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Rede Agrojor está na África do Sul a convite da IFAJ

O diretor de Relações Internacionais da Rede Agrojor, Daniel Azevedo Duarte, está na África do Sul, com a missão de trazer aprendizados para a realização do Executive Meeting da International Federation of Agricultural Journalists (IFAJ) no Brasil, em março de 2026.  A realização do evento é apoiada pelo presidium da associação internacional e aguarda confirmação formal, que deve ser obtida durante a estadia na África do Sul, por ocasião da edição deste ano do mesmo encontro da executiva que começa hoje (17) e vai até a sexta-feira (21).  A visita é financiada pelos apoiadores da IFAJ e permitirá a produção de conteúdos jornalísticos a partir da investigação in loco de uma das principais potências agropecuárias do continente.  A África, berço da humanidade, vive uma transformação econômica e demográfica acelerada. Com uma população de 1,5 bilhão de habitantes e previsão de alcançar 2,5 bilhões até 2050, o continente terá a maior taxa de crescimento populacional do planeta.  Esse avanço trará uma demanda crescente por alimentos, impulsionando produção local e as importações, que já somam cerca de US$ 100 bilhões anuais, um aumento de 85% em relação a 2010. Parceiro bilionário  O Brasil desponta como o principal fornecedor de alimentos para os 54 países africanos, superando até mesmo a África do Sul, potência agrícola regional e integrante dos Brics. Se o crescimento do mercado acompanhar a expansão populacional, as importações agropecuárias africanas poderão alcançar US$ 166 bilhões até 2050, impulsionadas também pelo aumento do poder de compra per capita. A África do Sul tem um papel central nesse cenário. Com uma extensão territorial duas vezes maior que a França, o país tem no agronegócio um dos pilares de sua economia.  Em 2023, as exportações agropecuárias sul-africanas atingiram um recorde de US$ 21,5 bilhões, sendo 38% destinadas ao próprio continente.  O país é um grande fornecedor de milho, frutas, açúcar e carnes, atendendo mercados vizinhos como Namíbia, Botsuana, Moçambique e Zimbábue. O Brasil, por sua vez, exportou cerca de US$ 12 bilhões em produtos agropecuários para a África em 2024, com destaque para açúcar, milho, carnes de aves e bovina, além de soja, café e algodão.  Já a relação comercial entre Brasil e África do Sul também é significativa, mas registrou uma leve queda em 2024, com exportações brasileiras totalizando US$ 1,37 bilhão e importações de US$ 657 milhões. O Brasil se destaca na exportação de carnes e açúcar para a África do Sul, enquanto os sul-africanos vendem ao Brasil frutas cítricas, vinhos e produtos processados. Com o crescimento populacional e a necessidade de garantir a segurança alimentar, Brasil e África do Sul seguirão como protagonistas no abastecimento do continente africano. Contatos na África A viagem da Rede Agrojor à África do Sul também visa fortalecer o relacionamento entre jornalistas agropecuários brasileiros e africanos, ampliando o intercâmbio de informações e oportunidades de colaboração.  O contato direto com profissionais locais permitirá fortalecer a rede internacional de jornalistas especializados, facilitando a troca de experiências e a cobertura conjunta de temas relevantes para o agro global. Além disso, a presença de Daniel no país pode impulsionar parcerias entre veículos de comunicação, gerando potenciais oportunidades aos membros da Rede Agrojor.  Isso também abre portas para missões de jornalistas africanos ao Brasil, ampliando o fluxo de informações entre os mercados agropecuários dos dois países, por exemplo para o Executive Meeting, previsto para o Brasil em março de 2026.

Oficinas da Rede Agrojor: confira essa novidade para o agrojornalismo

A inteligência artificial (IA) está transformando o modelo do que é “fazer jornalismo” nos dias atuais e no setor do agronegócio não é diferente. Com esse foco, a Rede Agrojor está iniciando mais um projeto: suas oficinas dedicadas aos cerca de 100 jornalistas associados para que se aprofundem em temas diversos em suas áreas de atuação, por meio de novos conhecimentos e de ferramentas práticas. O tema de estreia das oficinas “Inteligência Artificial Aplicada ao Jornalismo Agro”, será em abril, nos dias 3, 10, 17 e 21, das 10h30 às 12h. A escolha do tema nasceu da demanda dos membros da Rede Agrojor, após a realização do workshop “A Inteligência Artificial aplicada ao jornalismo: o que saber para começar”, realizado em  13 de novembro. A convidada foi Ana Tex, que agora volta para ministrar aulas práticas. Quem é Ana Tex? Ana Tex é formada em Business Administration pela Universidade de Sidney, na Austrália, e possui MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).  Nas redes sociais – entre elas o Instagram, Youtube e TikTok –, é seguida por cerca de 1,1 milhão de pessoas. Ela tem uma larga experiência no digital, desde que começou a produzir conteúdos sobre marketing digital em um blog, em 2010. Desde 2014, faz palestras, mentorias e cursos. Sua abordagem prática e dinâmica, como já foi mostrada no workshop acima citado, tornará a oficina uma oportunidade única para os jornalistas agropecuários que desejam aprimorar suas estratégias e entender como a IA pode impulsionar sua atuação no mercado. O que você vai aprender? Durante as quatro aulas da oficina os participantes terão acesso a conteúdos exclusivos sobre: Aula 1 – Inteligência Artificial no Jornalismo Agro – Ferramentas e Estratégias Aula 2 – Curadoria de Conteúdo e Identificação de Tendências no Agronegócio Aula 3 – Criando Robôs no ChatGPT para Automatizar o Trabalho Jornalístico Agro Aula 4 – Como Criar Fontes de Lucro no Jornalismo Agro com IA Por que participar? Além do conhecimento de ponta, essa oficina é exclusiva para associados da AgroJor, reforçando a importância de fazer parte da nossa rede. Se você já é associado, não perca essa oportunidade de aprimorar suas habilidades e se destacar no mercado. E se ainda não faz parte da Rede Agrojor, essa é a chance para se associar e ter acesso a conteúdos exclusivos como este. Inscrições gratuitas, em breve, para os associados. Para não associados, o custo é de R$ 600.  Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui.

Cobertura de eventos agropecuários, como fazer melhor

A temporada dos eventos agropecuários já começou e a Rede Agrojor está preparando um workshop exclusivo sobre a cobertura desse tipo de evento. Quem nunca enfrentou uma dificuldade, uma falta de infraestrutura, um perrengue, ou mesmo encontrou soluções de como fazer o trabalho?  As exposições e feiras são um nicho do agro que vem mudando ao longo dos anos. E é sobre isso que o workshop vai se debruçar. Esses eventos são importantes por promoverem a troca de conhecimentos, a apresentação de inovações tecnológicas e a realização de negócios no setor agropecuário.  Servem, também,  como plataforma para a atualização profissional, o fortalecimento de redes de contato e o estímulo ao desenvolvimento econômico regional. Não há um número exato de exposições agropecuárias realizadas anualmente no Brasil, mas estima-se em centenas de eventos dessa natureza. O país é conhecido por seu grande número de feiras, exposições e eventos relacionados ao agronegócio, realizados em praticamente todos os estados, com foco em diversas áreas da agropecuária, como pecuária, agricultura, tecnologia e inovações do setor, como por exemplo Agrishow, Expodireto Cotrijal, Show Rural Coopavel, ExpoZebu, entre outras. Para essa roda de conversa, a Rede Agrojor convidou três jornalistas com muita experiência na cobertura e na assessoria desses eventos. Schubert Peter, editor da Revista Cultivar, publicação especializada no setor e com ampla cobertura de feiras e exposições; Enio Campoi, que além de jornalista, é relações públicas e publicitário, reconhecido por sua atuação no setor de comunicação estratégica. Ele é o fundador e sócio-diretor da Mecânica de Comunicação Estratégica, uma das agências de comunicação mais antigas do país, criada em 1973. A mediação do encontro será de Marielle Previdi, criadora em 20025 da Attuale Comunicação, uma agência especializada em assessoria de imprensa no setor agropecuário. O workshop é um evento exclusivo e fechado para os associados da Rede Agrojor. Ele ocorre no dia 18 de fevereiro, às 10h (horário de Brasília), pelo zoom da AgroJor. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui e seja membro.

