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Diálogos Agrojor 2025 aprofunda o debate sobre os rumos da comunicação

O 3º Diálogos Agrojor, promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor), reuniu no sábado, 4 de outubro, cerca de 100 jornalistas que atuam no agro em redações, assessorias e empresas para uma imersão nos dilemas e oportunidades da comunicação contemporânea. O encontro aconteceu no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo, com transmissão simultânea pela internet, consolidando-se como um dos principais fóruns de reflexão sobre o futuro do jornalismo no agro. A terceira edição reafirmou a vocação do evento como espaço de encontro entre profissionais que acreditam na força da comunicação como agente de transformação e sustentabilidade do agronegócio e da sociedade. Em formato híbrido, o evento teve como eixo central os novos desafios de engajamento em tempos de excesso de informação. A programação foi estruturada em três mesas temáticas que abordaram diferentes perspectivas sobre o papel do comunicador diante da fragmentação das audiências, da ascensão de novas tecnologias e da pressão crescente pela construção de reputações sólidas. A abertura contou com a presença da presidente da Agrojor e editora da Forbes Agro, Vera Ondei, que destacou a importância de fortalecer o pensamento crítico e o diálogo entre diferentes áreas do ecossistema da comunicação. “Vivemos uma era em que a atenção é o ativo mais disputado. O Diálogos Agrojor é um espaço para refletir sobre como podemos gerar impacto e relevância sem abrir mão da profundidade”, afirmou. Na primeira mesa, “Storytelling de Impacto: como engajar em tempos de saturação digital e onde está a nova audiência”, Cristiane Barbieri, repórter especial do Estadão, e Angélica Mari, jornalista e cofundadora da Futuros Possíveis, exploraram as formas de conectar narrativas jornalísticas a públicos que se informam em múltiplas plataformas. As convidadas defenderam a escuta ativa, a experimentação e o uso responsável das tecnologias como caminhos para reconstruir vínculos de confiança com a audiência. “Estamos diante de um cenário de pulverização da atenção e, dentro disso, você vai criando tribos digitais, nichos culturais e algoritmos que capturam a atenção das pessoas e formam bolhas. Então o grande desafio é poder comunicar e contar histórias simultaneamente para todos esses segmentos de audiência, de uma forma autêntica, verdadeira e com credibilidade”, disse Angélica Mari. “Gente gosta de gente. O que dá mais audiência? Celebridades e esportes é isso que chama o leitor. Então, como é que a economia vai chamar esse leitor? Com emoção”, afirmou Cristiane Barbieri.A jornalista ressaltou que, para despertar o interesse do público, mesmo temas técnicos e econômicos precisam ser apresentados com humanidade e emoção, aproximando a informação da experiência cotidiana das pessoas. A segunda mesa, “Narrativas Imersivas: realidade aumentada, podcasts e o futuro do conteúdo”, trouxe o consultor e pesquisador Paulo Silvestre e o diretor do Canal UOL, Antoine Morel. Mediados por Mariana Grilli, apresentadora do Hora H do Agro, os debatedores mostraram como novas linguagens digitais podem ampliar a experiência do público e renovar o interesse por conteúdos informativos. Foram discutidas as possibilidades da inteligência artificial, da gamificação e do áudio como plataformas de engajamento e aprendizado. “Precisamos estar atentos e abertos ao novo. Não quer dizer que vai dar certo, mas precisamos estar predispostos a fazer essa mudança. O jornalismo precisa mudar a sua linguagem e a linguagem não é só palavras. Linguagem é o que você usa, o jeito que você faz e, principalmente, a maneira como nos relacionamos com o nosso público”, afirmou Paulo Silvestre. “Estamos em um momento de novas narrativas e, mais do que isso, de entender como a gente distribui e compreende o ecossistema pelo qual estamos construindo seja vídeo, texto ou áudio. Vivemos uma época de cocriação e é um momento de perceber que a própria realidade está sendo cocriada, e isso tem muita influência da inteligência artificial”, destacou Antoine Morel. Encerrando o evento, a mesa “Comunicação e reputação em tempos de redes sociais” reuniu Fábio Santos, presidente da Abracom e CEO da CDN, e Pablo Toledo, diretor de Comunicação e Branding da BYD Brasil. Sob mediação de Mariele Previdi, diretora da Rede Agrojor, o debate analisou os riscos e responsabilidades das marcas e dos comunicadores diante da velocidade das redes. A discussão ressaltou a necessidade de coerência entre propósito e prática, além do papel estratégico da comunicação na gestão de crises e na construção de legitimidade. “Muitas empresas olham para as redes sociais apenas como um canal de captura de lead e não trabalham sua reputação nesses ambientes. Quando tropeçam, lembram que só gerar lead não é o suficiente para sobreviver a certas crises e proteger sua reputação a médio e longo prazo”, observou Fábio Santos. “Vejo como tendência um investimento em canais próprios. Ter um controle maior e transformar cada vez mais esses canais em meios poderosos de comunicação é algo que já observo em vários lugares”, completou Pablo Toledo. O Diálogos Agrojor 2025 contou com patrocínios de Syngenta, Corteva, Bayer, Cargill, Elanco e Yara, além do apoio institucional do Pensa/FIA e da Almagrino. Mais do que um evento, o encontro reafirmou o compromisso da Rede Agrojor em promover espaços de troca e aprendizado, fortalecendo a atuação dos comunicadores do agro em um cenário cada vez mais dinâmico e digital.

Quem é Fábio Santos, CEO da CDN, no Diálogos Agrojor 2025

Fábio Santos construiu uma carreira que percorre redações, campanhas eleitorais, gestões públicas e grandes agências. Hoje é CEO da CDN e presidente do Conselho Gestor da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom), posição que ocupa desde 2024. No dia 4 de outubro, ele será um dos debatedores da mesa “Comunicação e reputação em tempos de redes sociais” no 3º Diálogos Agrojor, evento promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro, em formato híbrido, no auditório da FIA Business School, em São Paulo. A trajetória de Santos mostra um profissional que transita entre jornalismo, comunicação pública e gestão corporativa, conectado à necessidade de pensar estratégias para cenários em rápida mudança. Formado no jornalismo, Santos iniciou sua trajetória na Folha de S.Paulo em 1990, onde foi coordenador da Agência Folhas e secretário de redação da Folha da Tarde até 1994.  Em seguida assumiu a Diretoria de Comunicação da Prefeitura de Santos, experiência que abriu espaço para cargos editoriais em projetos de peso. Entre 1997 e 2001, ele esteve na revista República, como editor e editor executivo, e depois passou para a revista Primeira Leitura, permanecendo até 2006. Nesse mesmo ano liderou o lançamento do Destak, primeiro jornal gratuito de grande circulação no Brasil. Como diretor editorial, definiu a linha gráfica e editorial da publicação e conduziu sua expansão para Rio de Janeiro, Brasília e Campinas. Sob seu comando, o jornal se tornou referência no modelo de distribuição gratuita. Permaneceu na função até 2011, quando encerrou o ciclo iniciado com a fundação do projeto. Foi a partir de  2012 que Santos ampliou sua atuação para a comunicação política. Participou da campanha de José Serra à prefeitura de São Paulo, produzindo conteúdo, planejando o relacionamento com a mídia e preparando o candidato para debates. No ano seguinte, ingressou na CDN, onde passou a liderar as contas públicas da agência, onde permaneceu até 2017, além de assumir  a vice-presidência da mesma área em 2016. Nos dois anos seguintes, Santos comandou a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de São Paulo. Em 2019, Santos criou com Átila Francucci e Sérgio Silva a consultoria NCC_1701, que unia negócios, publicidade e relações públicas em formato de núcleos dedicados a cada cliente. O projeto se estendeu até 2020, quando ele assumiu a presidência da CDN. Desde então, está à frente da agência em um ambiente de transformação digital e reposicionamento estratégico. Em paralelo, tornou-se conselheiro da SP Escola de Teatro, reforçando sua ligação com a formação e a cultura.  O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da FIA Business School e da Almagrino. Inscreva-se no Diálogos Agrojor 2025

Quem é Antoine Morel, diretor do Canal UOL presente no Diálogos Agrojor

Antoine Morel construiu uma carreira de mais de vinte anos no jornalismo e na gestão de conteúdo digital e audiovisual. Atualmente é diretor do Canal UOL, função que exerce desde janeiro de 2025, onde conduz a estratégia e o desenvolvimento das áreas de Esporte e Splash, além de coordenar a integração editorial e audiovisual do grupo. Sua trajetória no UOL começou em 2007 e soma diferentes funções de redação, coordenação e liderança em projetos de grande porte. No dia 4 de outubro de 2025, Morel estará no 3º Diálogos Agrojor, em São Paulo, no auditório da FIA, como um dos participantes do encontro promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro para falar sobre “Narrativas Imersivas: Realidade Aumentada, Podcasts e o Futuro do Conteúdo”. Sua presença marca a conexão entre o jornalismo digital, as novas formas de distribuição de conteúdo e os debates sobre comunicação estratégica no setor. Com sua passagem por veículos e plataformas digitais, o executivo traz competências em produção audiovisual, jornalismo digital, gestão de equipes, análise de audiência e desenvolvimento de projetos editoriais e de branded content. Em sua carreira, Morel assumiu funções de direção em ambientes de transformação digital e crescimento do consumo de vídeo e streaming no jornalismo e no entretenimento. Antes de subir para a atual posição no UOL, ele foi gerente-geral de conteúdo audiovisual desde 2019. Nessa função, foi responsável pelo UOL News no YouTube, pela gestão de conteúdos hard news e pela distribuição multiplataforma. Também esteve à frente do Otalab, projeto de talentos e formatos audiovisuais, e participou da concepção de documentários como “Origem | PCC – Primeiro Cartel da Capital”. Sua atuação combinou análise de audiência, desenvolvimento de novos produtos e gerenciamento de equipes de produção. Entre 2017 e 2018, foi coordenador de projetos editoriais no UOL. Nesse período, trabalhou na TVUOL, criando séries e produtos, além de atuar em áreas temáticas como Estilo e Carros. Antes disso, de 2011 a 2017, exerceu o cargo de editor de Esporte, liderando a cobertura da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos do Rio em 2016. Coordenou equipes, planejou pautas, editou projetos especiais e acompanhou métricas de audiência em tempo real e consolidadas. Sua experiência anterior inclui a passagem como editor-assistente do portal R7, entre 2009 e 2011, onde participou da criação da plataforma, definiu linha editorial e comandou a equipe de Esportes. Cobriu a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul. Trabalhou ainda no Terra Magazine, ao lado de Bob Fernandes, em 2006, e no Grupo Abril, de 2004 a 2006, produzindo conteúdos para diferentes marcas em texto, imagem e vídeo. Iniciou a carreira em 2003 como trainee no portal Terra. No próprio UOL, antes de assumir funções de liderança, foi redator e repórter entre 2007 e 2009. Atuou na cobertura de esportes olímpicos e tênis, acompanhando o Pan-Americano de 2007, os Jogos Olímpicos de 2008 e diferentes competições internacionais, com produção no Brasil e no exterior. Também trabalhou como redator da homepage do UOL, responsável pela hierarquização de conteúdos e pela edição da primeira página, em diálogo com diferentes editorias. O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da FIA Business School e da Almagrino. Inscreva-se no Diálogos Agrojor 2025

