jornalismo

Worshop: Qual é o legado do Ifaj Executive Meeting

É hora de discutir os impactos do Executive Meeting na imprensa agro do mundo todo. E você está convidado para participar dessa conversa. O encontro será na quarta-feira (22), às 16h, via zoom. Steve Werblow, presidente da Ifaj, já confirmou presença. Ele participou da programação, que percorreu parte do interior paulista numa imersão pela agropecuária brasileira, ao lado de 50 jornalistas de 22 países, e poderá compartilhar as impressões dos colegas do mundo todo sobre a cadeia produtiva nacional.Os profissionais estrangeiros já estão divulgando suas matérias por aí. Por aqui, é hora de solidificar as pontes construídas e o legado para o jornalismo especializado. Sua presença é fundamental para a construção desse diálogo e o fortalecimento das relações. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país

+Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026: Participe do 1º Turno com o apoio da Rede Agrojor

A Rede Agrojor convida toda a comunidade de comunicação para participar da 6ª Edição do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio, que já está com as votações do primeiro turno abertas. Como apoio desta iniciativa, a Agrojor reforça seu compromisso em valorizar o jornalismo especializado, entendendo que reconhecer os talentos do setor é fundamental para fortalecer a imagem do agro brasileiro.  A votação acontece de forma digital através do portal oficial do prêmio, permitindo que você navegue e confirme suas escolhas clicando em “Concluir” na última aba. Neste primeiro turno, você pode indicar até cinco opções em categorias que abrangem todo o ecossistema da notícia: Agência de Notícias, Áudio (Rádio/Podcast), Canal de Youtube, Periódico Especializado (Impresso/Digital), Programa de TV (Especializada e Geral), Site/Portal, Veículo Geral e Jornalistas. A participação é exclusiva para jornalistas, profissionais de agências de comunicação, assessorias e comunicação corporativa, garantindo um olhar técnico e qualificado sobre os indicados. A Rede Agrojor acredita que a união dos comunicadores é o que traz credibilidade para o setor. Ao votar, você ajuda a destacar as melhores práticas e os profissionais que fazem a diferença.  Participe desta iniciativa apoiada pela Rede Agrojor e ajude a premiar a excelência na comunicação do agronegócio. . Acesse o site para obter mais informações: https://pesquisa.portaldosjornalistas.com.br/pesquisa/admirados-agor-2026-1o-turno

Do Brasil para o mundo: agronegócio brasileiro é pauta global do jornalismo especializado

Ao receber uma caravana de jornalistas do segmento agropecuário, o Brasil desfrutou de uma oportunidade ímpar para mostrar ao mundo como o campo e a ciência trabalham unidos preservando o meio ambiente para desenvolver o setor que lidera a economia nacional: o AGRO De 15 a 20 de março de 2026, o Brasil recebeu uma caravana da imprensa internacional especializada em agronegócio: 50 jornalistas* experientes que vieram de 22 países para conhecer e vivenciar a agropecuária brasileira. A programação permitiu o diálogo com lideranças do setor, empresários e pesquisadores, somando conhecimento técnico, científico, tecnológico, sustentável e produtivo de alguns dos principais cultivos como café, cana-de-açúcar, grãos, soja, citrus e pecuária, além de conhecimentos sobre agricultura familiar, preservação ambiental, bioinsumos, agricultura de precisão e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). O encontro, promovido pela IFAJ – Federação Internacional dos Jornalistas Agrícolas e com organização da Rede Agrojor – Associação Brasileira dos Jornalistas de Agronegócio, foi preparado durante 10 meses por um comitê de trabalho voluntário composto por 16 jornalistas brasileiros, associados Agrojor, e baseados em várias regiões do país. A equipe foi comandada pela presidente da entidade, a jornalista Vera Ondei. “Não estamos sozinhos no mundo e o que queremos para o futuro é que todos estes colegas olhem para nós como parceiros na busca por informações sobre o Brasil, principalmente, fontes oficiais, sejam elas empresas, entidades, governo e ONGs”, ressaltou Vera em sua fala de encerramento. A imersão foi realizada durante o Mid Term Executive Meeting, reunião que ocorre anualmente, a cada edição, em um país diferente. Em 2026, o Brasil sediou o evento pela primeira vez. O principal objetivo foi demonstrar aos profissionais internacionais, de forma completa e abrangente em um curto espaço de tempo como é o agronegócio brasileiro – do lado de dentro da porteira. Durante os cinco dias, o grupo passou por 10 cidades do interior paulista: Guarulhos (onde foi realizado o coquetel de abertura), São Carlos (local da hospedagem e de onde partiam diariamente), Araraquara, Campinas, Charqueada, Descalvado, Holambra, Mogi-Guaçu, Pirassununga e Piracicaba. Nessas cidades estão centros de pesquisa, institutos, empresas e propriedades rurais que demonstraram inovações e esforços em prol do desenvolvimento tecnológico e sustentável do agro. Além do conteúdo técnico, durante a experiência, os jornalistas também tiveram a oportunidade de experimentar parte da culinária típica brasileira como um jantar em uma churrascaria no sistema self-service/rodízio. Muitos desconheciam este formato de serviço. Teve também noite com comidas de boteco e a tradicional feijoada. “Foi uma experiência fabulosa, aprendi muito e conheci pessoas maravilhosas”, ressaltou o jornalista Patrick Dupuis, da Canadian Farm Writers Federation (CFWF). “Tanto na Suíça como na Alemanha há muita discussão sobre o Mercosul e os insights que recebemos foram bastante esclarecedores. Aprendi muito. Senti que estava exatamente no lugar e na hora certa”, destacou Kirsten Müller, da Schweizer Agrarjournalisten (VDAJ). “Aprendi muito sobre o Brasil e seu trabalho com o segmento agrícola: minha mente está repleta de ideias de comunicação no agro para acrescentar ao meu trabalho nos EUA”, disse Katie Knapp, da Agricultural Communicators Network (EUA) em acordo com seu colega de redação, Gregory David Horstmeier: “Devo dizer que tudo que vi nesta semana alimentou minha alma e iluminou meu coração. Ficar fora dos EUA uma semana, aprendendo tanto com vocês no Brasil foi incrível”. Steve Werblow, presidente da IFAJ, finalizou: “Vocês transformaram cada problema em aprendizado. Até quando o ônibus ficou atolado, aquilo virou uma oportunidade de entender a logística. Passamos a enxergar as dificuldades e as possibilidades”. A realização do Executive Meeting IFAJ-Agrojor no Brasil foi possível por causa de empresas e marcas que acreditam na comunicação agro. O evento teve como patrocinador Ouro as empresas Bayer, John Deere e Yara Fertilizantes; a Basf como patrocinador Prata e Corteva como Bronze. A iniciativa teve o apoio da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Cachaça Cabaré, Ford, Legga, Ludu e Toledo do Brasil. Os locais visitados foram: Embrapa Pecuária Sudeste, Embrapa Instrumentação, Embrapa Territorial, Coplacana, Esalq/Sparcbio, CTC – Centro de Tecnologia Canavieira, Café DelGraan, Sítio São João, Joost Kalanchoé, Koppert, Agrindus/LettiA, Fazenda Estância e Fazenda Cachoeira. Países representados por seus jornalistas: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Canadá, Chile, Dinamarca, Escócia, Eslováquia, Eslovênia, Estados Unidos, Finlândia, Geórgia, Irlanda, Nigéria, Noruega, Países Baixos, Quirguistão, Reino Unido, Sérvia e Suíça. Inicialmente seriam 51 jornalistas de 23 países, mas o profissional da Romênia ficou impossibilitado de comparecer por causa dos conflitos no Oriente Médio.

