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Diálogos Agrojor 2025 vem centrado na comunicação em transformação

A terceira edição do Diálogos Agrojor, promovida pela Rede Brasil de Jornalistas Agro vem com uma agenda de temas voltados aos dilemas e oportunidades da comunicação contemporânea. Em formato híbrido, o evento ocorre no dia 4 de outubro em São Paulo, no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA). “Chegamos à terceira edição com expectativas ainda maiores. O Diálogos Agrojor 2025 vai aprofundar discussões sobre temas decisivos para o presente e o futuro da comunicação”, diz Flavia Romanelli, diretora da Rede Agrojor e coordenadora do comitê executivo do evento. “Queremos que este encontro seja um marco, pela qualidade dos conteúdos e palestrantes, e sua capacidade de gerar conexões e desenhar os caminhos que a comunicação precisa trilhar.”   Os três temas escolhidos pelo comitê traduzem a urgência de repensar a forma como jornalistas e comunicadores se relacionam com suas audiências em um cenário marcado por excesso de informação, novas tecnologias e dinâmicas intensas nas redes sociais. O primeiro tema, Storytelling de Impacto: como engajar em tempos de saturação digital e onde está a nova audiência, vai discutir estratégias narrativas capazes de se destacar em meio à avalanche de conteúdos. O objetivo é identificar caminhos para conectar histórias relevantes a públicos que estão cada vez mais fragmentados e exigentes. Na sequência, o debate sobre Narrativas Imersivas: realidade aumentada e o Futuro do Conteúdo abre espaço para refletir sobre formatos que ampliam a experiência informativa e aproximam jornalistas, empresas e sociedade. A proposta é compreender como ferramentas digitais e interativas podem potencializar a credibilidade e a influência do jornalismo. No eixo Comunicação e reputação em tempos de redes sociais está um dos maiores desafios atuais: a construção e a preservação da confiança em ambientes virtuais marcados por velocidade, polarização e fake news. O diálogo entre especialistas tem por objetivo oferecer práticas e referenciais que ajudem a sustentar marcas pessoais e institucionais em meio a pressões constantes. A construção da série Diálogos Agrojor, em seu terceiro ano, é um projeto que pretende ocupar o território da reflexão sobre o atual jornalismo no calendário da comunicação brasileira. “A série Diálogos Agrojor tem se consolidado como um importante espaço de reflexão e integração entre jornalistas e comunicadores que atuam no agro e em outros setores estratégicos”, afirma Flávia. “Desde a primeira edição, o objetivo além da atualização profissional, é também inspirar pessoal para lidar com os grandes desafios da comunicação contemporânea e as transformações da profissão. Cada edição amplia nosso compromisso de aproximar a imprensa, o setor produtivo e a sociedade em torno de narrativas mais responsáveis, inovadoras e conectadas com o futuro da profissão.” O Diálogos Agrojor se consolida como um espaço que ultrapassa o debate técnico e se afirma como fórum estratégico para repensar a comunicação em tempos de rápidas mudanças sociais, econômicas e tecnológicas. Os dois anos de eventos realizados mostram essa estratégia da Rede Agrojor. “Em 2023, reunimos vozes de referência para discutir inteligência artificial, fake news e tendências da comunicação corporativa. Já em 2024, exploramos a força do jornalismo digital e de dados, trazendo cases práticos e experiências de grandes nomes do setor”, afirma Flávia. “Esse caminho mostra que conseguimos promover debates e fortalecer uma rede colaborativa e diversa de profissionais comprometidos em se qualificar.” As inscrições para o Diálogos Agrojor 2025 já estão abertas, reserve seu ingresso pelo link abaixo: https://www.sympla.com.br/evento/3-dialogos-agrojor/3017610

Congresso Mundial da IFAJ promete “desvendar o berço da humanidade” no Quênia

O Quênia convida os associados da Rede Agrojor (Rede Brasil de Jornalistas Agro) a participar do Congresso Mundial da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ ou, em inglês, International Federation of Agricultural Journalists), que terá como tema “Desvendando o Berço da Humanidade”.  O evento, que ocorrerá entre 14 e 18 de outubro, em Nairóbi, é um convite para mergulhar na história, cultura e agricultura de um país apontado como uma das origens da espécie humana (há cerca de 1,5 milhão de anos) e da própria agropecuária. “O Quênia é um berço da humanidade e também um dos lugares onde a agricultura começou. Queremos mostrar a cultura queniana e como ela se integra à indústria agrícola”, introduz Aghan Daniel, jornalista e organizador do evento no país. O Congresso Mundial da IFAJ é o encontro mais relevante para o jornalismo agrícola no mundo, reunindo anualmente profissionais e especialistas para intercâmbio de experiências, atualização de tendências e fortalecimento da colaboração global especializada sobre o agro.  Em 2025, são esperados entre 200 e 250 delegados internacionais na capital queniana, além de cerca de 100 representantes do governo local. Programação A programação inclui visitas técnicas e culturais em um raio de até 100 km da capital queniana, passando por propriedades que cultivam chá, café, macadâmia, banana, milho, feijão e uma grande variedade de hortaliças.  Os participantes também terão contato direto com empresas líderes no país na produção avícola, de caracóis comerciais, flores, larvas para nutrição, pecuária leiteira e outras culturas, bem como centros de referência em pesquisa e práticas inovadoras. A visitação também inclui visitas a pequenas propriedades para apresentar como agricultores locais enfrentam e superam os desafios da agropecuária em aspectos climáticos, tecnológicos, políticos e sociais. No pré e pós-congresso, será possível visitar o Parque Nacional de Nairóbi, fazer safáris, conhecer programas de conservação e, para os que estenderem a viagem, testemunhar a migração dos gnus no Maasai Mara, considerada a “nona maravilha do mundo”. Inscrições As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas a membros da Agrojor no Brasil e/ou associações nacionais filiadas à IFAJ, que terão acesso a todas as atividades do congresso. Mais informações podem ser obtidas pelo site: https://ifaj2025.meshascience.org/. O valor da inscrição é de US$ 700. A hospedagem varia entre US$ 50 e US$ 140 por dia, dependendo da categoria, com opções que vão de hostels a hotéis cinco estrelas.  O visto eletrônico (e-visa) pode ser solicitado online e costuma ser emitido em menos de 30 minutos após o registro. Voz do Quênia A Rede Agrojor entrevistou Aghan Daniel durante o Executive Meeting da IFAJ, realizado em março deste ano na África do Sul. Confira a entrevista com o representante queniano na IFAJ. Agrojor – O que você pretendem oferecer aos participantes do Congresso? Aghan Daniel – O Quênia é um dos berços da humanidade, onde a agricultura começou. Queremos mostrar a cultura queniana e como ela se integra à indústria agrícola.  Vamos destacar como os pequenos agricultores, que formam a maioria no país, lidam com o clima, a agricultura dependente de chuvas e a falta de subsídios, alcançando sucesso na produção global. Também vamos apresentar o papel da pesquisa e da horticultura local, entre muitos outros aspectos da nossa cultura, sociedade e história. Agrojor – Que culturas os participantes poderão conhecer? Aghan Daniel – Mostraremos grande variedade de culturas agrícolas in loco como, por exemplo, chá, café, macadâmia, banana, milho, feijão e uma grande variedade de vegetais. Também teremos visitas a propriedades dedicadas à pecuária, bem como instituições e centros de pesquisa. Agrojor – Quantos participantes são esperados? Aghan Daniel – Entre 300 e 350, somando delegados internacionais e representantes do governo queniano. Agrojor – O que está previsto para o pré e pós-congresso? Aghan Daniel – Safáris e visitas de conservação em Nairóbi, além da possibilidade de ver a migração de gnus no Maasai Mara. Agrojor – E quanto à segurança e vistos? Aghan Daniel – O governo garante segurança máxima. O local é seguro e próximo ao centro de Nairóbi. O visto eletrônico é simples e rápido. Agrojor – Qual o custo total estimado? Aghan Daniel – US$ 700 para o congresso, com hospedagem a partir de US$ 50/dia. Agrojor – Os interessados brasileiros podem entrar em contato para tirar eventuais dúvidas? Aghan Daniel – Sim, estamos à disposição para explicar todos os detalhes e expectativas.