Syngenta apoia Diálogos Agrojor para fomentar debate sobre o futuro da comunicação

Em um momento de profunda transformação digital, a Syngenta, referência global em inovação agrícola, anuncia o apoio ao 3º Diálogos Agrojor, evento que se propõe a debater o futuro do Jornalismo no agronegócio. Promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro, o encontro em formato híbrido acontecerá em 4 de outubro de 2025, em São Paulo, e espera reunir cerca de 250 profissionais para discutir as novas ferramentas e narrativas na comunicação do setor. Com especialistas que discorrerão sobre uma melhor compreensão dos desafios e impactos dos diálogos em torno do agronegócio, a programação do evento inclui três painéis que abordarão temas como: “Storytelling de Impacto: Como Engajar em Tempos de Saturação Digital: Onde Está a Nova Geração para a sua Audiência?”; “Narrativas Imersivas: Realidade Aumentada, Podcasts e o Futuro do Conteúdo”; e “Reputação e imagem em tempos de redes sociais”. “O diálogo aberto é a base para o desenvolvimento do agronegócio, e é com grande satisfação que apoiamos o Diálogos Agrojor por meio da cota de Patrocinadora Ouro”, celebra Nêmora Reche, Diretora de Comunicação Corporativa da Syngenta no Brasil. “Enxergamos nesta iniciativa uma forma de materializar nosso profundo respeito pela imprensa especializada, que desempenha um papel vital ao conectar os diferentes elos da cadeia com informação de credibilidade”, adiciona a executiva.  A Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) é um grupo formado por profissionais do setor. A organização busca valorizar e fortalecer o jornalismo agropecuário no país e é filiada à IFAJ (International Federation of Agricultural Journalists), uma entidade global com mais de 5 mil profissionais em 60 países.  “Este patrocínio reafirma nosso compromisso em ser a empresa mais colaborativa do campo, pois entendemos que é por meio de conversas construtivas que impulsionamos um futuro mais sustentável para a agricultura brasileira”, finaliza Nêmora.  Sobre a Syngenta A Syngenta é líder mundial em inovação agrícola e está presente em mais de 100 países. A companhia está focada no desenvolvimento de tecnologias e práticas agrícolas que capacitam os agricultores, para que possam fazer a transformação necessária para alimentar a população mundial, preservando o nosso planeta. As suas descobertas científicas arrojadas proporcionam melhores benefícios para os agricultores e para a sociedade, em maior escala do que nunca. Orientada pelas suas Prioridades de Sustentabilidade, a Syngenta busca desenvolver novas tecnologias e soluções que ajudem os agricultores a cultivar plantas mais produtivas e em um solo mais saudável e com maior rendimento. A Syngenta Crop Protection está sediada em Basileia, na Suíça, e a Syngenta Seeds está sediada nos Estados Unidos. Inscreva-se no Diálogos Agrojor: https://www.sympla.com.br/evento/3-dialogos-agrojor/3017610

Quem é Pablo Toledo, da BYD Brasil, um encontro marcado no Diálogos Agrojor

Pablo Toledo construiu uma trajetória sólida no jornalismo e na comunicação corporativa, com passagens por algumas das principais redações brasileiras e hoje ocupa a posição de diretor de Marketing e Comunicação da BYD Brasil. À frente da estratégia de comunicação da empresa desde abril de 2023, com base em São Paulo, atua no fortalecimento da marca em um mercado de mobilidade em rápida expansão e que exige posicionamento claro em temas como inovação, sustentabilidade e relacionamento com a sociedade. No dia 4 de outubro, Toledo será um dos debatedores na mesa “Comunicação e reputação em tempos de redes sociais” no 3º Diálogos Agrojor, que acontece em formato híbrido no auditório da FIA, em São Paulo.  Com mais de duas décadas de atuação em jornalismo e comunicação, Toledo transita entre a prática editorial, a gestão de equipes e o planejamento estratégico de marcas e empresas. É mestre pela Columbia University Graduate School of Journalism, em Nova York, em Televisão. Foi bolsista Maria Moors Cabot, distinção concedida a estudantes latino-americanos com destaque acadêmico e profissional. Sua carreira teve início no Grupo Bandeirantes de Comunicação em 1997, onde permaneceu por mais de cinco anos como repórter do telejornal noturno, cobrindo temas de saúde, meio ambiente e política nacional. A experiência como repórter de rua foi fundamental para moldar a visão jornalística que o acompanharia em toda a trajetória, marcada pelo rigor na apuração e pela busca de narrativas consistentes. Em 2002, aceitou o desafio de trabalhar em Angola como editor-chefe da Televisão Pública de Angola (TPA). Durante um ano e meio, coordenou a produção do programa semanal “Nação Coragem”, liderando equipes de repórteres e cinegrafistas em um país que vivia um momento decisivo de reconstrução social e política. A experiência internacional foi determinante para consolidar sua atuação como gestor de equipes jornalísticas em cenários complexos. De volta ao Brasil, seguiu no Grupo Bandeirantes como correspondente em Nova York, entre 2005 e 2006, período em que acumulou as funções de repórter, produtor e editor. Pouco depois, em 2006, passou a integrar a Editora Abril como gerente de vídeo digital, liderando a produção e a capacitação de repórteres em técnicas de audiovisual, quando as redações ainda davam os primeiros passos na transição para o ambiente online. A partir de 2007, ingressou na Record TV, onde desenvolveu a maior parte de sua carreira executiva. Primeiro como editor executivo, coordenou durante quase quatro anos a produção e a pós-produção de programas de jornalismo investigativo e estilo de vida. Em 2011, assumiu o cargo de editor-chefe da emissora, função que ocupou por oito anos, consolidando sua experiência em gestão editorial. Em 2019, tornou-se gerente de redação, cargo em que permaneceu até 2023, liderando uma das maiores estruturas jornalísticas do país e respondendo por planejamento editorial e estratégia de conteúdo. O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da FIA Business School e da Almagrino. Inscreva-se no Diálogos Agror

Quem é Paulo Silvestre Jr, doutor em digital e agitador em “O Macaco Elétrico”

Paulo Fernando Silvestre Jr. é mestre e doutorando em Tecnologias da Inteligência e Design Digital. Atua como pesquisador em inteligência artificial, professor, jornalista, consultor e articulista. Desde 2015 é consultor, conduzindo projetos de transformação digital voltados a empresas e profissionais. Desenvolve palestras, workshops e cursos sobre reputação digital e uso estratégico da cultura digital nos negócios, além de prestar consultoria em comunicação e media training. Com uma trajetória que conecta jornalismo, tecnologia, ensino e consultoria, ele construiu um percurso sólido no debate sobre transformação digital, inteligência artificial e reputação. No dia 4 de outubro, Paulo Silvestre participa do 3º Diálogos Agrojor, no auditório da FIA, em São Paulo, em formato híbrido. Ele fará parte da mesa “Narrativas Imersivas: Realidade Aumentada, Podcasts e o Futuro do Conteúdo”, que reunirá profissionais de mídia para discutir comunicação, reputação e novas linguagens em tempos digitais. Desde 2009, Paulo Silvestre escreve o blog “O Macaco Elétrico”, no Estadão, dedicado a cultura digital, educação, comunicação e marketing. Mantém também, desde 2019, uma coluna no IT Forum, com artigos e vídeos sobre experiência do cliente, transformação digital e tendências de mídia. Entre 2017 e 2023 foi influenciador digital da SAP, participando de eventos no Brasil e no exterior e produzindo conteúdos sobre soluções digitais corporativas. Na área acadêmica, é professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo desde 2011, responsável por cursos de extensão e disciplinas em transformação digital, comunicação estratégica e experiência do cliente. Em 2015 passou a lecionar também na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em programas de pós-graduação em marketing e comunicação digital. Foi professor em instituições como ESPM, Universidade Metodista e IED Brasil, em disciplinas ligadas a comunicação, design e jornalismo. No setor corporativo, ocupou posições de liderança em inovação e conteúdo. Entre 2017 e 2020 foi diretor de inovação e projetos na agência Drift Digital. De 2012 a 2015 atuou como gerente de e-commerce da Samsung, onde estruturou a estratégia digital da companhia no Brasil. Também trabalhou como editor de produtos digitais da Microsoft em 2012, adaptando aplicativos do Windows 8 para o mercado brasileiro. Entre 2010 e 2012, foi gerente de produtos digitais do Estadão, liderando a digitalização completa do acervo do jornal desde 1875. De 2007 a 2010 foi gerente-sênior de conteúdo digital da Saraiva, criando uma unidade de negócios para materiais educacionais digitais. Na Editora Abril, entre 2005 e 2007, foi gerente de produtos digitais da Exame, responsável pela reformulação do portal e pelo crescimento da audiência. Entre 1999 e 2005 atuou na AOL Brasil como gerente de produto, conduzindo versões nacionais de ferramentas como AOL Search, AOL Mail e AOL Instant Messenger. Antes, no UOL, entre 1995 e 1999, foi produtor técnico, participando da criação do portal a partir da FolhaWeb, serviço pioneiro da Folha de S.Paulo. Em sua carreira no jornalismo começou, entre 1993 e 1995, como repórter e editor da Folha de S.Paulo, responsável pela criação das primeiras versões digitais do jornal. Entre 1991 e 1998 atuou como editor-chefe da Folha Cultural, publicação regional que cobria cultura, ciência, negócios e educação. O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da Fia e da Almagrino. Inscreva-se Para participar, clique aqui

