Agrojornalismo

Saiba quem são Paulo Artaxo e José Marengo, os cientistas que estarão no workshop da Rede Agrojor

Quando o assunto é mudanças climáticas no Brasil, poucos nomes carregam tanto peso científico quanto Paulo Artaxo e José Marengo. Os dois pesquisadores participam nesta quarta-feira (24), às 9h, do workshop da Rede Agrojor “Como cobrir mudanças climáticas sem cair em narrativas prontas?”, encontro exclusivo para associados. Embora frequentemente apareçam lado a lado em debates sobre clima, suas trajetórias seguiram caminhos diferentes e complementares. Paulo Artaxo passou a carreira tentando responder uma pergunta que ganhou importância global nas últimas décadas: qual é o papel da Amazônia no equilíbrio climático do planeta? Físico de formação e professor titular da Universidade de São Paulo (USP), tornou-se uma das maiores referências mundiais em estudos sobre aerossóis atmosféricos, queimadas, qualidade do ar e interação entre floresta e atmosfera. Seu trabalho ajudou a demonstrar como a floresta amazônica influencia a formação de nuvens, os regimes de chuva e o ciclo global do carbono. Ao longo da carreira, participou de projetos científicos em instituições como Harvard, Instituto Max Planck e Nasa, além de integrar sucessivos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), principal órgão científico da ONU para o tema. Hoje, está entre os pesquisadores brasileiros mais citados da literatura científica internacional. Se Artaxo ajuda a explicar como funciona o sistema climático, José Marengo dedica sua carreira a entender como as mudanças nesse sistema afetam a vida das pessoas. Nascido no Peru e radicado no Brasil há mais de 30 anos, Marengo é climatologista e pesquisador do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Seu nome está associado a alguns dos estudos mais importantes já produzidos sobre secas, enchentes, ondas de calor e eventos climáticos extremos na América do Sul. Foi um dos pioneiros na construção de cenários climáticos para o continente e participou dos debates que moldaram a compreensão científica sobre os riscos do aquecimento global para recursos hídricos, agricultura, cidades e infraestrutura. Nas últimas décadas, tornou-se uma das principais vozes científicas brasileiras quando o assunto é adaptação climática e prevenção de desastres. Para quem acompanha as discussões sobre clima, meio ambiente e agropecuária, o encontro reúne dois pesquisadores que ajudaram a construir parte do conhecimento científico que hoje orienta governos, empresas e organismos internacionais sobre um dos temas mais relevantes do século 20. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

Workshop aborda cobertura de mudanças climáticas

Como falar de mudanças climáticas sem cair em narrativas prontas? Esse é o tema do workshop de junho promovido pela Rede Agrojor. Anote na agenda. O encontro será na próxima quarta-feira (24), às 9h, via zoom, exclusivo para associados.  A conversa será mediada pela jornalista, podcaster e roteirista Ângela Ruiz e contará com José Marengo, um dos principais climatologistas do Brasil e coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Cemaden, e Paulo Artaxo, professor titular do Instituto de Física da USP e coordenador do Centro de Estudos Amazônia Sustentável (CEAS) da USP. Para Ângela, cobrir mudanças climáticas exige mais do que repercutir eventos extremos ou reproduzir discursos prontos. “O desafio do jornalismo é contextualizar os fatos, diferenciar o que é um fenômeno meteorológico de curto prazo do que são tendências climáticas de longo prazo e traduzir informações técnicas em conteúdo acessível e baseado em evidências”, diz. Com a previsão de um El Niño intenso e eventos climáticos extremos, cada vez mais é necessário entender os fenômenos. Para a jornalista, é fundamental o profissional compreender as diferenças. “Quando ele compreende isso, consegue produzir reportagens mais equilibradas, precisas e relevantes para a sociedade”, destaca. A presença dos associados da Rede Agrojor é fundamental para a construção desse diálogo e o fortalecimento das relações. Participe. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio IFAJ Star Prize 2026