Jornalista da Rede Agrojor vai ao Quênia para o Congresso da Mundial da IFAJ

A jornalista Luíza Cardoso Costa, associada da Rede Agrojor e editora executiva do Canal Rural, vai participar do Congresso Mundial da IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas), que será realizado entre os dias 15 a 18 de outubro em Nairóbi, no Quênia. A Rede Agrojor recebeu nesta quarta-feira (6), o comunicado da executiva internacional.  “Estou muito animada com essa oportunidade. Vai ser uma experiência única para trocar vivências, aprender com outros colegas e trazer uma bagagem nova de conhecimentos para o Brasil”, disse Luíza à Rede Agrojor. Luíza ingressou na Rede Agrojor e maio deste ano e já terá uma missão internacional pela frente. Esta será sua primeira experiência em um evento fora do país. O congresso global é uma oportunidade de formação, troca de experiências e imersão global em pautas como sustentabilidade, segurança alimentar, agricultura regenerativa, diversidade e o futuro da comunicação rural. Desde 1958, o Congresso Mundial da IFAJ reúne jornalistas, comunicadores e lideranças do agro para trocar experiências, debater inovações e fortalecer a conexão entre mídia e agricultura. Em Nairóbi, o foco será mostrar como o Quênia une tecnologia, tradição e sustentabilidade no campo, tudo isso em um cenário que também oferece experiências culturais e naturais, como o Parque Nacional de Nairóbi e o Maasai Mara. A seleção para participar do evento da IFAJ contou com a inscrição de jornalistas de diferentes países. Luíza se inscreveu e foi selecionada para integrar um grupo diverso de profissionais que atuam em diferentes realidades da comunicação agropecuária ao redor do mundo. O evento deste ano promete mergulhar em temas cruciais como  agricultura climaticamente inteligente, segurança alimentar e nutricional, inclusão de jovens e mulheres no agro, tecnologia e inovação no campo e políticas públicas e governança agrícola Além das discussões técnicas, os participantes terão a oportunidade de visitar centros de pesquisa, vivenciar a produção local e conhecer um pouco sobre o país anfitrião. A participação de Luíza mostra uma nova nova geração do jornalismo agro, que busca inovar na forma de contar histórias e ampliar o olhar para as transformações globais que impactam diretamente o setor rural. A Rede Agrojor parabeniza Luíza pela conquista e se orgulha de ter uma associada tão jovem e talentosa representando o Brasil neste evento de grande relevância internacional.

Workshop da Agrojor reforça o papel do planejamento no sucesso da comunicação

Na próxima terça-feira, 12 de agosto, às 10h, a Rede Agrojor promove seu 15º Workshop exclusivo para associados, com o tema:“Ganhar dinheiro com o jornalismo agro não é pecado, mas exige processo.” O encontro terá como convidado Julio Freitas, Diretor Executivo da Fluxe, consultech voltada à transformação de empresas de todos os portes por meio da implementação de Centros de Excelência Operacional e uso estratégico de IA, áreas cada vez mais conectadas aos desafios enfrentados pelo jornalismo. Com mais de 30 anos de experiência prática, Julio também é cofundador da Fluxe School e professor titular da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), além de atuar como professor convidado em instituições, como a FIPECAFI. Sua experiência une prática empresarial e formação acadêmica, com foco em gestão estratégica, compliance, design e inteligência artificial aplicada à comunicação e negócios. O workshop tem como objetivo abordar reflexões práticas sobre a importância dos processos para ajudar jornalistas e produtores de conteúdo do agro a manterem seus projetos ativos, organizados e financeiramente sustentáveis. A proposta é provocar uma discussão positiva e realista sobre a monetização no jornalismo agro, sem perder de vista a qualidade, o propósito e a governança do trabalho. A participação é gratuita e o link de acesso será enviado diretamente aos associados por e-mail.

Coloque na agenda: Diálogos Agrojor 2025 tem data marcada

A terceira edição do Diálogos Agrojor acontece no dia 4 de outubro de 2025, no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo. O evento será realizado em formato híbrido e é voltado a associados da Rede Agrojor, além de profissionais e estudantes interessados no jornalismo e na comunicação do agronegócio. Com foco em temas atuais e de impacto, o Diálogos Agrojor tem se consolidado como um espaço relevante de discussão para quem atua ou acompanha a evolução da comunicação agro. Temas destaque na programação: Além das palestras, o evento contará com debates entre especialistas e profissionais do setor, promovendo a troca de experiências e a construção coletiva de conhecimento. A expectativa é reunir cerca de 250 participantes, entre jornalistas, estudantes e integrantes da Rede Agrojor, em um ambiente colaborativo e voltado à qualificação profissional. Em breve, divulgaremos a programação completa e as informações sobre inscrições. Acompanhe os canais oficiais da Rede Agrojor para não perder nenhuma atualização. Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui, associe-se e faça parte desse time de jornalistas agro

A comunicação corporativa na visão de Eduardo Ribeiro e Felipe Fonseca

Na era das narrativas que conectam, o jornalista assume cada vez mais um papel estratégico dentro das organizações. Essa foi a tônica do workshop “Narrativas que Conectam: o papel do jornalista na comunicação corporativa”, promovido pela Rede Agrojor na segunda semana de junho, que reuniu dois grandes nomes do setor: Eduardo Ribeiro, diretor da Mega Brasil Comunicação e idealizador do Anuário da Comunicação Corporativa, e Felipe Fonseca, gerente de Comunicação Externa Global da Cargill. O evento da Rede Agrojor reforça o compromisso da entidade em promover discussões atuais e qualificadas sobre o presente e o futuro da comunicação no setor agropecuário. No workshop, os convidados falaram sobre os caminhos da comunicação institucional, os dilemas da relação entre os jornalistas que trabalham na comunicação corporativa e dos veículos de comunicação e o uso estratégico de tecnologias como a inteligência artificial.  Ribeiro destacou o crescimento expressivo do setor desde o surgimento da internet, lembrando que há duas décadas a comunicação corporativa ainda era focada basicamente na assessoria de imprensa. “Hoje, são mais de 1.100 agências formalmente registradas. O faturamento do setor chegou a R$ 5,3 bilhões em 2024 e 55% desta receita ainda vem da assessoria”, disse ele. Esse crescimento, no entanto, também trouxe novos desafios. Segundo Ribeiro, o atual modelo de distribuição de releases é insustentável. “Recebo 800 e-mails por dia, dos quais 95% vão para o lixo. A tecnologia vai mudar isso rapidamente. Mapear jornalistas com IA é fácil, mas o desafio está nas agências: é preciso qualidade e direcionamento, não volume.” Fonseca contou como a Cargill trabalha na sua comunicação corporativa. Segundo ele, a empresa atua com uma abordagem integrada, buscando coerência entre as áreas e público. “Falamos a mesma linguagem, seja em nutrição animal, em alimentos ou no setor agrícola. Nosso papel como jornalistas é conectar os setores com clareza e responsabilidade.” Sobre o relacionamento entre empresas, jornalistas e agências, ambos defenderam o fortalecimento das conexões humanas como diferencial em meio à avalanche de informação. “Se eu tenho um bom relacionamento com o jornalista, meu e-mail não vai se perder. Mensuração de resultado e relacionamento interpessoal caminham juntos”, disse Fonseca.  O conceito de “eugência”, as consideradas agências pequenas, muitas vezes tocadas por um ou dois profissionais, para Ribeiro é um movimento legítimo e cada vez mais presente no agro que, segundo ele, ainda é uma fronteira a ser explorada pela comunicação. As pequenas agências têm espaço para crescer e se profissionalizar.  “O agro sempre foi avesso à comunicação, mas isso vem mudando. Ainda tem muito espaço para crescer, inclusive em termos de investimento”,disse ele. O workshop trouxe ainda uma reflexão sobre o papel da inteligência humana frente às novas tecnologias. Para Ribeiro, o futuro da comunicação exige a combinação da expertise jornalística com o uso da Inteligência Artificial. “O trabalho das assessorias precisa evoluir. O desafio não está nas redações, que seguem sendo seletivas, mas na forma como as agências se posicionam e atuam.” Os workshops da Rede Agrojor ocorrem mensalmente e são exclusivos para os seus associados. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor clique aqui e associe-se.

Workshop Rede Agrojor discute os desafios e as transformações da comunicação corporativa

A comunicação corporativa vive um momento desafiador. As empresas estão no centro de discussões sobre transparência, responsabilidade social, ESG, além de precisar lidar com as rápidas transformações tecnológicas e com um cenário de crescente polarização social. Nesse cenário, entender o papel do jornalista na construção de narrativas faz toda a diferença. O próximo Workshop da Rede Agrojor, acontece no dia 10 de junho (terça-feira), às 10h, em formato online, pela plataforma Zoom. O encontro é exclusivo para os associados da Rede Agrojor e traz como tema: “Narrativas que conectam o papel do jornalista na comunicação corporativa”. O bate papo reúne profissionais de peso na comunicação empresarial: 📌 Por que participar? O workshop é uma oportunidade para entender:– Como as narrativas corporativas estão mudando.– Quais são os desafios atuais para jornalistas que atuam em empresas, agências e assessorias.– O impacto da comunicação na reputação, no posicionamento e até nos negócios das organizações.– Como a comunicação corporativa se tornou uma atividade transversal, que exige visão estratégica, capacidade multidimensional e atuação constante na gestão da reputação. Não fique de fora de uma conversa essencial para quem vive ou quer entender dos bastidores da comunicação no agronegócio e no mundo corporativo. O link de acesso será enviado diretamente aos associados por e-mail. Se você ainda não faz parte da Rede Agror? Clic aqui e associe-se para fazer parte desse time de jornalistas agro.