Quem é Cris Barbieri, repórter especial do Estadão que estará no 3º Diálogos

Cristiane Barbieri é repórter especial de Negócios no Estadão, função que exerce desde fevereiro deste ano, depois de quase duas décadas de atuação em alguns dos principais veículos de imprensa do país. Com trajetória marcada pela cobertura de economia, negócios e transformações empresariais, ela consolidou carreira como jornalista de profundidade, unindo experiência em reportagem investigativa, edição e liderança de equipes. Antes de assumir o posto atual, foi repórter especial da Agência Estado, entre 2023 e 2025, período em que trabalhou com pautas de impacto sobre economia e mercado financeiro. Em 2019 ocupou a função de editora assistente do jornal O Estado de S. Paulo, ampliando sua experiência em coordenação editorial. Entre 2015 e 2019 atuou como jornalista freelancer, publicando reportagens em diferentes veículos nacionais e internacionais, período no qual também recebeu reconhecimento da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Ela foi vencedora do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos com a reportagem “Os filhos do Bolsa Família”, publicada em revista. De 2013 a 2015 foi editora executiva da Época Negócios, na Editora Globo, conduzindo a equipe de reportagem e coordenando projetos especiais. Nesse período conquistou importantes prêmios jornalísticos, como o Citi Journalistic Excellence Award 2014, o Prêmio CNI de Jornalismo na categoria Revista, o Grande Prêmio no 1º Prêmio Abear de Jornalismo, além do Prêmio Editora Globo de Jornalismo em 2013. Também recebeu reconhecimento no Prêmio CNH de Jornalismo. Entre 2009 e 2013 foi editora executiva do portal iG (Internet Group do Brasil), liderando projetos como as expedições de reportagem à China e ao Mercosul, que resultaram em entrevistas e coberturas de grande repercussão, incluindo uma conversa exclusiva com Jack Ma, fundador do Alibaba. Nesse período também coordenou a criação e a realização do Prêmio Negócio do Ano iG/INSPER, dedicado às melhores fusões e aquisições. Na Folha de S.Paulo, onde trabalhou de 2007 a 2009, produziu reportagens especiais sobre economia, empresas e personalidades do setor. Foi autora de entrevistas de referência, como a realizada com Abilio Diniz em 2008, finalista do Citi Journalistic Excellence Award de 2009. Antes disso, foi editora da IstoÉ Dinheiro entre 2005 e 2007 e diretora de redação da Forbes Brasil de 2000 a 2003, período em que consolidou sua atuação no jornalismo de negócios. Sua experiência anterior inclui ainda reportagens no Valor Econômico, na própria IstoÉ Dinheiro e no jornal O Globo, no qual atuou por seis anos, entre 1991 e 1997. Ao longo da carreira, Cristiane Barbieri construiu repertório sólido em jornalismo econômico e de negócios, com reconhecimento em prêmios nacionais e internacionais. Sua experiência abrange desde a cobertura de temas de impacto social e políticas públicas até reportagens sobre empresas, lideranças empresariais e processos de transformação no mundo corporativo. No próximo dia 4 de outubro de 2025, Cristiane Barbieri estará em São Paulo como participante do 3º Diálogos Agrojor, realizado no auditório da FIA pela Rede Brasil de Jornalistas Agro. Ela integrará a mesa “Storytelling de Impacto: Como Engajar em Tempos de Saturação Digital e onde está na Nova Audiência”, ao lado de outros profissionais da comunicação. O debate terá como foco as novas estratégias para engajamento em um cenário de excesso de informações, explorando como as narrativas podem ser construídas para alcançar públicos cada vez mais fragmentados. O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da Fia. Inscreva-se

Quem é Angélica Mari, da Futuros Possíveis ao palco do Diálogos Agrojor

Angélica Mari é cofundadora e CEO da Futuros Possíveis, plataforma criada em 2022 que se dedica à produção de inteligência e dados sobre futuros a partir de uma perspectiva diversa e inclusiva. A iniciativa promove debates, eventos e experiências que conectam especialistas e público em torno de temas estratégicos de inovação e transformação digital. Também cria conteúdos próprios, como podcasts e videocasts semanais, discutindo tendências que influenciam diferentes áreas da sociedade e da economia. Em agosto de 2025, passou a integrar a equipe global da Forbes.com como Senior Contributor em Ciência, posição em que analisa notícias e tendências emergentes pelo olhar da ciberpsicologia. Esse campo examina como a tecnologia digital molda emoções, comportamentos e processos cognitivos. Sua atuação contempla tópicos como a influência dos algoritmos das redes sociais sobre humor e escolhas, os fatores psicológicos ligados à dependência tecnológica, o impacto da inteligência artificial sobre o bem-estar e a construção de identidades virtuais em comparação com relações presenciais. Desde novembro de 2024, atua como organizer e curadora licenciada do TEDxGuararema, evento local inspirado no formato TED, que busca difundir ideias transformadoras. Nessa função, lidera a curadoria de palestras e conteúdos, além de fomentar conexões comunitárias que reúnem ciência, tecnologia, cultura e sociedade. No mesmo período, tornou-se também conselheira da Rede Líderes Digitais, organização formada por executivos que conduzem a inovação digital no Brasil, com foco em práticas responsáveis e de impacto. Sua trajetória empresarial inclui a fundação da Manas, agência de comunicação lançada em 2017. A empresa presta serviços a companhias de tecnologia em tradução, ghostwriting, treinamento de porta-vozes e coaching de comunicação. Além de atender clientes de diferentes portes, a Manas se estabeleceu como espaço de acolhimento e recolocação de mulheres que buscam oportunidades no setor de tecnologia, ampliando a diversidade em um campo historicamente desigual. A carreira jornalística de Angélica soma mais de vinte anos em veículos do Brasil e do exterior. Entre 2018 e 2025, foi Senior Contributor em Enterprise Tech na Forbes, cobrindo inovação, políticas públicas e estratégias digitais no país. Entre 2019 e 2024 colaborou com a BBC, em programas como Click, Tech Life e Digital Planet, trazendo análises sobre temas como reconhecimento facial, inclusão digital e regulação de tecnologias emergentes. Entre 2019 e 2021 foi colunista da Forbes Brasil, onde inaugurou a editoria Forbes Tech e participou de projetos especiais como a edição Afrofuturo de 2021. No campo editorial, foi executive editor do portal Startups em 2022, responsável pela gestão de conteúdo e novos negócios. Antes, atuou por quase uma década como editora colaboradora do ZDNet Brasil, produzindo análises sobre inovação tecnológica e negócios. Também colaborou com veículos como Bloomberg Línea, TechTarget, diginomica, Huffington Post e Cleantech Investor. Sua experiência internacional inclui mais de dez anos em Londres. Entre 2010 e 2022 foi editora associada da Computer Weekly, a mais antiga revista de TI do mundo, liderando a conferência UKtech50 e gerenciando a comunidade CW500 Club. Atuou como repórter sênior da Computing, editora da publicação de private equity Unquote e colaboradora da revista cultural Le Cool. Nessas posições, participou de projetos editoriais e eventos que conectavam inovação tecnológica, negócios e liderança. Autora e coautora de diferentes livros, publicou Reboot: Leading IT in the Information Age (2010) e Quem Mexeu no Meu Emprego? (2012). Colaborou em guias de viagem da Fodor’s Travel e em títulos sobre gastronomia e cultura. Em 2013 fundou o coletivo Gift Brazil, iniciativa voltada à valorização do artesanato brasileiro no exterior, com a proposta de promover impacto social, geração de renda e inclusão digital em comunidades artesãs. Com uma trajetória que integra jornalismo, empreendedorismo, curadoria e pesquisa, Angélica Mari atua no cruzamento entre tecnologia, comunicação e cultura digital. No próximo dia 4 de outubro de 2025, estará em São Paulo para participar do 3º Diálogos Agrojor, realizado no auditório da FIA pela Rede Brasil de Jornalistas Agro. Ela integrará a mesa “Storytelling de Impacto: Como Engajar em Tempos de Saturação Digital e onde está na Nova Audiência”, que reunirá especialistas e profissionais da comunicação para discutir novas formas de engajamento e construção de narrativas em um ambiente marcado pela sobrecarga de informações. O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da Fia. Os seguintes veículos são parceiros de mídia: AgFeed, DBO, Domínio Rural, Forbes Brasil, Globo Rural, Notícias Agrícolas e O Campo em Notícia. Inscreva-se

