Rede Agrojor

Rede Agrojor realiza primeira reunião da diretoria do biênio 2026/27

Nesta segunda-feira (15/12), a Rede Agrojor realizou a primeira reunião da nova diretoria eleita para o biênio 2026/27. O encontro marcou o início do ciclo de trabalho do novo grupo dirigente e teve como eixo central o alinhamento de expectativas, visões institucionais e formas de atuação da entidade no próximo período. A maior parte da reunião foi dedicada a uma rodada de apresentações entre os diretores. Cada integrante expôs como percebe a Rede Agrojor, o papel da entidade no setor e os caminhos considerados prioritários para os próximos dois anos. As falas convergiram para a necessidade de ampliar a integração entre os associados, fortalecer a institucionalização da Rede Agrojor e criar abordagens que sustentem seu crescimento. Também foram citados, de forma recorrente, a importância de ambientes mais dinâmicos para a troca de informações e o estímulo à participação ativa dos membros. O debate serviu como instrumento de alinhamento sobre expectativas individuais e coletivas, além de estabelecer uma base comum para o modo de ação da nova diretoria. A reunião não teve caráter deliberativo amplo, mas funcionou como um espaço inicial de escuta e construção de consenso em torno dos objetivos gerais da gestão 2026/27. Entre as definições práticas, ficou estabelecido que a primeira atividade do ano será a repetição da pesquisa institucional aplicada no início do biênio anterior, 2024/25. O levantamento deverá fornecer dados atualizados sobre o perfil dos associados, a percepção sobre a atuação da Rede e os temas considerados estratégicos para orientar decisões e iniciativas da nova diretoria. Também foram discutidas propostas relacionadas à organização interna e ao funcionamento da diretoria, incluindo rotinas de trabalho, divisão de responsabilidades e formatos de tomada de decisão. Esse tema, no entanto, permaneceu em aberto e deverá ser retomado nos próximos encontros, com ajustes graduais ao longo do início do mandato. A reunião encerrou-se com o entendimento de que o primeiro trimestre será dedicado à consolidação do diagnóstico institucional e à definição dos instrumentos operacionais que irão sustentar a agenda da Rede Agrojor ao longo do biênio. Você ainda não faz parte dessa comunidade de jornalistas do agro? Clique aqui e faça parte.

Diretoria executiva e conselho fiscal tomam posse para o biênio 2026/27

A Rede Agrojor oficializa, nesta quinta-feira (11/12/2025), a posse da nova Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal, eleitos durante a Assembleia Geral Ordinária realizada em 21 de novembro. Os membros assumem suas funções para o biênio 2026/27, dando continuidade ao fortalecimento institucional da entidade e à ampliação dos espaços de diálogo e representatividade do jornalismo agro no Brasil. A assembleia foi realizada de forma online, pela plataforma Zoom, com votações no sistema Voto Remoto. Na ocasião, os associados também apreciaram o relatório anual, homologaram as contas referentes ao exercício 2024/25 e ratificaram os atos da gestão anterior. A seguir, conheça os integrantes da nova Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal da Rede Agrojor e suas trajetórias profissionais. DIRETORIA EXECUTIVA — BIÊNIO 2026/27 Vera Ondei — Presidente Com ampla trajetória no setor agro, atuou como repórter, editora e comentarista em veículos nacionais e liderou projetos editoriais de destaque, baseada em São Paulo. Desde 2021, é editora de Agro na Forbes Brasil, contribuindo para o fortalecimento da comunicação especializada no país. Está no grupo dos 11 fundadores da Rede Agrojor. Mariele Previdi — Vice-presidente nacional Mariele é fundadora da Attuale Comunicação, uma das agências pioneiras em assessoria com sede em Itu (SP), especializada há mais de duas décadas projetos de assessoria de imprensa e conteúdo para agronegócios, indústrias e eventos. Está no grupo dos 11 fundadores da Rede Agrojor. Daniel Azevedo Duarte — Vice-presidente internacional Profissional com mais de 20 anos de atuação em agro, inovação e economia, com passagens por veículos e projetos internacionais. Conduziu iniciativas estratégicas para empresas e entidades do setor. Está baseado em Campinas (SP). Está no grupo dos 11 fundadores da Rede Agrojor. Altair Albuquerque — Secretário Com mais de três décadas à frente da Texto Assessoria de Comunicações, com sede em São Paulo (SP), lidera equipes multidisciplinares e conduz projetos estratégicos para empresas, entidades e eventos do setor agro. Atua no desenvolvimento de soluções de comunicação voltadas ao fortalecimento institucional. Marcelo Oliveira — Suplente de secretário Head de Comunicação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), com sede em São Paulo (SP), onde lidera gestão de reputação, relações governamentais e estratégias de comunicação para o setor de proteína animal. Atua também no ILP, com experiência em marketing, gerenciamento de crises e projetos nacionais e internacionais. Ana Sampaio — Diretora de comunicação nacional Com cerca de doze anos de atuação em comunicação, acumula experiência em assessoria de imprensa, produção de conteúdo, campanhas, TV e projetos públicos. Atuou na gestão estadual de Mato Grosso e hoje dirige a Culture Comunicação com sede em Cuiabá (MT) , desenvolvendo estratégias e consultorias para o setor agro. Ingrid Alves — Suplente de diretora de comunicação nacional Profissional com mais de 15 anos de atuação no agro, é repórter, editora de texto e apresentadora na Record News. Eleita entre as mais admiradas da imprensa do agronegócio em 2023, 2024 e 2025, atua também como mestre de cerimônias, host de podcasts e produtora de conteúdo. Flávia Romanelli — Diretora de comunicação internacional Profissional com mais de 25 anos de experiência em comunicação, integra projetos de assessoria, conteúdo, branding e eventos no agro e em inovação. Baseada em Piracicaba (SP), Lidera a AgriDoce Comunicação, atua na AsBraAP e participa de ecossistemas de agtechs. Está no grupo dos 11 fundadores da Rede Agrojor. CONSELHO FISCAL — BIÊNIO 2026/27 Luiz Patroni — Conselho Fiscal Reside em Cuiabá (MT), com duas décadas de atuação no agro, é apresentador e editor-chefe no Canal Rural Mato Grosso e criador do Podcast do Patroni. Reconhecido nacionalmente, foi eleito por três anos entre os mais admirados da imprensa do agronegócio e vencedor de premiações especializadas no setor. Alessandra Mello — Conselho Fiscal Executiva de comunicação com ampla experiência em empresas de mídia, reside em São Paulo e atua em liderança editorial, estratégias de conteúdo, gestão de equipes e realização de grandes eventos no agro. Hoje, é editora executiva da AgFeed, com foco em inovação, audiência e desenvolvimento de produtos. Carolina Brazil — Conselho Fiscal Profissional com experiência em conteúdo, marketing e apresentação, reside em Porto Velho (RO) e atua no Grupo Rovema coordenando estratégias de comunicação e projetos que aproximam o agro do público urbano. Com trajetória de quase 18 anos no Grupo Rede Amazônica, também integra o Sistema OCB/RO como conselheira. Cassiano Ribeiro — Conselho Fiscal Executivo com ampla atuação no agronegócio, reside em São Paulo e lidera a editoria de Agro no Valor Econômico e integra a equipe da Globo Rural. Atua também como comentarista na Rádio CBN, contribuindo com análises e informações estratégicas sobre o setor em diferentes plataformas. Diego Silva — Conselho Fiscal Doutorando em Ciências Ambientais e Sustentabilidade Agropecuária, mestre em Marketing e Direção Comercial, reside em Campo Grande (MS) e desenvolve projetos que conectam comunicação, marketing e agronegócio. Desde 2016, lidera a Agro Agência Assessoria, atuando no fortalecimento institucional e estratégico do setor. Divino Onaldo Silva — Conselho Fiscal Apresentador do programa Morada no Campo e host do Agro e Prosa Podcast, reside em Rio Verde (GO) e atua na divulgação de entrevistas, debates e histórias do agronegócio com linguagem acessível e proximidade com o público. Construiu trajetória marcada por versatilidade, comunicação clara e visão empreendedora. Leandro Mariani Mittmann — Conselho Fiscal De Porto Alegre (RS), com mais de duas décadas de atuação no agro, com passagem marcante pela revista A Granja. Hoje, atua no Correio do Povo, no programa A Granja na TV e como comentarista de agro internacional a partir da Alemanha, produzindo análises e conteúdos sobre o setor. Luciene Gazeta — Conselho Fiscal Com mais de 20 anos de experiência em comunicação e relações públicas, reside em Sorocaba (SP) e dirige a Matriz da Comunicação, onde desenvolve estratégias de imprensa, conteúdo, branding, eventos e reputação para clientes do agro e outros setores. Atua nacionalmente desde 2003, com histórico de mais de 400 projetos atendidos. Com a nova Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal oficialmente empossados, a Rede Agrojor inicia um novo ciclo de gestão, reforçando a missão da entidade de valorizar