Saiba o que pensam Cassiano Ribeiro, da Globo Rural, e Luiz Fernando Sá, da AgFeed, sobre as mídias atuais

Em um tempo no qual a informação corre cada vez mais rápido pelas várias plataformas de mídia e comunicação, o jornalismo precisa ir em busca de como os profissionais do meio se relacionam nesse ambiente. “Hoje, qualquer jornalista pode ser um veículo. Somos empresários de nós mesmos”, afirma Luiz Fernando Sá, sócio e diretor editorial do AgFeed, um projeto independente de agrojornalismo que está completando dois anos. Mas existem outros desafios. Além de ser mais rápido, o jornalismo precisa gerar conexão. A aproximação do campo com a cidade é uma das demandas do setor, e a comunicação das notícias faz parte desse pacote. “O que acontece está no interior. Temos muita oportunidade para quem está lá gerar conteúdo para quem não está. E as feiras são uma grande oportunidade para isso”, diz Cassiano Ribeiro, editor executivo do Valor Econômico e head da Globo Rural, uma das plataformas mais tradicionais de comunicação do agro, que há cerca de dois anos vêm promovendo mudanças em seu hub de comunicação no agro. Luiz Fernando e Cassiano são jornalistas associados à Rede Agrojor. Eles foram os convidados do mês de maio para a série de workshops realizados pela entidade. O objetivo é trocar informações sobre o que ocorre no jornalismo agro. Na semana passada, o tema foi “Jornalismo em Movimento: Como as mudanças estão transformando as mídias”. A dupla trouxe diversas reflexões e compartilhou os desafios que têm enfrentado em suas áreas de atuação. Cassiano conta que um dos principais desafios na integração entre as equipes da Globo Rural e do Valor Econômico foi justamente otimizar processos e evitar retrabalho. Segundo ele, não fazia mais sentido ter repórteres do mesmo grupo, no mesmo prédio, produzindo pautas iguais para veículos diferentes. “Era como trocar o pneu de dois carros andando, mas foi essencial para fortalecer a cobertura do agro em múltiplos canais”, destacou ele. Luiz Fernando conta como vem moldando uma plataforma com a proposta de ser um canal de economia e negócios, além da formação de uma equipe enxuta e afinada. Para ele, o momento para quem lida com jornalismo atualmente exige o domínio do conteúdo e também uma visão de negócio e estratégia de distribuição dessa notícia.  “A mídia percebeu que há um esgotamento em outros segmentos da economia e olham para o agro como essa nova fronteira”, afirma Luiz Fernando. Um dos pontos de debate foi a construção da própria carreira. Para eles, o jornalista hoje não é somente um contador de histórias e isso se aplica aos jornalistas de equipe de empresas de comunicação de qualquer tamanho e também para aqueles com projetos independentes.  A facilidade de criar veículos, explorar nichos e se comunicar diretamente com o público nunca foi tão acessível e, ao mesmo tempo, tão desafiador. A mudança de olhar da grande mídia sobre o agronegócio tem contribuído para essa diversidade. Embora o setor ainda seja tratado como um nicho, ele tem ganhado um espaço de protagonismo mais robusto pela sua relevância econômica cada vez maior e pela demanda crescente por informações de qualidade. “A grande imprensa tem olhado mais para o agro. Hoje você vê interesse e profundidade”, afirma Cassiano. O workshop também trouxe um alerta sobre os jovens profissionais que estão chegando ao mercado. Apesar de uma boa formação acadêmica, muitos enfrentam o desafio de manter o foco em um ambiente de demandas e informações muito específicas e profundas sobre as cadeias do setor. “Eles vêm com pós, mestrado, doutorado, falam vários idiomas, mas existe uma dificuldade de foco, porque fazem muitas coisas ao mesmo tempo”, diz Cassiano. O workshop é uma oportunidade de atualizar conhecimentos, trocar experiências e refletir sobre as mudanças que impactam o cotidiano do setor. A Rede Agrojor promove esses encontros com o objetivo de fortalecer a comunidade de jornalistas, ampliando e qualificando os profissionais em todo o país. Você ainda não faz parte comunidade Rede Agror? Clique aqui e entre para esse time de jornalistas agro.

Salve a data: Rede Agrojor realiza nesta terça workshop sobre mídias em transformação

Nesta terça-feira, 20 de maio, a  Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) promove o workshop “Jornalismo em Movimento: Como as mudanças estão transformando as mídias”. A ideia é debater os impactos das transformações tecnológicas, de linguagem e de modelo de negócios na cobertura jornalística do agronegócio. Participam do debate dois profissionais com atuação destacada no jornalismo do setor: Cassiano Ribeiro, editor executivo da Globo Rural e do Valor Econômico, além de comentarista na rádio CBN, e Luiz Fernando Sá, diretor editorial e sócio da plataforma AgFeed, voltada  à cobertura de negócios, finanças e inovação no agro. Entre os temas que serão abordados estão o processo de digitalização de veículos tradicionais, como a Globo Rural, a busca por novos formatos de conteúdo e a ampliação da presença em canais digitais. Também estarão em pauta o surgimento de projetos de comunicação especializados, como o AgFeed, e os desafios de produzir jornalismo em um setor com demandas técnicas, econômicas e ambientais crescentes. Cassiano começou no agro em 2006, em assessoria de imprensa. Mas ficou pouco tempo na função. Em fevereiro de 2008 já era editor, apresentador e consultor de mercado na AgRural. De lá, em 2010, se transferiu  para a Gazeta do Povo. Em 2015 foi para a Globo Rural onde, entre outras funções, passou a responder por projetos especiais, como o  Caminhos da Safra, Rios do Agro e Tecnologia no Campo. Desde maio de 2023 é o editor executivo da GR e Valor Econômico, ambas pertencentes ao Grupo Globo, que  unificaram suas operações de cobertura agropecuária em um hub editorial conjunto. Luiz Fernando Sá, ou Lula, como é chamado entre os colegas de profissão, permaneceu por quase 17 anos,  a partir do ano 2000, na Editora Três. Foi redator-chefe, diretor de núcleo – época em que criou a revista Istoé Dinheiro Rural – e depois diretor adjunto de todas as publicações da editora e de mídias sociais e projetos. Em 2016 criou o projeto da revista Plant Project, em parceria com a Datagro, foi consultor e desde 2023 lidera a plataforma AgFeed. O encontro será realizado de forma online e exclusivo para associados da Rede. A moderação será conduzida por Vera Ondei, presidente da entidade e editora de agro da Forbes Brasil. “Estamos no nosso 12º workshop, desde que criamos a Rede Agrojor”, diz Vera Ondei. “Nossos encontros se tornaram um espaço para discutirmos as transformações na mídia, para aperfeiçoarmos nossas abordagens e compreendermos melhor o cenário de comunicação do setor”. O workshop integra a agenda de capacitação e troca de experiências entre jornalistas que atuam na cobertura do agronegócio em diferentes regiões do país, um projeto da RedeAgror. Ele será transmitido ao vivo pelo canal exclusivo da Rede Agrojor, à partir das 10 horas, e também ficará disponível no site da entidade. Você ainda não é associado à Rede Agrojor. Clique aqui e faça parte desta comunidade.

Fique de olho: IFAJ divulga seu calendário 2025

A IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agro) anunciou sua agenda anual de eventos, entre eles prêmios, congressos e workshops para 2025. A entidade está presente em cerca de 50 países, por meio de entidades nacionais, como é o caso da Rede Brasil de Jornalistas Agro. A foto que abre esta reportagem é um exemplo. Uma turma de master class se juntou aos seus colegas do programa Young Leaders em um Boot Camp, que combinou trabalho de campo e workshops. Os jornalistas entrevistam o produtor de laticínios de Minnesota (EUA), Kevin Keiffer. Confira a programação geral e acompanhe aqui no site da Rede Agrojor as atualizações de cada um dos eventos: Star Prize: o “Oscar” do agrojornalismo O Prêmio Star Prize manterá o formato estabelecido em 2024, com cinco categorias temáticas e cinco formatos de premiação. As inscrições abrirão em 1º de abril, quando serão divulgados todos os detalhes, e serão aceitas até 15 de junho. Os vencedores serão anunciados durante o Congresso Mundial da IFAJ, em Nairóbi, e receberão prêmios em dinheiro. Essa premiação destaca e valoriza o trabalho dos jornalistas agrícolas, incentivando a produção de conteúdo de alta qualidade. Convites para coberturas internacionais A IFAJ confirmou a participação de até 15 jornalistas no ISF World Seed Congress, que ocorrerá em Istambul de 19 a 21 de maio. O evento cobrirá despesas de registro, hotel e voos dos selecionados. A programação incluirá conferências de imprensa, espaços de mídia, workshops e um tour opcional para Antália entre os dias 22 e 23 de maio. Este congresso oferecerá uma visão abrangente sobre as tendências globais na indústria de sementes. Outro evento parceiro da IFAJ é a Cúpula Mundial do Leite 2025, que ocorrerá pela primeira vez na América do Sul, entre 20 e 23 de outubro no Chile. A Federação Internacional de Laticínios (IDF) convidará membros das associações de jornalistas reconhecidas pela IFAJ, como a Rede Agrojor, para cobertura da cúpula e fortalecer a disseminação de informações sobre o setor leiteiro global. A colaboração visa promover debates sobre inovação, produção sustentável e comércio internacional de laticínios, além de possibilitar a participação ativa de jornalistas especializados na cobertura do evento. Young Leaders: um mergulho no agro profundo No campo da formação de novos talentos, o programa Alltech Young Leaders celebrará seu 20º aniversário em 2025. O Boot Camp do programa ocorrerá em Nairóbi, reunindo até dez jovens jornalistas agrícolas de diferentes países. As inscrições começarão em abril, com data limite em 6 de junho. Os selecionados terão todos os custos cobertos para participação no Congresso Mundial da IFAJ no Quênia. Essa iniciativa tem por objetivo desenvolver habilidades e ampliar o conhecimento dos futuros líderes da comunicação no agronegócio. “Queremos aproximar os jovens da entidade e formar líderes globais no campo do jornalismo especializado. O Young Leaders é uma das principais iniciativas da IFAJ neste sentido. Motive os jovens de sua associação a se inscrever! É uma grande experiência”, disse Steve Werblow, presidente da IFAJ. Desenvolvimento profissional em dia No âmbito do desenvolvimento profissional, a IFAJ, em parceria com a Syngenta, oferecerá uma série de webinars para capacitação de jornalistas especializados. Entre os temas confirmados estão “Princípios e Principais” (abril), “Relatos agrícolas da linha de frente” (maio) e “Artifício ou Inteligência? IA na agricultura” (junho). Essas sessões virtuais procuram proporcionar insights sobre tendências emergentes e melhores práticas no setor. Outra oportunidade importante no campo educacional será o curso promovido em parceria com a Universidade de Illinois (EUA). O programa oferecerá treinamento avançado para jornalistas agrícolas sobre comunicação científica, abordando temas como inovação no agronegócio, impactos climáticos e novas tecnologias. Detalhes sobre inscrições e datas serão divulgados nos próximos meses.