A premiação global que reconhece a excelência do jornalismo agrícola está com as inscrições abertas. Os associados da Rede Agrojor têm até o dia 15 de maio para inscreverem seus trabalhos. O prêmio tem cinco temas centrais: inovação, sustentabilidade, tecnologia, questões globais e cultura rural. As obras serão avaliadas nos formatos de mídia impressa, fotografia, áudio, vídeo e mídia digital. São doze chances de vitória. Cada vencedor receberá o prêmio em dinheiro, no valor de 500 euros, com a possibilidade de reconhecimento adicional por meio de menções honrosas e prêmios especiais, como o título de Jornalista do Ano de 2026 e o Prêmio Supremo da Guilda. A competição é para membros das entidades filiadas à IFAJ em situação regular. Cada participante pode submeter até duas inscrições no total, respeitando o limite de uma inscrição por tema. É necessário que os trabalhos tenham sido publicados durante o ano de 2025. Caso o conteúdo não esteja em inglês, o participante deve providenciar a tradução para que a comissão internacional realize a avaliação. Para se inscrever, o jornalista deve acessar o site da IFAJ, navegar até a seção de temas da premiação e selecionar o que interessar. Neste campo, o candidato será direcionado para a página de inscrição. Dois jornalistas brasileiros da Rede Agrojor estiveram entre os vencedores na edição de 2025 do IFAJ Star Prize: Ariosto Mesquita, do Mato Grosso do Sul, e Leandro Fidelis, do Espírito Santo. Mesquita foi destaque na categoria Impressa pela reportagem “Crédito de carbono chega à pecuária”, que aborda o mercado de créditos de carbono e apresenta um caso pioneiro no Brasil. Já Fidelis foi premiado na categoria Cultura Rural com a reportagem “Uma revolução verde capixaba”, que retrata os impactos da agroecologia na agricultura familiar. A premiação foi anunciada no dia 18 de outubro durante o Congresso Mundial da IFAJ, realizado em Nairobi, no Quênia. Mais informações: https://www.ifaj.org/contests-and-awards/ Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

Worshop: Qual é o legado do Ifaj Executive Meeting

É hora de discutir os impactos do Executive Meeting na imprensa agro do mundo todo. E você está convidado para participar dessa conversa. O encontro será na quarta-feira (22), às 16h, via zoom. Steve Werblow, presidente da Ifaj, já confirmou presença. Ele participou da programação, que percorreu parte do interior paulista numa imersão pela agropecuária brasileira, ao lado de 50 jornalistas de 22 países, e poderá compartilhar as impressões dos colegas do mundo todo sobre a cadeia produtiva nacional.Os profissionais estrangeiros já estão divulgando suas matérias por aí. Por aqui, é hora de solidificar as pontes construídas e o legado para o jornalismo especializado. Sua presença é fundamental para a construção desse diálogo e o fortalecimento das relações. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país

+Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026: Participe do 1º Turno com o apoio da Rede Agrojor

A Rede Agrojor convida toda a comunidade de comunicação para participar da 6ª Edição do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio, que já está com as votações do primeiro turno abertas. Como apoio desta iniciativa, a Agrojor reforça seu compromisso em valorizar o jornalismo especializado, entendendo que reconhecer os talentos do setor é fundamental para fortalecer a imagem do agro brasileiro.  A votação acontece de forma digital através do portal oficial do prêmio, permitindo que você navegue e confirme suas escolhas clicando em “Concluir” na última aba. Neste primeiro turno, você pode indicar até cinco opções em categorias que abrangem todo o ecossistema da notícia: Agência de Notícias, Áudio (Rádio/Podcast), Canal de Youtube, Periódico Especializado (Impresso/Digital), Programa de TV (Especializada e Geral), Site/Portal, Veículo Geral e Jornalistas. A participação é exclusiva para jornalistas, profissionais de agências de comunicação, assessorias e comunicação corporativa, garantindo um olhar técnico e qualificado sobre os indicados. A Rede Agrojor acredita que a união dos comunicadores é o que traz credibilidade para o setor. Ao votar, você ajuda a destacar as melhores práticas e os profissionais que fazem a diferença.  Participe desta iniciativa apoiada pela Rede Agrojor e ajude a premiar a excelência na comunicação do agronegócio. . Acesse o site para obter mais informações: https://pesquisa.portaldosjornalistas.com.br/pesquisa/admirados-agor-2026-1o-turno