Dois associados da Rede Agrojor são premiados em concursos nacionais de jornalismo

Os jornalistas Julio Huber e Bruno Faustino, ambos associados da Rede Agrojor, foram reconhecidos em duas premiações nacionais realizadas em Brasília. No dia 2 de dezembro, Huber recebeu o recebeu o prêmio da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), na categoria Texto Regional. Já em 3 de dezembro, os dois profissionais foram destaques no 4º Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil, promovido pelo Conselho Nacional do Café (CNC). Na premiação do CNC, as reportagens produzidas por Huber e Faustino foram reconhecidas pela abordagem de temas ligados à sustentabilidade, inovação e à força da cafeicultura brasileira. O trabalho de Huber apresentou avanços da atividade e iniciativas desenvolvidas por produtores e cooperativas, enquanto a reportagem de Faustino destacou como tradição, ciência e cooperativismo impulsionam a produção no Espírito Santo. Para Huber, o reconhecimento tem relação direta com sua trajetória profissional. “Cresci em meio ao café e contar histórias de quem vive da atividade sempre foi especial para mim. Receber esse prêmio reforça a importância do jornalismo que valoriza o produtor e o território”, afirmou. Faustino também celebrou a conquista. “É gratificante ver nosso trabalho reconhecido. Nosso compromisso é registrar, com rigor e responsabilidade, as transformações da cafeicultura capixaba”, disse o jornalista. Além da premiação no CNC, Huber também venceu o Prêmio ABDE de Jornalismo na categoria Texto Regional com a reportagem “Regenerar é semear o amanhã”, publicada na Revista Negócio Rural. O material apresenta iniciativas de agricultura regenerativa adotadas por produtores rurais e mostra como práticas sustentáveis vêm sendo fortalecidas com o apoio de instituições de fomento. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas Agro do Brasil  

Leandro Fidelis é o vencedor da categoria texto no 2º Prêmio Ibá de Jornalismo

A Ibá (Indústria Brasileira de Árvores) anunciou nesta quarta-feira (3) os vencedores de seu 2º Prêmio de Jornalismo. Foram 4 reportagens condecoradas nas categorias texto, vídeo, áudio e veículo especializado, além de uma menção honrosa. Os vencedores receberão o valor de R$ 5 mil cada, além de troféu e certificado. Entre eles está Leandro Fidelis, jornalista especializado em agronegócio e integrante da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor). Fidelis foi o destaque da categoria texto, com a reportagem “Do pinus ao pixel, o futuro sustentável que brota no Sul do Brasil”, publicada na revista Conexão Safra. A reportagem aborda o avanço da silvicultura moderna no Sul do Brasil, especialmente no Paraná e no Rio Grande do Sul, como eixo estratégico da bioeconomia e da transição verde. Mostra como florestas plantadas de eucalipto, pinus, acácia e espécies nativas se tornaram ecossistemas tecnológicos, produtivos e sustentáveis, integrando inovação digital, tokenização, IA e blockchain. Destaca ainda o impacto social, ambiental e econômico dessas florestas e sua conexão com políticas públicas e inclusão produtiva. Fidelis atua como agente de operações do Sicoob Espírito Santo, em Venda Nova do Imigrante (ES). Possui ampla trajetória em comunicação, com experiência que abrange assessoria de imprensa, reportagem e gestão de comunicação pública e corporativa. Em 2024 e 2025 foi assessor de Comunicação e Marketing da Sicredi Aliança RS/SC/ES, onde liderou estratégias de relacionamento e conteúdo institucional. Antes disso, exerceu a função de gerente de comunicação da Prefeitura de Venda Nova do Imigrante, coordenando ações de marketing, atendimento à imprensa e cobertura de eventos oficiais. Durante mais de uma década, foi repórter especial da Revista Conexão Safra, veículo para o qual ainda presta serviço, uma referência na cobertura do agronegócio capixaba, com produção de reportagens sobre cafeicultura, cooperativismo, agroindústria e sustentabilidade. Atuou também como assessor de imprensa da Nater Coop, com foco em projetos de rastreabilidade de cafés e ovos especiais, e foi correspondente do Jornal A Tribuna e repórter da Rádio FMZ. Leandro é formado em jornalismo e também em Publicidade, e possui MBA Executivo em Comunicação Eleitoral e Marketing Político.  Sobre o Prêmio Ibá, sua segunda edição recebeu 125 reportagens, enviadas por profissionais de 18 estados de todas as regiões do país, além do Distrito Federal. Entre as reportagens premiadas, há trabalhos de grandes veículos nacionais, assim como de filiadas, jornais e rádios regionais. Os trabalhos no geral abordaram as tarifas norte-americanas, o desempenho da silvicultura regional, a bioeconomia e a inovação do setor, entre outros temas.  Os vencedores foram selecionados por uma banca de jurados de peso, formada por especialistas de diferentes áreas. São eles Leão Serva, professor de Ética Jornalística na ESPM-SP e colaborador da TV Cultura em Londres; José Otávio Brito, professor titular sênior da USP (Universidade de São Paulo) no Campus Luiz de Queiroz; e Cindy Correa, gerente de Comunicação da Ibá. Cada um dos jurados pontuou as reportagens a partir de quatro critérios: relevância no debate público; qualidade da apuração; originalidade e abordagem; clareza, estrutura e qualidade narrativa. Os vencedores de cada categoria foram definidos a partir da somatória da pontuação média de cada jurado.  A entrega dos troféus e certificados ocorre também nesta quarta-feira (3/12), em São Paulo, durante jantar de confraternização de fim de ano das entidades Ibá, Empapel, ABTCP e SIP, evento que reunirá lideranças do setor e parceiros. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas Agro do Brasil

Assembleia da Rede Agrojor elege nova Diretoria Executiva e Conselho Fiscal para o biênio 2026/27

A Rede Agrojor realizou, nesta sexta-feira (21/11), sua Assembleia Geral Ordinária, o encontro reuniu associados para deliberar sobre pautas administrativas e conduzir a eleição da nova Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal para o biênio 2026/27. A reunião foi realizada de forma online, via Zoom, e as votações ocorreram pela plataforma Voto Remoto. Durante o encontro, os associados apreciaram o relatório anual da diretoria e homologaram as contas e o balanço referentes ao exercício 2024/25, com data-base de 30 de outubro de 2025. Também foi ratificada a totalidade dos atos praticados pela Diretoria Executiva e pelo Conselho Fiscal eleitos em 11 de dezembro de 2023. Abaixo os membros eleitos da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal: Diretoria Executiva eleita — Biênio 2026/27 A nova composição reforça a presença de profissionais atuantes no jornalismo agro, mantendo o compromisso institucional da Rede Agrojor em fortalecer a categoria e ampliar espaços de formação, diálogo e representatividade. Conselho Fiscal eleito — Biênio 2026/27 Com representantes de diferentes regiões e veículos do país, o Conselho Fiscal seguirá responsável por acompanhar, avaliar e orientar os processos administrativos e financeiros da entidade durante o próximo mandato. A assembleia reforçou o compromisso da Rede Agrojor com a transparência, a governança e o fortalecimento do jornalismo especializado em agronegócio. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e venha para a maior comunidade global de jornalistas agro.

Atual diretoria da Rede Agrojor concorre à gestão 2026/27

A Rede Agrojor realizará, no dia 21 de novembro de 2025, às 10h, a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, que ocorrerá exclusivamente em formato digital. Durante a reunião, os associados vão debater sobre pautas administrativas e eleger a nova diretoria e o conselho fiscal da entidade para o biênio 2026/27. A atual diretoria confirmou a inscrição de sua chapa para concorrer ao novo mandato, dentro do prazo estabelecido até 10 de novembro de 2025.  A composição proposta é a seguinte: Diretoria e Conselho Fiscal – Gestão 2026/27Presidente: Vera OndeiVice-presidente nacional: Mariele PrevidiVice-presidente internacional: Daniel Azevedo DuarteSecretário: Altair AlbuquerqueSuplente de secretário: Marcelo OliveiraDiretora de comunicação nacional: Ana SampaioSuplente de diretora de comunicação nacional: Ingrid AlvesDiretora de comunicação internacional: Flávia Romanelli Conselho Fiscal:Luiz Patroni, Alessandra Mello, Carolina Brazil, Cassiano Ribeiro, Diego Silva, Divino Onaldo, Leandro Mariani Mittmann e Luciene Gazeta. Além da eleição e posse dos membros da nova diretoria e do conselho fiscal, a assembleia também tratará de outros pontos, como: A participação é aberta a todos os associados quites com a anuidade da Rede Agrojor, que poderão acompanhar e votar nas deliberações de forma online. A assembleia representa um momento importante para o fortalecimento institucional da Rede Agrojor e para a continuidade dos projetos desenvolvidos pela entidade. A presença dos associados é essencial para garantir a representatividade das decisões e o futuro da rede nos próximos dois anos.