Quando a pauta vira negócio e os bastidores da carreira freelancer

O jornalismo agro internacional vive uma contradição permanente: nunca houve tanta demanda por informação especializada. Ao mesmo tempo, nunca foi tão desafiador construir uma carreira financeiramente viável como freelancer como nos dias atuais. Essa foi a tônica do webinar promovido pela Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ), intitulado De pitch ao contracheque: fazendo o freelancer funcionar. O encontro, mediado pelo argentino Addy Rossi, vice-presidente da entidade, reuniu três profissionais que acumulam experiências em diferentes continentes: a sul-africana Lindi Botha, a brasileira Sarah Kirchhof e o alemão Christian Mühlhausen. A primeira questão que surgiu foi a mais objetiva: é possível viver de jornalismo freelancer? Sarah contou que sua mudança para a Alemanha, motivada pela carreira do marido, forçou uma reorganização profissional. Ela passou a dividir o jornalismo com trabalhos de comunicação e de mestre de cerimônias em eventos do setor agro. “Eu moro na Europa, mas com uma conexão direta com o meu país de origem. Posso dizer que sim, é viável, mas há desafios, com certeza. É importante pesquisar o custo de vida e planejar uma reserva mínima para os primeiros meses até que a renda se estabilize.” Christian, com mais de três décadas na profissão, encontrou no equilíbrio entre texto e fotografia uma forma de sustentar sua independência. “Descobri rapidamente que se eu vender uma história junto com fotos, ganho mais do que apenas com o texto. Essa combinação é o que me permite viver do trabalho.” Ele construiu um banco de imagens que hoje responde por metade de sua receita, com clientes que buscam conteúdos agrícolas, florestais e ambientais em escala internacional. “Mesmo quando estou fora do escritório, a base gera retorno. Esse é meu maior ativo.” Lindi foi clara ao apontar que o pânico inicial faz parte da trajetória. “Nos primeiros anos, você entra em desespero porque a renda é incerta. É importante projetar três ou quatro meses à frente para decidir se vale aceitar ou recusar um novo projeto.” Para ela, a diversificação é essencial: “Trabalhos de comunicação garantem retorno estável e permitem planejar. Só com jornalismo puro, é difícil sustentar.” O perfil do freelancer e as armadilhas do caminho Se a viabilidade depende de planejamento, a sustentabilidade passa pelo perfil. Sarah acredita que coragem é o primeiro requisito. “A primeira coisa é não ter medo. É preciso abertura a desafios, planejamento e uma rede de contatos sólida.” Christian reforçou que 50% do que conquistou veio da sua rede. “Para ser freelancer é uma questão de coração. Eu poderia ganhar mais em outra função, mas decidi há 20 anos que preferia trabalhar por conta própria. Nunca me arrependi.” Lindi ressaltou a confiabilidade como traço decisivo. “Estou convencida de que ainda tenho trabalho porque entrego no prazo e sigo o briefing. O editor não quer ouvir sobre problemas pessoais, só precisa da história pronta. O freelancer precisa ser um resolvedor de problemas.” Mas nem tudo é técnica. Há armadilhas que comprometem a reputação e o futuro. Sarah lembrou que, em uma carreira internacional, não se deve esperar reconhecimento imediato. “Ganhar a confiança da sua fonte pode levar muito tempo. É preciso paciência.” Christian foi direto ao falar de finanças: “Não confunda retorno com lucro. Como freelancer, você precisa cuidar de saúde, aposentadoria e impostos. Isso não pode ser esquecido.” Já Lindi destacou o risco de aceitar trabalho em excesso e perder qualidade. “Se você falha com um editor, ele não usará você de novo. Reputação é tudo.” As perguntas do público ampliaram o debate. Sobre como precificar o trabalho, Lindi foi pragmática: “A mídia está sob forte pressão e paga cada vez menos. O risco é ceder e cobrar abaixo do valor real. É preciso resistir e não se subestimar.” Christian acrescentou que a negociação deve considerar também o volume. “Às vezes não consigo aumento, mas se um editor aceita comprar dez fotos em vez de duas, o ganho compensa.” A chegada da inteligência artificial também entrou na pauta. Christian disse que vê a ferramenta como aliada. “Uso para levantar nomes de empresas ou para revisar um texto e identificar pontos a melhorar. Como freelancer, muitas vezes não recebemos feedback, e a IA ajuda a suprir essa lacuna.” Mas se há algo que os três concordaram é que o segredo da continuidade está na capacidade de se manter visível. Lindi defendeu o uso disciplinado das redes. “Não é preciso postar todos os dias, mas mostrar que você está ativo gera confiança. Muitas vezes, o boca a boca abre portas.” Christian contou que até pequenos registros no Facebook de sua agência funcionam como vitrine. “Quando clientes veem que estou em campo, reconhecem que continuo ativo. Isso gera novos trabalhos.” Sarah destacou que criou um site para reunir seu portfólio e facilitar a apresentação a potenciais clientes. “É preciso se expor, seja online ou pessoalmente. Essas conexões fazem diferença.” Para Lindi, o real futuro do jornalismo freelancer está em acreditar que apesar da retração do mercado editorial, sempre haverá espaço. “Sempre será necessário alguém que vá a uma fazenda e conte a história em primeira mão. Há coisas que a inteligência artificial não pode substituir.” Sarah reforçou que a IFAJ, ao organizar eventos como este, cumpre papel central de apoiar freelancers, gerando conexões e compartilhando práticas. Christian encerrou lembrando que congressos e encontros internacionais continuam sendo um dos pilares para sustentar a rede global. “O mais importante é que possamos nos encontrar, compartilhar experiências e manter vivas as conexões que garantem trabalhos em diferentes partes do mundo.” Para eles, ser freelancer no jornalismo agro tem sido mais que uma ocupação, é uma escolha de vida. Exige disciplina, coragem, habilidade de se reinventar e a consciência de que reputação, rede e confiança valem tanto quanto qualquer contrato assinado. E que, apesar da retração do mercado editorial, sempre haverá espaço. “Sempre será necessário alguém que vá a uma fazenda e conte a história em primeira mão. Há coisas que a inteligência artificial não pode substituir”, disse Lindi. Sarah reforçou que a IFAJ, ao organizar eventos como este, cumpre papel central

Às vésperas da COP 30, workshop da Agrojor debate agricultura e os desafios climáticos com o prof. Cerri, da Esalq

Na próxima terça-feira, 09 de setembro, às 14h, a Rede Agrojor promove mais uma edição de seu Workshop, desta vez aberto a associados e não associados. O encontro, que conta com o apoio da Bayer, tem como tema: “Agricultura e o Desafio Climático”. O convidado é Carlos Eduardo Cerri, Professor Titular da ESALQ/USP (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”) e Diretor do CCARBON/USP (Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical). Com sólida trajetória acadêmica e científica, o prof. Cerri é referência internacional em mudanças climáticas e sustentabilidade. Graduado em Engenharia Agronômica pela ESALQ/USP (1997), mestre em Solos e Nutrição de Plantas (1999) e doutor em Ciência Ambiental pelo CENA/USP (2003), ele atua há mais de 25 anos em pesquisas sobre sequestro de carbono no solo, emissões de gases de efeito estufa e dinâmica da matéria orgânica em sistemas agropecuários. Sua atuação também abrange áreas estratégicas como modelagem matemática, mercado de créditos de carbono, aquecimento global e mudanças climáticas. Reconhecido pela relevância de seus estudos, Cerri figura entre os cinco brasileiros na lista da Agência Britânica Reuters que reúne os cientistas climáticos mais influentes do mundo. O Workshop “Agricultura e o Desafio Climático” objetiva promover reflexões práticas sobre o papel da agricultura diante do desafio climático e discutir como ciência, inovação e gestão contribuem para uma produção agropecuária mais sustentável e alinhada às demandas globais. A participação é gratuita e o encontro acontecerá via Zoom.

De pitch ao contracheque: fazendo o freelancer funcionar

No dia 4 de setembro, a IFAJ (Federação Internacional de Jornalista Agro) promove um workshop com  a presença de uma jornalista brasileira, a Sara Kirchhof, membro da Rede Agrojor.  O tema é instigante.  Está pensando em dar o salto para o trabalho de freelancer ou já está navegando nessa jornada? Participe desse webinar online da IFAJ sobre como construir uma carreira freelancer de sucesso no jornalismo agropecuário. O painel vai abordar as grandes questões: como saber se o freelancer é financeiramente viável? Quais traços de personalidade diferenciam os freelancers de sucesso? Quais armadilhas devem ser evitadas? E, mais importante, como garantir um fluxo constante de trabalho e renda? Quer esteja considerando atuar como freelancer em tempo integral, ou buscando aprimorar sua abordagem, esta roda de conversa internacional trará insights práticos e conselhos aplicados do mundo real. O webinar está sendo organizado pelo Comitê de Desenvolvimento Profissional da IFAJ. Clique aqui e se inscreva Confira quem são os participantes Anfitrião: Addy Rossi, Vice-Presidente da IFAJ Addy Rossi é jornalista argentino e vice-presidente da IFAJ. Com anos de experiência cobrindo agricultura e desenvolvimento rural em diversos meios, ele traz uma perspectiva global para a profissão. Addy será o anfitrião do painel, conduzindo a discussão sobre como construir uma carreira freelance de sucesso no jornalismo agropecuário. Convidados: Lindi Botha — Jornalista de Impressos, África do Sul Lindi Botha é jornalista agropecuária da África do Sul com ampla experiência em mídia impressa e em comunicações no setor agrícola. Como colaboradora e editora de várias publicações agropecuárias locais e internacionais, construiu sua carreira contando as histórias de agricultores, empresas do agronegócio e comunidades rurais. Com base em sua própria trajetória como freelancer, Lindi vai compartilhar percepções sobre as oportunidades e os desafios do trabalho independente em comunicação agropecuária. Christian Mühlhausen — Jornalista Agropecuário, Alemanha Christian Mühlhausen atua como repórter nacional e internacional há mais de duas décadas, tanto em texto quanto em imagens. Seu trabalho aparece principalmente em veículos de mídia agropecuária na Alemanha, mas também em outros países europeus, assim como em jornais diários regionais. O núcleo de seu trabalho é a agência de fotos Landpixel, fundada em 2005, que hoje reúne 200 mil imagens agropecuárias de todo o mundo, utilizadas por veículos nacionais e internacionais, agências, associações e empresas. O canal da Landpixel no YouTube tem 38.500 usuários. Ele estreou na IFAJ em 2011 na conferência em Guelph (CA) como “Young Leader” e desde então participa de todas as conferências. Christian também administra seu próprio negócio agropecuário e florestal. Sara Kirchhof— Jornalista de Broadcast, Brasil Correspondente internacional freelancer com formação em Comunicação Social, Sara tem experiência em televisão, rádio, assessoria de imprensa e eventos. Participou da cobertura da COP-26 na Escócia em 2021 e do Fórum Econômico Mundial de 2025 em Davos. Outras coberturas internacionais incluem a Royal Agricultural Winter Fair no Canadá, a World Dairy Expo nos Estados Unidos e países como Tailândia, Japão, Alemanha, Polônia, Portugal e Bélgica. Trabalhou como assessora de imprensa em diversas organizações e atua como repórter freelance em Hamburgo, Alemanha.