“No agro, Brasil é um irmão maior para a Argentina”, diz vice-presidente da IFAJ

A simpática frase é do jornalista argentino Adalberto Rossi, vice-presidente da International Federation of Agricultural Journalists (do inglês IFAJ), mas poderia acrescentar “e a Argentina é mais experiente na mobilização de jornalistas especializados no campo”. Para se ter ideia, o Dia do Jornalista Agropecuário no vizinho é celebrado há mais de 220 anos e o Círculo Argentino de Periodismo Agrário (Capa), que é a entidade filiada à Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ) reúne profissionais desde 1956, tem quase sete décadas de existência.  Addy, como é mais conhecido, presidiu a Capa por 10 anos. Hoje, ele segue como tesoureiro, cada vez mais atuante em seus país e internacionalmente. Não por acaso, ele é o atual vice-presidente da IFAJ e tem como uma de suas bandeiras aumentar a participação e a representatividade da América do Sul nas esferas de decisão da federação e em eventos dedicados aos profissionais de todo o mundo.   A Rede Agrojor, por meio de Daniel Azevedo, diretor de comunicação internacional da entidade, conversou com ele sobre vários temas, incluindo a próxima reunião executiva da IFAJ, para a qual o Brasil se candidatou como sede. A reunião está marcada para março de 2026.  Apesar de o país já haver sediado um Press Tour com membros da IFAJ em 2019, seria o primeiro evento do calendário oficial da entidade internacional a ser realizado pela associação brasileira.  Ela é, também, um passo importante para, futuramente, a Rede Agrojor receber um Congresso da IFAJ, o principal encontro sobre a profissão de jornalismo especializado em agropecuária e agronegócio do mundo. A conversa trouxe outras novidades, como tendências sobre a atividade, o perfil do jornalismo agro na Argentina e as possibilidade de networking e experiências conjuntas entre profissionais brasileiros e argentinos. Além disso, ele fala de uma novidade que deve ser anunciada nos próximos meses: um curso internacional de jornalismo agropecuário com diploma pela Universidade de Illinois (EUA), acessível a todos os associados. Confira a entrevista:   O que é e como acontecem as reuniões da executiva da IFAJ? Todos os anos, são realizados dois encontros anuais pela IFAJ: um encontro de meio termo, que é a Reunião da Executiva, e um encontro anual, que é Congresso da IFAJ.  Esses eventos acontecem em dois países diferentes. No ano passado, por exemplo, o encontro de meio termo ocorreu em Málaga, na Espanha, e o congresso anual foi realizado na Suíça.  Este ano, o encontro de meio termo será na África do Sul, em março, enquanto o Congresso anual será realizados no Quênia. Na Reunião Executiva, os delegados executivos da IFAJ se reúnem para planejar o futuro estratégico da federação nos próximos anos. Lembrando que a IFAJ conta com 66 países afiliados.  Essas reuniões incluem não apenas o desenvolvimento profissional, mas também a liberdade de imprensa, os serviços e benefícios oferecidos aos associados, além de outras questões que surgem durante os encontros. Este ano, diria que o mais importante é que vamos anunciar e propor, para aprovação dos delegados executivos, a possibilidade de oferecer, de forma virtual, um programa internacional de capacitação para jornalistas agropecuários.  Esse curso será ministrado pela Universidade de Illinois, uma das instituições de ensino mais prestigiadas do mundo no segmento.  O programa foi especialmente desenhado para capacitar e valorizar os profissionais que informam sobre o setor agropecuário em seus respectivos países. Esse será um programa intensivo de quatro meses, com todo o know-how que a Universidade de Illinois pode oferecer através de sua Faculdade de Pecuária.  Estive presente em conversas com a decana da universidade e também com o professor Roberts, responsável pelo projeto, e fiquei impressionado com o alcance e a qualidade dos conteúdos desse programa.  Ele foi pensado para ser acessível: estamos estimando que o custo não deve ultrapassar 50 dólares por jornalista, o que é incrivelmente baixo em relação aos benefícios oferecidos. O Brasil se propõe a sediar a Reunião da Executiva no ano que vem. Além desse tipo de deliberação, o que mais acontece em um encontro como esse? Os jornalistas que participam têm a oportunidade de conhecer profundamente como ocorre a produção no país anfitrião.  Por exemplo, quando visitamos Málaga, tivemos a chance de aprender como é produzido o jamón ibérico com denominação de origem.  Também conhecemos a produção de oliveiras, aquicultura, cooperativas, estufas e até a criação de insetos usados na polinização das plantas.  Foi uma experiência sensacional, e voltamos como jornalistas com muito conhecimento e conteúdo para produzir artigos e reportagens que podemos usar em nossos meios profissionais. Esses encontros também promovem um intercâmbio constante entre jornalistas de diferentes países. É um aprendizado valioso, porque compartilhamos opiniões, perspectivas e projetos. Recomendo muito a participação, pois são reuniões muito produtivas. Normalmente, esses eventos duram de 3 a 4 dias, raramente mais do que isso. Quais são as expectativas da IFAJ em ter o Brasil como sede?  As expectativas são enormes. O Brasil é uma potência mundial na produção de alimentos e produtos agropecuários, e há sempre um grande interesse em conhecer em profundidade como o país trabalha.  As visitas anteriores ao Brasil foram muito interessantes e intensivas, embora de curta duração. Isso gerou um interesse muito grande entre os membros da IFAJ em retornar e explorar ainda mais. Além disso, esses encontros permitem um intercâmbio de experiências e expertise sobre como se informa e se leva a informação do campo ao consumidor e ao produtor.  Quantos jornalistas costumam participar desses eventos?  Em 2019, por exemplo, houve poucos jornalistas estrangeiros, pois foi um press tour. No próximo ano, o encontro executivo será realizado com uma semana de visitas para conhecer uma região produtiva do Brasil. Espera-se que entre 40 e 50 jornalistas participem. Esses eventos também podem ser um aprendizado importante para que, no futuro, o Brasil possa sediar o Congresso da IFAJ, que é o grande evento da entidade.  Em 2027, o congresso será no Reino Unido. Já em 2028, o congresso pode ser na Argentina, e há um interesse de realizar um pré ou pós-congresso no Brasil ou mesmo o congresso.  E como está estruturada

Como fazer reportagens impactantes sobre a COP30 no Brasil

A estimativa é de um público de até 100 mil visitantes; o que será discutido é de interesse global; estarão reunidos 190 países, incluindo chefes de Estado, ministros, diplomatas, cientistas, líderes empresariais, ONGs, ativistas e outros membros da sociedade civil;  a atração de investimentos internacionais está na agenda de todos. Essa é uma pequena amostra do que está desenhada para a COP30 –  30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (Conferência das Partes), em 2025, que acontecerá no Brasil. Para os jornalista de agro, a COP estará, também, na pauta do dia. Nesta quinta-feira (12/12), “Tudo que Você Precisa Saber Sobre COPs”,  foi o tema do workshop exclusivo para seus associados. O evento abordou as principais questões relacionadas às COPs e suas implicações para o setor agropecuário e o jornalismo, tendo como convidados dois experts no tema: Rodrigo Caetano, que atua fora do setor do agro, e Mariana Grilli, jornalista especializada e associada da Rede Agrojor. Rodrigo explicou como as COPs fazem parte de uma agenda oficial da ONU, criada para organizar esforços globais relacionados ao clima, diferente de eventos como a Rio-92 ou Eco-92. Ele destacou que, nas COPs, “todos os países do mundo olham para uma pauta e dizem: ‘Concordo com isso, vamos fazer isso acontecer.’ Mas é tudo baseado na diplomacia. Se a diplomacia falha, só resta a guerra.” Ele também mencionou que participar desses eventos sem preparo pode levar jornalistas a seguirem apenas as pautas da grande mídia ou do terceiro setor, o que reforça a necessidade de buscar pautas próprias ligadas às empresas e ao agronegócio. Mariana falou sobre a importância do planejamento para a cobertura das COPs. “É importante a gente ter nossas pré-pautas, porque são centenas de eventos paralelos – os da ONU, da sociedade civil e das iniciativas privadas. Você tem a agenda principal ali, mas precisa abrir essa agenda e avaliar o que vale a pena cobrir ou não. Também temos que ficar atentos ao que está sendo discutido para não comprar releases das empresas como se fossem verdades absolutas,” disse, embora elas também sejam importantes.  Ela comentou ainda que no ano passado quis participar da COP porque “seria a primeira vez que a ONU olharia para as mudanças climáticas pelo ponto de vista da produção de alimentos. Esse tema é muito importante para a imprensa brasileira, já que somos um dos maiores produtores globais de alimentos.” Rodrigo destacou que muitos dos temas debatidos nas COPs são discutidos há décadas por países, mas que a sociedade civil nem sempre têm acesso a esses debates, o que acaba transformando esses temas em pauta da imprensa. Além das abordagens temáticas, Mariana e Rodrigo deram dicas de como acompanhar o evento e as agendas de forma presencial e para os jornalistas que farão a cobertura não estando no local. “Já cobri COPs não presencialmente e é preciso disposição para horas e horas ligados às transmissões da ONU. É possível sim, cobrir a COP sem estar no local.” Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui para se tornar um associado. Para os  jornalistas associados, os workshops da Rede Agrojor ficam disponíveis no site, em área restrita.