IFAJ confirma Brasil como sede do Executive Meeting 2026

A Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ) confirmou o Brasil como sede do Executive Meeting de 2026, durante o encontro que está sendo realizado, nesta semana, em Letsitele, na África do Sul. O evento no Brasil ocorrerá entre março e abril e reunirá cerca de 50 jornalistas especializados em agronegócio, vindos de países membros da entidade. “Estamos realmente animados que o Brasil se ofereceu para sediar a próxima reunião executiva da IFAJ. É um país com um setor agrícola forte, uma ótima agricultura e pecuária, e tantos conceitos construídos, muita energia e super ideias”, disse Steve Werblow, presidente da IFAJ. “Acho que será inspirador e voltaremos para casa com histórias, voltaremos com muita inspiração de uma ótima reunião.” Esse tipo de reunião – como o Brasil vai sediar – e que no país africano começou na segunda-feira (17) e vai até a sexta-feira (21), visa discutir e aprovar os próximos passos da IFAJ, além de apresentar aos profissionais a agropecuária do país anfitrião e estreitar relacionamento entre colegas de várias partes do mundo. O Brasil já possui histórico de participação ativa na IFAJ e será, mais uma vez, palco de um encontro internacional relevante. Em 2019, o país recebeu uma delegação da entidade para um press tour composto por jornalistas de vários países, entre eles Canadá, Estados Unidos, Finlândia e Argentina. Foi a partir desse evento que um grupo de 11 jornalistas do Brasil iniciou o processo da criação da Rede Agrojor como uma entidade formal. A realização do Executive Meeting no país reforça sua importância no cenário do jornalismo agrícola e atende o interesse dos profissionais estrangeiros sobre a atividade no Brasil, proporcionando a oportunidade de conhecer de perto o trabalho de todos os elos do agronegócio nacional. “A confirmação do Brasil como sede do próximo Executive Meeting é a demonstração do interesse que o agronegócio brasileiro desperta mundo afora, uma grande oportunidade de apresentarmos a realidade sobre a atividade no Brasil e também uma demonstração de confiança em nossa rede”, disse Daniel Azevedo Duarte, que representou a Rede Agrojor. Segundo ele, a entidade terá um desafio motivante nos próximos meses para organizar todos os detalhes do Executive Meeting, desde logística, locais (fazendas, agroindústria, unidades de pesquisa) e outros aspectos, a fim de manter o alto nível dos tradicionais eventos da IFAJ. Além do Executive Meeting, a IFAJ confirmou um cronograma extenso de congressos e encontros executivos. O próximo Congresso Mundial da IFAJ – principal evento da entidade internacional – ocorrerá no Quênia, em outubro de 2025. Os anos seguintes contarão com conferências na Croácia (2026), África do Sul (2027), Argentina (2028), Reino Unido (2029) e México (2030). O Brasil planeja sediar também um Congresso Mundial da IFAJ entre os anos de 2031 e 2032, consolidando sua posição no circuito internacional do jornalismo agrícola. O Executive Meeting é um grande passo para isso.

Inscrições abertas para a oficina “Inteligência Artificial Aplicada ao Jornalismo Agro”

A Rede AgroJor está com inscrições abertas para suas oficinas voltadas à capacitação de jornalistas do setor agropecuário. O tema de estreia é “Inteligência Artificial Aplicada ao Jornalismo Agro”, com aulas nos dias 3, 10, 17 e 21 de abril, das 10h30 às 12h. A oficina tem como objetivo mostrar como as ferramentas de Inteligência Artificial podem otimizar pesquisa, produção e distribuição de conteúdo especializado, proporcionando mais eficiência no trabalho dos profissionais da área. O que será abordado em cada aula? A programação está dividida em quatro aulas, cada uma abordando um aspecto essencial da aplicação da IA no jornalismo agropecuário: Aula 1 – Inteligência Artificial no Jornalismo Agro: Ferramentas e Estratégias Os participantes terão uma introdução ao uso de modelos de IA, como o ChatGPT, e aprenderão a configurar prompts avançados para otimizar a produção de conteúdo agropecuário. O foco será em entender o funcionamento dessas tecnologias para produzir materiais com maior rapidez e qualidade. Aula 2 – Curadoria de Conteúdo e Identificação de Tendências no Agronegócio A segunda aula ensinará como utilizar a IA para monitorar tendências, analisar redes sociais e identificar temas relevantes para o setor agropecuário. Além disso, os participantes aprenderão a criar roteiros e scripts automatizados, reduzindo significativamente o tempo gasto nessas tarefas. Aula 3 – Criando Robôs no ChatGPT para Automatizar o Trabalho Jornalístico Agro Aqui, os jornalistas irão aprofundar seus conhecimentos em automatização de processos jornalísticos. Serão ensinadas técnicas para a criação de robôs que sugerem pautas, transcrevem entrevistas e automatizam boletins agropecuários, tornando o trabalho mais ágil e produtivo. Aula 4 – Como Criar Novas Fontes de Lucro no Jornalismo Agro com IA O encerramento da oficina abordará as oportunidades de mercado para jornalistas que dominam IA. A aula trará insights sobre novas formas de rentabilizar o conhecimento jornalístico, inovar sem perder a essência e se destacar em um cenário profissional cada vez mais competitivo e tecnológico. Inscrições e valores As inscrições são gratuitas para associados da Rede AgroJor. Para não associados, o investimento para participar da oficina é de R$ 600 (com acesso apenas às aulas online). Os interessados podem se inscrever por meio do formulário disponível, clicando aqui: INSCRIÇÃO Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui, se associe e venha explorar o futuro do jornalismo agro.

Rede Agrojor está na África do Sul a convite da IFAJ

O diretor de Relações Internacionais da Rede Agrojor, Daniel Azevedo Duarte, está na África do Sul, com a missão de trazer aprendizados para a realização do Executive Meeting da International Federation of Agricultural Journalists (IFAJ) no Brasil, em março de 2026.  A realização do evento é apoiada pelo presidium da associação internacional e aguarda confirmação formal, que deve ser obtida durante a estadia na África do Sul, por ocasião da edição deste ano do mesmo encontro da executiva que começa hoje (17) e vai até a sexta-feira (21).  A visita é financiada pelos apoiadores da IFAJ e permitirá a produção de conteúdos jornalísticos a partir da investigação in loco de uma das principais potências agropecuárias do continente.  A África, berço da humanidade, vive uma transformação econômica e demográfica acelerada. Com uma população de 1,5 bilhão de habitantes e previsão de alcançar 2,5 bilhões até 2050, o continente terá a maior taxa de crescimento populacional do planeta.  Esse avanço trará uma demanda crescente por alimentos, impulsionando produção local e as importações, que já somam cerca de US$ 100 bilhões anuais, um aumento de 85% em relação a 2010. Parceiro bilionário  O Brasil desponta como o principal fornecedor de alimentos para os 54 países africanos, superando até mesmo a África do Sul, potência agrícola regional e integrante dos Brics. Se o crescimento do mercado acompanhar a expansão populacional, as importações agropecuárias africanas poderão alcançar US$ 166 bilhões até 2050, impulsionadas também pelo aumento do poder de compra per capita. A África do Sul tem um papel central nesse cenário. Com uma extensão territorial duas vezes maior que a França, o país tem no agronegócio um dos pilares de sua economia.  Em 2023, as exportações agropecuárias sul-africanas atingiram um recorde de US$ 21,5 bilhões, sendo 38% destinadas ao próprio continente.  O país é um grande fornecedor de milho, frutas, açúcar e carnes, atendendo mercados vizinhos como Namíbia, Botsuana, Moçambique e Zimbábue. O Brasil, por sua vez, exportou cerca de US$ 12 bilhões em produtos agropecuários para a África em 2024, com destaque para açúcar, milho, carnes de aves e bovina, além de soja, café e algodão.  Já a relação comercial entre Brasil e África do Sul também é significativa, mas registrou uma leve queda em 2024, com exportações brasileiras totalizando US$ 1,37 bilhão e importações de US$ 657 milhões. O Brasil se destaca na exportação de carnes e açúcar para a África do Sul, enquanto os sul-africanos vendem ao Brasil frutas cítricas, vinhos e produtos processados. Com o crescimento populacional e a necessidade de garantir a segurança alimentar, Brasil e África do Sul seguirão como protagonistas no abastecimento do continente africano. Contatos na África A viagem da Rede Agrojor à África do Sul também visa fortalecer o relacionamento entre jornalistas agropecuários brasileiros e africanos, ampliando o intercâmbio de informações e oportunidades de colaboração.  O contato direto com profissionais locais permitirá fortalecer a rede internacional de jornalistas especializados, facilitando a troca de experiências e a cobertura conjunta de temas relevantes para o agro global. Além disso, a presença de Daniel no país pode impulsionar parcerias entre veículos de comunicação, gerando potenciais oportunidades aos membros da Rede Agrojor.  Isso também abre portas para missões de jornalistas africanos ao Brasil, ampliando o fluxo de informações entre os mercados agropecuários dos dois países, por exemplo para o Executive Meeting, previsto para o Brasil em março de 2026.