Jornalistas da IFAJ visitam fazenda referência em agricultura regenerativa no Brasil

Estrangeiros conhecem o trabalho da família Vick, em Piracicaba (SP), modelo de sustentabilidade e resiliência diante de desafios climáticos da região Irmãs Aline e Nathalia Vick, proprietárias da Fazenda Estância Representantes da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ) participaram de uma visita técnica à Fazenda Estância, em Pirassununga, SP, no dia 19 de março. A unidade é referência em práticas de agricultura regenerativa e integra a iniciativa global Bayer ForwardFarming, que demonstra essas práticas no campo. A atividade fez parte do Executive Meeting, reunião anual de delegados da IFAJ, organizada neste ano no Brasil pela Rede Agrojor, com o apoio da Bayer. Com uma agenda focada no agro brasileiro contemporâneo, o encontro ocorreu de 15 a 20 de março e reuniu jornalistas de 22 países. A fazenda que os jornalistas conheceram foi fundada por José Vick e passou por um processo de sucessão familiar em 2018. Hoje, suas filhas Nathalia Vick, administradora e gestora de agronegócios, e Aline Vick, economista, estão à frente da propriedade. A unidade tem 1.100 hectares dedicados às culturas de soja, milho, sorgo, mandioca e cana-de-açúcar. Segundo levantamento divulgado pela propriedade, a adoção de práticas de agricultura regenerativa a longo prazo resultou em mais estabilidade produtiva e redução das emissões de gases de efeito estufa na fazenda. Durante a safra 2024/25, a média de emissões para a cultura de soja foi 60% menor do que a média brasileira. Já para o milho segunda safra, elas foram 46% menores do que a média nacional para a cultura no período. Em relação à soja, foram avaliados 11 talhões e levados em consideração fatores como mudança do uso da terra, plantio, manejos, colheita, secagem e transporte. A análise concluiu que a pegada de carbono na safra 2024/25, em média, atingiu 616,4 kg CO2 eq./t, ou seja, 60% menor do que a média nacional, 1526 kg CO2 eq./t. Um talhão em específico chegou a 373 kg CO2 eq./t, 76% menor do que a média brasileira. “É importante ressaltar que cada talhão possui um perfil de solo e histórico de manejo diferente, o que influencia a pegada. Ainda assim, o talhão com maior pegada registrada representa um montante 22% menor do que a média nacional”, explica Felipe Albuquerque, diretor de sustentabilidade da divisão agrícola da Bayer para a América Latina. Seguindo a mesma metodologia, a análise de pegada para o cultivo de milho segunda safra concluiu que a média da Fazenda Estância é 46% menor, 751,71 kg CO2 eq./t, do que a média nacional para a cultura, 1387 kg CO2 eq./t. Metodologia PRO Carbono O cálculo das emissões foi feito por meio da Footprint PRO Carbono, ferramenta desenvolvida pela Bayer em parceria com a Embrapa, baseada na avaliação do ciclo de vida (ACV), que calcula a pegada de carbono de produtos agrícolas em sistema de produção de soja, milho e algodão. Capaz de efetuar cálculos por talhão, um diferencial em relação a outras ferramentas no mercado, a calculadora permite um diagnóstico preciso e o reconhecimento de propriedades e produtores eficientes do ponto de vista de emissão de gases de efeito estufa. Para Aline Vick, pequenas mudanças no manejo fazem toda a diferença. “Existem decisões que estão ao alcance dos produtores. No caso da cultura da soja, por exemplo, substituímos a aplicação de ureia pelo nitrato, que emite menos gases de efeito estufa. Implementamos tecnologias de precisão que minimizam as manobras de maquinário, resultando em economia de combustível e redução das emissões de gases. Uma agricultura mais precisa não apenas melhora os resultados obtidos, mas também gera benefícios sustentáveis a longo prazo.” Produtividade e solo mais saudável A saúde do solo é um dos elementos centrais da agricultura regenerativa e contribui para produzir a mesma ou maior quantidade de produtos agrícolas a partir de uma extensão territorial menor, com menos recursos e menor pegada climática e ambiental. Em talhões com menor pegada, por exemplo, o índice de produtividade de soja da fazenda foi maior, chegou a 77 sacas por hectare. Além disso, entre 2020 e 2024, a propriedade manteve uma produtividade estável, em alguns casos até acima da média da região, mesmo durante período de chuvas escassas. Grande parte desse ganho é relacionado à adoção de práticas de agricultura regenerativa, como rotação de culturas e plantio direto, provando que sustentabilidade e produtividade andam juntas. “A saúde do solo é a base de todo o nosso trabalho. Por meio da agricultura regenerativa, fortalecemos sua estrutura e promovemos um ecossistema mais equilibrado. Hoje, adotamos essas práticas em toda a propriedade, um trabalho que construímos ao longo dos anos, que resulta em solos com maior resiliência ambiental e condições ideais para uma produção sustentável ao longo do tempo. A sustentabilidade virou a nossa marca”, pontua Aline. Plataforma PRO Carbono Desde 2021, a Fazenda Estância faz parte do PRO Carbono, maior plataforma de soluções regenerativas da América Latina que conecta agricultores, indústrias e mercados que buscam cadeias produtivas e integram sustentabilidade como vantagem competitiva e motor de crescimento do negócio.   De lá para cá, novas técnicas foram implementadas e ampliadas para avançar na regeneração do solo na propriedade, como a intensificação da rotação de raízes. Hoje, mais de 80% das áreas de produção de grãos já receberam plantas de cobertura em substituição ao milho ou ao sorgo de segunda safra. Uma análise comparativa simples de um talhão, feita entre 2021 e 2024, concluiu que, após três anos de práticas de agricultura regenerativa, o solo analisado revelou um aumento no teor de fósforo, um dos principais nutrientes a ser considerado em uma agricultura tropical, por ser pouco presente no solo brasileiro.  O cálcio também apareceu em maior quantidade, e esses resultados indicam melhoria gradual e sustentável da fertilidade e do perfil químico do solo, além de potencial redução no uso de calcário, o que contribui para um menor impacto ambiental no futuro. “O solo da fazenda é arenoso, uma característica da região, o que torna necessário um conjunto de ações para melhorar a sua saúde. O plantio direto e a rotação de culturas na fazenda favorecem

Bruno Blecher é homenageado pela Embrapa e anuncia novo livro

Reconhecido por sua trajetória no jornalismo agro e atuação na Rede Agrojor, Bruno Blecher é homenageado e anuncia novo livro “O Sertão é o Mundo” é o novo livro do jornalista Bruno Blecher, com lançamento previsto para o mês de maio. A obra, que será o quinto livro do autor, reunirá histórias marcantes do jornalismo rural, construídas ao longo de décadas de experiência na cobertura do agronegócio brasileiro. O anúncio foi feito durante a homenagem ao jornalista na celebração dos 50 anos da Embrapa Milho e Sorgo, realizada no dia 11 de março, em Sete Lagoas (MG). “Este prêmio representa o reconhecimento do meu trabalho jornalístico. Uma premiação de uma grande instituição nacional como a Embrapa é um privilégio”, afirma Blecher. O reconhecimento destacou a contribuição e a trajetória do jornalista, que atuou em alguns dos principais veículos de comunicação do país, como Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo. Ao longo da carreira, também ocupou cargos de liderança, como diretor da revista Globo Rural e coordenador de jornalismo no Canal Rural. Atualmente, é sócio da Agência Fato Relevante e faz parte da Rede Agrojor, onde segue acompanhando e analisando os principais temas do setor. Blecher é considerado uma das referências do jornalismo agro no Brasil, tendo contribuído para ampliar o entendimento público sobre a agricultura, a ciência e os desafios do campo. Seu trabalho ajudou a consolidar uma cobertura mais qualificada e aprofundada sobre o setor, conectando produtores, pesquisadores e a sociedade. Ao longo de sua trajetória, acumulou reconhecimento por sua atuação consistente e pelo compromisso com a informação. “Homenagens, prêmios e concursos são incentivos importantes para as novas gerações de jornalistas agro”, destaca. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

Dois associados da Rede Agrojor são premiados em concursos nacionais de jornalismo