Jornalista da Agrojor é selecionado para cobrir feira na Dinamarca

O jornalista Leandro Mittmann, que faz parte da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor) e que atualmente reside na Europa, foi selecionado pela Federação Internacional de Jornalistas Agropecuários (IFAJ) para participar da feira Agromek, realizada em Herning, na Dinamarca, entre os dias 27 a 29 de novembro. A Agromek  é uma das maiores feiras internacionais agrícolas da Europa, incluindo setores da construção, gestão de culturas, máquinas agrícolas, equipamentos para pecuária, tratores e colheitadeiras, além de conhecimento e serviços. Mittmann ficou sabendo da oportunidade de participar por meio dos anúncios feitos pela Agrojor em seu grupo de WhatsApp, no qual estão cerca de 100 jornalistas de todo o Brasil.  “Soube dessa oportunidade pela postagem do colega jornalista. Me inscrevi, enviei reportagens que já tinha feito no Brasil e meus comentários para o programa Granja na TV”, diz Mittmann. “Não tinha grandes pretensões, mas logo fui avisado de que minha proposta havia sido aceita.” Segundo Vera Ondei, presidente da Rede Agrojor, a escolha de Mittmann é uma realização para a entidade. “Quando fundamos a Rede Agrojor, uma das certezas era de que nossa filiação à IFAJ traria oportunidades internacionais para os jornalistas brasileiros”, afirma ela. “Isso tem ocorrido e o convite ao Mittmann nos deixa muito felizes. A missão vem sendo cumprida.” Nascido em Porto Alegre (RS), Mittmann trabalhou por 21 anos na revista A Granja, onde foi editor por 18 anos e cobriu eventos agrícolas em todo o Brasil e no exterior. Em março de 2024, a revista foi descontinuada, e ele se mudou para a Alemanha por motivos familiares. Desde julho, atua no programa A Granja na TV, produzido pela Ulbra TV de Canoas (RS), onde é responsável por conteúdos digitais e faz comentários sobre o agro europeu e o mercado externo brasileiro. Na Agromek, ele destaca o desejo de conhecer o que há de mais avançado no setor agrícola em uma região tão distinta. “Uma feira agrícola normalmente é onde o melhor do agro é apresentado, especialmente em tecnologias. Estou muito curioso para ver o que será exposto, desde máquinas agrícolas até inovações locais”, afirma. “A Dinamarca é um país que desconheço, e acredito que a experiência será única, especialmente por se tratar de uma região de clima frio e com um agro muito diferente do que conhecemos no Brasil.” O jornalista já cobriu grandes feiras como Agrishow, Expointer e a alemã Agritechnica, mas a expectativa para a Agromek é especial. “Será interessante explorar as tecnologias e marcas que diferem das que conhecemos no Brasil, como aconteceu em Hannover (sede da Agritechnica), onde me impressionei com uma colhedora de beterraba sacarina – algo que nem existe no Brasil. Tenho certeza de que a Dinamarca também trará novidades surpreendentes.” Mittmann também espera identificar possíveis conexões entre os mercados europeu e brasileiro. “Embora a relação entre o agro brasileiro e o dinamarquês seja pequena, essas trocas podem trazer insights sobre como podemos integrar práticas e tecnologias.” Você ainda não é filiado à Rede Agrojor? Entre em contato neste link e faça parte dessa comunidade

Associados Agrojor poderão participar de ciclo de webinars da IFAJ

A Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ), entidade da qual a Rede Agrojor  é filiada, divulgou o início de sua temporada 2024/25 de webinars. Os eventos levantam temas sobre alimentos e agricultura e são exclusivos para seus membros. De acordo com os organizadores, o objetivo é levar conhecimentos e provocar questionamentos e discussões sobre os temas. A temporada 2024/25 já tem programados os três primeiros eventos. Pela primeira vez os webinars da IFAJ serão de fato mundial. As transmissões terão dois horários diferentes, ambos ao vivo, para garantir a participação de todos os associados, independentemente do fuso horário em que estão. A duração dos eventos varia de uma hora a uma hora e meia. Confira a programação:  Noções de reprodução e cultivo de plantas O primeiro webinar ocorre na terça-feira, 26 de novembro, com o tema “Noções de reprodução e cultivo de plantas”. Faz parte da iniciativa da IFAJ, a “Sharing Knowledge” (Dividindo Conhecimento). Charles Darwin e Gregor Mendel notoriamente estabeleceram os princípios da reprodução e cultivo de plantas no século 19, e o pensamento e ideias no século 21 ainda se apoiam fortemente nessas antigas noções.  No webinar, Uri Krieger e Ian Jepson, ambos da Syngenta, utilizarão a história da reprodução e cultivo de plantas como um contexto para da importância no sucesso das lavouras, incluindo como desenvolver cultivos mais resilientes em um clima cada vez mais instável.  Krieger é head  global de pesquisa e desenvolvimento de sementes e Jepson é líder de tecnologia, também para sementes. Eles mostrarão as diferentes abordagens do cultivo de plantas, do tradicional ao mais moderno, como as sementes geneticamente modificadas e a ascensão da edição gênica. A apresentação será seguida de uma sessão de perguntas e respostas.  Primeira sessão: 26 de novembro – 15:00 GMT (12h no horário de Brasília)Clique aqui para se inscrever Segunda sessão: 27 de novembro – 02:00 GMT (23h do dia 26 no horário de Brasília)Clique aqui para se inscrever Dia Mundial do Solo O tema solo, que será a abordagem do segundo webinar, também faz parte da iniciativa “Sharing the Knowledge”. Ele ocorre no dia 5 de dezembro, quando se comemora o Dia Mundial do Solo,  instituído em 2013 pela FAO com o objetivo divulgar sua importância para a manutenção da vida no planeta. O webinar “Cuidados para o solo: meça, monitore, maneje” vai fornecer dados e informações e como eles são usados para entender as características do solo e apoiar os produtores em suas tomadas de decisão no manejo sustentável para fortalecer a segurança alimentar. O convidado é o cientista chefe do departamento de solo da Syngenta, Matthew Wallenstein. Ele está na multinacional desde abril, após 16 anos como professor e chefe de departamento do curso de Ciências do Solo, na Universidade do Estado do Colorado (EUA). Segundo Wallenstein, a saúde do solo é a chave para uma agricultura resiliente ao clima, auxiliando no bem-estar e qualidade de vida humana e no restauro da biodiversidade e funções do ecossistema. Na companhia, ele está construindo uma plataforma de cuidados como o solo que utiliza big datas para informar e ensinar práticas de regeneração. Primeira sessão: 5 de dezembro – 02:00 GMT (23h do dia 4 no horário de Brasília)Clique aqui para se inscrever Segunda sessão: 5 de dezembro – 15:30 GMT (12h30 no horário de Brasília)Clique aqui para se inscrever Princípios e Fundamentos: Equilibrando os papeis do jornalista e do comunicador A IFAJ, como uma rede global de jornalistas do agro, tem um quadro diverso de profissionais. Por isso, além de abrir as portas para jornalistas com foco nos quatro “pilares” do agrojornalismo – agricultura, horticultura, piscicultura e silvicultura – a entidade também recebe comunicadores. Para o último webinar do ano, no dia 12 de dezembro, a abordagem leva em conta o tema “Liberdade de Imprensa”, avançando em questões da profissão. Como, por exemplo, se jornalistas e comunicadores têm papéis e agem de formas diferentes. Ou eles estão apenas “fazendo seu trabalho”, organizando, limitando e classificando informações? Lembrando que o comunicador pode atuar em diferentes campos, como comunicação interna, marketing, treinamento ou relações públicas e não está restrito à interface com a mídia. Como sincronizar esses papeis? Como gerenciar conflitos de interesse ou opinião? E, mais importante, como podem os dois grupos trabalharem juntos de maneira construtiva na busca pelo interesse comum, permitindo o fluxo de informações dentro do agro? Essas são algumas abordagens do webinar, onde estarão os membros da IFAJ: Olivia Cooper (Reino Unido), Pam Caraway (EUA), Rachel Martin (Irlanda), Micke Godtfredsen (Finlândia) e Alpha Ousmare Souaré (Guiné).  Sessão única: 12 de dezembro – 14:00 GMT (11h do horário de Brasília) Se inscreva aqui.