Congresso Mundial da IFAJ em 2026 será na Croácia e Rede Agrojor foi saber como será

O Congresso Mundial da IFAJ de 2026 ocorrerá na Croácia, na cidade de Osijek, em setembro, e marcará uma edição em que as transformações da comunicação, o avanço da desinformação e as mudanças no ambiente agrícola europeu exigem atualização técnica do jornalismo rural. Em entrevista à Rede Agrojor, Vedran Stapić, presidente da Associação Croata de Jornalistas Agrícolas (CAJA), explica como o país organizará o congresso e quais temas estarão no centro das discussões. Stapić afirma que o encontro será uma oportunidade para jornalistas de mais de 50 países debaterem o impacto da inteligência artificial na produção de conteúdo, a queda da objetividade no ambiente digital e o reposicionamento das políticas agrícolas europeias após a guerra na Ucrânia. As informações orientam os associados da Rede Agrojor a iniciar o planejamentos de pauta e reportagens para concorrer aos prêmios internacionais promovidos pela IFAJ, como o Star Prize. Confira: Qual o significado de um congresso mundial para o jornalismo agrícola em um momento de grandes transformações globais?Acredito que o papel do jornalista agrícola hoje é de importância excepcional. Existem muitos desafios, o que torna o encontro e a troca de conhecimento mais do que bem-vindos. Compartilhar conhecimento nos ajuda a avançar. Há muita comunicação pública hoje. As plataformas tecnológicas criaram oportunidades para que todos se comuniquem globalmente com sucesso. No entanto, nesse processo, a relevância e a objetividade estão se perdendo. Há uma quantidade crescente de desinformação e verdades distorcidas, trazendo novos e sérios desafios para nossas sociedades. Mesmo muitas democracias hoje estão conceitualmente ameaçadas, especialmente aquelas em comunidades com baixos níveis de alfabetização midiática. O fato de o consumo de informação ter migrado para as redes sociais traz inúmeros riscos. A agricultura também enfrenta muitos desafios. As tendências globais criaram um ambiente de incerteza e mudanças nas prioridades de investimento. As políticas atuais mostram claramente que a Europa está mais disposta a investir em defesa do que na produção de alimentos e na preservação das áreas rurais. Devemos também mencionar o tema inevitável da inteligência artificial, que está entrando com força na indústria da mídia. Estamos testemunhando uma transformação marcante — que só tende a se acelerar. Por que a Croácia foi escolhida como país sede do congresso e o que isso representa?Meu antecessor, o primeiro presidente da Associação Croata de Jornalistas Agrícolas, Sr. Martin Vuković, iniciou a candidatura da Croácia para sediar o Congresso Mundial da IFAJ, que, para nossa grande satisfação e alegria, foi positivamente recebida. O interesse da IFAJ está em oferecer uma variedade de anfitriões com fortes capacidades organizacionais. É sempre benéfico para os jornalistas terem a oportunidade de comparar diferentes modelos de agricultura e modos de vida das comunidades rurais ao redor do mundo. Acredito que os membros têm interesse em ver o congresso circular entre diferentes continentes, sendo realizado tanto em países grandes quanto pequenos, e em economias mais ricas e também menos desenvolvidas. Como a equipe croata está estruturando o evento para refletir a identidade da IFAJ e apresentar o cenário agrícola do país?Nosso objetivo é mostrar as duas faces da agricultura e pecuária croata – a continental, que gera a maior parte da renda e do volume de produção, e, por meio dos pós-tours, a agricultura mediterrânea, que possui características muito diferentes. A Croácia é um país pequeno com uma rica tradição – a própria base do nosso desenvolvimento turístico. A cada ano, recebemos cerca de 20 milhões de turistas, o que equivale a cinco vezes a nossa população. O programa, é claro, seguirá as diretrizes da IFAJ, oferecendo uma visão abrangente do estado da nossa agricultura, da vida das nossas comunidades rurais e das nossas ambições para o futuro. Nos reuniremos na Eslavônia, na cidade de Osijek, que ocupa uma posição de importância crucial para a agricultura croata. Planejamos organizar um pré-tour no noroeste da Croácia, no Condado de Varaždin, assim como dois pós-tours ao longo da costa do Adriático – um na Ístria e outro no Condado de Zadar. No continente, o foco será em cereais e oleaginosas, produção de carne e laticínios, viticultura e vinificação. Nas regiões costeiras, os visitantes conhecerão a produção de azeite, fruticultura, raças autóctones de animais, piscicultura e poderão provar nossas conquistas na vinificação e nossas especialidades tradicionais de carnes curadas. Principais pilares temáticos estão sendo construídos para a edição de 2026?Planejamos concentrar a parte profissional do congresso nos desafios atuais enfrentados pelo jornalismo agrícola, bem como pelo cenário midiático em geral. Naturalmente, também buscaremos oferecer uma visão mais ampla da agricultura croata dentro do contexto da União Europeia. A Croácia é o membro mais jovem da UE, onde grande atenção é dedicada à transição energética e à sustentabilidade – embora, admitidamente, em um ritmo um pouco mais lento hoje devido à guerra em andamento na Ucrânia. A Europa escolheu adotar altos padrões na produção de alimentos, com autossuficiência e qualidade permanecendo em níveis muito elevados. Nossa intenção é dedicar um painel exclusivamente às perspectivas da UE sobre a produção de alimentos, explorando as políticas, desafios e direções futuras que moldam a agricultura europeia. Como o congresso pode fortalecer a integração entre a Europa Central e Oriental e outras regiões com entidades ligadas à IFAJ?O fluxo de informações que acompanha grandes eventos internacionais sempre traz oportunidades para o país anfitrião. Estou genuinamente satisfeito que, em setembro do próximo ano, nossa pátria estará em destaque. Acredito que isso contribuirá para construir relações mais fortes, incentivar a interação e talvez até abrir portas para futuros negócios ou investimentos. Nesse sentido, há muito trabalho pela frente – somos um país jovem com enorme potencial. Do ponto de vista da IFAJ e considerando o grande número de jornalistas agrícolas em toda a UE, já estamos testemunhando grande interesse. Muitos colegas já anunciaram que estão ansiosos para participar do Congresso Mundial da IFAJ na Croácia, de 16 a 20 de setembro de 2026. Como vê os progressos alcançados pela federação no últimos congressos?Vejo a IFAJ como uma associação que traz valor a seus membros em vários níveis. Ela preserva o jornalismo

Edital de Convocação Assembleia Ordinária e Extraordinária

REDE BRASIL DE JORNALISTAS AGRO – REDE AGROJOR CNPJ nº 50.319.462/0001-44 EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA A Rede Brasil de Jornalistas Agro – Rede AGROJOR (“Associação”), com sede na Rua Coronel José Eusébio, nº 95, casa 13, Higienópolis, CEP 01239-030, na cidade de São Paulo, Estado de Paulo, vem pelo presente Edital, representada pela Sra. Vera Lucia Ondei, Presidente da Associação, convocar todos os associados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária a se realizar em 21  de novembro de 2025  às 10:00 horas, exclusivamente de modo digital, por meio de plataforma digital, conforme permitido pelo Artigo 10 do Estatuto Social (“Assembleia”), a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: 1.    a apreciação do relatório anual da Diretoria e a homologação das contas e o balanço referentes ao exercício 24/25 até 30 de outubro de 2025; 2.    a eleição e posse dos membros do Conselho Fiscal; 3.    a eleição e posse dos membros da Diretoria Executiva; e 4.    a ratificação de todos os atos praticados pela Diretoria Executiva e pelo Conselho Fiscal da Associação eleitos em 11 de dezembro de 2023 , entre 11 de dezembro de 2023, e a data de realização da Assembleia 21/11/2025. Para participar da Assembleia, os senhores associados deverão estar quites com a anuidade da Rede Agrojor. Informações Gerais: Documentos relacionados à Assembleia e cópias dos documentos a serem discutidos na Assembleia estarão à disposição dos associados no site https://www.redeagrojor.com.br, além de serem enviados para os e-mails cadastrados dos associados. As chapas para concorrer às eleições podem ser registradas até o dia 10 de novembro de 2025, às 24h, pelo e-mail: redeagrojor@redeagrojor.com.br A Associação enviará aos associados habilitados, até o dia 14 de novembro de 2025  o link e as instruções para acesso à Assembleia. A Associação informa, desde já, que as informações de acesso para a Assembleia são pessoais e intransferíveis e não poderão ser compartilhadas sob pena de responsabilização do associado. Conforme previsto no Estatuto, caso a Assembleia não seja instalada em primeira convocação, será realizada nova chamada após decorridos 15 (quinze) minutos do horário marcado para seu início. São Paulo, 21 de outubro de 2025 Vera Lucia OndeiPresidente da Associação