Oficinas da Rede Agrojor: confira essa novidade para o agrojornalismo

A inteligência artificial (IA) está transformando o modelo do que é “fazer jornalismo” nos dias atuais e no setor do agronegócio não é diferente. Com esse foco, a Rede Agrojor está iniciando mais um projeto: suas oficinas dedicadas aos cerca de 100 jornalistas associados para que se aprofundem em temas diversos em suas áreas de atuação, por meio de novos conhecimentos e de ferramentas práticas. O tema de estreia das oficinas “Inteligência Artificial Aplicada ao Jornalismo Agro”, será em abril, nos dias 3, 10, 17 e 21, das 10h30 às 12h. A escolha do tema nasceu da demanda dos membros da Rede Agrojor, após a realização do workshop “A Inteligência Artificial aplicada ao jornalismo: o que saber para começar”, realizado em  13 de novembro. A convidada foi Ana Tex, que agora volta para ministrar aulas práticas. Quem é Ana Tex? Ana Tex é formada em Business Administration pela Universidade de Sidney, na Austrália, e possui MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).  Nas redes sociais – entre elas o Instagram, Youtube e TikTok –, é seguida por cerca de 1,1 milhão de pessoas. Ela tem uma larga experiência no digital, desde que começou a produzir conteúdos sobre marketing digital em um blog, em 2010. Desde 2014, faz palestras, mentorias e cursos. Sua abordagem prática e dinâmica, como já foi mostrada no workshop acima citado, tornará a oficina uma oportunidade única para os jornalistas agropecuários que desejam aprimorar suas estratégias e entender como a IA pode impulsionar sua atuação no mercado. O que você vai aprender? Durante as quatro aulas da oficina os participantes terão acesso a conteúdos exclusivos sobre: Aula 1 – Inteligência Artificial no Jornalismo Agro – Ferramentas e Estratégias Aula 2 – Curadoria de Conteúdo e Identificação de Tendências no Agronegócio Aula 3 – Criando Robôs no ChatGPT para Automatizar o Trabalho Jornalístico Agro Aula 4 – Como Criar Fontes de Lucro no Jornalismo Agro com IA Por que participar? Além do conhecimento de ponta, essa oficina é exclusiva para associados da AgroJor, reforçando a importância de fazer parte da nossa rede. Se você já é associado, não perca essa oportunidade de aprimorar suas habilidades e se destacar no mercado. E se ainda não faz parte da Rede Agrojor, essa é a chance para se associar e ter acesso a conteúdos exclusivos como este. Inscrições gratuitas, em breve, para os associados. Para não associados, o custo é de R$ 600.  Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui.

Cobertura de eventos agropecuários, como fazer melhor

A temporada dos eventos agropecuários já começou e a Rede Agrojor está preparando um workshop exclusivo sobre a cobertura desse tipo de evento. Quem nunca enfrentou uma dificuldade, uma falta de infraestrutura, um perrengue, ou mesmo encontrou soluções de como fazer o trabalho?  As exposições e feiras são um nicho do agro que vem mudando ao longo dos anos. E é sobre isso que o workshop vai se debruçar. Esses eventos são importantes por promoverem a troca de conhecimentos, a apresentação de inovações tecnológicas e a realização de negócios no setor agropecuário.  Servem, também,  como plataforma para a atualização profissional, o fortalecimento de redes de contato e o estímulo ao desenvolvimento econômico regional. Não há um número exato de exposições agropecuárias realizadas anualmente no Brasil, mas estima-se em centenas de eventos dessa natureza. O país é conhecido por seu grande número de feiras, exposições e eventos relacionados ao agronegócio, realizados em praticamente todos os estados, com foco em diversas áreas da agropecuária, como pecuária, agricultura, tecnologia e inovações do setor, como por exemplo Agrishow, Expodireto Cotrijal, Show Rural Coopavel, ExpoZebu, entre outras. Para essa roda de conversa, a Rede Agrojor convidou três jornalistas com muita experiência na cobertura e na assessoria desses eventos. Schubert Peter, editor da Revista Cultivar, publicação especializada no setor e com ampla cobertura de feiras e exposições; Enio Campoi, que além de jornalista, é relações públicas e publicitário, reconhecido por sua atuação no setor de comunicação estratégica. Ele é o fundador e sócio-diretor da Mecânica de Comunicação Estratégica, uma das agências de comunicação mais antigas do país, criada em 1973. A mediação do encontro será de Marielle Previdi, criadora em 20025 da Attuale Comunicação, uma agência especializada em assessoria de imprensa no setor agropecuário. O workshop é um evento exclusivo e fechado para os associados da Rede Agrojor. Ele ocorre no dia 18 de fevereiro, às 10h (horário de Brasília), pelo zoom da AgroJor. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui e seja membro.

“No agro, Brasil é um irmão maior para a Argentina”, diz vice-presidente da IFAJ

A simpática frase é do jornalista argentino Adalberto Rossi, vice-presidente da International Federation of Agricultural Journalists (do inglês IFAJ), mas poderia acrescentar “e a Argentina é mais experiente na mobilização de jornalistas especializados no campo”. Para se ter ideia, o Dia do Jornalista Agropecuário no vizinho é celebrado há mais de 220 anos e o Círculo Argentino de Periodismo Agrário (Capa), que é a entidade filiada à Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ) reúne profissionais desde 1956, tem quase sete décadas de existência.  Addy, como é mais conhecido, presidiu a Capa por 10 anos. Hoje, ele segue como tesoureiro, cada vez mais atuante em seus país e internacionalmente. Não por acaso, ele é o atual vice-presidente da IFAJ e tem como uma de suas bandeiras aumentar a participação e a representatividade da América do Sul nas esferas de decisão da federação e em eventos dedicados aos profissionais de todo o mundo.   A Rede Agrojor, por meio de Daniel Azevedo, diretor de comunicação internacional da entidade, conversou com ele sobre vários temas, incluindo a próxima reunião executiva da IFAJ, para a qual o Brasil se candidatou como sede. A reunião está marcada para março de 2026.  Apesar de o país já haver sediado um Press Tour com membros da IFAJ em 2019, seria o primeiro evento do calendário oficial da entidade internacional a ser realizado pela associação brasileira.  Ela é, também, um passo importante para, futuramente, a Rede Agrojor receber um Congresso da IFAJ, o principal encontro sobre a profissão de jornalismo especializado em agropecuária e agronegócio do mundo. A conversa trouxe outras novidades, como tendências sobre a atividade, o perfil do jornalismo agro na Argentina e as possibilidade de networking e experiências conjuntas entre profissionais brasileiros e argentinos. Além disso, ele fala de uma novidade que deve ser anunciada nos próximos meses: um curso internacional de jornalismo agropecuário com diploma pela Universidade de Illinois (EUA), acessível a todos os associados. Confira a entrevista:   O que é e como acontecem as reuniões da executiva da IFAJ? Todos os anos, são realizados dois encontros anuais pela IFAJ: um encontro de meio termo, que é a Reunião da Executiva, e um encontro anual, que é Congresso da IFAJ.  Esses eventos acontecem em dois países diferentes. No ano passado, por exemplo, o encontro de meio termo ocorreu em Málaga, na Espanha, e o congresso anual foi realizado na Suíça.  Este ano, o encontro de meio termo será na África do Sul, em março, enquanto o Congresso anual será realizados no Quênia. Na Reunião Executiva, os delegados executivos da IFAJ se reúnem para planejar o futuro estratégico da federação nos próximos anos. Lembrando que a IFAJ conta com 66 países afiliados.  Essas reuniões incluem não apenas o desenvolvimento profissional, mas também a liberdade de imprensa, os serviços e benefícios oferecidos aos associados, além de outras questões que surgem durante os encontros. Este ano, diria que o mais importante é que vamos anunciar e propor, para aprovação dos delegados executivos, a possibilidade de oferecer, de forma virtual, um programa internacional de capacitação para jornalistas agropecuários.  Esse curso será ministrado pela Universidade de Illinois, uma das instituições de ensino mais prestigiadas do mundo no segmento.  O programa foi especialmente desenhado para capacitar e valorizar os profissionais que informam sobre o setor agropecuário em seus respectivos países. Esse será um programa intensivo de quatro meses, com todo o know-how que a Universidade de Illinois pode oferecer através de sua Faculdade de Pecuária.  Estive presente em conversas com a decana da universidade e também com o professor Roberts, responsável pelo projeto, e fiquei impressionado com o alcance e a qualidade dos conteúdos desse programa.  Ele foi pensado para ser acessível: estamos estimando que o custo não deve ultrapassar 50 dólares por jornalista, o que é incrivelmente baixo em relação aos benefícios oferecidos. O Brasil se propõe a sediar a Reunião da Executiva no ano que vem. Além desse tipo de deliberação, o que mais acontece em um encontro como esse? Os jornalistas que participam têm a oportunidade de conhecer profundamente como ocorre a produção no país anfitrião.  Por exemplo, quando visitamos Málaga, tivemos a chance de aprender como é produzido o jamón ibérico com denominação de origem.  Também conhecemos a produção de oliveiras, aquicultura, cooperativas, estufas e até a criação de insetos usados na polinização das plantas.  Foi uma experiência sensacional, e voltamos como jornalistas com muito conhecimento e conteúdo para produzir artigos e reportagens que podemos usar em nossos meios profissionais. Esses encontros também promovem um intercâmbio constante entre jornalistas de diferentes países. É um aprendizado valioso, porque compartilhamos opiniões, perspectivas e projetos. Recomendo muito a participação, pois são reuniões muito produtivas. Normalmente, esses eventos duram de 3 a 4 dias, raramente mais do que isso. Quais são as expectativas da IFAJ em ter o Brasil como sede?  As expectativas são enormes. O Brasil é uma potência mundial na produção de alimentos e produtos agropecuários, e há sempre um grande interesse em conhecer em profundidade como o país trabalha.  As visitas anteriores ao Brasil foram muito interessantes e intensivas, embora de curta duração. Isso gerou um interesse muito grande entre os membros da IFAJ em retornar e explorar ainda mais. Além disso, esses encontros permitem um intercâmbio de experiências e expertise sobre como se informa e se leva a informação do campo ao consumidor e ao produtor.  Quantos jornalistas costumam participar desses eventos?  Em 2019, por exemplo, houve poucos jornalistas estrangeiros, pois foi um press tour. No próximo ano, o encontro executivo será realizado com uma semana de visitas para conhecer uma região produtiva do Brasil. Espera-se que entre 40 e 50 jornalistas participem. Esses eventos também podem ser um aprendizado importante para que, no futuro, o Brasil possa sediar o Congresso da IFAJ, que é o grande evento da entidade.  Em 2027, o congresso será no Reino Unido. Já em 2028, o congresso pode ser na Argentina, e há um interesse de realizar um pré ou pós-congresso no Brasil ou mesmo o congresso.  E como está estruturada