IA vai trazer desafios, diz Ana Tex em evento da Rede Agrojor. Saiba quais

“Hoje, a gente pode ver a inteligência artificial como um copo meio vazio ou meio cheio, porque ela vai trazer vários desafios para a gente.” A frase é de Ana Tex, dita nesta quarta-feira (13/11), na abertura do workshop “Inteligência Artificial Aplicada ao Jornalismo”, promovido pela Rede Agrojor e exclusivo aos seus associados.  Ana Tex é um fenômeno nas redes sociais, com mais de 1 milhão de seguidores, especialista em estratégias de comunicação e assessoria às empresas, organismos e instituições. Ela deu um cenário dos instrumentos disponíveis pela IA (Inteligência Artificial), destacando a mais influente ferramenta dos dias atuais, o ChatGPT, o chatbot da OpenAI.  No mês passado, a empresa norte-americana anunciou que o ChatGPT atingiu globalmente 250 milhões de usuários ativos semanais, ante 200 milhões registrados em agosto. “Acredito que todas as profissões vão ter de se reinventar com a IA. Com ela, a gente passa a ter mais poder de criar novas soluções”, afirma. “Muito provavelmente, uma pessoa que é jornalista hoje pode criar várias outras soluções para os clientes, ou como vou me comunicar melhor, ou como vou fazer a minha empresa de comunicação crescer.”  Para a jornalista Flávia Tonin, uma das organizadoras e que conduziu o workshop, é preciso ter a mente aberta e usar ferramentas a nosso favor. “Já tem gente usando e nós, como jornalistas, temos um ponto super forte, que é o poder de análise, de crítica, de levar esse conceito para a frente”, disse. “Temos um papel super importante de avançar com o conhecimento. A Ana Tex sempre falou muito, de uma forma muito democrática, sobre o uso da IA.” Ana Tex mostrou caminhos para o aumento da produtividade, como criar e modelar “seus funcionários robôs”, a construção de produtos comerciais com a IA e também a construção de produtos digitais. No caso da produtividade, ela deu dicas, por exemplo, de algo que parece simples – mas que precisa de método –, de como melhorar o prompt, que é o texto ou instrução inicial utilizada para orientar a resposta gerada pela IA. Falou da importância da criação de documentos mestres, das funcionalidades – como a análise de imagens, integração de equipamentos, entre outros – e das interações por voz.  “O ChatGPT deve ser visto como um assistente pessoal. Ele vai te ajudar a escrever, organizar informação, gerar ideias e automatizar tarefas repetitivas”, diz. Outro tópico que mereceu destaque foi a importância do uso de robôs para essas tarefas repetitivas. Mas, mais que isso, como criar os seus próprios robôs a partir dos documentos mestres e como a criatividade, a exploração e a configuração pessoal desses robôs vão exigir capacidades humanas de primeira ordem.  Ana mostrou como fluxogramas, organogramas e o que ela chama de “mapas de conteúdo” – um arranjo seu – a ajuda em suas tarefas.  Dos participantes do workshop vieram questões colocadas a Ana Tex que fazem parte das rodas de conversa de grande parte dos jornalistas, entre eles os membros da Agrojor. Donário Lopes de Almeida, sócio-diretor da Neodigital, pontuou sobre o dilema de “falar que a gente tá usando a inteligência artificial” e que isso é uma discussão entre executivos do mundo inteiro. “Tem até um fenômeno chamado ciborgues negacionistas”, diz Almeida.  Joseani Mesquita Antunes, da comunicação da Embrapa Trigo, colocou na mesa o que hoje se discute sobre o direito de autoria da criação de imagens com a IA, tema na mesma linha de outro ponto levantado sobre direitos autorais e questões éticas. Para completar a master class, Ana Tex colocou à disposição dos associados da Rede Agrojor, pelos próximos 15 dias, cinco horas de aulas que desdobram o conteúdo do workshop. Vera Ondei, presidente da Agrojor, destacou que os workshops continuam e que novidades vêm pela frente. “Continuamos com nossos workshops regulares, trazendo esses insights que são mesas de discussões importantes. E estamos em planejamento para 2025. Além do nosso Diálogos Agrojor 2025, está em gestão um projeto de oficinas ferramentais de jornalismo”, disse. Você ainda não é um associado da Rede Brasil de Jornalistas Agro? Clique aqui e entre para a Rede Agrojor, que reúne agrojornalistas de todo o Brasil.

Diálogos Agrojor reúne 90 profissionais para debater jornalismo digital e de dados

As transformações e tendências do jornalismo no digital e do jornalismo de dados, esses foram os temas abordados no 2° Diálogos Agrojor, na terça-feira (29), promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agror). O evento ocorreu em São Paulo, no auditório da FIA, em formato híbrido e recebeu cerca de 90 pessoas, das quais 60 presencialmente. Para esta edição foram convidados os jornalistas Glória Vanique, podcaster e palestrante com vasta experiência em televisão, Marc Tawil, palestrante e 1º Linkedin Top Voicer e Katia Brembatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Eles contaram suas trajetórias no jornalismo e na comunicação, apresentando um conjunto de “insights”. “Em 2020, pedi demissão da TV Globo, por um grande conjunto de motivos, e decidi ir para o mundo corporativo. Uns dois meses depois de tomar essa decisão, a CNN me chamou para trabalhar e eu aceitei”, afirma Glória. “Mas não com a intenção de fazer carreira lá dentro, e sim para poder utilizar o salário fixo que me ofereciam e fazer minha transição de carreira. Temos que pensar que a transição de carreira não pode ser feita num estalar de dedos, precisa ser algo gradual.” Glória foi por 14 anos da TV Globo, antes de tomar a decisão da transição de carreira. Ela falou das dificuldades dessa transição e de seus desafios para entrar no mundo corporativo. “Minha grande deficiência era a parte do marketing”, afirma. Ela conta que por muito tempo, no papel de jornalista, era proibida de lidar com marcas e foi preciso estudar sobre como agir nesse ambiente. “As pessoas ainda me enxergam como a Glória Vanique, apresentadora de jornal, o que é muito legal. Mas eu ainda preciso fazer um trabalho para que elas e as empresas me vejam como a Glória Vanique que hoje trabalha com outra coisa.”  Para Marc Tawil, a rede social Linkedin é um ponto de parada obrigatório para todo profissional atualmente, mas não era assim quando começou lá nos anos 2000. O hoje Top Voice n°1 da rede começou escrevendo em jornais tradicionais, mas decidiu criar a sua própria agência de conteúdo. Hoje, é um estrategista de comunicação independente. “Em 2015, eu senti que havia me perdido de forma autoral, porque só produzia e escrevia para marcas e para os outros. Então, eu decidi me reencontrar”, afirma Marc. “Meu primeiro artigo recebeu cerca de 4 mil visualizações no primeiro dia. Aprendi minha primeira lição, sempre há alguém vendo o que você publica.”  Marc pontuou que tudo mudou quando passou a ser seu próprio negócio e marca. “Hoje dou palestras e treinamentos e repasso meu conhecimento em comunicação para os mais variados públicos.” Marc e Glória também falaram sobre as diferenças entre influenciadores e jornalistas e como as marcas já diferenciam os conteúdos dos jornalistas como mais relevantes. “É preciso ter autoridade em um determinado assunto ou nicho para fazer a diferença”, explicou Marc. Katia Brembatti falou sobre jornalismo de dados, uma vertente que cresceu muito com o auxílio da tecnologia. Katia falou sobre a diferença entre “jornalismo de dados” e “jornalismo com dados”. Ela ainda deu dicas sobre as ferramentas que podem auxiliar na investigação. “Gosto muito do Flourish, que é uma ferramenta de infográficos, bastante intuitiva. Com o Flourish existe a possibilidade de fazer vários tipos de infográficos, estáticos, em movimento e interativos.” Kátia também demonstrou como usou o Pinpoint, do Google, para uma reportagem baseada em dados e que rendeu uma série exclusiva sobre o trânsito na cidade de Curitiba. Demonstrou as várias possibilidades e como os dados foram lhe dando pistas na montagem das pautas. Ela também apresentou o LM Notebook, que é uma ferramenta do Google, mas de inteligência artificial. “Nela, você pode enviar até 50 PDFs e diversos materiais com dados, ela analisa e separa as informações mais importantes para que você faça perguntas sobre o conteúdo e receba respostas.” O evento contou com a apresentação da jornalista Lilian Munhoz e mediação de Alessandra Melo, ambas associadas da Rede Agrojor. O 2° Diálogos Agrojor teve patrocínio ouro da Corteva, prata da JBS e bronze da John Deere e Yara, além dos apoios institucionais da FIA Business School e Agência Buenas.

Corteva Agriscience é patrocinadora do Diálogos Agrojor, principal evento da Rede Agror

São Paulo, 23 de outubro de 2024 – A Corteva Agriscience é a patrocinadora ouro do Diálogos Agrojor, principal evento da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor) deste ano. A segunda edição do encontro vai abordar as transformações e tendências do jornalismo digital e de dados. O evento será realizado em São Paulo (SP), no dia 29 de outubro, a partir das 9h, no Auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA). A série tem o objetivo de integrar jornalistas e profissionais de comunicação que atuam no agronegócio para debater temas relevantes para o setor. O evento é aberto para associados e não-associados e será em formato híbrido (presencial e remoto). Dentre os palestrantes confirmados, estão o jornalista e estrategista de comunicação Marc Tawil e a jornalista e podcaster Glória Vanique. Eles farão parte de um painel que abordará as oportunidades, tendências e desafios para os jornalistas em meio às transformações da carreira e do universo digital. O evento também contará com a presença da jornalista Kátia Brembatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) e professora de jornalismo da Universidade Positivo. Ela vai abordar as práticas e estratégias de análise de dados para o trabalho jornalístico, da pauta à investigação. A Corteva Agriscience patrocina a série Diálogos Agrojor por acreditar que o jornalismo é peça fundamental da democracia e que a sociedade ganha quando está bem informada. Levar informação de qualidade para a população é um desafio constante e, por isso, a troca de experiências em espaços como este é da mais alta valia para quem trabalha com jornalismo e qualifica ainda mais o debate na cobertura dos temas ligados ao agronegócio. A Corteva Agriscience é uma empresa global agrícola que oferece aos produtores rurais sementes, defensivos e soluções biológicas, contribuindo para uma agricultura produtiva e sustentável. Está presente em mais de 140 países e possui 21 mil funcionários ao redor do mundo. A empresa realiza diariamente um investimento global de US$ 4 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D). Hoje, a Corteva possui mais de 120 Centros de P&D ao redor do mundo, sendo alguns dos mais avançados em solo brasileiro – 11 deles estão aqui no Brasil. A companhia possui um corpo técnico de pesquisadores que desenvolvem continuamente tecnologias que ajudam a melhorar a vida de quem produz e de quem consome. O que: 2º Diálogos Agrojor Quando: 29/10, das 9h às 13h Onde: Auditório da FIA – Avenida Doutora Ruth Cardoso, 7221, Pinheiros – São Paulo, SP Para mais informações: InPress Porter Novelli cortevaagriscience@inpresspni.com.br