Jornalistas da IFAJ visitam fazenda referência em agricultura regenerativa no Brasil

Estrangeiros conhecem o trabalho da família Vick, em Piracicaba (SP), modelo de sustentabilidade e resiliência diante de desafios climáticos da região Irmãs Aline e Nathalia Vick, proprietárias da Fazenda Estância Representantes da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ) participaram de uma visita técnica à Fazenda Estância, em Pirassununga, SP, no dia 19 de março. A unidade é referência em práticas de agricultura regenerativa e integra a iniciativa global Bayer ForwardFarming, que demonstra essas práticas no campo. A atividade fez parte do Executive Meeting, reunião anual de delegados da IFAJ, organizada neste ano no Brasil pela Rede Agrojor, com o apoio da Bayer. Com uma agenda focada no agro brasileiro contemporâneo, o encontro ocorreu de 15 a 20 de março e reuniu jornalistas de 22 países. A fazenda que os jornalistas conheceram foi fundada por José Vick e passou por um processo de sucessão familiar em 2018. Hoje, suas filhas Nathalia Vick, administradora e gestora de agronegócios, e Aline Vick, economista, estão à frente da propriedade. A unidade tem 1.100 hectares dedicados às culturas de soja, milho, sorgo, mandioca e cana-de-açúcar. Segundo levantamento divulgado pela propriedade, a adoção de práticas de agricultura regenerativa a longo prazo resultou em mais estabilidade produtiva e redução das emissões de gases de efeito estufa na fazenda. Durante a safra 2024/25, a média de emissões para a cultura de soja foi 60% menor do que a média brasileira. Já para o milho segunda safra, elas foram 46% menores do que a média nacional para a cultura no período. Em relação à soja, foram avaliados 11 talhões e levados em consideração fatores como mudança do uso da terra, plantio, manejos, colheita, secagem e transporte. A análise concluiu que a pegada de carbono na safra 2024/25, em média, atingiu 616,4 kg CO2 eq./t, ou seja, 60% menor do que a média nacional, 1526 kg CO2 eq./t. Um talhão em específico chegou a 373 kg CO2 eq./t, 76% menor do que a média brasileira. “É importante ressaltar que cada talhão possui um perfil de solo e histórico de manejo diferente, o que influencia a pegada. Ainda assim, o talhão com maior pegada registrada representa um montante 22% menor do que a média nacional”, explica Felipe Albuquerque, diretor de sustentabilidade da divisão agrícola da Bayer para a América Latina. Seguindo a mesma metodologia, a análise de pegada para o cultivo de milho segunda safra concluiu que a média da Fazenda Estância é 46% menor, 751,71 kg CO2 eq./t, do que a média nacional para a cultura, 1387 kg CO2 eq./t. Metodologia PRO Carbono O cálculo das emissões foi feito por meio da Footprint PRO Carbono, ferramenta desenvolvida pela Bayer em parceria com a Embrapa, baseada na avaliação do ciclo de vida (ACV), que calcula a pegada de carbono de produtos agrícolas em sistema de produção de soja, milho e algodão. Capaz de efetuar cálculos por talhão, um diferencial em relação a outras ferramentas no mercado, a calculadora permite um diagnóstico preciso e o reconhecimento de propriedades e produtores eficientes do