Dois jornalistas brasileiros são premiados no Star Prize 2025

Dois jornalistas da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) estão entre os ganhadores do IFAJ Star Prize 2025, uma das mais importantes premiações internacionais dedicadas à excelência na cobertura do agronegócio. São eles Ariosto Mesquita, do Mato Grosso do Sul, e Leandro Fidelis, do Espírito Santo. Ambos conquistaram o segundo lugar em suas categorias. O anúncio foi feito no sábado (18), durante o encerramento do Congresso Mundial da IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agro), realizado em Nairobi, no Quênia. Na categoria Impressa, Ariosto Mesquita foi premiado pela reportagem “Crédito de carbono chega à pecuária”, publicada na edição de julho de 2024. O trabalho explica o funcionamento do mercado de créditos de carbono e apresenta a fazenda Saltinho, em Camapuã (MS), como um dos primeiros casos de sucesso no país ao firmar contrato de comercialização de créditos. “Essa é uma conquista da Agrojor, uma casa que ajudei a construir e que, mesmo em meus momentos difíceis, esteve sempre comigo. Portanto é uma vitória de todos nós”, afirmou o jornalista. Leandro Fidelis recebeu o prêmio na categoria Cultura Rural com a reportagem “Uma revolução verde capixaba”, publicada na edição de junho de 2024 da revista Conexão Safra. O trabalho mostra como a agroecologia vem transformando a agricultura familiar no norte e noroeste do Espírito Santo. “Estou extasiado com esta notícia! A reportagem retrata uma transformação na agricultura familiar tradicional por meio da agroecologia”, disse Fidelis. Os prêmios foram recebidos no Quênia por Luiza Costa, jornalista do setor corporativo que atua como chefe de comunicação da Apta (Secretaria de Agricultura e Abastecimento), que em agosto foi escolhida para representar o Brasil no evento, mais Mariana Grilli, da Jovem Pan News e podcast Arroz, Feijão e Clima, que também esteve no congresso mundial. Para Daniel Azevedo, diretor de comunicação internacional da Rede Agrojor, a conquista tem significado coletivo. “É uma conquista que representa e orgulha a todos nós. Além de abrir portas a todos os nossos associados. Um marco histórico”, afirma. Por meio de seus canais, a Rede Agrojor tem incentivado os mais de 100 jornalistas a participarem das atividades da IFAJ. Esta é a primeira vez que uma reportagem é premiada neste concurso.  “A conquista de Ariosto Mesquita e Leandro Fidelis no Star Prize 2025 mostra que o talento e a qualidade do jornalismo agro brasileiro já são reconhecidos lá fora. Agora é hora de ampliarmos essa presença, inscrevermos nossos trabalhos, participarmos dos congressos e mostrarmos ao mundo a força da nossa produção”, diz Vera Ondei, presidente da Rede Agrojor. “A IFAJ abre portas, mas é a nossa participação que constrói pontes. Vamos juntos ocupar esse espaço com o profissionalismo, a ética e a paixão que sempre marcaram o jornalismo agro brasileiro.” Organizado pela Federação Internacional de Jornalistas Agropecuários (IFAJ), o Star Prize reconhece reportagens que ampliam o debate sobre as cadeias de produção, a vida nas comunidades agrícolas e a atuação das empresas do setor. A competição é dividida em cinco categorias — Matéria Impressa, Fotografia, Vídeo, Áudio e Mídia Digital — e ainda contempla conteúdos de destaque em Inovação, Sustentabilidade, Tecnologia, Comércio, Economia, Questões Globais e Cultura Rural. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do Brasil

O peso da cobertura jornalística nas COPs e o desafio do Brasil em 2025

A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém, no Pará, neste novembro de 2025, deve receber um dos maiores contingentes de jornalistas da história das conferências do clima. Embora o número oficial de credenciados ainda não tenha sido divulgado pelo secretariado da ONU, a estimativa segue o padrão das últimas edições: entre três e quatro mil profissionais de imprensa de todo o mundo. Na COP28, realizada em Dubai, foram registrados 3.972 representantes de mídia, recorde histórico segundo a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC). Em Sharm el-Sheikh, no Egito, na COP27, o número chegou a 2.800 jornalistas e fotojornalistas, de acordo com dados do governo egípcio. Esses números indicam o peso crescente da cobertura jornalística como elemento de pressão pública sobre governos e empresas. Da diplomacia fechada à vitrine global As conferências do clima deixaram de ser encontros restritos a diplomatas para se tornarem um espaço de interesse global, em grande parte por causa da imprensa. Desde a COP3, em Kyoto, em 1997, quando jornalistas registraram a assinatura do primeiro tratado climático com metas obrigatórias de redução de emissões, a cobertura jornalística passou a ter influência direta sobre a opinião pública e sobre as decisões políticas. Nos anos seguintes, a presença de repórteres cresceu de forma constante. Em Lima, na COP20, foram mais de 900 profissionais. Em Paris, na COP21, onde nasceu o Acordo de Paris, o número superou três mil. A visibilidade alcançada pelos veículos internacionais transformou as conferências em vitrines de compromissos climáticos, mas também em arenas de cobrança. “Sem o olhar crítico da imprensa, o debate climático permaneceria limitado a círculos técnicos e políticos. A cobertura amplia o alcance e sustenta o acompanhamento da sociedade civil”, afirma o Reuters Institute, em relatório sobre mídia e clima publicado em 2024. O papel do jornalismo brasileiro Para o Brasil, país que sediará a COP pela primeira vez, a presença de redações nacionais e regionais será decisiva. Além de acompanhar negociações internacionais, jornalistas brasileiros terão a tarefa de traduzir o impacto das decisões sobre agricultura, energia, florestas e populações tradicionais. Por exemplo, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e o Knight Center for Journalism da Universidade do Texas criaram cursos específicos para capacitar profissionais que atuarão na cobertura. O programa “COP30 em pauta”, lançado em setembro, já recebeu mais de 1.300 inscrições, sinalizando o interesse crescente da imprensa nacional em acompanhar o evento. Veículos como TV Globo, CNN Brasil, Estadão, Folha de S.Paulo e Valor Econômico devem enviar equipes a Belém. Agências internacionais como Reuters, AFP e Associated Press também confirmaram presença, segundo informações publicadas por seus próprios escritórios regionais. O governo do Pará e o comitê organizador da COP30 reconhecem que o número de jornalistas esperados exige infraestrutura compatível com a dimensão do evento. Em Belém, a oferta de hospedagem e transporte é considerada o principal desafio. Reportagem recente da Reuters destacou que o custo médio de diárias já aumentou com um ano de antecedência, o que pode limitar o tamanho das delegações e das equipes de imprensa. O credenciamento de mídia foi aberto em julho pelo UNFCCC. O processo é totalmente digital e segue aberta neste link. Cada jornalista precisa ser indicado por um veículo reconhecido, apresentar comprovação de atuação profissional e passar por verificação de segurança. Cobertura como instrumento de transparência A presença maciça de jornalistas nas COPs funciona como um mecanismo de transparência. As reportagens dão visibilidade às negociações, revelam contradições e registram o cumprimento (ou descumprimento) das metas assumidas pelos países. A cada edição, veículos internacionais produzem balanços detalhados sobre avanços e impasses. Na COP28, em Dubai, a pressão da imprensa foi determinante para que o texto final mencionasse pela primeira vez a “transição para o fim dos combustíveis fósseis”, tema que havia sido excluído em rascunhos anteriores. Organizações como The Guardian e Bloomberg destacaram que a repercussão pública das críticas ao texto forçou países exportadores de petróleo a aceitar uma formulação mais clara. “Em fóruns multilaterais, o jornalismo é a garantia de memória e responsabilização”, disse a secretária executiva da UNFCCC, Simon Stiell, em entrevista coletiva durante a COP28. A COP30 deve marcar uma nova etapa na cobertura jornalística brasileira sobre clima. Pela primeira vez, repórteres, fotógrafos e comunicadores locais terão acesso direto ao principal palco de negociações ambientais do planeta. Essa proximidade tende a fortalecer a conexão entre ciência, políticas públicas e sociedade. A expectativa é que o evento reúna cerca de 45 mil participantes entre delegações oficiais, empresas, pesquisadores e sociedade civil. Se o padrão das edições anteriores for mantido, cerca de 10% desse total corresponderá à imprensa. A Rede Agrojor está nesse movimento de abrir temas sobre a COP30, por meio de seus workshops. Nesta terça-feira (14 de outubro), às 10h, será realizado o workshop “COP 30 e sua importância para o Brasil”. O evento será transmitido pela plataforma Zoom, aberto a associados e não associados da Rede Agrojor. O convidado desta edição é Renato Rodrigues, head de agronegócio da Terradot, empresa que se dedica a projetos de carbono, clima e agricultura regenerativa, com cerca de 20 anos de experiência em gestão e pesquisa. Quem acompanhar o workshop? Clique aqui. Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do mundo.