Diálogos Agrojor 2025 vem centrado na comunicação em transformação

A terceira edição do Diálogos Agrojor, promovida pela Rede Brasil de Jornalistas Agro vem com uma agenda de temas voltados aos dilemas e oportunidades da comunicação contemporânea. Em formato híbrido, o evento ocorre no dia 4 de outubro em São Paulo, no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA). “Chegamos à terceira edição com expectativas ainda maiores. O Diálogos Agrojor 2025 vai aprofundar discussões sobre temas decisivos para o presente e o futuro da comunicação”, diz Flavia Romanelli, diretora da Rede Agrojor e coordenadora do comitê executivo do evento. “Queremos que este encontro seja um marco, pela qualidade dos conteúdos e palestrantes, e sua capacidade de gerar conexões e desenhar os caminhos que a comunicação precisa trilhar.”   Os três temas escolhidos pelo comitê traduzem a urgência de repensar a forma como jornalistas e comunicadores se relacionam com suas audiências em um cenário marcado por excesso de informação, novas tecnologias e dinâmicas intensas nas redes sociais. O primeiro tema, Storytelling de Impacto: como engajar em tempos de saturação digital e onde está a nova audiência, vai discutir estratégias narrativas capazes de se destacar em meio à avalanche de conteúdos. O objetivo é identificar caminhos para conectar histórias relevantes a públicos que estão cada vez mais fragmentados e exigentes. Na sequência, o debate sobre Narrativas Imersivas: realidade aumentada e o Futuro do Conteúdo abre espaço para refletir sobre formatos que ampliam a experiência informativa e aproximam jornalistas, empresas e sociedade. A proposta é compreender como ferramentas digitais e interativas podem potencializar a credibilidade e a influência do jornalismo. No eixo Comunicação e reputação em tempos de redes sociais está um dos maiores desafios atuais: a construção e a preservação da confiança em ambientes virtuais marcados por velocidade, polarização e fake news. O diálogo entre especialistas tem por objetivo oferecer práticas e referenciais que ajudem a sustentar marcas pessoais e institucionais em meio a pressões constantes. A construção da série Diálogos Agrojor, em seu terceiro ano, é um projeto que pretende ocupar o território da reflexão sobre o atual jornalismo no calendário da comunicação brasileira. “A série Diálogos Agrojor tem se consolidado como um importante espaço de reflexão e integração entre jornalistas e comunicadores que atuam no agro e em outros setores estratégicos”, afirma Flávia. “Desde a primeira edição, o objetivo além da atualização profissional, é também inspirar pessoal para lidar com os grandes desafios da comunicação contemporânea e as transformações da profissão. Cada edição amplia nosso compromisso de aproximar a imprensa, o setor produtivo e a sociedade em torno de narrativas mais responsáveis, inovadoras e conectadas com o futuro da profissão.” O Diálogos Agrojor se consolida como um espaço que ultrapassa o debate técnico e se afirma como fórum estratégico para repensar a comunicação em tempos de rápidas mudanças sociais, econômicas e tecnológicas. Os dois anos de eventos realizados mostram essa estratégia da Rede Agrojor. “Em 2023, reunimos vozes de referência para discutir inteligência artificial, fake news e tendências da comunicação corporativa. Já em 2024, exploramos a força do jornalismo digital e de dados, trazendo cases práticos e experiências de grandes nomes do setor”, afirma Flávia. “Esse caminho mostra que conseguimos promover debates e fortalecer uma rede colaborativa e diversa de profissionais comprometidos em se qualificar.” As inscrições para o Diálogos Agrojor 2025 já estão abertas, reserve seu ingresso pelo link abaixo: https://www.sympla.com.br/evento/3-dialogos-agrojor/3017610

Congresso Mundial da IFAJ promete “desvendar o berço da humanidade” no Quênia

O Quênia convida os associados da Rede Agrojor (Rede Brasil de Jornalistas Agro) a participar do Congresso Mundial da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ ou, em inglês, International Federation of Agricultural Journalists), que terá como tema “Desvendando o Berço da Humanidade”.  O evento, que ocorrerá entre 14 e 18 de outubro, em Nairóbi, é um convite para mergulhar na história, cultura e agricultura de um país apontado como uma das origens da espécie humana (há cerca de 1,5 milhão de anos) e da própria agropecuária. “O Quênia é um berço da humanidade e também um dos lugares onde a agricultura começou. Queremos mostrar a cultura queniana e como ela se integra à indústria agrícola”, introduz Aghan Daniel, jornalista e organizador do evento no país. O Congresso Mundial da IFAJ é o encontro mais relevante para o jornalismo agrícola no mundo, reunindo anualmente profissionais e especialistas para intercâmbio de experiências, atualização de tendências e fortalecimento da colaboração global especializada sobre o agro.  Em 2025, são esperados entre 200 e 250 delegados internacionais na capital queniana, além de cerca de 100 representantes do governo local. Programação A programação inclui visitas técnicas e culturais em um raio de até 100 km da capital queniana, passando por propriedades que cultivam chá, café, macadâmia, banana, milho, feijão e uma grande variedade de hortaliças.  Os participantes também terão contato direto com empresas líderes no país na produção avícola, de caracóis comerciais, flores, larvas para nutrição, pecuária leiteira e outras culturas, bem como centros de referência em pesquisa e práticas inovadoras. A visitação também inclui visitas a pequenas propriedades para apresentar como agricultores locais enfrentam e superam os desafios da agropecuária em aspectos climáticos, tecnológicos, políticos e sociais. No pré e pós-congresso, será possível visitar o Parque Nacional de Nairóbi, fazer safáris, conhecer programas de conservação e, para os que estenderem a viagem, testemunhar a migração dos gnus no Maasai Mara, considerada a “nona maravilha do mundo”. Inscrições As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas a membros da Agrojor no Brasil e/ou associações nacionais filiadas à IFAJ, que terão acesso a todas as atividades do congresso. Mais informações podem ser obtidas pelo site: https://ifaj2025.meshascience.org/. O valor da inscrição é de US$ 700. A hospedagem varia entre US$ 50 e US$ 140 por dia, dependendo da categoria, com opções que vão de hostels a hotéis cinco estrelas.  O visto eletrônico (e-visa) pode ser solicitado online e costuma ser emitido em menos de 30 minutos após o registro. Voz do Quênia A Rede Agrojor entrevistou Aghan Daniel durante o Executive Meeting da IFAJ, realizado em março deste ano na África do Sul. Confira a entrevista com o representante queniano na IFAJ. Agrojor – O que você pretendem oferecer aos participantes do Congresso? Aghan Daniel – O Quênia é um dos berços da humanidade, onde a agricultura começou. Queremos mostrar a cultura queniana e como ela se integra à indústria agrícola.  Vamos destacar como os pequenos agricultores, que formam a maioria no país, lidam com o clima, a agricultura dependente de chuvas e a falta de subsídios, alcançando sucesso na produção global. Também vamos apresentar o papel da pesquisa e da horticultura local, entre muitos outros aspectos da nossa cultura, sociedade e história. Agrojor – Que culturas os participantes poderão conhecer? Aghan Daniel – Mostraremos grande variedade de culturas agrícolas in loco como, por exemplo, chá, café, macadâmia, banana, milho, feijão e uma grande variedade de vegetais. Também teremos visitas a propriedades dedicadas à pecuária, bem como instituições e centros de pesquisa. Agrojor – Quantos participantes são esperados? Aghan Daniel – Entre 300 e 350, somando delegados internacionais e representantes do governo queniano. Agrojor – O que está previsto para o pré e pós-congresso? Aghan Daniel – Safáris e visitas de conservação em Nairóbi, além da possibilidade de ver a migração de gnus no Maasai Mara. Agrojor – E quanto à segurança e vistos? Aghan Daniel – O governo garante segurança máxima. O local é seguro e próximo ao centro de Nairóbi. O visto eletrônico é simples e rápido. Agrojor – Qual o custo total estimado? Aghan Daniel – US$ 700 para o congresso, com hospedagem a partir de US$ 50/dia. Agrojor – Os interessados brasileiros podem entrar em contato para tirar eventuais dúvidas? Aghan Daniel – Sim, estamos à disposição para explicar todos os detalhes e expectativas.