ponto de vista de emissão de gases de efeito estufa. Para Aline Vick, pequenas mudanças no manejo fazem toda a diferença. “Existem decisões que estão ao alcance dos produtores. No caso da cultura da soja, por exemplo, substituímos a aplicação de ureia pelo nitrato, que emite menos gases de efeito estufa. Implementamos tecnologias de precisão que minimizam as manobras de maquinário, resultando em economia de combustível e redução das emissões de gases. Uma agricultura mais precisa não apenas melhora os resultados obtidos, mas também gera benefícios sustentáveis a longo prazo.” Produtividade e solo mais saudável A saúde do solo é um dos elementos centrais da agricultura regenerativa e contribui para produzir a mesma ou maior quantidade de produtos agrícolas a partir de uma extensão territorial menor, com menos recursos e menor pegada climática e ambiental. Em talhões com menor pegada, por exemplo, o índice de produtividade de soja da fazenda foi maior, chegou a 77 sacas por hectare. Além disso, entre 2020 e 2024, a propriedade manteve uma produtividade estável, em alguns casos até acima da média da região, mesmo durante período de chuvas escassas. Grande parte desse ganho é relacionado à adoção de práticas de agricultura regenerativa, como rotação de culturas e plantio direto, provando que sustentabilidade e produtividade andam juntas. “A saúde do solo é a base de todo o nosso trabalho. Por meio da agricultura regenerativa, fortalecemos sua estrutura e promovemos um ecossistema mais equilibrado. Hoje, adotamos essas práticas em toda a propriedade, um trabalho que construímos ao longo dos anos, que resulta em solos com maior resiliência ambiental e condições ideais para uma produção sustentável ao longo do tempo. A sustentabilidade virou a nossa marca”, pontua Aline. Plataforma PRO Carbono Desde 2021, a Fazenda Estância faz parte do PRO Carbono, maior plataforma de soluções regenerativas da América Latina que conecta agricultores, indústrias e mercados que buscam cadeias produtivas e integram sustentabilidade como vantagem competitiva e motor de crescimento do negócio.   De lá para cá, novas técnicas foram implementadas e ampliadas para avançar na regeneração do solo na propriedade, como a intensificação da rotação de raízes. Hoje, mais de 80% das áreas de produção de grãos já receberam plantas de cobertura em substituição ao milho ou ao sorgo de segunda safra. Uma análise comparativa simples de um talhão, feita entre 2021 e 2024, concluiu que, após três anos de práticas de agricultura regenerativa, o solo analisado revelou um aumento no teor de fósforo, um dos principais nutrientes a ser considerado em uma agricultura tropical, por ser pouco presente no solo brasileiro.  O cálcio também apareceu em maior quantidade, e esses resultados indicam melhoria gradual e sustentável da fertilidade e do perfil químico do solo, além de potencial redução no uso de calcário, o que contribui para um menor impacto ambiental no futuro. “O solo da fazenda é arenoso, uma característica da região, o que torna necessário um conjunto de ações para melhorar a sua saúde. O plantio direto e a rotação de culturas na fazenda favorecem