Workshop Rede Agrojor discute a importância da COP 30 para o Brasil

A Rede Agrojor realiza, nesta terça-feira (14 de outubro), às 10h, o workshop “COP 30 e sua importância para o Brasil”, com apoio da Bayer. O evento será transmitido pela plataforma Zoom, aberto a associados e não associados da Rede Agrojor. O convidado desta edição é Renato Rodrigues, head de agronegócio da Terradot, empresa que se dedica a projetos de carbono, clima e agricultura regenerativa, com cerca de 20 anos de experiência em gestão e pesquisa. É pós-doutor pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor visitante com MBA executivo na Fundação Dom Cabral. Rodrigues atua também como membro do Comitê de Sustentabilidade da Associação Brasileira de Agronegócio (ABAG), além de revisor voluntário da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC na sigla em inglês), sobre temas relacionados a gases de efeito estufa.  O workshop abordará os desafios e oportunidades que a COP 30, em Belém (PA), representa para o setor agropecuário e para o Brasil no cenário climático global. A proposta é trazer para o ecossistema da Rede Agrojor informações que possam contribuir com o trabalho jornalístico sobre o papel do agro na transição para uma economia de baixo carbono, com foco em inovações e sustentabilidade. O link de acesso ao evento estará nas redes sociais da Rede Agrojor e será enviado por e-mail aos seus associados. Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do mundo.

Diálogos Agrojor 2025 aprofunda o debate sobre os rumos da comunicação

O 3º Diálogos Agrojor, promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor), reuniu no sábado, 4 de outubro, cerca de 100 jornalistas que atuam no agro em redações, assessorias e empresas para uma imersão nos dilemas e oportunidades da comunicação contemporânea. O encontro aconteceu no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo, com transmissão simultânea pela internet, consolidando-se como um dos principais fóruns de reflexão sobre o futuro do jornalismo no agro. A terceira edição reafirmou a vocação do evento como espaço de encontro entre profissionais que acreditam na força da comunicação como agente de transformação e sustentabilidade do agronegócio e da sociedade. Em formato híbrido, o evento teve como eixo central os novos desafios de engajamento em tempos de excesso de informação. A programação foi estruturada em três mesas temáticas que abordaram diferentes perspectivas sobre o papel do comunicador diante da fragmentação das audiências, da ascensão de novas tecnologias e da pressão crescente pela construção de reputações sólidas. A abertura contou com a presença da presidente da Agrojor e editora da Forbes Agro, Vera Ondei, que destacou a importância de fortalecer o pensamento crítico e o diálogo entre diferentes áreas do ecossistema da comunicação. “Vivemos uma era em que a atenção é o ativo mais disputado. O Diálogos Agrojor é um espaço para refletir sobre como podemos gerar impacto e relevância sem abrir mão da profundidade”, afirmou. Na primeira mesa, “Storytelling de Impacto: como engajar em tempos de saturação digital e onde está a nova audiência”, Cristiane Barbieri, repórter especial do Estadão, e Angélica Mari, jornalista e cofundadora da Futuros Possíveis, exploraram as formas de conectar narrativas jornalísticas a públicos que se informam em múltiplas plataformas. As convidadas defenderam a escuta ativa, a experimentação e o uso responsável das tecnologias como caminhos para reconstruir vínculos de confiança com a audiência. “Estamos diante de um cenário de pulverização da atenção e, dentro disso, você vai criando tribos digitais, nichos culturais e algoritmos que capturam a atenção das pessoas e formam bolhas. Então o grande desafio é poder comunicar e contar histórias simultaneamente para todos esses segmentos de audiência, de uma forma autêntica, verdadeira e com credibilidade”, disse Angélica Mari. “Gente gosta de gente. O que dá mais audiência? Celebridades e esportes é isso que chama o leitor. Então, como é que a economia vai chamar esse leitor? Com emoção”, afirmou Cristiane Barbieri.A jornalista ressaltou que, para despertar o interesse do público, mesmo temas técnicos e econômicos precisam ser apresentados com humanidade e emoção, aproximando a informação da experiência cotidiana das pessoas. A segunda mesa, “Narrativas Imersivas: realidade aumentada, podcasts e o futuro do conteúdo”, trouxe o consultor e pesquisador Paulo Silvestre e o diretor do Canal UOL, Antoine Morel. Mediados por Mariana Grilli, apresentadora do Hora H do Agro, os debatedores mostraram como novas linguagens digitais podem ampliar a experiência do público e renovar o interesse por conteúdos informativos. Foram discutidas as possibilidades da inteligência artificial, da gamificação e do áudio como plataformas de engajamento e aprendizado. “Precisamos estar atentos e abertos ao novo. Não quer dizer que vai dar certo, mas precisamos estar predispostos a fazer essa mudança. O jornalismo precisa mudar a sua linguagem e a linguagem não é só palavras. Linguagem é o que você usa, o jeito que você faz e, principalmente, a maneira como nos relacionamos com o nosso público”, afirmou Paulo Silvestre. “Estamos em um momento de novas narrativas e, mais do que isso, de entender como a gente distribui e compreende o ecossistema pelo qual estamos construindo seja vídeo, texto ou áudio. Vivemos uma época de cocriação e é um momento de perceber que a própria realidade está sendo cocriada, e isso tem muita influência da inteligência artificial”, destacou Antoine Morel. Encerrando o evento, a mesa “Comunicação e reputação em tempos de redes sociais” reuniu Fábio Santos, presidente da Abracom e CEO da CDN, e Pablo Toledo, diretor de Comunicação e Branding da BYD Brasil. Sob mediação de Mariele Previdi, diretora da Rede Agrojor, o debate analisou os riscos e responsabilidades das marcas e dos comunicadores diante da velocidade das redes. A discussão ressaltou a necessidade de coerência entre propósito e prática, além do papel estratégico da comunicação na gestão de crises e na construção de legitimidade. “Muitas empresas olham para as redes sociais apenas como um canal de captura de lead e não trabalham sua reputação nesses ambientes. Quando tropeçam, lembram que só gerar lead não é o suficiente para sobreviver a certas crises e proteger sua reputação a médio e longo prazo”, observou Fábio Santos. “Vejo como tendência um investimento em canais próprios. Ter um controle maior e transformar cada vez mais esses canais em meios poderosos de comunicação é algo que já observo em vários lugares”, completou Pablo Toledo. O Diálogos Agrojor 2025 contou com patrocínios de Syngenta, Corteva, Bayer, Cargill, Elanco e Yara, além do apoio institucional do Pensa/FIA e da Almagrino. Mais do que um evento, o encontro reafirmou o compromisso da Rede Agrojor em promover espaços de troca e aprendizado, fortalecendo a atuação dos comunicadores do agro em um cenário cada vez mais dinâmico e digital.

Às vésperas da COP 30, workshop da Agrojor debate agricultura e os desafios climáticos com o prof. Cerri, da Esalq

Na próxima terça-feira, 09 de setembro, às 14h, a Rede Agrojor promove mais uma edição de seu Workshop, desta vez aberto a associados e não associados. O encontro, que conta com o apoio da Bayer, tem como tema: “Agricultura e o Desafio Climático”. O convidado é Carlos Eduardo Cerri, Professor Titular da ESALQ/USP (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”) e Diretor do CCARBON/USP (Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical). Com sólida trajetória acadêmica e científica, o prof. Cerri é referência internacional em mudanças climáticas e sustentabilidade. Graduado em Engenharia Agronômica pela ESALQ/USP (1997), mestre em Solos e Nutrição de Plantas (1999) e doutor em Ciência Ambiental pelo CENA/USP (2003), ele atua há mais de 25 anos em pesquisas sobre sequestro de carbono no solo, emissões de gases de efeito estufa e dinâmica da matéria orgânica em sistemas agropecuários. Sua atuação também abrange áreas estratégicas como modelagem matemática, mercado de créditos de carbono, aquecimento global e mudanças climáticas. Reconhecido pela relevância de seus estudos, Cerri figura entre os cinco brasileiros na lista da Agência Britânica Reuters que reúne os cientistas climáticos mais influentes do mundo. O Workshop “Agricultura e o Desafio Climático” objetiva promover reflexões práticas sobre o papel da agricultura diante do desafio climático e discutir como ciência, inovação e gestão contribuem para uma produção agropecuária mais sustentável e alinhada às demandas globais. A participação é gratuita e o encontro acontecerá via Zoom.