Os jornalistas Julio Huber e Bruno Faustino, ambos associados da Rede Agrojor, foram reconhecidos em duas premiações nacionais realizadas em Brasília. No dia 2 de dezembro, Huber recebeu o recebeu o prêmio da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), na categoria Texto Regional. Já em 3 de dezembro, os dois profissionais foram destaques no 4º Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil, promovido pelo Conselho Nacional do Café (CNC). Na premiação do CNC, as reportagens produzidas por Huber e Faustino foram reconhecidas pela abordagem de temas ligados à sustentabilidade, inovação e à força da cafeicultura brasileira. O trabalho de Huber apresentou avanços da atividade e iniciativas desenvolvidas por produtores e cooperativas, enquanto a reportagem de Faustino destacou como tradição, ciência e cooperativismo impulsionam a produção no Espírito Santo. Para Huber, o reconhecimento tem relação direta com sua trajetória profissional. “Cresci em meio ao café e contar histórias de quem vive da atividade sempre foi especial para mim. Receber esse prêmio reforça a importância do jornalismo que valoriza o produtor e o território”, afirmou. Faustino também celebrou a conquista. “É gratificante ver nosso trabalho reconhecido. Nosso compromisso é registrar, com rigor e responsabilidade, as transformações da cafeicultura capixaba”, disse o jornalista. Além da premiação no CNC, Huber também venceu o Prêmio ABDE de Jornalismo na categoria Texto Regional com a reportagem “Regenerar é semear o amanhã”, publicada na Revista Negócio Rural. O material apresenta iniciativas de agricultura regenerativa adotadas por produtores rurais e mostra como práticas sustentáveis vêm sendo fortalecidas com o apoio de instituições de fomento. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas Agro do Brasil  

Leandro Fidelis é o vencedor da categoria texto no 2º Prêmio Ibá de Jornalismo

A Ibá (Indústria Brasileira de Árvores) anunciou nesta quarta-feira (3) os vencedores de seu 2º Prêmio de Jornalismo. Foram 4 reportagens condecoradas nas categorias texto, vídeo, áudio e veículo especializado, além de uma menção honrosa. Os vencedores receberão o valor de R$ 5 mil cada, além de troféu e certificado. Entre eles está Leandro Fidelis, jornalista especializado em agronegócio e integrante da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor). Fidelis foi o destaque da categoria texto, com a reportagem “Do pinus ao pixel, o futuro sustentável que brota no Sul do Brasil”, publicada na revista Conexão Safra. A reportagem aborda o avanço da silvicultura moderna no Sul do Brasil, especialmente no Paraná e no Rio Grande do Sul, como eixo estratégico da bioeconomia e da transição verde. Mostra como florestas plantadas de eucalipto, pinus, acácia e espécies nativas se tornaram ecossistemas tecnológicos, produtivos e sustentáveis, integrando inovação digital, tokenização, IA e blockchain. Destaca ainda o impacto social, ambiental e econômico dessas florestas e sua conexão com políticas públicas e inclusão produtiva. Fidelis atua como agente de operações do Sicoob Espírito Santo, em Venda Nova do Imigrante (ES). Possui ampla trajetória em comunicação, com experiência que abrange assessoria de imprensa, reportagem e gestão de comunicação pública e corporativa. Em 2024 e 2025 foi assessor de Comunicação e Marketing da Sicredi Aliança RS/SC/ES, onde liderou estratégias de relacionamento e conteúdo institucional. Antes disso, exerceu a função de gerente de comunicação da Prefeitura de Venda Nova do Imigrante, coordenando ações de marketing, atendimento à imprensa e cobertura de eventos oficiais. Durante mais de uma década, foi repórter especial da Revista Conexão Safra, veículo para o qual ainda presta serviço, uma referência na cobertura do agronegócio capixaba, com produção de reportagens sobre cafeicultura, cooperativismo, agroindústria e sustentabilidade. Atuou também como assessor de imprensa da Nater Coop, com foco em projetos de rastreabilidade de cafés e ovos especiais, e foi correspondente do Jornal A Tribuna e repórter da Rádio FMZ. Leandro é formado em jornalismo e também em Publicidade, e possui MBA Executivo em Comunicação Eleitoral e Marketing Político.  Sobre o Prêmio Ibá, sua segunda edição recebeu 125 reportagens, enviadas por profissionais de 18 estados de todas as regiões do país, além do Distrito Federal. Entre as reportagens premiadas, há trabalhos de grandes veículos nacionais, assim como de filiadas, jornais e rádios regionais. Os trabalhos no geral abordaram as tarifas norte-americanas, o desempenho da silvicultura regional, a bioeconomia e a inovação do setor, entre outros temas.  Os vencedores foram selecionados por uma banca de jurados de peso, formada por especialistas de diferentes áreas. São eles Leão Serva, professor de Ética Jornalística na ESPM-SP e colaborador da TV Cultura em Londres; José Otávio Brito, professor titular sênior da USP (Universidade de São Paulo) no Campus Luiz de Queiroz; e Cindy Correa, gerente de Comunicação da Ibá. Cada um dos jurados pontuou as reportagens a partir de quatro critérios: relevância no debate público; qualidade da apuração; originalidade e abordagem; clareza, estrutura e qualidade narrativa. Os vencedores de cada categoria foram definidos a partir da somatória da pontuação média de cada jurado.  A entrega dos troféus e certificados ocorre também nesta quarta-feira (3/12), em São Paulo, durante jantar de confraternização de fim de ano das entidades Ibá, Empapel, ABTCP e SIP, evento que reunirá lideranças do setor e parceiros. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas Agro do Brasil

Jornalistas da Rede Agrojor são finalistas do IV Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil

O Conselho Nacional do Café (CNC) divulgou a lista de finalistas do IV Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil, e quatro profissionais associados à Rede Agrojor estão entre os selecionados. A premiação reconhece trabalhos que fortalecem a comunicação e valorizam a cafeicultura brasileira, reunindo reportagens que destacam inovação, sustentabilidade, mercado e histórias humanas ligadas ao universo do café. A cerimônia oficial será realizada no dia 3 de dezembro de 2025, às 19h, no auditório da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília, reunindo autoridades, lideranças cooperativistas e jornalistas de diferentes regiões do país. Entre os finalistas, a Rede Agrojor celebra a presença de Bruno Pinheiro Faustino (Revista Negócio Rural), Julio Cezar Huber (Revista Negócio Rural), Lívia Andrade (Revista Espresso) e Leandro Faria de Castro Fidelis (Conexão Safra). Os quatro representam veículos especializados que se destacam na cobertura do agronegócio e reforçam a importância do jornalismo qualificado para ampliar o acesso à informação no setor cafeeiro. O reconhecimento no Prêmio Cafés do Brasil reforça o papel do jornalista como peça estratégica para aproximar o público das transformações da cafeicultura desde o avanço tecnológico até o impacto social e econômico da atividade. Para a Rede Agrojor, a presença de seus associados entre os finalistas demonstra o comprometimento da categoria com uma comunicação responsável, atualizada e conectada às demandas do campo. O evento marcará mais uma celebração ao jornalismo agro, reconhecendo profissionais que contam histórias essenciais para compreender a evolução do café brasileiro, uma das cadeias produtivas mais relevantes do país. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e venha para a maior comunidade global de jornalistas agro.