2º Diálogos Agrojor soma apoio de 15 veículos especializados no agro

Um grupo de 16 veículos jornalísticos especializados no agro confirmou apoio de mídia ao 2º Diálogos Agrojor, que ocorre no dia 29 de outubro em formato híbrido (on-line e presencial) a partir das 9h, e está com inscrições abertas. Organizado pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor), o evento abordará as transformações e tendências do jornalismo no Digital e do Jornalismo de Dados com transmissão a partir do Auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo (SP). O apoio de mídia vem, em ordem alfabética, das publicações AgFeed, Agro Mais, Agro Hoje, Agrofy News, Balde Branco, Canal Rural, Clima Tempo, DBO, Forbes Agro, Globo Rural, INC Magazine, Notícias Agrícolas, Record News, SBT Agro e Terra Viva que, diariamente, alcançam audiência de dezenas de milhões de pessoas no país. Conteúdo A edição 2024 do Diálogos Agrojor já conta com a confirmação de Marc Tawil, 1° Linkedin Top Voices Brasil, jornalista e estrategista de comunicação e Glória Vanique, jornalista e podcaster.  Eles farão parte de um painel que abordará as oportunidades, tendências e desafios para os jornalistas em meio às transformações da carreira e dos meios com o universo digital e que terá a mediação do jornalista e chefe de redação do Notícias Agrícolas, Aleksander Horta. Outro nome confirmado é o de Kátia Brembatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI).  Em sua palestra serão abordadas práticas e estratégias para a aplicação da análise de dados para o trabalho jornalístico, da pauta à investigação. A jornalista Lilian Munhoz, associada da Rede Agrojor, será a apresentadora do evento. “O Diálogos tem um propósito diferente dos eventos tradicionais da Agrojor: ele traz a visão de colegas que não atuam no Agro.  Neste sentido, construímos uma programação que busca atender as ‘dores’ dos jornalistas do setor, com um debate que trará insights sobre o papel dos comunicadores frente às grandes mudanças do digital. Ao mesmo tempo, buscamos uma das maiores especialistas do jornalismo de dados para uma verdadeira aula sobre metodologias e estratégias deste segmento da comunicação, que tem crescido significativamente no agrojornalismo”, destaca a presidente da Agrojor, Vera Ondei. O 2° Diálogos Agrojor conta com o patrocínio ouro da Corteva Agriscience, prata da JBS e bronze da Yara e da John Deere, além do apoio da FIA e da Buenas Comunicação. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas on line.  Associado Agrojor tem condição exclusiva, com bonificação do custo de inscrição.  Saiba mais pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/2-dialogos-agrojor/2598093 SERVIÇO: 2° Diálogos Agrojor29 de outubro (terça-feira), entre 9h e 13hLocal: Auditório da FIA (Avenida Doutora Ruth Cardoso, 7221 – Pinheiros – São Paulo, SP)Inscrições e mais informações: https://www.sympla.com.br/evento/2-dialogos-agrojor/2598093

Jornalismo de dados e digital são pautas do 2° Diálogos Agrojor

As transformações e tendências do jornalismo no Digital e do Jornalismo de Dados estarão na pauta do 2° Diálogos Agrojor, principal evento da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor), que acontecerá no dia 29 de outubro, a partir das 9h00, no Auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo (SP). Com formato híbrido (presencial e on line), a edição 2024 do Diálogos Agrojor já conta com a confirmação de Marc Tawil, 1° Linkedin Top Voices Brasil, jornalista e estrategista de comunicação e Glória Vanique, jornalista e podcaster.  Eles farão parte de um painel que abordará as oportunidades, tendências e desafios para os jornalistas em meio às transformações da carreira e dos meios com o universo digital. Outro nome confirmado é o de Kátia Brembatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI).  Em sua palestra serão abordadas práticas e estratégias para a aplicação da análise de dados para o trabalho jornalístico, da pauta à investigação. A jornalista Lilian Munhoz, associada da Rede Agrojor, será a apresentadora do evento. “O Diálogos tem um propósito diferente dos eventos tradicionais da Agrojor: ele traz a visão de colegas que não atuam no Agro.  Neste sentido, construímos uma programação que busca atender as ‘dores’ dos jornalistas do setor, com um debate que trará insights sobre o papel dos comunicadores frente às grandes mudanças do digital.  Ao mesmo tempo, buscamos uma das maiores especialistas do jornalismo de dados para uma verdadeira aula sobre metodologias e estratégias deste segmento da comunicação, que tem crescido significativamente no agrojornalismo”, destaca a presidente da Agrojor, Vera Ondei. O 2° Diálogos Agrojor conta com o patrocínio ouro da Corteva Agriscience e bronze da Yara, além do apoio da FIA e da Buenas Comunicação. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas on line.  Associado Agrojor tem condição exclusiva, com bonificação do custo de inscrição.  Saiba mais pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/2-dialogos-agrojor/2598093 SERVIÇO: 2° Diálogos Agrojor 29 de outubro (terça-feira), entre 9h e 13h Local: Auditório da FIA (Avenida Doutora Ruth Cardoso, 7221 – Pinheiros – São Paulo, SP) Inscrições e mais informações: https://www.sympla.com.br/evento/2-dialogos-agrojor/2598093

IFAJ anuncia vencedores de prêmio de jornalismo durante congresso

Entre os dias 14 e 18 de agosto, aconteceu em Interlaken, na Suíça, o Congresso Mundial da IFAJ, entidade à qual a Agrojor é filiada. Durante o evento, foram anunciados os 10 vencedores dos prêmios Star Prize, promovidos e entregues pela instituição. O número de categorias aumentou de cinco para 10 nesta edição, dobrando também o número de premiados.  A premiação é aberta aos jornalistas do mundo todo, desde que sejam associados à alguma entidade filiada à IFAJ, que hoje conta com mais de 5.000 associados em cerca de 60 países. O prêmio foi criado como uma forma de reconhecer a qualidade das reportagens produzidas sobre o agronegócio e o universo rural. Houve dois tipos de categoria, uma considerando os temas centrais das reportagens e o outro, os meios por onde foram publicadas essas reportagens (independente do tema). Sendo assim, as categorias foram: Inovação; Sustentabilidade; Tecnologia; Comércio; Economia ou Questões Globais; Cultura Rural; Fotografia; Impresso; Vídeo; Áudio e Mídias digitais. Vencedores Na categoria reportagem Escrita, o canadense Matt McIntosh foi o vencedor, com a reportagem “Lake Erie is full of algae again”, ou, “O Lago Erie está repleto de algas novamente”, que foi publicado no portal The Narwhal. Segundo Addy Rossi, secretário geral da IFAJ, “a reportagem escrita por Matt é um grande exemplo de uma pesquisa profunda e do impacto de uma escrita bem-feita”. Rossi ainda completou, “esse trabalho realmente merece um Star Prize, que celebra o melhor agrojornalismo no mundo”. Os jurados dessa categoria foram John Morris, do Canadá, Markus Rediger, da Alemanha, e Melina Griffin, do Paraguai. Confira a matéria na íntegra clicando aqui. _________________________________________________________________________ Entre as reportagens em vídeo, Nanette Giovaneli, da Argentina, ficou com o prêmio. A jornalista produziu a reportagem chamada “Amadas: Histórias de mujeres de campo”. Segundo os jurados desta categoria, “foi filmado de uma maneira muito bonita e foi bem pesquisado, com uma apresentação informativa e cativante. “ O ritmo é bom. Tem boas entrevistas, com personagens impressionantes. Além disso, a interação da apresentadora com a família foi muito natural, o que é uma habilidade muito útil.” Os responsáveis por escolher o vencedor desta categoria foram o documentarista Ian Petrie, aposentado da CBC (Canal de TV canadense); Ken Rundle, da Universidade de Agricultura da Escócia; e a jornalista freelancer Prue Adams, que fez parte da ABC (canal de TV australiano). Confira a reportagem na íntegra clicando aqui. _________________________________________________________________________ Na categoria Mídias Digitais, mais um canadense foi premiado. Dessa vez, Trevor Bacque, com a reportagem “Potatoes from farm to table”, ou, “Batatas da fazendo para a mesa”, publicado no Canadian Food Focus. “A reportagem escrita por Trevor entrega uma visão interna importante, utilizando um amplo leque de ferramentas unidas em uma plataforma digital, para dar à sua audiência uma experiência mais completa” disse Rossi. Ele ainda completou dizendo que “esse é um grande exemplo do poder de uma grande reportagem e do uso hábil dos recursos digitais”. Os jurados desta categoria foram os mesmos que julgaram o melhor vídeo._________________________________________________________________________ O premiado na categoria de fotografia foi o austríaco Juergen Pistracher com a foto intitulada “First Milk, Then Paint”, ou, “Primeiro o leite, depois a tinta”. Segundo Rossi, “a fotografia de Juergen Pistracher ilustra perfeitamente a habilidade de um ótimo fotógrafo de capturar a emoção e a ação em um momento no tempo. É um jornalismo agro de alto nível”. Os jurados para esta categoria foram a canadense Janice Thoroughgood, o neozelandês Johnnie Belinda Cluff, e o norte-americano Greg Lamp. _________________________________________________________________________ Para fechar as categorias de plataformas, o prêmio de melhor reportagem de áudio foi vencido pela britânica Jane Craigie, proprietária da Jane Craigie Marketing. Jane produziu o podcast “Sustainable Farming: In Cities, Cotton and For Nature” ou “ Agricultura sustentável: em cidades, algodão e para a natureza”.  O podcast faz parte de uma série de programas de áudio, intitulada “The science behind your salad”, ou, “A ciência por traz da sua salada”, patrocinada pela BASF. De acordo com os jurados, o podcast é “um episódio lindamente elaborado, com sons envolventes do local e entrevistas muito bem conduzidas. Um bom uso do som ambiente e com duas histórias diferentes e fortes, com ótimos entrevistados.” A decisão do vencedor desta categoria ficou novamente com o trio composto por Ian Petrie, Ken Rundle e Prue Adams. Escute o podcast na íntegra aqui._________________________________________________________________________ Passando para as premiações temáticas, o canadense Trevor Bacque adicionou mais um prêmio ao seu portfólio, dessa vez na categoria Inovação, visto que também foi premiado em Mídias Digitais. A reportagem  de Bacque, publicada no Grains West, se chama “Digital Domain; Non-Traditional Grain Marketing Gains Momentum” ,ou, “Domínio digital: marketing de grãos não-tradicional ganha força”. De acordo com os jurados, o texto demonstra “uma pesquisa profunda e muito bem explicada, ilustrando um mercado em desenvolvimento, além de ótimos insights”. O júri desta categoria foi formado por Andy Castillo, do Farm Progress Estados Unidos, e Hansjürg Jäger, da Suíça. Confira o texto na íntegra aqui. _________________________________________________________________________Já na categoria que abrange os temas Comércio, Economia e Questões Globais, o vencedor foi Todd Hultman, dos EUA.  Hultman levou o prêmio com o texto “Are Russian Farmers Outcompeting the World or Is Something Else Going On?”, ou, “Agricultores russos de trigo estão superando o resto do mundo ou tem algo a mais acontecendo?”, que foi publicado no portal DTN/The Progressive Farmer. Para Rossi, Hultman utiliza bem a mídia digital em sua jornada. “ O texto traz os leitores para uma exploração profunda e minuciosa em um tópico muito complicado, além de utilizar muito bem o poder das mídias digitais para contar uma história de uma maneira cativante”, disse Rossi. Nesta categoria, os jurados foram a sueca Lena Johansson, Presidente da IFAJ, e Hansjürg Jäger, da Suíça. Leia o texto na íntegra aqui. _________________________________________________________________________ Dentre as reportagens que abordaram o tema de Cultura Rural, a vencedora foi Petra Jacob, do Reino Unido, com a reportagem “Sheep farming at the end of the world”, ou, “A criação de ovinos no fim do mundo”, no jornal The Furrow. “O texto

