a Yara vem trabalhando para fomentar a produção de fertilizantes, reduzindo a dependência de importação de matéria-prima e modernizando a indústria nacional, em linha ao seu compromisso global com a agenda de descarbonização. Yara Fertilizantes foi patrocinadora do Executive Meeting Brasil 2026, que reuniu jornalistas de 22 países pela IFAJ para uma viagem pelo campo no Brasil yara@inpresspni.com.br
Reconhecido por sua trajetória no jornalismo agro e atuação na Rede Agrojor, Bruno Blecher é homenageado e anuncia novo livro “O Sertão é o Mundo” é o novo livro do jornalista Bruno Blecher, com lançamento previsto para o mês de maio. A obra, que será o quinto livro do autor, reunirá histórias marcantes do jornalismo rural, construídas ao longo de décadas de experiência na cobertura do agronegócio brasileiro. O anúncio foi feito durante a homenagem ao jornalista na celebração dos 50 anos da Embrapa Milho e Sorgo, realizada no dia 11 de março, em Sete Lagoas (MG). “Este prêmio representa o reconhecimento do meu trabalho jornalístico. Uma premiação de uma grande instituição nacional como a Embrapa é um privilégio”, afirma Blecher. O reconhecimento destacou a contribuição e a trajetória do jornalista, que atuou em alguns dos principais veículos de comunicação do país, como Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo. Ao longo da carreira, também ocupou cargos de liderança, como diretor da revista Globo Rural e coordenador de jornalismo no Canal Rural. Atualmente, é sócio da Agência Fato Relevante e faz parte da Rede Agrojor, onde segue acompanhando e analisando os principais temas do setor. Blecher é considerado uma das referências do jornalismo agro no Brasil, tendo contribuído para ampliar o entendimento público sobre a agricultura, a ciência e os desafios do campo. Seu trabalho ajudou a consolidar uma cobertura mais qualificada e aprofundada sobre o setor, conectando produtores, pesquisadores e a sociedade. Ao longo de sua trajetória, acumulou reconhecimento por sua atuação consistente e pelo compromisso com a informação. “Homenagens, prêmios e concursos são incentivos importantes para as novas gerações de jornalistas agro”, destaca. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.