Atual diretoria da Rede Agrojor concorre à gestão 2026/27

A Rede Agrojor realizará, no dia 21 de novembro de 2025, às 10h, a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, que ocorrerá exclusivamente em formato digital. Durante a reunião, os associados vão debater sobre pautas administrativas e eleger a nova diretoria e o conselho fiscal da entidade para o biênio 2026/27. A atual diretoria confirmou a inscrição de sua chapa para concorrer ao novo mandato, dentro do prazo estabelecido até 10 de novembro de 2025.  A composição proposta é a seguinte: Diretoria e Conselho Fiscal – Gestão 2026/27Presidente: Vera OndeiVice-presidente nacional: Mariele PrevidiVice-presidente internacional: Daniel Azevedo DuarteSecretário: Altair AlbuquerqueSuplente de secretário: Marcelo OliveiraDiretora de comunicação nacional: Ana SampaioSuplente de diretora de comunicação nacional: Ingrid AlvesDiretora de comunicação internacional: Flávia Romanelli Conselho Fiscal:Luiz Patroni, Alessandra Mello, Carolina Brazil, Cassiano Ribeiro, Diego Silva, Divino Onaldo, Leandro Mariani Mittmann e Luciene Gazeta. Além da eleição e posse dos membros da nova diretoria e do conselho fiscal, a assembleia também tratará de outros pontos, como: A participação é aberta a todos os associados quites com a anuidade da Rede Agrojor, que poderão acompanhar e votar nas deliberações de forma online. A assembleia representa um momento importante para o fortalecimento institucional da Rede Agrojor e para a continuidade dos projetos desenvolvidos pela entidade. A presença dos associados é essencial para garantir a representatividade das decisões e o futuro da rede nos próximos dois anos.

Edital de Convocação Assembleia Ordinária e Extraordinária

REDE BRASIL DE JORNALISTAS AGRO – REDE AGROJOR CNPJ nº 50.319.462/0001-44 EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA A Rede Brasil de Jornalistas Agro – Rede AGROJOR (“Associação”), com sede na Rua Coronel José Eusébio, nº 95, casa 13, Higienópolis, CEP 01239-030, na cidade de São Paulo, Estado de Paulo, vem pelo presente Edital, representada pela Sra. Vera Lucia Ondei, Presidente da Associação, convocar todos os associados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária a se realizar em 21  de novembro de 2025  às 10:00 horas, exclusivamente de modo digital, por meio de plataforma digital, conforme permitido pelo Artigo 10 do Estatuto Social (“Assembleia”), a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: 1.    a apreciação do relatório anual da Diretoria e a homologação das contas e o balanço referentes ao exercício 24/25 até 30 de outubro de 2025; 2.    a eleição e posse dos membros do Conselho Fiscal; 3.    a eleição e posse dos membros da Diretoria Executiva; e 4.    a ratificação de todos os atos praticados pela Diretoria Executiva e pelo Conselho Fiscal da Associação eleitos em 11 de dezembro de 2023 , entre 11 de dezembro de 2023, e a data de realização da Assembleia 21/11/2025. Para participar da Assembleia, os senhores associados deverão estar quites com a anuidade da Rede Agrojor. Informações Gerais: Documentos relacionados à Assembleia e cópias dos documentos a serem discutidos na Assembleia estarão à disposição dos associados no site https://www.redeagrojor.com.br, além de serem enviados para os e-mails cadastrados dos associados. As chapas para concorrer às eleições podem ser registradas até o dia 10 de novembro de 2025, às 24h, pelo e-mail: redeagrojor@redeagrojor.com.br A Associação enviará aos associados habilitados, até o dia 14 de novembro de 2025  o link e as instruções para acesso à Assembleia. A Associação informa, desde já, que as informações de acesso para a Assembleia são pessoais e intransferíveis e não poderão ser compartilhadas sob pena de responsabilização do associado. Conforme previsto no Estatuto, caso a Assembleia não seja instalada em primeira convocação, será realizada nova chamada após decorridos 15 (quinze) minutos do horário marcado para seu início. São Paulo, 21 de outubro de 2025 Vera Lucia OndeiPresidente da Associação

Workshop Rede Agrojor discute a importância da COP 30 para o Brasil

A Rede Agrojor realiza, nesta terça-feira (14 de outubro), às 10h, o workshop “COP 30 e sua importância para o Brasil”, com apoio da Bayer. O evento será transmitido pela plataforma Zoom, aberto a associados e não associados da Rede Agrojor. O convidado desta edição é Renato Rodrigues, head de agronegócio da Terradot, empresa que se dedica a projetos de carbono, clima e agricultura regenerativa, com cerca de 20 anos de experiência em gestão e pesquisa. É pós-doutor pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor visitante com MBA executivo na Fundação Dom Cabral. Rodrigues atua também como membro do Comitê de Sustentabilidade da Associação Brasileira de Agronegócio (ABAG), além de revisor voluntário da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC na sigla em inglês), sobre temas relacionados a gases de efeito estufa.  O workshop abordará os desafios e oportunidades que a COP 30, em Belém (PA), representa para o setor agropecuário e para o Brasil no cenário climático global. A proposta é trazer para o ecossistema da Rede Agrojor informações que possam contribuir com o trabalho jornalístico sobre o papel do agro na transição para uma economia de baixo carbono, com foco em inovações e sustentabilidade. O link de acesso ao evento estará nas redes sociais da Rede Agrojor e será enviado por e-mail aos seus associados. Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do mundo.

Diálogos Agrojor 2025 aprofunda o debate sobre os rumos da comunicação

O 3º Diálogos Agrojor, promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor), reuniu no sábado, 4 de outubro, cerca de 100 jornalistas que atuam no agro em redações, assessorias e empresas para uma imersão nos dilemas e oportunidades da comunicação contemporânea. O encontro aconteceu no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo, com transmissão simultânea pela internet, consolidando-se como um dos principais fóruns de reflexão sobre o futuro do jornalismo no agro. A terceira edição reafirmou a vocação do evento como espaço de encontro entre profissionais que acreditam na força da comunicação como agente de transformação e sustentabilidade do agronegócio e da sociedade. Em formato híbrido, o evento teve como eixo central os novos desafios de engajamento em tempos de excesso de informação. A programação foi estruturada em três mesas temáticas que abordaram diferentes perspectivas sobre o papel do comunicador diante da fragmentação das audiências, da ascensão de novas tecnologias e da pressão crescente pela construção de reputações sólidas. A abertura contou com a presença da presidente da Agrojor e editora da Forbes Agro, Vera Ondei, que destacou a importância de fortalecer o pensamento crítico e o diálogo entre diferentes áreas do ecossistema da comunicação. “Vivemos uma era em que a atenção é o ativo mais disputado. O Diálogos Agrojor é um espaço para refletir sobre como podemos gerar impacto e relevância sem abrir mão da profundidade”, afirmou. Na primeira mesa, “Storytelling de Impacto: como engajar em tempos de saturação digital e onde está a nova audiência”, Cristiane Barbieri, repórter especial do Estadão, e Angélica Mari, jornalista e cofundadora da Futuros Possíveis, exploraram as formas de conectar narrativas jornalísticas a públicos que se informam em múltiplas plataformas. As convidadas defenderam a escuta ativa, a experimentação e o uso responsável das tecnologias como caminhos para reconstruir vínculos de confiança com a audiência. “Estamos diante de um cenário de pulverização da atenção e, dentro disso, você vai criando tribos digitais, nichos culturais e algoritmos que capturam a atenção das pessoas e formam bolhas. Então o grande desafio é poder comunicar e contar histórias simultaneamente para todos esses segmentos de audiência, de uma forma autêntica, verdadeira e com credibilidade”, disse Angélica Mari. “Gente gosta de gente. O que dá mais audiência? Celebridades e esportes é isso que chama o leitor. Então, como é que a economia vai chamar esse leitor? Com emoção”, afirmou Cristiane Barbieri.A jornalista ressaltou que, para despertar o interesse do público, mesmo temas técnicos e econômicos precisam ser apresentados com humanidade e emoção, aproximando a informação da experiência cotidiana das pessoas. A segunda mesa, “Narrativas Imersivas: realidade aumentada, podcasts e o futuro do conteúdo”, trouxe o consultor e pesquisador Paulo Silvestre e o diretor do Canal UOL, Antoine Morel. Mediados por Mariana Grilli, apresentadora do Hora H do Agro, os debatedores mostraram como novas linguagens digitais podem ampliar a experiência do público e renovar o interesse por conteúdos informativos. Foram discutidas as possibilidades da inteligência artificial, da gamificação e do áudio como plataformas de engajamento e aprendizado. “Precisamos estar atentos e abertos ao novo. Não quer dizer que vai dar certo, mas precisamos estar predispostos a fazer essa mudança. O jornalismo precisa mudar a sua linguagem e a linguagem não é só palavras. Linguagem é o que você usa, o jeito que você faz e, principalmente, a maneira como nos relacionamos com o nosso público”, afirmou Paulo Silvestre. “Estamos em um momento de novas narrativas e, mais do que isso, de entender como a gente distribui e compreende o ecossistema pelo qual estamos construindo seja vídeo, texto ou áudio. Vivemos uma época de cocriação e é um momento de perceber que a própria realidade está sendo cocriada, e isso tem muita influência da inteligência artificial”, destacou Antoine Morel. Encerrando o evento, a mesa “Comunicação e reputação em tempos de redes sociais” reuniu Fábio Santos, presidente da Abracom e CEO da CDN, e Pablo Toledo, diretor de Comunicação e Branding da BYD Brasil. Sob mediação de Mariele Previdi, diretora da Rede Agrojor, o debate analisou os riscos e responsabilidades das marcas e dos comunicadores diante da velocidade das redes. A discussão ressaltou a necessidade de coerência entre propósito e prática, além do papel estratégico da comunicação na gestão de crises e na construção de legitimidade. “Muitas empresas olham para as redes sociais apenas como um canal de captura de lead e não trabalham sua reputação nesses ambientes. Quando tropeçam, lembram que só gerar lead não é o suficiente para sobreviver a certas crises e proteger sua reputação a médio e longo prazo”, observou Fábio Santos. “Vejo como tendência um investimento em canais próprios. Ter um controle maior e transformar cada vez mais esses canais em meios poderosos de comunicação é algo que já observo em vários lugares”, completou Pablo Toledo. O Diálogos Agrojor 2025 contou com patrocínios de Syngenta, Corteva, Bayer, Cargill, Elanco e Yara, além do apoio institucional do Pensa/FIA e da Almagrino. Mais do que um evento, o encontro reafirmou o compromisso da Rede Agrojor em promover espaços de troca e aprendizado, fortalecendo a atuação dos comunicadores do agro em um cenário cada vez mais dinâmico e digital.