IFAJ cria Fundação para fortalecer jornalismo agro globalmente

Com sede no Reino Unido, nova entidade facilitará relacionamento com parceiros, execução de projetos e acesso a recursos Após 8 anos de esforços, a Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ, sigla em inglês) recebeu, em outubro de 2023, a aprovação da Comissão de Caridade do Reino Unido para a criação da Fundação Global para o Jornalismo Agrícola (GFAJ). A GFAJ levará o trabalho de 67 anos da entidade global dos jornalistas especializados a uma condição ainda mais efetiva graças ao modelo institucional que facilita relacionamento com novos parceiros, execução de projetos e acesso a fontes de recursos. “São ótimas notícias em diversos sentidos”, diz o tesoureiro, Adrian Bell, que, com o vice-presidente Steve Werblow, têm liderado o Presidium da IFAJ para a criação da Fundação. Segundo ele, a GFAJ aumentará as possibilidades da entidade de jornalistas agrícolas em proporcionar melhoria profissional a colegas a fim de potencializar o impacto da entidade e a contribuição da profissão em todo o mundo. “A Fundação Global para o Jornalismo Agrícola é nada menos que a IFAJ 2.0 – uma versão maior, melhor e mais brilhante daquilo em que já temos um papel na construção”, resume Adrian. Registro no Reino Unido A escolha da IFAJ pela Comissão de Caridade do Reino Unido teve dois motivos principais. O primeiro foi o de que a instituição é considerada um dos melhores e mais exigentes reguladores do mundo para entidades de caridade. “Se por um lado isso reforça a credibilidade da GFAJ, por outro, essa reputação de excelência da Comissão certamente aumentou o nível de exigência e o tempo necessário para considerar a candidatura e conseguir a aprovação”, admite Adrian. Já o segundo motivo diz respeito ao fato de que o Reino Unido tem regras sobre administração deste tipo de fundação que permitem aos curadores – ou trustees – não serem residentes no país. Deste modo, membros de associações filiadas à IFAJ de outros países, que não o Reino Unido, poderão também integrar a gestão da Fundação Global para o Jornalismo Agrícola. Próxima etapa: eleições de curadores O conselho da GFAJ será composto por 11 curadores. O Tesoureiro eleito da IFAJ ocupará um assento para garantir o alinhamento da supervisão financeira entre as duas organizações, enquanto os restantes 10 assentos serão eleitos. Destes, sete serão preenchidos por membros das 67 associações nacionais membras da IFAJ, como é o caso da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor). Os três restantes serão de fora da IFAJ. “A intenção é atrair vozes externas, como jornalistas não agrícolas, políticos, especialistas em educação e desenvolvimento agrícola, ou especialistas em angariação de fundos. Queremos que a GFAJ tenha um conselho plural que possa impulsionar a instituição de caridade com paixão, integridade e propósito”, declara Adrian. As primeiras eleições para a Fundação Global para o Jornalismo Agrícola ocorrerão de forma on line durante o Congresso da IFAJ de 2024 na Suíça. A Rede Agrojor indicou seu diretor de Relações Internacionais, Daniel Azevedo Duarte, para a posição.

Enchentes no RS, a cobertura jornalística e seus desafios

O desafio da cobertura jornalística desde o início das enchentes no Rio Grande do Sul é o tema do workshop que a Rede Brasil de Jornalistas Agro – Rede Agrojor, promove na terça-feira, 11 de junho, a partir de 9 horas, em ambiente fechado online para os cerca de 90 jornalistas associados. Para tratar do tema “Enchentes no RS: cobertura e acompanhamento da crise humanitária e climática”, a convidada é a jornalista Gisele Loeblein, atual colunista do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, e que é membro da Rede Agrojor. Gisele trabalha no Grupo RBS há 22 anos, onde já cobriu diversas editorias, entre elasOpinião e Economia. ,Na cobertura de agro sua coluna é diária desde 2013, além de participações na programação da Rádio Gaúcha e RBS TV. Gisele é formada em jornalismo pela Universidade do Rio Grande do Sul em 2004. Assim como ela, jornalistas locais da capital e do interior, além daqueles deslocados ao estado para cobrir a tragédia das enchentes, enfrentaram e ainda enfrentam um cenário jamais visto, em termos de dimensão do que as chuvas torrenciais provocaram. São cerca de dois terços dos municípios gaúchos de alguma forma afetados.  Venha conversar com a gente sobre a cobertura jornalística das enchentes no RS e os desafios enfrentados nessa missão, vistos pela ótica de uma profissional do setor do agro. Experiências como a atual podem servir de base para trabalhos futuros e novas habilidades no trato de temas sensíveis.  Se você ainda não é um associado à Rede Agrojor, junte-se a nós. As lives da Rede Agrojor pretendem conectar agrojornalistas de todo o país para a troca de informações e formação profissional, buscando o aprimoramento, continuidade de aprendizados e fortalecimento da ciência da informação. Filie-se à Rede Agrojor.

IFAJ leva jornalista brasileiro para congresso em Rotterdam

A IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agro), entidade da qual a Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) é filiada, escolheu um brasileiro que está no grupo de 15 jornalistas de vários países membros para participar do Congresso Mundial de Sementes, entre esta segunda-feira (27) e quarta-feira (29).  Faz parte do grupo o jornalista Daniel Azevedo, editor da Agrofy no Brasil e associado da Rede Agrojor. As inscrições para concorrer à vaga se encerraram no dia de 29 de março de 2024, com divulgação feita pelo grupo de whatsapp da Rede Agrojor. O congresso é organizado pelo International Seed Federation (ISF), entidade criada em 1924 e com sede na Suíça, da qual o Brasil também faz parte por meio da Associação Brasileira dos Produtores de Sementes (Abrasem).   O congresso é o principal evento anual do setor e atrai todos os anos cerca de 1.500 delegados de todo o mundo. Em geral, diretores, CEOs e tomadores de decisão das principais organizações da indústria mundial de sementes. É, também, um espaço para compartilhar conhecimentos da indústria, pesquisa, tecnologias e negociações.  Para os interessados em assistir as palestras e seminários, o congresso mantém um canal no Youtube que pode ser acessado aqui. E se você for um jornalista do agro e ainda não é um associado à Rede Agrojor, filie-se.