Como fazer reportagens impactantes sobre a COP30 no Brasil

A estimativa é de um público de até 100 mil visitantes; o que será discutido é de interesse global; estarão reunidos 190 países, incluindo chefes de Estado, ministros, diplomatas, cientistas, líderes empresariais, ONGs, ativistas e outros membros da sociedade civil;  a atração de investimentos internacionais está na agenda de todos. Essa é uma pequena amostra do que está desenhada para a COP30 –  30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (Conferência das Partes), em 2025, que acontecerá no Brasil. Para os jornalista de agro, a COP estará, também, na pauta do dia. Nesta quinta-feira (12/12), “Tudo que Você Precisa Saber Sobre COPs”,  foi o tema do workshop exclusivo para seus associados. O evento abordou as principais questões relacionadas às COPs e suas implicações para o setor agropecuário e o jornalismo, tendo como convidados dois experts no tema: Rodrigo Caetano, que atua fora do setor do agro, e Mariana Grilli, jornalista especializada e associada da Rede Agrojor. Rodrigo explicou como as COPs fazem parte de uma agenda oficial da ONU, criada para organizar esforços globais relacionados ao clima, diferente de eventos como a Rio-92 ou Eco-92. Ele destacou que, nas COPs, “todos os países do mundo olham para uma pauta e dizem: ‘Concordo com isso, vamos fazer isso acontecer.’ Mas é tudo baseado na diplomacia. Se a diplomacia falha, só resta a guerra.” Ele também mencionou que participar desses eventos sem preparo pode levar jornalistas a seguirem apenas as pautas da grande mídia ou do terceiro setor, o que reforça a necessidade de buscar pautas próprias ligadas às empresas e ao agronegócio. Mariana falou sobre a importância do planejamento para a cobertura das COPs. “É importante a gente ter nossas pré-pautas, porque são centenas de eventos paralelos – os da ONU, da sociedade civil e das iniciativas privadas. Você tem a agenda principal ali, mas precisa abrir essa agenda e avaliar o que vale a pena cobrir ou não. Também temos que ficar atentos ao que está sendo discutido para não comprar releases das empresas como se fossem verdades absolutas,” disse, embora elas também sejam importantes.  Ela comentou ainda que no ano passado quis participar da COP porque “seria a primeira vez que a ONU olharia para as mudanças climáticas pelo ponto de vista da produção de alimentos. Esse tema é muito importante para a imprensa brasileira, já que somos um dos maiores produtores globais de alimentos.” Rodrigo destacou que muitos dos temas debatidos nas COPs são discutidos há décadas por países, mas que a sociedade civil nem sempre têm acesso a esses debates, o que acaba transformando esses temas em pauta da imprensa. Além das abordagens temáticas, Mariana e Rodrigo deram dicas de como acompanhar o evento e as agendas de forma presencial e para os jornalistas que farão a cobertura não estando no local. “Já cobri COPs não presencialmente e é preciso disposição para horas e horas ligados às transmissões da ONU. É possível sim, cobrir a COP sem estar no local.” Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui para se tornar um associado. Para os  jornalistas associados, os workshops da Rede Agrojor ficam disponíveis no site, em área restrita.

Jornalista da Agrojor é selecionado para cobrir feira na Dinamarca

O jornalista Leandro Mittmann, que faz parte da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor) e que atualmente reside na Europa, foi selecionado pela Federação Internacional de Jornalistas Agropecuários (IFAJ) para participar da feira Agromek, realizada em Herning, na Dinamarca, entre os dias 27 a 29 de novembro. A Agromek  é uma das maiores feiras internacionais agrícolas da Europa, incluindo setores da construção, gestão de culturas, máquinas agrícolas, equipamentos para pecuária, tratores e colheitadeiras, além de conhecimento e serviços. Mittmann ficou sabendo da oportunidade de participar por meio dos anúncios feitos pela Agrojor em seu grupo de WhatsApp, no qual estão cerca de 100 jornalistas de todo o Brasil.  “Soube dessa oportunidade pela postagem do colega jornalista. Me inscrevi, enviei reportagens que já tinha feito no Brasil e meus comentários para o programa Granja na TV”, diz Mittmann. “Não tinha grandes pretensões, mas logo fui avisado de que minha proposta havia sido aceita.” Segundo Vera Ondei, presidente da Rede Agrojor, a escolha de Mittmann é uma realização para a entidade. “Quando fundamos a Rede Agrojor, uma das certezas era de que nossa filiação à IFAJ traria oportunidades internacionais para os jornalistas brasileiros”, afirma ela. “Isso tem ocorrido e o convite ao Mittmann nos deixa muito felizes. A missão vem sendo cumprida.” Nascido em Porto Alegre (RS), Mittmann trabalhou por 21 anos na revista A Granja, onde foi editor por 18 anos e cobriu eventos agrícolas em todo o Brasil e no exterior. Em março de 2024, a revista foi descontinuada, e ele se mudou para a Alemanha por motivos familiares. Desde julho, atua no programa A Granja na TV, produzido pela Ulbra TV de Canoas (RS), onde é responsável por conteúdos digitais e faz comentários sobre o agro europeu e o mercado externo brasileiro. Na Agromek, ele destaca o desejo de conhecer o que há de mais avançado no setor agrícola em uma região tão distinta. “Uma feira agrícola normalmente é onde o melhor do agro é apresentado, especialmente em tecnologias. Estou muito curioso para ver o que será exposto, desde máquinas agrícolas até inovações locais”, afirma. “A Dinamarca é um país que desconheço, e acredito que a experiência será única, especialmente por se tratar de uma região de clima frio e com um agro muito diferente do que conhecemos no Brasil.” O jornalista já cobriu grandes feiras como Agrishow, Expointer e a alemã Agritechnica, mas a expectativa para a Agromek é especial. “Será interessante explorar as tecnologias e marcas que diferem das que conhecemos no Brasil, como aconteceu em Hannover (sede da Agritechnica), onde me impressionei com uma colhedora de beterraba sacarina – algo que nem existe no Brasil. Tenho certeza de que a Dinamarca também trará novidades surpreendentes.” Mittmann também espera identificar possíveis conexões entre os mercados europeu e brasileiro. “Embora a relação entre o agro brasileiro e o dinamarquês seja pequena, essas trocas podem trazer insights sobre como podemos integrar práticas e tecnologias.” Você ainda não é filiado à Rede Agrojor? Entre em contato neste link e faça parte dessa comunidade