Quem é Fábio Santos, CEO da CDN, no Diálogos Agrojor 2025

Fábio Santos construiu uma carreira que percorre redações, campanhas eleitorais, gestões públicas e grandes agências. Hoje é CEO da CDN e presidente do Conselho Gestor da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom), posição que ocupa desde 2024. No dia 4 de outubro, ele será um dos debatedores da mesa “Comunicação e reputação em tempos de redes sociais” no 3º Diálogos Agrojor, evento promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro, em formato híbrido, no auditório da FIA Business School, em São Paulo. A trajetória de Santos mostra um profissional que transita entre jornalismo, comunicação pública e gestão corporativa, conectado à necessidade de pensar estratégias para cenários em rápida mudança. Formado no jornalismo, Santos iniciou sua trajetória na Folha de S.Paulo em 1990, onde foi coordenador da Agência Folhas e secretário de redação da Folha da Tarde até 1994.  Em seguida assumiu a Diretoria de Comunicação da Prefeitura de Santos, experiência que abriu espaço para cargos editoriais em projetos de peso. Entre 1997 e 2001, ele esteve na revista República, como editor e editor executivo, e depois passou para a revista Primeira Leitura, permanecendo até 2006. Nesse mesmo ano liderou o lançamento do Destak, primeiro jornal gratuito de grande circulação no Brasil. Como diretor editorial, definiu a linha gráfica e editorial da publicação e conduziu sua expansão para Rio de Janeiro, Brasília e Campinas. Sob seu comando, o jornal se tornou referência no modelo de distribuição gratuita. Permaneceu na função até 2011, quando encerrou o ciclo iniciado com a fundação do projeto. Foi a partir de  2012 que Santos ampliou sua atuação para a comunicação política. Participou da campanha de José Serra à prefeitura de São Paulo, produzindo conteúdo, planejando o relacionamento com a mídia e preparando o candidato para debates. No ano seguinte, ingressou na CDN, onde passou a liderar as contas públicas da agência, onde permaneceu até 2017, além de assumir  a vice-presidência da mesma área em 2016. Nos dois anos seguintes, Santos comandou a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de São Paulo. Em 2019, Santos criou com Átila Francucci e Sérgio Silva a consultoria NCC_1701, que unia negócios, publicidade e relações públicas em formato de núcleos dedicados a cada cliente. O projeto se estendeu até 2020, quando ele assumiu a presidência da CDN. Desde então, está à frente da agência em um ambiente de transformação digital e reposicionamento estratégico. Em paralelo, tornou-se conselheiro da SP Escola de Teatro, reforçando sua ligação com a formação e a cultura.  O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da FIA Business School e da Almagrino. Inscreva-se no Diálogos Agrojor 2025

Syngenta apoia Diálogos Agrojor para fomentar debate sobre o futuro da comunicação

Em um momento de profunda transformação digital, a Syngenta, referência global em inovação agrícola, anuncia o apoio ao 3º Diálogos Agrojor, evento que se propõe a debater o futuro do Jornalismo no agronegócio. Promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro, o encontro em formato híbrido acontecerá em 4 de outubro de 2025, em São Paulo, e espera reunir cerca de 250 profissionais para discutir as novas ferramentas e narrativas na comunicação do setor. Com especialistas que discorrerão sobre uma melhor compreensão dos desafios e impactos dos diálogos em torno do agronegócio, a programação do evento inclui três painéis que abordarão temas como: “Storytelling de Impacto: Como Engajar em Tempos de Saturação Digital: Onde Está a Nova Geração para a sua Audiência?”; “Narrativas Imersivas: Realidade Aumentada, Podcasts e o Futuro do Conteúdo”; e “Reputação e imagem em tempos de redes sociais”. “O diálogo aberto é a base para o desenvolvimento do agronegócio, e é com grande satisfação que apoiamos o Diálogos Agrojor por meio da cota de Patrocinadora Ouro”, celebra Nêmora Reche, Diretora de Comunicação Corporativa da Syngenta no Brasil. “Enxergamos nesta iniciativa uma forma de materializar nosso profundo respeito pela imprensa especializada, que desempenha um papel vital ao conectar os diferentes elos da cadeia com informação de credibilidade”, adiciona a executiva.  A Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) é um grupo formado por profissionais do setor. A organização busca valorizar e fortalecer o jornalismo agropecuário no país e é filiada à IFAJ (International Federation of Agricultural Journalists), uma entidade global com mais de 5 mil profissionais em 60 países.  “Este patrocínio reafirma nosso compromisso em ser a empresa mais colaborativa do campo, pois entendemos que é por meio de conversas construtivas que impulsionamos um futuro mais sustentável para a agricultura brasileira”, finaliza Nêmora.  Sobre a Syngenta A Syngenta é líder mundial em inovação agrícola e está presente em mais de 100 países. A companhia está focada no desenvolvimento de tecnologias e práticas agrícolas que capacitam os agricultores, para que possam fazer a transformação necessária para alimentar a população mundial, preservando o nosso planeta. As suas descobertas científicas arrojadas proporcionam melhores benefícios para os agricultores e para a sociedade, em maior escala do que nunca. Orientada pelas suas Prioridades de Sustentabilidade, a Syngenta busca desenvolver novas tecnologias e soluções que ajudem os agricultores a cultivar plantas mais produtivas e em um solo mais saudável e com maior rendimento. A Syngenta Crop Protection está sediada em Basileia, na Suíça, e a Syngenta Seeds está sediada nos Estados Unidos. Inscreva-se no Diálogos Agrojor: https://www.sympla.com.br/evento/3-dialogos-agrojor/3017610