De pitch ao contracheque: fazendo o freelancer funcionar

No dia 4 de setembro, a IFAJ (Federação Internacional de Jornalista Agro) promove um workshop com  a presença de uma jornalista brasileira, a Sara Kirchhof, membro da Rede Agrojor.  O tema é instigante.  Está pensando em dar o salto para o trabalho de freelancer ou já está navegando nessa jornada? Participe desse webinar online da IFAJ sobre como construir uma carreira freelancer de sucesso no jornalismo agropecuário. O painel vai abordar as grandes questões: como saber se o freelancer é financeiramente viável? Quais traços de personalidade diferenciam os freelancers de sucesso? Quais armadilhas devem ser evitadas? E, mais importante, como garantir um fluxo constante de trabalho e renda? Quer esteja considerando atuar como freelancer em tempo integral, ou buscando aprimorar sua abordagem, esta roda de conversa internacional trará insights práticos e conselhos aplicados do mundo real. O webinar está sendo organizado pelo Comitê de Desenvolvimento Profissional da IFAJ. Clique aqui e se inscreva Confira quem são os participantes Anfitrião: Addy Rossi, Vice-Presidente da IFAJ Addy Rossi é jornalista argentino e vice-presidente da IFAJ. Com anos de experiência cobrindo agricultura e desenvolvimento rural em diversos meios, ele traz uma perspectiva global para a profissão. Addy será o anfitrião do painel, conduzindo a discussão sobre como construir uma carreira freelance de sucesso no jornalismo agropecuário. Convidados: Lindi Botha — Jornalista de Impressos, África do Sul Lindi Botha é jornalista agropecuária da África do Sul com ampla experiência em mídia impressa e em comunicações no setor agrícola. Como colaboradora e editora de várias publicações agropecuárias locais e internacionais, construiu sua carreira contando as histórias de agricultores, empresas do agronegócio e comunidades rurais. Com base em sua própria trajetória como freelancer, Lindi vai compartilhar percepções sobre as oportunidades e os desafios do trabalho independente em comunicação agropecuária. Christian Mühlhausen — Jornalista Agropecuário, Alemanha Christian Mühlhausen atua como repórter nacional e internacional há mais de duas décadas, tanto em texto quanto em imagens. Seu trabalho aparece principalmente em veículos de mídia agropecuária na Alemanha, mas também em outros países europeus, assim como em jornais diários regionais. O núcleo de seu trabalho é a agência de fotos Landpixel, fundada em 2005, que hoje reúne 200 mil imagens agropecuárias de todo o mundo, utilizadas por veículos nacionais e internacionais, agências, associações e empresas. O canal da Landpixel no YouTube tem 38.500 usuários. Ele estreou na IFAJ em 2011 na conferência em Guelph (CA) como “Young Leader” e desde então participa de todas as conferências. Christian também administra seu próprio negócio agropecuário e florestal. Sara Kirchhof— Jornalista de Broadcast, Brasil Correspondente internacional freelancer com formação em Comunicação Social, Sara tem experiência em televisão, rádio, assessoria de imprensa e eventos. Participou da cobertura da COP-26 na Escócia em 2021 e do Fórum Econômico Mundial de 2025 em Davos. Outras coberturas internacionais incluem a Royal Agricultural Winter Fair no Canadá, a World Dairy Expo nos Estados Unidos e países como Tailândia, Japão, Alemanha, Polônia, Portugal e Bélgica. Trabalhou como assessora de imprensa em diversas organizações e atua como repórter freelance em Hamburgo, Alemanha.

Diálogos Agrojor 2025 vem centrado na comunicação em transformação

A terceira edição do Diálogos Agrojor, promovida pela Rede Brasil de Jornalistas Agro vem com uma agenda de temas voltados aos dilemas e oportunidades da comunicação contemporânea. Em formato híbrido, o evento ocorre no dia 4 de outubro em São Paulo, no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA). “Chegamos à terceira edição com expectativas ainda maiores. O Diálogos Agrojor 2025 vai aprofundar discussões sobre temas decisivos para o presente e o futuro da comunicação”, diz Flavia Romanelli, diretora da Rede Agrojor e coordenadora do comitê executivo do evento. “Queremos que este encontro seja um marco, pela qualidade dos conteúdos e palestrantes, e sua capacidade de gerar conexões e desenhar os caminhos que a comunicação precisa trilhar.”   Os três temas escolhidos pelo comitê traduzem a urgência de repensar a forma como jornalistas e comunicadores se relacionam com suas audiências em um cenário marcado por excesso de informação, novas tecnologias e dinâmicas intensas nas redes sociais. O primeiro tema, Storytelling de Impacto: como engajar em tempos de saturação digital e onde está a nova audiência, vai discutir estratégias narrativas capazes de se destacar em meio à avalanche de conteúdos. O objetivo é identificar caminhos para conectar histórias relevantes a públicos que estão cada vez mais fragmentados e exigentes. Na sequência, o debate sobre Narrativas Imersivas: realidade aumentada e o Futuro do Conteúdo abre espaço para refletir sobre formatos que ampliam a experiência informativa e aproximam jornalistas, empresas e sociedade. A proposta é compreender como ferramentas digitais e interativas podem potencializar a credibilidade e a influência do jornalismo. No eixo Comunicação e reputação em tempos de redes sociais está um dos maiores desafios atuais: a construção e a preservação da confiança em ambientes virtuais marcados por velocidade, polarização e fake news. O diálogo entre especialistas tem por objetivo oferecer práticas e referenciais que ajudem a sustentar marcas pessoais e institucionais em meio a pressões constantes. A construção da série Diálogos Agrojor, em seu terceiro ano, é um projeto que pretende ocupar o território da reflexão sobre o atual jornalismo no calendário da comunicação brasileira. “A série Diálogos Agrojor tem se consolidado como um importante espaço de reflexão e integração entre jornalistas e comunicadores que atuam no agro e em outros setores estratégicos”, afirma Flávia. “Desde a primeira edição, o objetivo além da atualização profissional, é também inspirar pessoal para lidar com os grandes desafios da comunicação contemporânea e as transformações da profissão. Cada edição amplia nosso compromisso de aproximar a imprensa, o setor produtivo e a sociedade em torno de narrativas mais responsáveis, inovadoras e conectadas com o futuro da profissão.” O Diálogos Agrojor se consolida como um espaço que ultrapassa o debate técnico e se afirma como fórum estratégico para repensar a comunicação em tempos de rápidas mudanças sociais, econômicas e tecnológicas. Os dois anos de eventos realizados mostram essa estratégia da Rede Agrojor. “Em 2023, reunimos vozes de referência para discutir inteligência artificial, fake news e tendências da comunicação corporativa. Já em 2024, exploramos a força do jornalismo digital e de dados, trazendo cases práticos e experiências de grandes nomes do setor”, afirma Flávia. “Esse caminho mostra que conseguimos promover debates e fortalecer uma rede colaborativa e diversa de profissionais comprometidos em se qualificar.” As inscrições para o Diálogos Agrojor 2025 já estão abertas, reserve seu ingresso pelo link abaixo: https://www.sympla.com.br/evento/3-dialogos-agrojor/3017610

Congresso Mundial da IFAJ promete “desvendar o berço da humanidade” no Quênia

O Quênia convida os associados da Rede Agrojor (Rede Brasil de Jornalistas Agro) a participar do Congresso Mundial da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ ou, em inglês, International Federation of Agricultural Journalists), que terá como tema “Desvendando o Berço da Humanidade”.  O evento, que ocorrerá entre 14 e 18 de outubro, em Nairóbi, é um convite para mergulhar na história, cultura e agricultura de um país apontado como uma das origens da espécie humana (há cerca de 1,5 milhão de anos) e da própria agropecuária. “O Quênia é um berço da humanidade e também um dos lugares onde a agricultura começou. Queremos mostrar a cultura queniana e como ela se integra à indústria agrícola”, introduz Aghan Daniel, jornalista e organizador do evento no país. O Congresso Mundial da IFAJ é o encontro mais relevante para o jornalismo agrícola no mundo, reunindo anualmente profissionais e especialistas para intercâmbio de experiências, atualização de tendências e fortalecimento da colaboração global especializada sobre o agro.  Em 2025, são esperados entre 200 e 250 delegados internacionais na capital queniana, além de cerca de 100 representantes do governo local. Programação A programação inclui visitas técnicas e culturais em um raio de até 100 km da capital queniana, passando por propriedades que cultivam chá, café, macadâmia, banana, milho, feijão e uma grande variedade de hortaliças.  Os participantes também terão contato direto com empresas líderes no país na produção avícola, de caracóis comerciais, flores, larvas para nutrição, pecuária leiteira e outras culturas, bem como centros de referência em pesquisa e práticas inovadoras. A visitação também inclui visitas a pequenas propriedades para apresentar como agricultores locais enfrentam e superam os desafios da agropecuária em aspectos climáticos, tecnológicos, políticos e sociais. No pré e pós-congresso, será possível visitar o Parque Nacional de Nairóbi, fazer safáris, conhecer programas de conservação e, para os que estenderem a viagem, testemunhar a migração dos gnus no Maasai Mara, considerada a “nona maravilha do mundo”. Inscrições As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas a membros da Agrojor no Brasil e/ou associações nacionais filiadas à IFAJ, que terão acesso a todas as atividades do congresso. Mais informações podem ser obtidas pelo site: https://ifaj2025.meshascience.org/. O valor da inscrição é de US$ 700. A hospedagem varia entre US$ 50 e US$ 140 por dia, dependendo da categoria, com opções que vão de hostels a hotéis cinco estrelas.  O visto eletrônico (e-visa) pode ser solicitado online e costuma ser emitido em menos de 30 minutos após o registro. Voz do Quênia A Rede Agrojor entrevistou Aghan Daniel durante o Executive Meeting da IFAJ, realizado em março deste ano na África do Sul. Confira a entrevista com o representante queniano na IFAJ. Agrojor – O que você pretendem oferecer aos participantes do Congresso? Aghan Daniel – O Quênia é um dos berços da humanidade, onde a agricultura começou. Queremos mostrar a cultura queniana e como ela se integra à indústria agrícola.  Vamos destacar como os pequenos agricultores, que formam a maioria no país, lidam com o clima, a agricultura dependente de chuvas e a falta de subsídios, alcançando sucesso na produção global. Também vamos apresentar o papel da pesquisa e da horticultura local, entre muitos outros aspectos da nossa cultura, sociedade e história. Agrojor – Que culturas os participantes poderão conhecer? Aghan Daniel – Mostraremos grande variedade de culturas agrícolas in loco como, por exemplo, chá, café, macadâmia, banana, milho, feijão e uma grande variedade de vegetais. Também teremos visitas a propriedades dedicadas à pecuária, bem como instituições e centros de pesquisa. Agrojor – Quantos participantes são esperados? Aghan Daniel – Entre 300 e 350, somando delegados internacionais e representantes do governo queniano. Agrojor – O que está previsto para o pré e pós-congresso? Aghan Daniel – Safáris e visitas de conservação em Nairóbi, além da possibilidade de ver a migração de gnus no Maasai Mara. Agrojor – E quanto à segurança e vistos? Aghan Daniel – O governo garante segurança máxima. O local é seguro e próximo ao centro de Nairóbi. O visto eletrônico é simples e rápido. Agrojor – Qual o custo total estimado? Aghan Daniel – US$ 700 para o congresso, com hospedagem a partir de US$ 50/dia. Agrojor – Os interessados brasileiros podem entrar em contato para tirar eventuais dúvidas? Aghan Daniel – Sim, estamos à disposição para explicar todos os detalhes e expectativas.