Rede Agrojor promove workshop com especialista da Climatempo

A Rede Agror promove no dia 27 de maio, a partir das 10h, um evento exclusivo e fechado para associados da entidade. Com o tema Meteorologia para Jornalistas: Como transformamos ciência em informação de utilidade pública, a RedeAgrojor segue no projeto de receber jornalistas altamente especializados para falar com os associados sobre metodologias, conteúdos e como os profissionais podem utilizar informações diversas para enriquecer seus trabalhos do dia a dia. Para o evento sobre a importância e os efeitos da meteorologia na comunicação, a associada convidada é Angela Ruiz, jornalista especializada em clima com foco em agro, com MBA em Agronegócios pela Esalq/USP. Trabalha desde 1999 na Climatempo Stormgeo Company, atua como jornalista responsável pelo conteúdo Agro do Canal Agroclima da Climatempo e produz e apresenta o podcast AgroTalk. Com ela estará Cesar Soares, meteorologista formado na USP SP com mais de 15 anos de experiência na previsão do tempo. Há oito anos é responsável pelo conteúdo meteorológico do Jornal Nacional, SP2 e quadro Blitz do Tempo do programa É de Casa, todos da TV Globo. A mediação está a cargo da jornalista Viviane Taguchi, diretora da Rede Agrojor. Se você ainda não é um associado da RedeAgrojor, clique aqui e associe-se.

Participe do Star Prize 2024, prêmio da IFAJ, a federação global de jornalistas agro

A IFAJ (Federação Internacional dos Jornalistas Agrícolas), entidade global da qual a Rede Agrojor (Rede Brasil de Jornalistas Agro) faz parte, anunciou os prazos e as novas categorias do Star Prize 2024. O concurso global reconhecerá os melhores trabalhos do mundo do jornalismo agro em 2023.O Star Prize deste ano conta com novos formatos, mais possibilidades e novas categorias. A partir desta edição, todos os jornalistas que pertençam a uma entidade associada à IFAJ em situação regular poderão participar. Desta forma, a IFAJ amplia o universo de histórias e produções elegíveis. Também não há mais limite para o número de participantes de cada associação nacional. Agora, todos têm a oportunidade de serem escolhidos como os melhores do mundo na área do jornalismo agropecuário na qual atuam. E mais, pela primeira vez, entre os vencedores de todas as categorias, a IFAJ vai anunciar o “Jornalista do Ano”. Leia também: Quem são os jornalistas vencedores do prêmio Star Prize 2023 Jornalistas integrantes da IFAJ vão aos Estados Unidos por meio de parceria com entidade do setor lácteo Confira abaixo, a nova estrutura de premiações por temática ou tipo de plataforma do Star Prize 2024. Por áreas temáticas, as reportagens podem ser publicadas nos formatos digital, impresso, vídeo, rádio ou foto. São elas: Mas isto não é tudo. Neste ano, no prêmio IFAJ Star Prize 2024, também serão reconhecidas as melhores reportagens, não importa sobre qual tema, nas seguintes categorias: Acesse este link para obter outros detalhes, regras e inscrição no site da IFAJ. E se você ainda não é um associado da Rede Agrojor, acesse este link e faça parte da entidade brasileira na IFAJ.

Jornalistas da IFAJ vão aos EUA por meio de parceria com entidade do setor lácteo

FOTO Por: Luiz H. Pitombo A Federação Internacional do Leite (IDF) promoveu em outubro na cidade de Chicago, nos EUA, o World Dairy Summit, quando pelo segundo ano consecutivo patrocinou a ida ao evento de jornalistas especializados de entidades afiliadas à Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ).  A participação foi aberta a todos os interessados mediante inscrição que foi aqui divulgada. Dentre os selecionados estavam colegas do Chile, Nova Zelândia, Reino Unido, Irlanda e do Brasil através do Luiz Pitombo, membro da diretoria da Agrojor. A entidade, que tem caráter técnico-cientifico e fica sediada na Bélgica, completa 120 anos e mereceu uma série de palestras de organismos internacionais com quem colabora ( FAO, ISO, Códex Alimentares, OMS e WOHA). A isto se somou uma programação com boa diversidade dentro dos vários elos da cadeia, a começar por fazendas do Quênia à Dinamarca, a visão de importantes processadores chineses, japoneses e norte-americanos, dentre outros. Um espaço específico foi reservado para a apresentação de importantes projetos e atividades das mulheres no setor. A sustentabilidade ambiental e social foram preocupações constantes. Especificamente ao grupo de jornalistas da IFAJ, foi organizado uma conversa sobre como anda a comunicação dentro do setor láteo com membros da cadeia presentes e associados à IDF. Falou-se sobre questões envolvendo a rotulagem e informações nutricionais nas embalagens, a atuação por vezes inadequada dos chamados “influencers” e da desqualificação equivocada dos láteos feita por produtos de origem vegetal. Dentre as várias análises apresentadas durante o evento, a visão predominante para o setor é de otimismo, com aumentos na demanda mundial, na produção e com a necessidade da adoção de boas práticas. No ano passado, as várias espécies leiteiras apresentaram crescimento em sua oferta somando 936 milhões de toneladas, com destaque para a de búfala (mais 3,3%) e a bovina (0,7%), que domina com folga a produção mundial. O Brasil situa-se como quinto maior produtor em lista encabeçada pela Europa, Índia China e EUA. Foi registrada a presença de cerca de 1.300 pessoas de várias partes do mundo, números que se aproximam aos obtidos pré-pandemia. O World Dairy Summit de 2024 está definido para a França, em Paris.

Rede Brasil de Jornalistas Agro promove 1º Diálogos Agrojor em 19 de outubro

A Rede Brasil de Jornalistas Agro – Agrojor, grupo formado por profissionais que atuam na cadeia produtiva da agropecuária, promove no dia 19 de outubro o 1º Diálogos Agrojor. “O primeiro dessa série de eventos online tem por objetivo integrar jornalistas e profissionais de comunicação que atuam no agronegócio, trazendo para o debate personalidades que possam contribuir, por meio de conhecimento, ciência e atualidades, para um melhor entendimento sobre os impactos que a profissão vem enfrentando”, explica a presidente da Rede Agrojor, Vera Ondei. O evento abordará temas atuais sobre a prática do jornalismo no setor, como inteligência artificial generativa, fake news e tendências da comunicação corporativa. Aberto a associados e não-associados, o 1º Diálogos Agrojor ocorrerá das 9h às 12h30 e contará com dois painéis, cada um com debate entre mesa e participantes, e dois pitches.  As mídias parceiras O encontro teve amplo apoio de veículos de comunicação especializados no setor. Em ordem alfabética, os parceiro dessa primeira edição são AgroBand, AgFeed, Agrofy News, Balde Branco, Canal Rural, DBO, Forbes Agro, Globo Rural, INC Magazine, JornalCana, Notícias Agrícolas, Record Agro, SBT Agro e Terra Viva que, diariamente, alcançam audiência de milhões de pessoas no país. A presidente da Rede Agrojor avalia que a parceria destes veículos é mais uma demonstração da relevância do evento e da própria associação para a qualificação dos profissionais jornalistas com atuação na cobertura sobre o agro nacional. “Nossos associados produzem e/ou dirigem boa parte de tais publicações, o que é um orgulho para nós e mais uma motivação para a chegada de cada vez mais novos membros à Rede Agrojor, assim como de participantes ao 1º Diálogos Agrojor”, convida. Quem são os patrocinadores O 1º Diálogos Agrojor tem como patrocinador Ouro a Syngenta; patrocinadores Prata, a Corteva, a Koppert, a Yara, a John Deere, a BPBunge e a CNH Industrial; patrocinador bronze, o Grupo Santa Clara. O apoio institucional é do Instituto Pecege.  “O primeiro dessa série de eventos online tem por objetivo integrar jornalistas e profissionais de comunicação que atuam no agronegócio, trazendo para o debate personalidades que possam contribuir, por meio de conhecimento, ciência e atualidades, para um melhor entendimento sobre os impactos que a profissão vem enfrentando”, explica Vera. O que é a Rede Agrojor A RedeAgrojor foi criada formalmente em abril de 2022 após mais de 10 anos de encontros entre profissionais com atuação na área. Atualmente, a entidade tem 75 jornalistas associados e cerca de 2 mil seguidores em suas redes sociais. A Rede Agrojor é filiada e representante no Brasil da IFAJ (International Federation of Agricultural Journalists), entidade global que reúne 6 mil profissionais de cerca de 60 países. O evento tem como patrocinador Ouro a Syngenta e patrocinadores Prata Corteva, Koppert e Yara. O apoio institucional é do Instituto Pecege. Serviço1º Diálogos Agrojor Data: 19 de outubro de 2023 (terça) Horário: das 9h às 12h30 Inscrições: https://eventos.linka.la/agrojor-out-2023 Mais informações sobre a Rede Agrojor: https://www.redeagrojor.com.br/ Programação 1º Painel Inteligência Artificial Generativa no Jornalismo – Desafios e Oportunidades Debatedores:  ·  Magaly Parreira do Prado – jornalista, pesquisadora, escritora e professora na PUC-SP e USP ·  Luiz Pacete – editor de tecnologia e inovação da Forbes e head de conteúdo da MM Latam ·  Eduardo Tessler – jornalista e consultor de empresas de comunicação, sócio-diretor do Mídia Mundo Mediadora: Alessandra Melo, jornalista associada Agrojor e editora do AgFeed Pitchs – Fake News e qualidade de fonte de dados ·  Fanny Lothaire – correspondente internacional ·  Leandro Becker, editor-chefe da Lupa  2º Painel Tendências da Comunicação Corporativa Debatedores ·  Jorge Soufen Júnior – jornalista e diretor de atendimento na 2PRÓ Comunicação ·  Nicholas Vital – idealizador curador do Lab de Comunicação para o Agronegócio da Aberje e diretor da ABMRA ·  Eduardo Ribeiro – diretor da Mega Brasil Comunicação e da Jornalistas Editora Mediador: Altair Albuquerque, jornalista associado Agrojor e diretor da Texto Comunicação