Associados Agrojor poderão participar de ciclo de webinars da IFAJ

A Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ), entidade da qual a Rede Agrojor  é filiada, divulgou o início de sua temporada 2024/25 de webinars. Os eventos levantam temas sobre alimentos e agricultura e são exclusivos para seus membros. De acordo com os organizadores, o objetivo é levar conhecimentos e provocar questionamentos e discussões sobre os temas. A temporada 2024/25 já tem programados os três primeiros eventos. Pela primeira vez os webinars da IFAJ serão de fato mundial. As transmissões terão dois horários diferentes, ambos ao vivo, para garantir a participação de todos os associados, independentemente do fuso horário em que estão. A duração dos eventos varia de uma hora a uma hora e meia. Confira a programação:  Noções de reprodução e cultivo de plantas O primeiro webinar ocorre na terça-feira, 26 de novembro, com o tema “Noções de reprodução e cultivo de plantas”. Faz parte da iniciativa da IFAJ, a “Sharing Knowledge” (Dividindo Conhecimento). Charles Darwin e Gregor Mendel notoriamente estabeleceram os princípios da reprodução e cultivo de plantas no século 19, e o pensamento e ideias no século 21 ainda se apoiam fortemente nessas antigas noções.  No webinar, Uri Krieger e Ian Jepson, ambos da Syngenta, utilizarão a história da reprodução e cultivo de plantas como um contexto para da importância no sucesso das lavouras, incluindo como desenvolver cultivos mais resilientes em um clima cada vez mais instável.  Krieger é head  global de pesquisa e desenvolvimento de sementes e Jepson é líder de tecnologia, também para sementes. Eles mostrarão as diferentes abordagens do cultivo de plantas, do tradicional ao mais moderno, como as sementes geneticamente modificadas e a ascensão da edição gênica. A apresentação será seguida de uma sessão de perguntas e respostas.  Primeira sessão: 26 de novembro – 15:00 GMT (12h no horário de Brasília)Clique aqui para se inscrever Segunda sessão: 27 de novembro – 02:00 GMT (23h do dia 26 no horário de Brasília)Clique aqui para se inscrever Dia Mundial do Solo O tema solo, que será a abordagem do segundo webinar, também faz parte da iniciativa “Sharing the Knowledge”. Ele ocorre no dia 5 de dezembro, quando se comemora o Dia Mundial do Solo,  instituído em 2013 pela FAO com o objetivo divulgar sua importância para a manutenção da vida no planeta. O webinar “Cuidados para o solo: meça, monitore, maneje” vai fornecer dados e informações e como eles são usados para entender as características do solo e apoiar os produtores em suas tomadas de decisão no manejo sustentável para fortalecer a segurança alimentar. O convidado é o cientista chefe do departamento de solo da Syngenta, Matthew Wallenstein. Ele está na multinacional desde abril, após 16 anos como professor e chefe de departamento do curso de Ciências do Solo, na Universidade do Estado do Colorado (EUA). Segundo Wallenstein, a saúde do solo é a chave para uma agricultura resiliente ao clima, auxiliando no bem-estar e qualidade de vida humana e no restauro da biodiversidade e funções do ecossistema. Na companhia, ele está construindo uma plataforma de cuidados como o solo que utiliza big datas para informar e ensinar práticas de regeneração. Primeira sessão: 5 de dezembro – 02:00 GMT (23h do dia 4 no horário de Brasília)Clique aqui para se inscrever Segunda sessão: 5 de dezembro – 15:30 GMT (12h30 no horário de Brasília)Clique aqui para se inscrever Princípios e Fundamentos: Equilibrando os papeis do jornalista e do comunicador A IFAJ, como uma rede global de jornalistas do agro, tem um quadro diverso de profissionais. Por isso, além de abrir as portas para jornalistas com foco nos quatro “pilares” do agrojornalismo – agricultura, horticultura, piscicultura e silvicultura – a entidade também recebe comunicadores. Para o último webinar do ano, no dia 12 de dezembro, a abordagem leva em conta o tema “Liberdade de Imprensa”, avançando em questões da profissão. Como, por exemplo, se jornalistas e comunicadores têm papéis e agem de formas diferentes. Ou eles estão apenas “fazendo seu trabalho”, organizando, limitando e classificando informações? Lembrando que o comunicador pode atuar em diferentes campos, como comunicação interna, marketing, treinamento ou relações públicas e não está restrito à interface com a mídia. Como sincronizar esses papeis? Como gerenciar conflitos de interesse ou opinião? E, mais importante, como podem os dois grupos trabalharem juntos de maneira construtiva na busca pelo interesse comum, permitindo o fluxo de informações dentro do agro? Essas são algumas abordagens do webinar, onde estarão os membros da IFAJ: Olivia Cooper (Reino Unido), Pam Caraway (EUA), Rachel Martin (Irlanda), Micke Godtfredsen (Finlândia) e Alpha Ousmare Souaré (Guiné).  Sessão única: 12 de dezembro – 14:00 GMT (11h do horário de Brasília) Se inscreva aqui.

IA vai trazer desafios, diz Ana Tex em evento da Rede Agrojor. Saiba quais

“Hoje, a gente pode ver a inteligência artificial como um copo meio vazio ou meio cheio, porque ela vai trazer vários desafios para a gente.” A frase é de Ana Tex, dita nesta quarta-feira (13/11), na abertura do workshop “Inteligência Artificial Aplicada ao Jornalismo”, promovido pela Rede Agrojor e exclusivo aos seus associados.  Ana Tex é um fenômeno nas redes sociais, com mais de 1 milhão de seguidores, especialista em estratégias de comunicação e assessoria às empresas, organismos e instituições. Ela deu um cenário dos instrumentos disponíveis pela IA (Inteligência Artificial), destacando a mais influente ferramenta dos dias atuais, o ChatGPT, o chatbot da OpenAI.  No mês passado, a empresa norte-americana anunciou que o ChatGPT atingiu globalmente 250 milhões de usuários ativos semanais, ante 200 milhões registrados em agosto. “Acredito que todas as profissões vão ter de se reinventar com a IA. Com ela, a gente passa a ter mais poder de criar novas soluções”, afirma. “Muito provavelmente, uma pessoa que é jornalista hoje pode criar várias outras soluções para os clientes, ou como vou me comunicar melhor, ou como vou fazer a minha empresa de comunicação crescer.”  Para a jornalista Flávia Tonin, uma das organizadoras e que conduziu o workshop, é preciso ter a mente aberta e usar ferramentas a nosso favor. “Já tem gente usando e nós, como jornalistas, temos um ponto super forte, que é o poder de análise, de crítica, de levar esse conceito para a frente”, disse. “Temos um papel super importante de avançar com o conhecimento. A Ana Tex sempre falou muito, de uma forma muito democrática, sobre o uso da IA.” Ana Tex mostrou caminhos para o aumento da produtividade, como criar e modelar “seus funcionários robôs”, a construção de produtos comerciais com a IA e também a construção de produtos digitais. No caso da produtividade, ela deu dicas, por exemplo, de algo que parece simples – mas que precisa de método –, de como melhorar o prompt, que é o texto ou instrução inicial utilizada para orientar a resposta gerada pela IA. Falou da importância da criação de documentos mestres, das funcionalidades – como a análise de imagens, integração de equipamentos, entre outros – e das interações por voz.  “O ChatGPT deve ser visto como um assistente pessoal. Ele vai te ajudar a escrever, organizar informação, gerar ideias e automatizar tarefas repetitivas”, diz. Outro tópico que mereceu destaque foi a importância do uso de robôs para essas tarefas repetitivas. Mas, mais que isso, como criar os seus próprios robôs a partir dos documentos mestres e como a criatividade, a exploração e a configuração pessoal desses robôs vão exigir capacidades humanas de primeira ordem.  Ana mostrou como fluxogramas, organogramas e o que ela chama de “mapas de conteúdo” – um arranjo seu – a ajuda em suas tarefas.  Dos participantes do workshop vieram questões colocadas a Ana Tex que fazem parte das rodas de conversa de grande parte dos jornalistas, entre eles os membros da Agrojor. Donário Lopes de Almeida, sócio-diretor da Neodigital, pontuou sobre o dilema de “falar que a gente tá usando a inteligência artificial” e que isso é uma discussão entre executivos do mundo inteiro. “Tem até um fenômeno chamado ciborgues negacionistas”, diz Almeida.  Joseani Mesquita Antunes, da comunicação da Embrapa Trigo, colocou na mesa o que hoje se discute sobre o direito de autoria da criação de imagens com a IA, tema na mesma linha de outro ponto levantado sobre direitos autorais e questões éticas. Para completar a master class, Ana Tex colocou à disposição dos associados da Rede Agrojor, pelos próximos 15 dias, cinco horas de aulas que desdobram o conteúdo do workshop. Vera Ondei, presidente da Agrojor, destacou que os workshops continuam e que novidades vêm pela frente. “Continuamos com nossos workshops regulares, trazendo esses insights que são mesas de discussões importantes. E estamos em planejamento para 2025. Além do nosso Diálogos Agrojor 2025, está em gestão um projeto de oficinas ferramentais de jornalismo”, disse. Você ainda não é um associado da Rede Brasil de Jornalistas Agro? Clique aqui e entre para a Rede Agrojor, que reúne agrojornalistas de todo o Brasil.