Quem é Pablo Toledo, da BYD Brasil, um encontro marcado no Diálogos Agrojor

Pablo Toledo construiu uma trajetória sólida no jornalismo e na comunicação corporativa, com passagens por algumas das principais redações brasileiras e hoje ocupa a posição de diretor de Marketing e Comunicação da BYD Brasil. À frente da estratégia de comunicação da empresa desde abril de 2023, com base em São Paulo, atua no fortalecimento da marca em um mercado de mobilidade em rápida expansão e que exige posicionamento claro em temas como inovação, sustentabilidade e relacionamento com a sociedade. No dia 4 de outubro, Toledo será um dos debatedores na mesa “Comunicação e reputação em tempos de redes sociais” no 3º Diálogos Agrojor, que acontece em formato híbrido no auditório da FIA, em São Paulo.  Com mais de duas décadas de atuação em jornalismo e comunicação, Toledo transita entre a prática editorial, a gestão de equipes e o planejamento estratégico de marcas e empresas. É mestre pela Columbia University Graduate School of Journalism, em Nova York, em Televisão. Foi bolsista Maria Moors Cabot, distinção concedida a estudantes latino-americanos com destaque acadêmico e profissional. Sua carreira teve início no Grupo Bandeirantes de Comunicação em 1997, onde permaneceu por mais de cinco anos como repórter do telejornal noturno, cobrindo temas de saúde, meio ambiente e política nacional. A experiência como repórter de rua foi fundamental para moldar a visão jornalística que o acompanharia em toda a trajetória, marcada pelo rigor na apuração e pela busca de narrativas consistentes. Em 2002, aceitou o desafio de trabalhar em Angola como editor-chefe da Televisão Pública de Angola (TPA). Durante um ano e meio, coordenou a produção do programa semanal “Nação Coragem”, liderando equipes de repórteres e cinegrafistas em um país que vivia um momento decisivo de reconstrução social e política. A experiência internacional foi determinante para consolidar sua atuação como gestor de equipes jornalísticas em cenários complexos. De volta ao Brasil, seguiu no Grupo Bandeirantes como correspondente em Nova York, entre 2005 e 2006, período em que acumulou as funções de repórter, produtor e editor. Pouco depois, em 2006, passou a integrar a Editora Abril como gerente de vídeo digital, liderando a produção e a capacitação de repórteres em técnicas de audiovisual, quando as redações ainda davam os primeiros passos na transição para o ambiente online. A partir de 2007, ingressou na Record TV, onde desenvolveu a maior parte de sua carreira executiva. Primeiro como editor executivo, coordenou durante quase quatro anos a produção e a pós-produção de programas de jornalismo investigativo e estilo de vida. Em 2011, assumiu o cargo de editor-chefe da emissora, função que ocupou por oito anos, consolidando sua experiência em gestão editorial. Em 2019, tornou-se gerente de redação, cargo em que permaneceu até 2023, liderando uma das maiores estruturas jornalísticas do país e respondendo por planejamento editorial e estratégia de conteúdo. O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da FIA Business School e da Almagrino. Inscreva-se no Diálogos Agror

Quando a pauta vira negócio e os bastidores da carreira freelancer

O jornalismo agro internacional vive uma contradição permanente: nunca houve tanta demanda por informação especializada. Ao mesmo tempo, nunca foi tão desafiador construir uma carreira financeiramente viável como freelancer como nos dias atuais. Essa foi a tônica do webinar promovido pela Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ), intitulado De pitch ao contracheque: fazendo o freelancer funcionar. O encontro, mediado pelo argentino Addy Rossi, vice-presidente da entidade, reuniu três profissionais que acumulam experiências em diferentes continentes: a sul-africana Lindi Botha, a brasileira Sarah Kirchhof e o alemão Christian Mühlhausen. A primeira questão que surgiu foi a mais objetiva: é possível viver de jornalismo freelancer? Sarah contou que sua mudança para a Alemanha, motivada pela carreira do marido, forçou uma reorganização profissional. Ela passou a dividir o jornalismo com trabalhos de comunicação e de mestre de cerimônias em eventos do setor agro. “Eu moro na Europa, mas com uma conexão direta com o meu país de origem. Posso dizer que sim, é viável, mas há desafios, com certeza. É importante pesquisar o custo de vida e planejar uma reserva mínima para os primeiros meses até que a renda se estabilize.” Christian, com mais de três décadas na profissão, encontrou no equilíbrio entre texto e fotografia uma forma de sustentar sua independência. “Descobri rapidamente que se eu vender uma história junto com fotos, ganho mais do que apenas com o texto. Essa combinação é o que me permite viver do trabalho.” Ele construiu um banco de imagens que hoje responde por metade de sua receita, com clientes que buscam conteúdos agrícolas, florestais e ambientais em escala internacional. “Mesmo quando estou fora do escritório, a base gera retorno. Esse é meu maior ativo.” Lindi foi clara ao apontar que o pânico inicial faz parte da trajetória. “Nos primeiros anos, você entra em desespero porque a renda é incerta. É importante projetar três ou quatro meses à frente para decidir se vale aceitar ou recusar um novo projeto.” Para ela, a diversificação é essencial: “Trabalhos de comunicação garantem retorno estável e permitem planejar. Só com jornalismo puro, é difícil sustentar.” O perfil do freelancer e as armadilhas do caminho Se a viabilidade depende de planejamento, a sustentabilidade passa pelo perfil. Sarah acredita que coragem é o primeiro requisito. “A primeira coisa é não ter medo. É preciso abertura a desafios, planejamento e uma rede de contatos sólida.” Christian reforçou que 50% do que conquistou veio da sua rede. “Para ser freelancer é uma questão de coração. Eu poderia ganhar mais em outra função, mas decidi há 20 anos que preferia trabalhar por conta própria. Nunca me arrependi.” Lindi ressaltou a confiabilidade como traço decisivo. “Estou convencida de que ainda tenho trabalho porque entrego no prazo e sigo o briefing. O editor não quer ouvir sobre problemas pessoais, só precisa da história pronta. O freelancer precisa ser um resolvedor de problemas.” Mas nem tudo é técnica. Há armadilhas que comprometem a reputação e o futuro. Sarah lembrou que, em uma carreira internacional, não se deve esperar reconhecimento imediato. “Ganhar a confiança da sua fonte pode levar muito tempo. É preciso paciência.” Christian foi direto ao falar de finanças: “Não confunda retorno com lucro. Como freelancer, você precisa cuidar de saúde, aposentadoria e impostos. Isso não pode ser esquecido.” Já Lindi destacou o risco de aceitar trabalho em excesso e perder qualidade. “Se você falha com um editor, ele não usará você de novo. Reputação é tudo.” As perguntas do público ampliaram o debate. Sobre como precificar o trabalho, Lindi foi pragmática: “A mídia está sob forte pressão e paga cada vez menos. O risco é ceder e cobrar abaixo do valor real. É preciso resistir e não se subestimar.” Christian acrescentou que a negociação deve considerar também o volume. “Às vezes não consigo aumento, mas se um editor aceita comprar dez fotos em vez de duas, o ganho compensa.” A chegada da inteligência artificial também entrou na pauta. Christian disse que vê a ferramenta como aliada. “Uso para levantar nomes de empresas ou para revisar um texto e identificar pontos a melhorar. Como freelancer, muitas vezes não recebemos feedback, e a IA ajuda a suprir essa lacuna.” Mas se há algo que os três concordaram é que o segredo da continuidade está na capacidade de se manter visível. Lindi defendeu o uso disciplinado das redes. “Não é preciso postar todos os dias, mas mostrar que você está ativo gera confiança. Muitas vezes, o boca a boca abre portas.” Christian contou que até pequenos registros no Facebook de sua agência funcionam como vitrine. “Quando clientes veem que estou em campo, reconhecem que continuo ativo. Isso gera novos trabalhos.” Sarah destacou que criou um site para reunir seu portfólio e facilitar a apresentação a potenciais clientes. “É preciso se expor, seja online ou pessoalmente. Essas conexões fazem diferença.” Para Lindi, o real futuro do jornalismo freelancer está em acreditar que apesar da retração do mercado editorial, sempre haverá espaço. “Sempre será necessário alguém que vá a uma fazenda e conte a história em primeira mão. Há coisas que a inteligência artificial não pode substituir.” Sarah reforçou que a IFAJ, ao organizar eventos como este, cumpre papel central de apoiar freelancers, gerando conexões e compartilhando práticas. Christian encerrou lembrando que congressos e encontros internacionais continuam sendo um dos pilares para sustentar a rede global. “O mais importante é que possamos nos encontrar, compartilhar experiências e manter vivas as conexões que garantem trabalhos em diferentes partes do mundo.” Para eles, ser freelancer no jornalismo agro tem sido mais que uma ocupação, é uma escolha de vida. Exige disciplina, coragem, habilidade de se reinventar e a consciência de que reputação, rede e confiança valem tanto quanto qualquer contrato assinado. E que, apesar da retração do mercado editorial, sempre haverá espaço. “Sempre será necessário alguém que vá a uma fazenda e conte a história em primeira mão. Há coisas que a inteligência artificial não pode substituir”, disse Lindi. Sarah reforçou que a IFAJ, ao organizar eventos como este, cumpre papel central