Jornalista da Rede Agrojor vai ao Quênia para o Congresso da Mundial da IFAJ

A jornalista Luíza Cardoso Costa, associada da Rede Agrojor e editora executiva do Canal Rural, vai participar do Congresso Mundial da IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas), que será realizado entre os dias 15 a 18 de outubro em Nairóbi, no Quênia. A Rede Agrojor recebeu nesta quarta-feira (6), o comunicado da executiva internacional.  “Estou muito animada com essa oportunidade. Vai ser uma experiência única para trocar vivências, aprender com outros colegas e trazer uma bagagem nova de conhecimentos para o Brasil”, disse Luíza à Rede Agrojor. Luíza ingressou na Rede Agrojor e maio deste ano e já terá uma missão internacional pela frente. Esta será sua primeira experiência em um evento fora do país. O congresso global é uma oportunidade de formação, troca de experiências e imersão global em pautas como sustentabilidade, segurança alimentar, agricultura regenerativa, diversidade e o futuro da comunicação rural. Desde 1958, o Congresso Mundial da IFAJ reúne jornalistas, comunicadores e lideranças do agro para trocar experiências, debater inovações e fortalecer a conexão entre mídia e agricultura. Em Nairóbi, o foco será mostrar como o Quênia une tecnologia, tradição e sustentabilidade no campo, tudo isso em um cenário que também oferece experiências culturais e naturais, como o Parque Nacional de Nairóbi e o Maasai Mara. A seleção para participar do evento da IFAJ contou com a inscrição de jornalistas de diferentes países. Luíza se inscreveu e foi selecionada para integrar um grupo diverso de profissionais que atuam em diferentes realidades da comunicação agropecuária ao redor do mundo. O evento deste ano promete mergulhar em temas cruciais como  agricultura climaticamente inteligente, segurança alimentar e nutricional, inclusão de jovens e mulheres no agro, tecnologia e inovação no campo e políticas públicas e governança agrícola Além das discussões técnicas, os participantes terão a oportunidade de visitar centros de pesquisa, vivenciar a produção local e conhecer um pouco sobre o país anfitrião. A participação de Luíza mostra uma nova nova geração do jornalismo agro, que busca inovar na forma de contar histórias e ampliar o olhar para as transformações globais que impactam diretamente o setor rural. A Rede Agrojor parabeniza Luíza pela conquista e se orgulha de ter uma associada tão jovem e talentosa representando o Brasil neste evento de grande relevância internacional.

Workshop da Agrojor reforça o papel do planejamento no sucesso da comunicação

Na próxima terça-feira, 12 de agosto, às 10h, a Rede Agrojor promove seu 15º Workshop exclusivo para associados, com o tema:“Ganhar dinheiro com o jornalismo agro não é pecado, mas exige processo.” O encontro terá como convidado Julio Freitas, Diretor Executivo da Fluxe, consultech voltada à transformação de empresas de todos os portes por meio da implementação de Centros de Excelência Operacional e uso estratégico de IA, áreas cada vez mais conectadas aos desafios enfrentados pelo jornalismo. Com mais de 30 anos de experiência prática, Julio também é cofundador da Fluxe School e professor titular da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), além de atuar como professor convidado em instituições, como a FIPECAFI. Sua experiência une prática empresarial e formação acadêmica, com foco em gestão estratégica, compliance, design e inteligência artificial aplicada à comunicação e negócios. O workshop tem como objetivo abordar reflexões práticas sobre a importância dos processos para ajudar jornalistas e produtores de conteúdo do agro a manterem seus projetos ativos, organizados e financeiramente sustentáveis. A proposta é provocar uma discussão positiva e realista sobre a monetização no jornalismo agro, sem perder de vista a qualidade, o propósito e a governança do trabalho. A participação é gratuita e o link de acesso será enviado diretamente aos associados por e-mail.

Coloque na agenda: Diálogos Agrojor 2025 tem data marcada

A terceira edição do Diálogos Agrojor acontece no dia 4 de outubro de 2025, no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo. O evento será realizado em formato híbrido e é voltado a associados da Rede Agrojor, além de profissionais e estudantes interessados no jornalismo e na comunicação do agronegócio. Com foco em temas atuais e de impacto, o Diálogos Agrojor tem se consolidado como um espaço relevante de discussão para quem atua ou acompanha a evolução da comunicação agro. Temas destaque na programação: Além das palestras, o evento contará com debates entre especialistas e profissionais do setor, promovendo a troca de experiências e a construção coletiva de conhecimento. A expectativa é reunir cerca de 250 participantes, entre jornalistas, estudantes e integrantes da Rede Agrojor, em um ambiente colaborativo e voltado à qualificação profissional. Em breve, divulgaremos a programação completa e as informações sobre inscrições. Acompanhe os canais oficiais da Rede Agrojor para não perder nenhuma atualização. Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui, associe-se e faça parte desse time de jornalistas agro

A comunicação corporativa na visão de Eduardo Ribeiro e Felipe Fonseca

Na era das narrativas que conectam, o jornalista assume cada vez mais um papel estratégico dentro das organizações. Essa foi a tônica do workshop “Narrativas que Conectam: o papel do jornalista na comunicação corporativa”, promovido pela Rede Agrojor na segunda semana de junho, que reuniu dois grandes nomes do setor: Eduardo Ribeiro, diretor da Mega Brasil Comunicação e idealizador do Anuário da Comunicação Corporativa, e Felipe Fonseca, gerente de Comunicação Externa Global da Cargill. O evento da Rede Agrojor reforça o compromisso da entidade em promover discussões atuais e qualificadas sobre o presente e o futuro da comunicação no setor agropecuário. No workshop, os convidados falaram sobre os caminhos da comunicação institucional, os dilemas da relação entre os jornalistas que trabalham na comunicação corporativa e dos veículos de comunicação e o uso estratégico de tecnologias como a inteligência artificial.  Ribeiro destacou o crescimento expressivo do setor desde o surgimento da internet, lembrando que há duas décadas a comunicação corporativa ainda era focada basicamente na assessoria de imprensa. “Hoje, são mais de 1.100 agências formalmente registradas. O faturamento do setor chegou a R$ 5,3 bilhões em 2024 e 55% desta receita ainda vem da assessoria”, disse ele. Esse crescimento, no entanto, também trouxe novos desafios. Segundo Ribeiro, o atual modelo de distribuição de releases é insustentável. “Recebo 800 e-mails por dia, dos quais 95% vão para o lixo. A tecnologia vai mudar isso rapidamente. Mapear jornalistas com IA é fácil, mas o desafio está nas agências: é preciso qualidade e direcionamento, não volume.” Fonseca contou como a Cargill trabalha na sua comunicação corporativa. Segundo ele, a empresa atua com uma abordagem integrada, buscando coerência entre as áreas e público. “Falamos a mesma linguagem, seja em nutrição animal, em alimentos ou no setor agrícola. Nosso papel como jornalistas é conectar os setores com clareza e responsabilidade.” Sobre o relacionamento entre empresas, jornalistas e agências, ambos defenderam o fortalecimento das conexões humanas como diferencial em meio à avalanche de informação. “Se eu tenho um bom relacionamento com o jornalista, meu e-mail não vai se perder. Mensuração de resultado e relacionamento interpessoal caminham juntos”, disse Fonseca.  O conceito de “eugência”, as consideradas agências pequenas, muitas vezes tocadas por um ou dois profissionais, para Ribeiro é um movimento legítimo e cada vez mais presente no agro que, segundo ele, ainda é uma fronteira a ser explorada pela comunicação. As pequenas agências têm espaço para crescer e se profissionalizar.  “O agro sempre foi avesso à comunicação, mas isso vem mudando. Ainda tem muito espaço para crescer, inclusive em termos de investimento”,disse ele. O workshop trouxe ainda uma reflexão sobre o papel da inteligência humana frente às novas tecnologias. Para Ribeiro, o futuro da comunicação exige a combinação da expertise jornalística com o uso da Inteligência Artificial. “O trabalho das assessorias precisa evoluir. O desafio não está nas redações, que seguem sendo seletivas, mas na forma como as agências se posicionam e atuam.” Os workshops da Rede Agrojor ocorrem mensalmente e são exclusivos para os seus associados. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor clique aqui e associe-se.

Workshop Rede Agrojor discute os desafios e as transformações da comunicação corporativa

A comunicação corporativa vive um momento desafiador. As empresas estão no centro de discussões sobre transparência, responsabilidade social, ESG, além de precisar lidar com as rápidas transformações tecnológicas e com um cenário de crescente polarização social. Nesse cenário, entender o papel do jornalista na construção de narrativas faz toda a diferença. O próximo Workshop da Rede Agrojor, acontece no dia 10 de junho (terça-feira), às 10h, em formato online, pela plataforma Zoom. O encontro é exclusivo para os associados da Rede Agrojor e traz como tema: “Narrativas que conectam o papel do jornalista na comunicação corporativa”. O bate papo reúne profissionais de peso na comunicação empresarial: 📌 Por que participar? O workshop é uma oportunidade para entender:– Como as narrativas corporativas estão mudando.– Quais são os desafios atuais para jornalistas que atuam em empresas, agências e assessorias.– O impacto da comunicação na reputação, no posicionamento e até nos negócios das organizações.– Como a comunicação corporativa se tornou uma atividade transversal, que exige visão estratégica, capacidade multidimensional e atuação constante na gestão da reputação. Não fique de fora de uma conversa essencial para quem vive ou quer entender dos bastidores da comunicação no agronegócio e no mundo corporativo. O link de acesso será enviado diretamente aos associados por e-mail. Se você ainda não faz parte da Rede Agror? Clic aqui e associe-se para fazer parte desse time de jornalistas agro.