Diálogos Agrojor reúne 90 profissionais para debater jornalismo digital e de dados

As transformações e tendências do jornalismo no digital e do jornalismo de dados, esses foram os temas abordados no 2° Diálogos Agrojor, na terça-feira (29), promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agror). O evento ocorreu em São Paulo, no auditório da FIA, em formato híbrido e recebeu cerca de 90 pessoas, das quais 60 presencialmente. Para esta edição foram convidados os jornalistas Glória Vanique, podcaster e palestrante com vasta experiência em televisão, Marc Tawil, palestrante e 1º Linkedin Top Voicer e Katia Brembatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Eles contaram suas trajetórias no jornalismo e na comunicação, apresentando um conjunto de “insights”. “Em 2020, pedi demissão da TV Globo, por um grande conjunto de motivos, e decidi ir para o mundo corporativo. Uns dois meses depois de tomar essa decisão, a CNN me chamou para trabalhar e eu aceitei”, afirma Glória. “Mas não com a intenção de fazer carreira lá dentro, e sim para poder utilizar o salário fixo que me ofereciam e fazer minha transição de carreira. Temos que pensar que a transição de carreira não pode ser feita num estalar de dedos, precisa ser algo gradual.” Glória foi por 14 anos da TV Globo, antes de tomar a decisão da transição de carreira. Ela falou das dificuldades dessa transição e de seus desafios para entrar no mundo corporativo. “Minha grande deficiência era a parte do marketing”, afirma. Ela conta que por muito tempo, no papel de jornalista, era proibida de lidar com marcas e foi preciso estudar sobre como agir nesse ambiente. “As pessoas ainda me enxergam como a Glória Vanique, apresentadora de jornal, o que é muito legal. Mas eu ainda preciso fazer um trabalho para que elas e as empresas me vejam como a Glória Vanique que hoje trabalha com outra coisa.”  Para Marc Tawil, a rede social Linkedin é um ponto de parada obrigatório para todo profissional atualmente, mas não era assim quando começou lá nos anos 2000. O hoje Top Voice n°1 da rede começou escrevendo em jornais tradicionais, mas decidiu criar a sua própria agência de conteúdo. Hoje, é um estrategista de comunicação independente. “Em 2015, eu senti que havia me perdido de forma autoral, porque só produzia e escrevia para marcas e para os outros. Então, eu decidi me reencontrar”, afirma Marc. “Meu primeiro artigo recebeu cerca de 4 mil visualizações no primeiro dia. Aprendi minha primeira lição, sempre há alguém vendo o que você publica.”  Marc pontuou que tudo mudou quando passou a ser seu próprio negócio e marca. “Hoje dou palestras e treinamentos e repasso meu conhecimento em comunicação para os mais variados públicos.” Marc e Glória também falaram sobre as diferenças entre influenciadores e jornalistas e como as marcas já diferenciam os conteúdos dos jornalistas como mais relevantes. “É preciso ter autoridade em um determinado assunto ou nicho para fazer a diferença”, explicou Marc. Katia Brembatti falou sobre jornalismo de dados, uma vertente que cresceu muito com o auxílio da tecnologia. Katia falou sobre a diferença entre “jornalismo de dados” e “jornalismo com dados”. Ela ainda deu dicas sobre as ferramentas que podem auxiliar na investigação. “Gosto muito do Flourish, que é uma ferramenta de infográficos, bastante intuitiva. Com o Flourish existe a possibilidade de fazer vários tipos de infográficos, estáticos, em movimento e interativos.” Kátia também demonstrou como usou o Pinpoint, do Google, para uma reportagem baseada em dados e que rendeu uma série exclusiva sobre o trânsito na cidade de Curitiba. Demonstrou as várias possibilidades e como os dados foram lhe dando pistas na montagem das pautas. Ela também apresentou o LM Notebook, que é uma ferramenta do Google, mas de inteligência artificial. “Nela, você pode enviar até 50 PDFs e diversos materiais com dados, ela analisa e separa as informações mais importantes para que você faça perguntas sobre o conteúdo e receba respostas.” O evento contou com a apresentação da jornalista Lilian Munhoz e mediação de Alessandra Melo, ambas associadas da Rede Agrojor. O 2° Diálogos Agrojor teve patrocínio ouro da Corteva, prata da JBS e bronze da John Deere e Yara, além dos apoios institucionais da FIA Business School e Agência Buenas.

Corteva Agriscience é patrocinadora do Diálogos Agrojor, principal evento da Rede Agror

São Paulo, 23 de outubro de 2024 – A Corteva Agriscience é a patrocinadora ouro do Diálogos Agrojor, principal evento da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor) deste ano. A segunda edição do encontro vai abordar as transformações e tendências do jornalismo digital e de dados. O evento será realizado em São Paulo (SP), no dia 29 de outubro, a partir das 9h, no Auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA). A série tem o objetivo de integrar jornalistas e profissionais de comunicação que atuam no agronegócio para debater temas relevantes para o setor. O evento é aberto para associados e não-associados e será em formato híbrido (presencial e remoto). Dentre os palestrantes confirmados, estão o jornalista e estrategista de comunicação Marc Tawil e a jornalista e podcaster Glória Vanique. Eles farão parte de um painel que abordará as oportunidades, tendências e desafios para os jornalistas em meio às transformações da carreira e do universo digital. O evento também contará com a presença da jornalista Kátia Brembatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) e professora de jornalismo da Universidade Positivo. Ela vai abordar as práticas e estratégias de análise de dados para o trabalho jornalístico, da pauta à investigação. A Corteva Agriscience patrocina a série Diálogos Agrojor por acreditar que o jornalismo é peça fundamental da democracia e que a sociedade ganha quando está bem informada. Levar informação de qualidade para a população é um desafio constante e, por isso, a troca de experiências em espaços como este é da mais alta valia para quem trabalha com jornalismo e qualifica ainda mais o debate na cobertura dos temas ligados ao agronegócio. A Corteva Agriscience é uma empresa global agrícola que oferece aos produtores rurais sementes, defensivos e soluções biológicas, contribuindo para uma agricultura produtiva e sustentável. Está presente em mais de 140 países e possui 21 mil funcionários ao redor do mundo. A empresa realiza diariamente um investimento global de US$ 4 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D). Hoje, a Corteva possui mais de 120 Centros de P&D ao redor do mundo, sendo alguns dos mais avançados em solo brasileiro – 11 deles estão aqui no Brasil. A companhia possui um corpo técnico de pesquisadores que desenvolvem continuamente tecnologias que ajudam a melhorar a vida de quem produz e de quem consome. O que: 2º Diálogos Agrojor Quando: 29/10, das 9h às 13h Onde: Auditório da FIA – Avenida Doutora Ruth Cardoso, 7221, Pinheiros – São Paulo, SP Para mais informações: InPress Porter Novelli cortevaagriscience@inpresspni.com.br

2º Diálogos Agrojor soma apoio de 15 veículos especializados no agro

Um grupo de 16 veículos jornalísticos especializados no agro confirmou apoio de mídia ao 2º Diálogos Agrojor, que ocorre no dia 29 de outubro em formato híbrido (on-line e presencial) a partir das 9h, e está com inscrições abertas. Organizado pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor), o evento abordará as transformações e tendências do jornalismo no Digital e do Jornalismo de Dados com transmissão a partir do Auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo (SP). O apoio de mídia vem, em ordem alfabética, das publicações AgFeed, Agro Mais, Agro Hoje, Agrofy News, Balde Branco, Canal Rural, Clima Tempo, DBO, Forbes Agro, Globo Rural, INC Magazine, Notícias Agrícolas, Record News, SBT Agro e Terra Viva que, diariamente, alcançam audiência de dezenas de milhões de pessoas no país. Conteúdo A edição 2024 do Diálogos Agrojor já conta com a confirmação de Marc Tawil, 1° Linkedin Top Voices Brasil, jornalista e estrategista de comunicação e Glória Vanique, jornalista e podcaster.  Eles farão parte de um painel que abordará as oportunidades, tendências e desafios para os jornalistas em meio às transformações da carreira e dos meios com o universo digital e que terá a mediação do jornalista e chefe de redação do Notícias Agrícolas, Aleksander Horta. Outro nome confirmado é o de Kátia Brembatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI).  Em sua palestra serão abordadas práticas e estratégias para a aplicação da análise de dados para o trabalho jornalístico, da pauta à investigação. A jornalista Lilian Munhoz, associada da Rede Agrojor, será a apresentadora do evento. “O Diálogos tem um propósito diferente dos eventos tradicionais da Agrojor: ele traz a visão de colegas que não atuam no Agro.  Neste sentido, construímos uma programação que busca atender as ‘dores’ dos jornalistas do setor, com um debate que trará insights sobre o papel dos comunicadores frente às grandes mudanças do digital. Ao mesmo tempo, buscamos uma das maiores especialistas do jornalismo de dados para uma verdadeira aula sobre metodologias e estratégias deste segmento da comunicação, que tem crescido significativamente no agrojornalismo”, destaca a presidente da Agrojor, Vera Ondei. O 2° Diálogos Agrojor conta com o patrocínio ouro da Corteva Agriscience, prata da JBS e bronze da Yara e da John Deere, além do apoio da FIA e da Buenas Comunicação. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas on line.  Associado Agrojor tem condição exclusiva, com bonificação do custo de inscrição.  Saiba mais pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/2-dialogos-agrojor/2598093 SERVIÇO: 2° Diálogos Agrojor29 de outubro (terça-feira), entre 9h e 13hLocal: Auditório da FIA (Avenida Doutora Ruth Cardoso, 7221 – Pinheiros – São Paulo, SP)Inscrições e mais informações: https://www.sympla.com.br/evento/2-dialogos-agrojor/2598093