Às vésperas da COP 30, workshop da Agrojor debate agricultura e os desafios climáticos com o prof. Cerri, da Esalq

Na próxima terça-feira, 09 de setembro, às 14h, a Rede Agrojor promove mais uma edição de seu Workshop, desta vez aberto a associados e não associados. O encontro, que conta com o apoio da Bayer, tem como tema: “Agricultura e o Desafio Climático”. O convidado é Carlos Eduardo Cerri, Professor Titular da ESALQ/USP (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”) e Diretor do CCARBON/USP (Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical). Com sólida trajetória acadêmica e científica, o prof. Cerri é referência internacional em mudanças climáticas e sustentabilidade. Graduado em Engenharia Agronômica pela ESALQ/USP (1997), mestre em Solos e Nutrição de Plantas (1999) e doutor em Ciência Ambiental pelo CENA/USP (2003), ele atua há mais de 25 anos em pesquisas sobre sequestro de carbono no solo, emissões de gases de efeito estufa e dinâmica da matéria orgânica em sistemas agropecuários. Sua atuação também abrange áreas estratégicas como modelagem matemática, mercado de créditos de carbono, aquecimento global e mudanças climáticas. Reconhecido pela relevância de seus estudos, Cerri figura entre os cinco brasileiros na lista da Agência Britânica Reuters que reúne os cientistas climáticos mais influentes do mundo. O Workshop “Agricultura e o Desafio Climático” objetiva promover reflexões práticas sobre o papel da agricultura diante do desafio climático e discutir como ciência, inovação e gestão contribuem para uma produção agropecuária mais sustentável e alinhada às demandas globais. A participação é gratuita e o encontro acontecerá via Zoom.

De pitch ao contracheque: fazendo o freelancer funcionar

No dia 4 de setembro, a IFAJ (Federação Internacional de Jornalista Agro) promove um workshop com  a presença de uma jornalista brasileira, a Sara Kirchhof, membro da Rede Agrojor.  O tema é instigante.  Está pensando em dar o salto para o trabalho de freelancer ou já está navegando nessa jornada? Participe desse webinar online da IFAJ sobre como construir uma carreira freelancer de sucesso no jornalismo agropecuário. O painel vai abordar as grandes questões: como saber se o freelancer é financeiramente viável? Quais traços de personalidade diferenciam os freelancers de sucesso? Quais armadilhas devem ser evitadas? E, mais importante, como garantir um fluxo constante de trabalho e renda? Quer esteja considerando atuar como freelancer em tempo integral, ou buscando aprimorar sua abordagem, esta roda de conversa internacional trará insights práticos e conselhos aplicados do mundo real. O webinar está sendo organizado pelo Comitê de Desenvolvimento Profissional da IFAJ. Clique aqui e se inscreva Confira quem são os participantes Anfitrião: Addy Rossi, Vice-Presidente da IFAJ Addy Rossi é jornalista argentino e vice-presidente da IFAJ. Com anos de experiência cobrindo agricultura e desenvolvimento rural em diversos meios, ele traz uma perspectiva global para a profissão. Addy será o anfitrião do painel, conduzindo a discussão sobre como construir uma carreira freelance de sucesso no jornalismo agropecuário. Convidados: Lindi Botha — Jornalista de Impressos, África do Sul Lindi Botha é jornalista agropecuária da África do Sul com ampla experiência em mídia impressa e em comunicações no setor agrícola. Como colaboradora e editora de várias publicações agropecuárias locais e internacionais, construiu sua carreira contando as histórias de agricultores, empresas do agronegócio e comunidades rurais. Com base em sua própria trajetória como freelancer, Lindi vai compartilhar percepções sobre as oportunidades e os desafios do trabalho independente em comunicação agropecuária. Christian Mühlhausen — Jornalista Agropecuário, Alemanha Christian Mühlhausen atua como repórter nacional e internacional há mais de duas décadas, tanto em texto quanto em imagens. Seu trabalho aparece principalmente em veículos de mídia agropecuária na Alemanha, mas também em outros países europeus, assim como em jornais diários regionais. O núcleo de seu trabalho é a agência de fotos Landpixel, fundada em 2005, que hoje reúne 200 mil imagens agropecuárias de todo o mundo, utilizadas por veículos nacionais e internacionais, agências, associações e empresas. O canal da Landpixel no YouTube tem 38.500 usuários. Ele estreou na IFAJ em 2011 na conferência em Guelph (CA) como “Young Leader” e desde então participa de todas as conferências. Christian também administra seu próprio negócio agropecuário e florestal. Sara Kirchhof— Jornalista de Broadcast, Brasil Correspondente internacional freelancer com formação em Comunicação Social, Sara tem experiência em televisão, rádio, assessoria de imprensa e eventos. Participou da cobertura da COP-26 na Escócia em 2021 e do Fórum Econômico Mundial de 2025 em Davos. Outras coberturas internacionais incluem a Royal Agricultural Winter Fair no Canadá, a World Dairy Expo nos Estados Unidos e países como Tailândia, Japão, Alemanha, Polônia, Portugal e Bélgica. Trabalhou como assessora de imprensa em diversas organizações e atua como repórter freelance em Hamburgo, Alemanha.