Yara lidera iniciativas para a descarbonização da cadeia de alimentos

A empresa, que tem como meta global ser neutra para o clima até 2050, avança em sua agenda no Brasil Diante do aumento da demanda global por alimentos e da urgente necessidade de adoção de uma agricultura regenerativa, que devolva os nutrientes ao solo, a Yara, líder global em nutrição de plantas, reforça seu compromisso em construir um futuro alimentar positivo para a natureza. Para isso, a empresa, que celebrou seus 120 anos em 2025, está focando seus esforços e investimentos na descarbonização da cadeia produtora de alimentos.  Este movimento é realizado com base em um portfólio de produtos de menor emissão de carbono, como os nitratos; no desenvolvimento de fertilizantes lower carbon; em ferramentas digitais inovadoras e eficientes em termos de recursos, adequadas para agricultores em todo o mundo; no compartilhamento de seu conhecimento agronômico centenário; e em atuar junto aos produtores para ajudá-los nesta transição, criando também fluxos de novas receitas para o campo. “O papel crucial dos fertilizantes tornou-se evidente para muito além da nossa indústria, e com razão. Com metade da população mundial com alimentos na mesa devido aos fertilizantes, é compreensível e apropriado que os líderes mundiais e o público tenham se preocupado com o que acontece quando os agricultores são incapazes de manter os seus solos férteis”, destaca Svein Tore Holsether, CEO da Yara International. De acordo com Holsether, o cenário geopolítico e outros fatores não podem pôr em risco a essa transição e a mudança para um futuro net-zero. “Pelo contrário, devem dar um forte impulso à aceleração da descarbonização e às soluções positivas para a natureza”, adiciona Brasil: potencial para promover uma agricultura sustentável No Brasil desde 1977, a Yara considera o País como um dos territórios de maior potencial para descarbonizar a cadeia de alimentos. Além da rápida adoção de tecnologia pelos agricultores, o Brasil tem oportunidades únicas como recursos naturais e uma matriz energética renovável para fazer a diferença nesta agenda de transformação.  Um dos primeiros passos no Brasil rumo à descarbonização da cadeia foi o uso de biometano na produção de amônia renovável e, consequentemente, fertilizantes lower carbon, e soluções industriais no Complexo Industrial de Cubatão (SP). O insumo entra no grid da planta, substituindo gradativamente o uso de gás natural e ajudando na descarbonização de todos os segmentos em que a empresa está inserida, reduzindo assim as emissões em até 90%.  O ano de 2025 foi um marco para a consolidação do portfólio de fertilizantes lower carbon, o Yara Climate Choice™. Hoje, a Yara atua em colaboração com a indústria do alimento com cinco importantes parceiros na jornada pioneira pela descarbonização da produção. No café, Cooxupé, Coocacer e, recentemente, com JDE e Ofi; na batata, com PepsiCo; no cacau, com Barry Callebaut. Esses parceiros utilizam a solução de fertilizantes lower carbon, que pode reduzir, em média, até 40% a pegada de carbono nos respectivos cultivos. A produção desses fertilizantes é feita com matriz energética renovável. Sobre a YaraA Yara, líder mundial em nutrição de plantas, cultiva conhecimento para alimentar o mundo e proteger o planeta de forma responsável. Para concretizar o compromisso de cultivar um futuro alimentar positivo para a natureza, oferece um portfólio de produtos de alta tecnologia com baixa emissão de carbono, desenvolve ferramentas agrícolas digitais destinadas à agricultura de precisão e trabalha em estreita colaboração com pesquisadores e parceiros da indústria para construir uma cadeia de valor do alimento cada vez mais sustentável. Com uma atuação integrada, a companhia também fornece soluções industriais para usos diversos, entre eles a redução de poluentes, melhorando a qualidade do ar das cidades. Fundada na Noruega, em 1905, para resolver a emergente crise de fome na Europa, está presente no mundo todo, com mais de 17 mil colaboradores e operações em mais de 60 países. No Brasil, a Yara está idealmente posicionada em todos os principais polos agrícolas. Com mais de 4 mil colaboradores, a empresa atende todos os perfis de produtores e culturas, colaborando com o crescimento da agricultura e o protagonismo do país no desafio de alimentar uma população mundial crescente. Desde que se instalou no Brasil, na década de 1970, a Yara vem trabalhando para fomentar a produção de fertilizantes, reduzindo a dependência de importação de matéria-prima e modernizando a indústria nacional, em linha ao seu compromisso global com a agenda de descarbonização. Yara Fertilizantes foi patrocinadora do Executive Meeting Brasil 2026, que reuniu jornalistas de 22 países pela IFAJ para uma viagem pelo campo no Brasil yara@inpresspni.com.br