Jornalista da Rede Agrojor vai ao Quênia para o Congresso da Mundial da IFAJ

A jornalista Luíza Cardoso Costa, associada da Rede Agrojor e editora executiva do Canal Rural, vai participar do Congresso Mundial da IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas), que será realizado entre os dias 15 a 18 de outubro em Nairóbi, no Quênia. A Rede Agrojor recebeu nesta quarta-feira (6), o comunicado da executiva internacional.  “Estou muito animada com essa oportunidade. Vai ser uma experiência única para trocar vivências, aprender com outros colegas e trazer uma bagagem nova de conhecimentos para o Brasil”, disse Luíza à Rede Agrojor. Luíza ingressou na Rede Agrojor e maio deste ano e já terá uma missão internacional pela frente. Esta será sua primeira experiência em um evento fora do país. O congresso global é uma oportunidade de formação, troca de experiências e imersão global em pautas como sustentabilidade, segurança alimentar, agricultura regenerativa, diversidade e o futuro da comunicação rural. Desde 1958, o Congresso Mundial da IFAJ reúne jornalistas, comunicadores e lideranças do agro para trocar experiências, debater inovações e fortalecer a conexão entre mídia e agricultura. Em Nairóbi, o foco será mostrar como o Quênia une tecnologia, tradição e sustentabilidade no campo, tudo isso em um cenário que também oferece experiências culturais e naturais, como o Parque Nacional de Nairóbi e o Maasai Mara. A seleção para participar do evento da IFAJ contou com a inscrição de jornalistas de diferentes países. Luíza se inscreveu e foi selecionada para integrar um grupo diverso de profissionais que atuam em diferentes realidades da comunicação agropecuária ao redor do mundo. O evento deste ano promete mergulhar em temas cruciais como  agricultura climaticamente inteligente, segurança alimentar e nutricional, inclusão de jovens e mulheres no agro, tecnologia e inovação no campo e políticas públicas e governança agrícola Além das discussões técnicas, os participantes terão a oportunidade de visitar centros de pesquisa, vivenciar a produção local e conhecer um pouco sobre o país anfitrião. A participação de Luíza mostra uma nova nova geração do jornalismo agro, que busca inovar na forma de contar histórias e ampliar o olhar para as transformações globais que impactam diretamente o setor rural. A Rede Agrojor parabeniza Luíza pela conquista e se orgulha de ter uma associada tão jovem e talentosa representando o Brasil neste evento de grande relevância internacional.

Jornalistas da Rede Agrojor têm a oportunidade de participar do 2º Prêmio Ampla de Jornalismo

Estão abertas as inscrições para o 2º Prêmio Ampla de Jornalismo, e os integrantes da Rede Agrojor também podem concorrer. O tema desta edição é “COP 30, soluções para os desafios climáticos e para o desenvolvimento amazônico.” A iniciativa busca reconhecer reportagens que tratem das dinâmicas sociais, econômicas, culturais e ambientais da região. Interessados devem se inscrever até o dia 10 de outubro de 2025, pelo site: www.premioampla.com.br. Categorias do Prêmio As produções jornalísticas serão avaliadas em quatro modalidades: A entrega dos prêmios acontecerá no dia 3 de dezembro de 2025. Associados da Rede Agrojor com atuação voltada à Amazônia estão convidados a participar.

Coloque na agenda: Diálogos Agrojor 2025 tem data marcada

A terceira edição do Diálogos Agrojor acontece no dia 4 de outubro de 2025, no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo. O evento será realizado em formato híbrido e é voltado a associados da Rede Agrojor, além de profissionais e estudantes interessados no jornalismo e na comunicação do agronegócio. Com foco em temas atuais e de impacto, o Diálogos Agrojor tem se consolidado como um espaço relevante de discussão para quem atua ou acompanha a evolução da comunicação agro. Temas destaque na programação: Além das palestras, o evento contará com debates entre especialistas e profissionais do setor, promovendo a troca de experiências e a construção coletiva de conhecimento. A expectativa é reunir cerca de 250 participantes, entre jornalistas, estudantes e integrantes da Rede Agrojor, em um ambiente colaborativo e voltado à qualificação profissional. Em breve, divulgaremos a programação completa e as informações sobre inscrições. Acompanhe os canais oficiais da Rede Agrojor para não perder nenhuma atualização. Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui, associe-se e faça parte desse time de jornalistas agro

A comunicação corporativa na visão de Eduardo Ribeiro e Felipe Fonseca

Na era das narrativas que conectam, o jornalista assume cada vez mais um papel estratégico dentro das organizações. Essa foi a tônica do workshop “Narrativas que Conectam: o papel do jornalista na comunicação corporativa”, promovido pela Rede Agrojor na segunda semana de junho, que reuniu dois grandes nomes do setor: Eduardo Ribeiro, diretor da Mega Brasil Comunicação e idealizador do Anuário da Comunicação Corporativa, e Felipe Fonseca, gerente de Comunicação Externa Global da Cargill. O evento da Rede Agrojor reforça o compromisso da entidade em promover discussões atuais e qualificadas sobre o presente e o futuro da comunicação no setor agropecuário. No workshop, os convidados falaram sobre os caminhos da comunicação institucional, os dilemas da relação entre os jornalistas que trabalham na comunicação corporativa e dos veículos de comunicação e o uso estratégico de tecnologias como a inteligência artificial.  Ribeiro destacou o crescimento expressivo do setor desde o surgimento da internet, lembrando que há duas décadas a comunicação corporativa ainda era focada basicamente na assessoria de imprensa. “Hoje, são mais de 1.100 agências formalmente registradas. O faturamento do setor chegou a R$ 5,3 bilhões em 2024 e 55% desta receita ainda vem da assessoria”, disse ele. Esse crescimento, no entanto, também trouxe novos desafios. Segundo Ribeiro, o atual modelo de distribuição de releases é insustentável. “Recebo 800 e-mails por dia, dos quais 95% vão para o lixo. A tecnologia vai mudar isso rapidamente. Mapear jornalistas com IA é fácil, mas o desafio está nas agências: é preciso qualidade e direcionamento, não volume.” Fonseca contou como a Cargill trabalha na sua comunicação corporativa. Segundo ele, a empresa atua com uma abordagem integrada, buscando coerência entre as áreas e público. “Falamos a mesma linguagem, seja em nutrição animal, em alimentos ou no setor agrícola. Nosso papel como jornalistas é conectar os setores com clareza e responsabilidade.” Sobre o relacionamento entre empresas, jornalistas e agências, ambos defenderam o fortalecimento das conexões humanas como diferencial em meio à avalanche de informação. “Se eu tenho um bom relacionamento com o jornalista, meu e-mail não vai se perder. Mensuração de resultado e relacionamento interpessoal caminham juntos”, disse Fonseca.  O conceito de “eugência”, as consideradas agências pequenas, muitas vezes tocadas por um ou dois profissionais, para Ribeiro é um movimento legítimo e cada vez mais presente no agro que, segundo ele, ainda é uma fronteira a ser explorada pela comunicação. As pequenas agências têm espaço para crescer e se profissionalizar.  “O agro sempre foi avesso à comunicação, mas isso vem mudando. Ainda tem muito espaço para crescer, inclusive em termos de investimento”,disse ele. O workshop trouxe ainda uma reflexão sobre o papel da inteligência humana frente às novas tecnologias. Para Ribeiro, o futuro da comunicação exige a combinação da expertise jornalística com o uso da Inteligência Artificial. “O trabalho das assessorias precisa evoluir. O desafio não está nas redações, que seguem sendo seletivas, mas na forma como as agências se posicionam e atuam.” Os workshops da Rede Agrojor ocorrem mensalmente e são exclusivos para os seus associados. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor clique aqui e associe-se.