Diálogos Agrojor 2025 vem centrado na comunicação em transformação

A terceira edição do Diálogos Agrojor, promovida pela Rede Brasil de Jornalistas Agro vem com uma agenda de temas voltados aos dilemas e oportunidades da comunicação contemporânea. Em formato híbrido, o evento ocorre no dia 4 de outubro em São Paulo, no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA). “Chegamos à terceira edição com expectativas ainda maiores. O Diálogos Agrojor 2025 vai aprofundar discussões sobre temas decisivos para o presente e o futuro da comunicação”, diz Flavia Romanelli, diretora da Rede Agrojor e coordenadora do comitê executivo do evento. “Queremos que este encontro seja um marco, pela qualidade dos conteúdos e palestrantes, e sua capacidade de gerar conexões e desenhar os caminhos que a comunicação precisa trilhar.”   Os três temas escolhidos pelo comitê traduzem a urgência de repensar a forma como jornalistas e comunicadores se relacionam com suas audiências em um cenário marcado por excesso de informação, novas tecnologias e dinâmicas intensas nas redes sociais. O primeiro tema, Storytelling de Impacto: como engajar em tempos de saturação digital e onde está a nova audiência, vai discutir estratégias narrativas capazes de se destacar em meio à avalanche de conteúdos. O objetivo é identificar caminhos para conectar histórias relevantes a públicos que estão cada vez mais fragmentados e exigentes. Na sequência, o debate sobre Narrativas Imersivas: realidade aumentada e o Futuro do Conteúdo abre espaço para refletir sobre formatos que ampliam a experiência informativa e aproximam jornalistas, empresas e sociedade. A proposta é compreender como ferramentas digitais e interativas podem potencializar a credibilidade e a influência do jornalismo. No eixo Comunicação e reputação em tempos de redes sociais está um dos maiores desafios atuais: a construção e a preservação da confiança em ambientes virtuais marcados por velocidade, polarização e fake news. O diálogo entre especialistas tem por objetivo oferecer práticas e referenciais que ajudem a sustentar marcas pessoais e institucionais em meio a pressões constantes. A construção da série Diálogos Agrojor, em seu terceiro ano, é um projeto que pretende ocupar o território da reflexão sobre o atual jornalismo no calendário da comunicação brasileira. “A série Diálogos Agrojor tem se consolidado como um importante espaço de reflexão e integração entre jornalistas e comunicadores que atuam no agro e em outros setores estratégicos”, afirma Flávia. “Desde a primeira edição, o objetivo além da atualização profissional, é também inspirar pessoal para lidar com os grandes desafios da comunicação contemporânea e as transformações da profissão. Cada edição amplia nosso compromisso de aproximar a imprensa, o setor produtivo e a sociedade em torno de narrativas mais responsáveis, inovadoras e conectadas com o futuro da profissão.” O Diálogos Agrojor se consolida como um espaço que ultrapassa o debate técnico e se afirma como fórum estratégico para repensar a comunicação em tempos de rápidas mudanças sociais, econômicas e tecnológicas. Os dois anos de eventos realizados mostram essa estratégia da Rede Agrojor. “Em 2023, reunimos vozes de referência para discutir inteligência artificial, fake news e tendências da comunicação corporativa. Já em 2024, exploramos a força do jornalismo digital e de dados, trazendo cases práticos e experiências de grandes nomes do setor”, afirma Flávia. “Esse caminho mostra que conseguimos promover debates e fortalecer uma rede colaborativa e diversa de profissionais comprometidos em se qualificar.” As inscrições para o Diálogos Agrojor 2025 já estão abertas, reserve seu ingresso pelo link abaixo: https://www.sympla.com.br/evento/3-dialogos-agrojor/3017610

Congresso Mundial da IFAJ promete “desvendar o berço da humanidade” no Quênia

O Quênia convida os associados da Rede Agrojor (Rede Brasil de Jornalistas Agro) a participar do Congresso Mundial da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ ou, em inglês, International Federation of Agricultural Journalists), que terá como tema “Desvendando o Berço da Humanidade”.  O evento, que ocorrerá entre 14 e 18 de outubro, em Nairóbi, é um convite para mergulhar na história, cultura e agricultura de um país apontado como uma das origens da espécie humana (há cerca de 1,5 milhão de anos) e da própria agropecuária. “O Quênia é um berço da humanidade e também um dos lugares onde a agricultura começou. Queremos mostrar a cultura queniana e como ela se integra à indústria agrícola”, introduz Aghan Daniel, jornalista e organizador do evento no país. O Congresso Mundial da IFAJ é o encontro mais relevante para o jornalismo agrícola no mundo, reunindo anualmente profissionais e especialistas para intercâmbio de experiências, atualização de tendências e fortalecimento da colaboração global especializada sobre o agro.  Em 2025, são esperados entre 200 e 250 delegados internacionais na capital queniana, além de cerca de 100 representantes do governo local. Programação A programação inclui visitas técnicas e culturais em um raio de até 100 km da capital queniana, passando por propriedades que cultivam chá, café, macadâmia, banana, milho, feijão e uma grande variedade de hortaliças.  Os participantes também terão contato direto com empresas líderes no país na produção avícola, de caracóis comerciais, flores, larvas para nutrição, pecuária leiteira e outras culturas, bem como centros de referência em pesquisa e práticas inovadoras. A visitação também inclui visitas a pequenas propriedades para apresentar como agricultores locais enfrentam e superam os desafios da agropecuária em aspectos climáticos, tecnológicos, políticos e sociais. No pré e pós-congresso, será possível visitar o Parque Nacional de Nairóbi, fazer safáris, conhecer programas de conservação e, para os que estenderem a viagem, testemunhar a migração dos gnus no Maasai Mara, considerada a “nona maravilha do mundo”. Inscrições As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas a membros da Agrojor no Brasil e/ou associações nacionais filiadas à IFAJ, que terão acesso a todas as atividades do congresso. Mais informações podem ser obtidas pelo site: https://ifaj2025.meshascience.org/. O valor da inscrição é de US$ 700. A hospedagem varia entre US$ 50 e US$ 140 por dia, dependendo da categoria, com opções que vão de hostels a hotéis cinco estrelas.  O visto eletrônico (e-visa) pode ser solicitado online e costuma ser emitido em menos de 30 minutos após o registro. Voz do Quênia A Rede Agrojor entrevistou Aghan Daniel durante o Executive Meeting da IFAJ, realizado em março deste ano na África do Sul. Confira a entrevista com o representante queniano na IFAJ. Agrojor – O que você pretendem oferecer aos participantes do Congresso? Aghan Daniel – O Quênia é um dos berços da humanidade, onde a agricultura começou. Queremos mostrar a cultura queniana e como ela se integra à indústria agrícola.  Vamos destacar como os pequenos agricultores, que formam a maioria no país, lidam com o clima, a agricultura dependente de chuvas e a falta de subsídios, alcançando sucesso na produção global. Também vamos apresentar o papel da pesquisa e da horticultura local, entre muitos outros aspectos da nossa cultura, sociedade e história. Agrojor – Que culturas os participantes poderão conhecer? Aghan Daniel – Mostraremos grande variedade de culturas agrícolas in loco como, por exemplo, chá, café, macadâmia, banana, milho, feijão e uma grande variedade de vegetais. Também teremos visitas a propriedades dedicadas à pecuária, bem como instituições e centros de pesquisa. Agrojor – Quantos participantes são esperados? Aghan Daniel – Entre 300 e 350, somando delegados internacionais e representantes do governo queniano. Agrojor – O que está previsto para o pré e pós-congresso? Aghan Daniel – Safáris e visitas de conservação em Nairóbi, além da possibilidade de ver a migração de gnus no Maasai Mara. Agrojor – E quanto à segurança e vistos? Aghan Daniel – O governo garante segurança máxima. O local é seguro e próximo ao centro de Nairóbi. O visto eletrônico é simples e rápido. Agrojor – Qual o custo total estimado? Aghan Daniel – US$ 700 para o congresso, com hospedagem a partir de US$ 50/dia. Agrojor – Os interessados brasileiros podem entrar em contato para tirar eventuais dúvidas? Aghan Daniel – Sim, estamos à disposição para explicar todos os detalhes e expectativas.

Workshop da Agrojor reforça o papel do planejamento no sucesso da comunicação

Na próxima terça-feira, 12 de agosto, às 10h, a Rede Agrojor promove seu 15º Workshop exclusivo para associados, com o tema:“Ganhar dinheiro com o jornalismo agro não é pecado, mas exige processo.” O encontro terá como convidado Julio Freitas, Diretor Executivo da Fluxe, consultech voltada à transformação de empresas de todos os portes por meio da implementação de Centros de Excelência Operacional e uso estratégico de IA, áreas cada vez mais conectadas aos desafios enfrentados pelo jornalismo. Com mais de 30 anos de experiência prática, Julio também é cofundador da Fluxe School e professor titular da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), além de atuar como professor convidado em instituições, como a FIPECAFI. Sua experiência une prática empresarial e formação acadêmica, com foco em gestão estratégica, compliance, design e inteligência artificial aplicada à comunicação e negócios. O workshop tem como objetivo abordar reflexões práticas sobre a importância dos processos para ajudar jornalistas e produtores de conteúdo do agro a manterem seus projetos ativos, organizados e financeiramente sustentáveis. A proposta é provocar uma discussão positiva e realista sobre a monetização no jornalismo agro, sem perder de vista a qualidade, o propósito e a governança do trabalho. A participação é gratuita e o link de acesso será enviado diretamente aos associados por e-mail.