Saiba o que pensam Cassiano Ribeiro, da Globo Rural, e Luiz Fernando Sá, da AgFeed, sobre as mídias atuais

Em um tempo no qual a informação corre cada vez mais rápido pelas várias plataformas de mídia e comunicação, o jornalismo precisa ir em busca de como os profissionais do meio se relacionam nesse ambiente. “Hoje, qualquer jornalista pode ser um veículo. Somos empresários de nós mesmos”, afirma Luiz Fernando Sá, sócio e diretor editorial do AgFeed, um projeto independente de agrojornalismo que está completando dois anos. Mas existem outros desafios. Além de ser mais rápido, o jornalismo precisa gerar conexão. A aproximação do campo com a cidade é uma das demandas do setor, e a comunicação das notícias faz parte desse pacote. “O que acontece está no interior. Temos muita oportunidade para quem está lá gerar conteúdo para quem não está. E as feiras são uma grande oportunidade para isso”, diz Cassiano Ribeiro, editor executivo do Valor Econômico e head da Globo Rural, uma das plataformas mais tradicionais de comunicação do agro, que há cerca de dois anos vêm promovendo mudanças em seu hub de comunicação no agro. Luiz Fernando e Cassiano são jornalistas associados à Rede Agrojor. Eles foram os convidados do mês de maio para a série de workshops realizados pela entidade. O objetivo é trocar informações sobre o que ocorre no jornalismo agro. Na semana passada, o tema foi “Jornalismo em Movimento: Como as mudanças estão transformando as mídias”. A dupla trouxe diversas reflexões e compartilhou os desafios que têm enfrentado em suas áreas de atuação. Cassiano conta que um dos principais desafios na integração entre as equipes da Globo Rural e do Valor Econômico foi justamente otimizar processos e evitar retrabalho. Segundo ele, não fazia mais sentido ter repórteres do mesmo grupo, no mesmo prédio, produzindo pautas iguais para veículos diferentes. “Era como trocar o pneu de dois carros andando, mas foi essencial para fortalecer a cobertura do agro em múltiplos canais”, destacou ele. Luiz Fernando conta como vem moldando uma plataforma com a proposta de ser um canal de economia e negócios, além da formação de uma equipe enxuta e afinada. Para ele, o momento para quem lida com jornalismo atualmente exige o domínio do conteúdo e também uma visão de negócio e estratégia de distribuição dessa notícia.  “A mídia percebeu que há um esgotamento em outros segmentos da economia e olham para o agro como essa nova fronteira”, afirma Luiz Fernando. Um dos pontos de debate foi a construção da própria carreira. Para eles, o jornalista hoje não é somente um contador de histórias e isso se aplica aos jornalistas de equipe de empresas de comunicação de qualquer tamanho e também para aqueles com projetos independentes.  A facilidade de criar veículos, explorar nichos e se comunicar diretamente com o público nunca foi tão acessível e, ao mesmo tempo, tão desafiador. A mudança de olhar da grande mídia sobre o agronegócio tem contribuído para essa diversidade. Embora o setor ainda seja tratado como um nicho, ele tem ganhado um espaço de protagonismo mais robusto pela sua relevância econômica cada vez maior e pela demanda crescente por informações de qualidade. “A grande imprensa tem olhado mais para o agro. Hoje você vê interesse e profundidade”, afirma Cassiano. O workshop também trouxe um alerta sobre os jovens profissionais que estão chegando ao mercado. Apesar de uma boa formação acadêmica, muitos enfrentam o desafio de manter o foco em um ambiente de demandas e informações muito específicas e profundas sobre as cadeias do setor. “Eles vêm com pós, mestrado, doutorado, falam vários idiomas, mas existe uma dificuldade de foco, porque fazem muitas coisas ao mesmo tempo”, diz Cassiano. O workshop é uma oportunidade de atualizar conhecimentos, trocar experiências e refletir sobre as mudanças que impactam o cotidiano do setor. A Rede Agrojor promove esses encontros com o objetivo de fortalecer a comunidade de jornalistas, ampliando e qualificando os profissionais em todo o país. Você ainda não faz parte comunidade Rede Agror? Clique aqui e entre para esse time de jornalistas agro.

Salve a data: Rede Agrojor realiza nesta terça workshop sobre mídias em transformação

Nesta terça-feira, 20 de maio, a  Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) promove o workshop “Jornalismo em Movimento: Como as mudanças estão transformando as mídias”. A ideia é debater os impactos das transformações tecnológicas, de linguagem e de modelo de negócios na cobertura jornalística do agronegócio. Participam do debate dois profissionais com atuação destacada no jornalismo do setor: Cassiano Ribeiro, editor executivo da Globo Rural e do Valor Econômico, além de comentarista na rádio CBN, e Luiz Fernando Sá, diretor editorial e sócio da plataforma AgFeed, voltada  à cobertura de negócios, finanças e inovação no agro. Entre os temas que serão abordados estão o processo de digitalização de veículos tradicionais, como a Globo Rural, a busca por novos formatos de conteúdo e a ampliação da presença em canais digitais. Também estarão em pauta o surgimento de projetos de comunicação especializados, como o AgFeed, e os desafios de produzir jornalismo em um setor com demandas técnicas, econômicas e ambientais crescentes. Cassiano começou no agro em 2006, em assessoria de imprensa. Mas ficou pouco tempo na função. Em fevereiro de 2008 já era editor, apresentador e consultor de mercado na AgRural. De lá, em 2010, se transferiu  para a Gazeta do Povo. Em 2015 foi para a Globo Rural onde, entre outras funções, passou a responder por projetos especiais, como o  Caminhos da Safra, Rios do Agro e Tecnologia no Campo. Desde maio de 2023 é o editor executivo da GR e Valor Econômico, ambas pertencentes ao Grupo Globo, que  unificaram suas operações de cobertura agropecuária em um hub editorial conjunto. Luiz Fernando Sá, ou Lula, como é chamado entre os colegas de profissão, permaneceu por quase 17 anos,  a partir do ano 2000, na Editora Três. Foi redator-chefe, diretor de núcleo – época em que criou a revista Istoé Dinheiro Rural – e depois diretor adjunto de todas as publicações da editora e de mídias sociais e projetos. Em 2016 criou o projeto da revista Plant Project, em parceria com a Datagro, foi consultor e desde 2023 lidera a plataforma AgFeed. O encontro será realizado de forma online e exclusivo para associados da Rede. A moderação será conduzida por Vera Ondei, presidente da entidade e editora de agro da Forbes Brasil. “Estamos no nosso 12º workshop, desde que criamos a Rede Agrojor”, diz Vera Ondei. “Nossos encontros se tornaram um espaço para discutirmos as transformações na mídia, para aperfeiçoarmos nossas abordagens e compreendermos melhor o cenário de comunicação do setor”. O workshop integra a agenda de capacitação e troca de experiências entre jornalistas que atuam na cobertura do agronegócio em diferentes regiões do país, um projeto da RedeAgror. Ele será transmitido ao vivo pelo canal exclusivo da Rede Agrojor, à partir das 10 horas, e também ficará disponível no site da entidade. Você ainda não é associado à Rede Agrojor. Clique aqui e faça parte desta comunidade.

Fique de olho: IFAJ divulga seu calendário 2025

A IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agro) anunciou sua agenda anual de eventos, entre eles prêmios, congressos e workshops para 2025. A entidade está presente em cerca de 50 países, por meio de entidades nacionais, como é o caso da Rede Brasil de Jornalistas Agro. A foto que abre esta reportagem é um exemplo. Uma turma de master class se juntou aos seus colegas do programa Young Leaders em um Boot Camp, que combinou trabalho de campo e workshops. Os jornalistas entrevistam o produtor de laticínios de Minnesota (EUA), Kevin Keiffer. Confira a programação geral e acompanhe aqui no site da Rede Agrojor as atualizações de cada um dos eventos: Star Prize: o “Oscar” do agrojornalismo O Prêmio Star Prize manterá o formato estabelecido em 2024, com cinco categorias temáticas e cinco formatos de premiação. As inscrições abrirão em 1º de abril, quando serão divulgados todos os detalhes, e serão aceitas até 15 de junho. Os vencedores serão anunciados durante o Congresso Mundial da IFAJ, em Nairóbi, e receberão prêmios em dinheiro. Essa premiação destaca e valoriza o trabalho dos jornalistas agrícolas, incentivando a produção de conteúdo de alta qualidade. Convites para coberturas internacionais A IFAJ confirmou a participação de até 15 jornalistas no ISF World Seed Congress, que ocorrerá em Istambul de 19 a 21 de maio. O evento cobrirá despesas de registro, hotel e voos dos selecionados. A programação incluirá conferências de imprensa, espaços de mídia, workshops e um tour opcional para Antália entre os dias 22 e 23 de maio. Este congresso oferecerá uma visão abrangente sobre as tendências globais na indústria de sementes. Outro evento parceiro da IFAJ é a Cúpula Mundial do Leite 2025, que ocorrerá pela primeira vez na América do Sul, entre 20 e 23 de outubro no Chile. A Federação Internacional de Laticínios (IDF) convidará membros das associações de jornalistas reconhecidas pela IFAJ, como a Rede Agrojor, para cobertura da cúpula e fortalecer a disseminação de informações sobre o setor leiteiro global. A colaboração visa promover debates sobre inovação, produção sustentável e comércio internacional de laticínios, além de possibilitar a participação ativa de jornalistas especializados na cobertura do evento. Young Leaders: um mergulho no agro profundo No campo da formação de novos talentos, o programa Alltech Young Leaders celebrará seu 20º aniversário em 2025. O Boot Camp do programa ocorrerá em Nairóbi, reunindo até dez jovens jornalistas agrícolas de diferentes países. As inscrições começarão em abril, com data limite em 6 de junho. Os selecionados terão todos os custos cobertos para participação no Congresso Mundial da IFAJ no Quênia. Essa iniciativa tem por objetivo desenvolver habilidades e ampliar o conhecimento dos futuros líderes da comunicação no agronegócio. “Queremos aproximar os jovens da entidade e formar líderes globais no campo do jornalismo especializado. O Young Leaders é uma das principais iniciativas da IFAJ neste sentido. Motive os jovens de sua associação a se inscrever! É uma grande experiência”, disse Steve Werblow, presidente da IFAJ. Desenvolvimento profissional em dia No âmbito do desenvolvimento profissional, a IFAJ, em parceria com a Syngenta, oferecerá uma série de webinars para capacitação de jornalistas especializados. Entre os temas confirmados estão “Princípios e Principais” (abril), “Relatos agrícolas da linha de frente” (maio) e “Artifício ou Inteligência? IA na agricultura” (junho). Essas sessões virtuais procuram proporcionar insights sobre tendências emergentes e melhores práticas no setor. Outra oportunidade importante no campo educacional será o curso promovido em parceria com a Universidade de Illinois (EUA). O programa oferecerá treinamento avançado para jornalistas agrícolas sobre comunicação científica, abordando temas como inovação no agronegócio, impactos climáticos e novas tecnologias. Detalhes sobre inscrições e datas serão divulgados nos próximos meses.