Última oportunidade de se inscrever no prêmio Star Prize 2025

Jornalistas agropecuários que atuam no Brasil e também profissionais de outras partes do mundo têm uma última chance de participar do IFAJ Star Prize 2025, uma das principais premiações internacionais dedicadas à excelência na cobertura do agro. Corra, porque as inscrições estão abertas somente até este domingo, 15 de junho de 2025. Organizado pela Federação Internacional de Jornalistas Agropecuários (IFAJ), o Star Prize é uma vitrine para reportagens que ajudam a ampliar o debate e a transparência sobre o que se passa nas cadeias de produção, nas comunidades agrícolas e nas empresas do setor. A competição é dividida em cinco categorias, de acordo com o formato da produção: Melhor Matéria Impressa, Melhor Fotografia, Melhor Reportagem em Vídeo, Melhor Reportagem em Áudio e Melhor Produção de Mídia Digital. Ainda serão premiados conteúdos que se destacarem nas seguintes editoriais: Inovação, Sustentabilidade, Tecnologia, Comércio, Economia ou Questões Globais, além de Cultura Rural. Uma das novidades desta edição é a estrutura criada para receber conteúdos já premiados pelas associações filiadas, aumentando ainda mais a competição pelo troféu principal. Jornalistas associados à Rede Agrojor estão aptos a se inscrever. É possível apresentar até dois trabalhos, publicados em 2024, junto com uma versão traduzida para o inglês. Também serão escolhidos os Jornalistas do Ano, a maior honraria da premiação coroando o conjunto do seu trabalho, os vencedores receberão, junto com o troféu, um prêmio em dinheiro, fruto do apoio da Alliance Tire. As diretrizes e o formulário de inscrição estão disponíveis em neste link, acesse aqui. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor associe-se e faça parte desse time de jornalistas agro.

Inscrições para o IFAJ Star Prize 2025 vão até 15 de junho

Jornalistas agropecuários de todo o mundo têm até o dia 15 de junho de 2025 para se inscrever no IFAJ Star Prize, uma das principais premiações internacionais dedicadas à excelência no jornalismo do setor agroalimentar. Promovido pela Federação Internacional de Jornalistas Agropecuários (IFAJ), o prêmio reconhece reportagens que contribuem para a cobertura qualificada e global do campo. O Star Prize é considerado uma vitrine internacional para o jornalismo agropecuário de qualidade. A competição contempla cinco categorias principais, de acordo com o formato da produção: Melhor Matéria Impressa, Melhor Fotografia, Melhor Reportagem em Vídeo, Melhor Reportagem em Áudio e Melhor Produção de Mídia Digital Além disso, os trabalhos inscritos são avaliados por temas editoriais, que refletem os principais eixos de cobertura do setor. São eles: Podem participar membros de associações filiadas à IFAJ que estejam em situação regular, no caso do Brasil os jornalistas que fazem parte da Rede Agrojor. Cada jornalista pode inscrever até dois trabalhos publicados em 2024, na sua língua original, com uma cópia do texto traduzido para o inglês. Há ainda uma categoria exclusiva para trabalhos vencedores de prêmios nacionais promovidos pelas associações filiadas entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2024. O prêmio também escolherá o IFAJ Star Prize Journalist of the Year, principal reconhecimento do programa. As diretrizes e o formulário de inscrição estão disponíveis em:https://www.ifaj.org/contests-and-awards Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e faça parte desta comunidade.

Prêmio “+Admirados da Imprensa do Agronegócio” tem 17 jornalistas da Rede Agrojor

O Prêmio “Os +Admirados da Imprensa do Agronegócio” tem 17 jornalistas da Rede Agror  entre os 50 finalistas. A relação dos ganhadores foi apresentada pela plataforma Jornalistas &Cia, promotora do evento, na tarde desta segunda-feira (20). Neste ano, para a premiação que está em sua 5ª edição, houve um aumento no número de jornalistas homenageados, de 30 para 50 profissionais.  Para chegar aos nomes, o prêmio ocorreu em duas votações onde, no primeiro turno, as indicações foram livres para a classificação dos finalistas. No segundo turno, a votação entre os finalistas definiu os TOP por categoria. Os Top5 serão conhecidos em uma cerimônia marcada para o dia 23 de junho, na capital paulista, a partir das 18h30. Confira na categoria jornalistas, onde estão os associados da Rede Agrojor, o grupo eleito entre os 50+:  1- Aleksander Horta (Notícias Agrícolas) 2- Alessandra Mello (Agfeed) 3- Angela Ruiz (Climatempo) 4- Carolina Lorencetti (Globo Rural) 5- Carolina Pastl (Zero Hora) 6- Cassiano Ribeiro (Valor Econômico/CBN) 7- Daiany Andrade (Canal Rural) 8- Divino Onaldo (Agro e Prosa) 9- Flávia Macedo (Fla do Agro) 10- Gisele Loeblein (Zero Hora) 11- Igor Savenhago (Freelancer) 12- Ingrid Alves (Record News) 13- Luiz Fernando Sá (Agfeed) 14- Marcelo Toledo (Folha de S.Paulo) 15- Mariana Grilli (Jovem Pan/Uol) 16- Pedro Costa (Terraviva/AgroMais) 17- Vera Ondei (Forbes Agro) Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para esta comunidade.

Salve a data: Rede Agrojor realiza nesta terça workshop sobre mídias em transformação

Nesta terça-feira, 20 de maio, a  Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) promove o workshop “Jornalismo em Movimento: Como as mudanças estão transformando as mídias”. A ideia é debater os impactos das transformações tecnológicas, de linguagem e de modelo de negócios na cobertura jornalística do agronegócio. Participam do debate dois profissionais com atuação destacada no jornalismo do setor: Cassiano Ribeiro, editor executivo da Globo Rural e do Valor Econômico, além de comentarista na rádio CBN, e Luiz Fernando Sá, diretor editorial e sócio da plataforma AgFeed, voltada  à cobertura de negócios, finanças e inovação no agro. Entre os temas que serão abordados estão o processo de digitalização de veículos tradicionais, como a Globo Rural, a busca por novos formatos de conteúdo e a ampliação da presença em canais digitais. Também estarão em pauta o surgimento de projetos de comunicação especializados, como o AgFeed, e os desafios de produzir jornalismo em um setor com demandas técnicas, econômicas e ambientais crescentes. Cassiano começou no agro em 2006, em assessoria de imprensa. Mas ficou pouco tempo na função. Em fevereiro de 2008 já era editor, apresentador e consultor de mercado na AgRural. De lá, em 2010, se transferiu  para a Gazeta do Povo. Em 2015 foi para a Globo Rural onde, entre outras funções, passou a responder por projetos especiais, como o  Caminhos da Safra, Rios do Agro e Tecnologia no Campo. Desde maio de 2023 é o editor executivo da GR e Valor Econômico, ambas pertencentes ao Grupo Globo, que  unificaram suas operações de cobertura agropecuária em um hub editorial conjunto. Luiz Fernando Sá, ou Lula, como é chamado entre os colegas de profissão, permaneceu por quase 17 anos,  a partir do ano 2000, na Editora Três. Foi redator-chefe, diretor de núcleo – época em que criou a revista Istoé Dinheiro Rural – e depois diretor adjunto de todas as publicações da editora e de mídias sociais e projetos. Em 2016 criou o projeto da revista Plant Project, em parceria com a Datagro, foi consultor e desde 2023 lidera a plataforma AgFeed. O encontro será realizado de forma online e exclusivo para associados da Rede. A moderação será conduzida por Vera Ondei, presidente da entidade e editora de agro da Forbes Brasil. “Estamos no nosso 12º workshop, desde que criamos a Rede Agrojor”, diz Vera Ondei. “Nossos encontros se tornaram um espaço para discutirmos as transformações na mídia, para aperfeiçoarmos nossas abordagens e compreendermos melhor o cenário de comunicação do setor”. O workshop integra a agenda de capacitação e troca de experiências entre jornalistas que atuam na cobertura do agronegócio em diferentes regiões do país, um projeto da RedeAgror. Ele será transmitido ao vivo pelo canal exclusivo da Rede Agrojor, à partir das 10 horas, e também ficará disponível no site da entidade. Você ainda não é associado à Rede Agrojor. Clique aqui e faça parte desta comunidade.