Syngenta será patrocinadora da primeira edição do Diálogos Agrojor

No dia 19 de outubro, a Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor), promoverá a primeira edição do Diálogos Agrojor, que contará com o patrocínio master da Syngenta Proteção de Cultivos. O evento tem como objetivo integrar jornalistas e profissionais de comunicação que atuam no agronegócio, trazendo para o debate personalidades que possam contribuir, por meio de ciência e diálogos enriquecedores, para um melhor entendimento sobre os impactos e desafios atuais da profissão. “Essa integração é fundamental para entendermos como apresentar para toda a sociedade, principalmente para o público urbano, o trabalho responsável e comprometido com a sustentabilidade que é realizado nas lavouras. Precisamos ampliar a voz de quem está diariamente no campo enfrentando inúmeros desafios para prover alimentos, fibras e energia à sociedade”, destaca Nêmora Reche, Diretora de Comunicação Corporativa da Syngenta Proteção de Cultivos para a América Latina. A Rede Agrojor busca valorizar e fortalecer a atividade de jornalismo agropecuário no Brasil e estimular o relacionamento internacional. Criada em abril de 2022, conta com 75 jornalistas associados, sendo filiada e representante no Brasil da IFAJ(International Federation of Agricultural Journalists), entidade global que reúne 6 mil profissionais de cerca de 60 países. Com o objetivo de aproximar os contextos urbano e rural, por meio de informações e histórias que nascem diariamente da agricultura, a Syngenta tem investido em estratégias de comunicação e produção de conteúdo com o intuito de explorar temas sobre a produção sustentável de alimentos e a preservação ambiental de forma simples e objetiva, além de mostrar como a agricultura pode evoluir em equilíbrio com a natureza. “Lançamos em agosto a websérie “Fala Povo”, produção original que visa disseminar o conceito da agricultura regenerativa à população urbana, e mostrar como práticas sustentáveis podem otimizar a produção agrícola enquanto se mantêm em harmonia com o meio ambiente. Esta e outras ações fazem parte de nossos esforços para desmistificarmos conceitos importantes, tendo a imprensa especializada como uma de nossas grandes aliadas nesse processo”, finaliza Nêmora. Outra iniciativa que reforça o compromisso da Syngenta com a sustentabilidade é o Reverte, programa desenvolvido em parceria com a The Nature Conservancy, Itaú BBA e EMBRAPA, com o objetivo de apoiar agricultores, por meio de técnicas agronômicas e financiamento de longo prazo, a transformarem pastos degradados em terras produtivas, sem a necessidade de abertura de novas terras, suportando, assim, na preservação ambiental. A expectativa do programa é de que até 2030 sejam recuperados 1 milhão de hectares para solos cultiváveis e produtivos, atualmente o programa cobre cerca de 170.000 hectares, principalmente nas regiões de Mato Grosso e Goiás, e mais de 500 milhões de reais já foram liberados para que os agricultores possam financiar os materiais necessários para a recuperação dos solos degradados. Evento O 1º Diálogos Agrojor abordará três frentes de interesse da comunicação e que impactam no dia a dia do jornalista: inteligência artificial generativa no jornalismo, fake news e qualidade das fontes e dados e tendências da comunicação corporativa. Aberto a associados e não-associados, o evento contará com dois painéis e três pitchs, seguidos de um debate entre os painelistas e jornalistas participantes. O evento acontecerá, virtualmente, no dia 19 de outubro entre 9h e 12h30. As inscrições podem ser realizadas pelo link:​https://eventos.linka.la/agrojor-out-2023. Sobre a Syngenta A Syngenta Crop Protection e a Syngenta Seeds fazem parte do Syngenta Group, uma das principais empresas agrícolas do mundo. Nossa ambição é ajudar a alimentar o mundo com segurança enquanto cuidamos do planeta. Nosso objetivo é melhorar a sustentabilidade, a qualidade e a segurança da agricultura com ciência de classe mundial e soluções agrícolas inovadoras. Nossas tecnologias permitem que milhões de agricultores em todo o mundo façam melhor uso dos limitados recursos agrícolas. O conteúdo deste press release serve a propósitos apenas informativos. Ele não é, nem deve ser interpretado como, uma oferta para venda ou emissão, como solicitação de oferta de compra de quaisquer títulos ou outras participações imobiliárias.

Saiba como vai ser o 1º Diálogos Agrojor

A Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor), grupo formado por profissionais que atuam na cadeia produtiva da agropecuária, vai promover no dia 19 de outubro o 1º Diálogos Agrojor. A criação da série tem por objetivo integrar jornalistas e profissionais de comunicação que atuam no agronegócio, trazendo para o debate personalidades que possam contribuir, por meio de conhecimento, ciência e atualidades, para um melhor entendimento sobre os impactos que a profissão vem enfrentando. O 1º Diálogos Agrojor levantou três frentes de interesse da comunicação e que impactam no dia a dia do jornalista. São elas: Inteligência Artificial (IA) generativa, fake news e comunicação corporativa.  Aberto a associados e não-associados, o evento contará com dois painéis e dois pitchs, seguidos de um debate entre mesa e participantes, marcado para o período de 9h às 12h30. As inscrições podem ser feitas pelo link: https://eventos.linka.la/agrojor-out-2023 Criada em abril de 2022, a Rede Agrojor conta com 75 jornalistas associados e cerca de 2 mil seguidores em suas redes sociais. A Rede Agrojor é filiada e representante no Brasil da IFAJ (International Federation of Agricultural Journalists), entidade global que reúne 6 mil profissionais de cerca de 60 países. O evento tem como patrocinador Ouro a Syngenta e patrocinadores Prata Corteva, Koppert e Yara. O apoio institucional é do Instituto Pecege. Confira a programação completa do 1º Diálogos Agrojor: 1º Painel Inteligência Artificial Generativa no Jornalismo – Desafios e Oportunidades  DEBATEDORES:  Magaly Parreira do Prado – Pesquisadora, escritora e professora na PUC-SP e USP Luiz Pacete – Editor de tecnologia e inovação da Forbes e head de conteúdo da MM Latam Eduardo Tessler – Consultor de empresas de comunicação, sócio-diretor do Mídia Mundo MEDIADORA: Alessandra Melo, jornalista associada à Rede Agrojor e editora do Agfeed Espaço Pitchs Fake News e qualidade de fonte de dados Apresentação: Fanny Lothaire – correspondente internacional Leandro Becker – editor-chefe da Lupa  2º Painel Tendências da Comunicação Corporativa DEBATEDORES: Jorge Soufen Júnior – Diretor de atendimento na 2PRÓ Comunicação Nicholas Vital – Curador do Lab de Comunicação para o Agronegócio da Aberje e diretor da ABMRA Eduardo Ribeiro – diretor da Mega Brasil Comunicação, da Jornalistas Editora Mediador: Altair Albuquerque, jornalista associado à Rede Agrojor e diretor da Texto Comunicação A manhã também contará com a participação de Steve Werblow, vice-presidente da IFAJ. A condução, como mestre de cerimônia, será de Renato Pezotti,  associado à Rede Agrojor e editor do UOL. O 1º Diálogos Agrojor tem como patrocinador Ouro a Syngenta. São patrocinadores Prata a BP Bunge Bioenergia, CNH Industrial, Corteva, John Deere, Koppert e Yara. Patrocinador Bronze: Grupo Santa Clara. O apoio institucional é do Instituto Pecege.

Rede Agrojor debate dinâmica do mercado de proteínas com a ABPA

A produção nacional e os processos envolvendo o mercado externo de proteína animal foram temas de encontro promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) com representantes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em evento on line realizado no sábado (16/09/23). Na ocasião, o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, e o chefe de comunicação da entidade, Marcelo Oliveira detalharam pontos relevantes para a compreensão da dinâmica do mercado exportador de aves, suínos e ovos do Brasil.  É o caso, por exemplo, da metodologia de coleta e processamento de dados divulgados pela entidade, tanto de produção e consumo per capita, quanto de exportações.  Dúvidas frequentes de profissionais da imprensa também estiveram na pauta, como os processos de habilitação para novas plantas frigoríficas em cada mercado importador, o formato da cadeia de valor das proteínas, o sistema de integração entre produtores e agroindústrias, entre outros pontos. Questões sanitárias do setor produtivo também estiveram em pauta, especialmente em temas emergentes como a Influenza Aviária e a Peste Suína Africana – duas enfermidades que vem determinando o comportamento das exportações globais do setor. Marcado pela forte interação entre os jornalistas da rede e os representantes da ABPA, o workshop também abordou temas técnicos que estão constantemente nos debates da produção e o comércio internacional, como requisitos sanitários de exportação, resistência antimicrobiana e saúde única, bem-estar animal e outras pautas. “O encontro com os sócios da Agrojor foi primordial para clarificar pontos e dar ainda mais transparência aos processos que envolvem a avicultura e a suinocultura do Brasil.  Se por um lado esperamos ter contribuído com mais informações para os colegas jornalistas que cobrem o agronegócio, por outro, também nós tiramos lições para aprimorar ainda mais nossos processos de comunicação”, analisa Rua. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui e associe-se.