IFAJ confirma Brasil como sede do Executive Meeting 2026

A Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ) confirmou o Brasil como sede do Executive Meeting de 2026, durante o encontro que está sendo realizado, nesta semana, em Letsitele, na África do Sul. O evento no Brasil ocorrerá entre março e abril e reunirá cerca de 50 jornalistas especializados em agronegócio, vindos de países membros da entidade. “Estamos realmente animados que o Brasil se ofereceu para sediar a próxima reunião executiva da IFAJ. É um país com um setor agrícola forte, uma ótima agricultura e pecuária, e tantos conceitos construídos, muita energia e super ideias”, disse Steve Werblow, presidente da IFAJ. “Acho que será inspirador e voltaremos para casa com histórias, voltaremos com muita inspiração de uma ótima reunião.” Esse tipo de reunião – como o Brasil vai sediar – e que no país africano começou na segunda-feira (17) e vai até a sexta-feira (21), visa discutir e aprovar os próximos passos da IFAJ, além de apresentar aos profissionais a agropecuária do país anfitrião e estreitar relacionamento entre colegas de várias partes do mundo. O Brasil já possui histórico de participação ativa na IFAJ e será, mais uma vez, palco de um encontro internacional relevante. Em 2019, o país recebeu uma delegação da entidade para um press tour composto por jornalistas de vários países, entre eles Canadá, Estados Unidos, Finlândia e Argentina. Foi a partir desse evento que um grupo de 11 jornalistas do Brasil iniciou o processo da criação da Rede Agrojor como uma entidade formal. A realização do Executive Meeting no país reforça sua importância no cenário do jornalismo agrícola e atende o interesse dos profissionais estrangeiros sobre a atividade no Brasil, proporcionando a oportunidade de conhecer de perto o trabalho de todos os elos do agronegócio nacional. “A confirmação do Brasil como sede do próximo Executive Meeting é a demonstração do interesse que o agronegócio brasileiro desperta mundo afora, uma grande oportunidade de apresentarmos a realidade sobre a atividade no Brasil e também uma demonstração de confiança em nossa rede”, disse Daniel Azevedo Duarte, que representou a Rede Agrojor. Segundo ele, a entidade terá um desafio motivante nos próximos meses para organizar todos os detalhes do Executive Meeting, desde logística, locais (fazendas, agroindústria, unidades de pesquisa) e outros aspectos, a fim de manter o alto nível dos tradicionais eventos da IFAJ. Além do Executive Meeting, a IFAJ confirmou um cronograma extenso de congressos e encontros executivos. O próximo Congresso Mundial da IFAJ – principal evento da entidade internacional – ocorrerá no Quênia, em outubro de 2025. Os anos seguintes contarão com conferências na Croácia (2026), África do Sul (2027), Argentina (2028), Reino Unido (2029) e México (2030). O Brasil planeja sediar também um Congresso Mundial da IFAJ entre os anos de 2031 e 2032, consolidando sua posição no circuito internacional do jornalismo agrícola. O Executive Meeting é um grande passo para isso.

Inscrições abertas para a oficina “Inteligência Artificial Aplicada ao Jornalismo Agro”

A Rede AgroJor está com inscrições abertas para suas oficinas voltadas à capacitação de jornalistas do setor agropecuário. O tema de estreia é “Inteligência Artificial Aplicada ao Jornalismo Agro”, com aulas nos dias 3, 10, 17 e 21 de abril, das 10h30 às 12h. A oficina tem como objetivo mostrar como as ferramentas de Inteligência Artificial podem otimizar pesquisa, produção e distribuição de conteúdo especializado, proporcionando mais eficiência no trabalho dos profissionais da área. O que será abordado em cada aula? A programação está dividida em quatro aulas, cada uma abordando um aspecto essencial da aplicação da IA no jornalismo agropecuário: Aula 1 – Inteligência Artificial no Jornalismo Agro: Ferramentas e Estratégias Os participantes terão uma introdução ao uso de modelos de IA, como o ChatGPT, e aprenderão a configurar prompts avançados para otimizar a produção de conteúdo agropecuário. O foco será em entender o funcionamento dessas tecnologias para produzir materiais com maior rapidez e qualidade. Aula 2 – Curadoria de Conteúdo e Identificação de Tendências no Agronegócio A segunda aula ensinará como utilizar a IA para monitorar tendências, analisar redes sociais e identificar temas relevantes para o setor agropecuário. Além disso, os participantes aprenderão a criar roteiros e scripts automatizados, reduzindo significativamente o tempo gasto nessas tarefas. Aula 3 – Criando Robôs no ChatGPT para Automatizar o Trabalho Jornalístico Agro Aqui, os jornalistas irão aprofundar seus conhecimentos em automatização de processos jornalísticos. Serão ensinadas técnicas para a criação de robôs que sugerem pautas, transcrevem entrevistas e automatizam boletins agropecuários, tornando o trabalho mais ágil e produtivo. Aula 4 – Como Criar Novas Fontes de Lucro no Jornalismo Agro com IA O encerramento da oficina abordará as oportunidades de mercado para jornalistas que dominam IA. A aula trará insights sobre novas formas de rentabilizar o conhecimento jornalístico, inovar sem perder a essência e se destacar em um cenário profissional cada vez mais competitivo e tecnológico. Inscrições e valores As inscrições são gratuitas para associados da Rede AgroJor. Para não associados, o investimento para participar da oficina é de R$ 600 (com acesso apenas às aulas online). Os interessados podem se inscrever por meio do formulário disponível, clicando aqui: INSCRIÇÃO Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui, se associe e venha explorar o futuro do jornalismo agro.

Rede Agrojor está na África do Sul a convite da IFAJ

O diretor de Relações Internacionais da Rede Agrojor, Daniel Azevedo Duarte, está na África do Sul, com a missão de trazer aprendizados para a realização do Executive Meeting da International Federation of Agricultural Journalists (IFAJ) no Brasil, em março de 2026.  A realização do evento é apoiada pelo presidium da associação internacional e aguarda confirmação formal, que deve ser obtida durante a estadia na África do Sul, por ocasião da edição deste ano do mesmo encontro da executiva que começa hoje (17) e vai até a sexta-feira (21).  A visita é financiada pelos apoiadores da IFAJ e permitirá a produção de conteúdos jornalísticos a partir da investigação in loco de uma das principais potências agropecuárias do continente.  A África, berço da humanidade, vive uma transformação econômica e demográfica acelerada. Com uma população de 1,5 bilhão de habitantes e previsão de alcançar 2,5 bilhões até 2050, o continente terá a maior taxa de crescimento populacional do planeta.  Esse avanço trará uma demanda crescente por alimentos, impulsionando produção local e as importações, que já somam cerca de US$ 100 bilhões anuais, um aumento de 85% em relação a 2010. Parceiro bilionário  O Brasil desponta como o principal fornecedor de alimentos para os 54 países africanos, superando até mesmo a África do Sul, potência agrícola regional e integrante dos Brics. Se o crescimento do mercado acompanhar a expansão populacional, as importações agropecuárias africanas poderão alcançar US$ 166 bilhões até 2050, impulsionadas também pelo aumento do poder de compra per capita. A África do Sul tem um papel central nesse cenário. Com uma extensão territorial duas vezes maior que a França, o país tem no agronegócio um dos pilares de sua economia.  Em 2023, as exportações agropecuárias sul-africanas atingiram um recorde de US$ 21,5 bilhões, sendo 38% destinadas ao próprio continente.  O país é um grande fornecedor de milho, frutas, açúcar e carnes, atendendo mercados vizinhos como Namíbia, Botsuana, Moçambique e Zimbábue. O Brasil, por sua vez, exportou cerca de US$ 12 bilhões em produtos agropecuários para a África em 2024, com destaque para açúcar, milho, carnes de aves e bovina, além de soja, café e algodão.  Já a relação comercial entre Brasil e África do Sul também é significativa, mas registrou uma leve queda em 2024, com exportações brasileiras totalizando US$ 1,37 bilhão e importações de US$ 657 milhões. O Brasil se destaca na exportação de carnes e açúcar para a África do Sul, enquanto os sul-africanos vendem ao Brasil frutas cítricas, vinhos e produtos processados. Com o crescimento populacional e a necessidade de garantir a segurança alimentar, Brasil e África do Sul seguirão como protagonistas no abastecimento do continente africano. Contatos na África A viagem da Rede Agrojor à África do Sul também visa fortalecer o relacionamento entre jornalistas agropecuários brasileiros e africanos, ampliando o intercâmbio de informações e oportunidades de colaboração.  O contato direto com profissionais locais permitirá fortalecer a rede internacional de jornalistas especializados, facilitando a troca de experiências e a cobertura conjunta de temas relevantes para o agro global. Além disso, a presença de Daniel no país pode impulsionar parcerias entre veículos de comunicação, gerando potenciais oportunidades aos membros da Rede Agrojor.  Isso também abre portas para missões de jornalistas africanos ao Brasil, ampliando o fluxo de informações entre os mercados agropecuários dos dois países, por exemplo para o Executive Meeting, previsto para o Brasil em março de 2026.