Bruno Blecher é homenageado pela Embrapa e anuncia novo livro

Reconhecido por sua trajetória no jornalismo agro e atuação na Rede Agrojor, Bruno Blecher é homenageado e anuncia novo livro “O Sertão é o Mundo” é o novo livro do jornalista Bruno Blecher, com lançamento previsto para o mês de maio. A obra, que será o quinto livro do autor, reunirá histórias marcantes do jornalismo rural, construídas ao longo de décadas de experiência na cobertura do agronegócio brasileiro. O anúncio foi feito durante a homenagem ao jornalista na celebração dos 50 anos da Embrapa Milho e Sorgo, realizada no dia 11 de março, em Sete Lagoas (MG). “Este prêmio representa o reconhecimento do meu trabalho jornalístico. Uma premiação de uma grande instituição nacional como a Embrapa é um privilégio”, afirma Blecher. O reconhecimento destacou a contribuição e a trajetória do jornalista, que atuou em alguns dos principais veículos de comunicação do país, como Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo. Ao longo da carreira, também ocupou cargos de liderança, como diretor da revista Globo Rural e coordenador de jornalismo no Canal Rural. Atualmente, é sócio da Agência Fato Relevante e faz parte da Rede Agrojor, onde segue acompanhando e analisando os principais temas do setor. Blecher é considerado uma das referências do jornalismo agro no Brasil, tendo contribuído para ampliar o entendimento público sobre a agricultura, a ciência e os desafios do campo. Seu trabalho ajudou a consolidar uma cobertura mais qualificada e aprofundada sobre o setor, conectando produtores, pesquisadores e a sociedade. Ao longo de sua trajetória, acumulou reconhecimento por sua atuação consistente e pelo compromisso com a informação. “Homenagens, prêmios e concursos são incentivos importantes para as novas gerações de jornalistas agro”, destaca. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

Começou o Executive Meeting: Brasil defende papel central na segurança alimentar global

Em um momento de crescente tensão geopolítica e pressão sobre os sistemas alimentares globais, representantes do governo e das indústrias defenderam neste domingo (15), na abertura do Mid Term Executive Meeting da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ), realizado no país pela Agrojor, que o Brasil reúne ciência, escala produtiva e capacidade tecnológica para ampliar a produção e responder à crescente demanda mundial por alimentos, fibras e energia. Ao falar a 51 jornalistas de 23 países que participam do evento, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luis Rua, afirmou que o país reúne características que hoje poucos produtores globais conseguem oferecer simultaneamente. “O Brasil é um promotor geopolítico da paz, porque ajuda a garantir segurança alimentar, energética e climática. Poucos países conseguem oferecer qualidade, quantidade, sanidade e sustentabilidade ao mesmo tempo”, disse em resposta a Daniel Azevedo, vice-presidente internacional da Agrojor, que conduziu o painel sobre a importância do Brasil na segurança alimentar global. Durante o evento, Rua respondeu a questionamentos sobre o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, frequentemente alvo de críticas de produtores europeus. Em resposta a um jornalista da Alemanha que mencionou críticas na Europa sobre o uso de determinados pesticidas e organismos geneticamente modificados, o secretário afirmou que muitas dessas preocupações ignoram diferenças estruturais entre sistemas agrícolas. “Quando comparamos sistemas agrícolas, precisamos reconhecer que o Brasil é tropical e tem demandas específicas da agricultura aqui praticada, diferente da temperada da Europa. Seguimos padrões internacionais e cumprimos os requisitos de todos os mercados”, destacou. Brasil quer ser parte da solução O representante do governo também destacou a expansão diplomática do agro brasileiro. Desde 2023, segundo ele, o país abriu 548 novos mercados agrícolas, habilitou mais de 4 mil estabelecimentos exportadores e mantém 40 adidos agrícolas em embaixadas ao redor do mundo. “Mais de um bilhão de pessoas passam fome no planeta. O Brasil quer ser parte da solução, não do conflito.” Ao lado dele no painel, o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, reforçou que a produção brasileira de proteína animal tem papel estratégico nesse cenário. “O mundo enfrenta dificuldades para garantir segurança alimentar em vários países. O Brasil tem condições de ajudar a equilibrar esse sistema”, salientou. Santin criticou barreiras comerciais impostas a produtos brasileiros. “Quando há questionamentos sobre a produção de alimentos do Brasil, muitas vezes o problema não está na produção brasileira, mas nas políticas internas desses países, que criam barreiras protecionistas”, Ele lembrou que o país exporta frango para mais de 150 mercados, embora grandes regiões ainda enfrentem barreiras comerciais, como Índia, Indonésia e Nigéria, que somam mais de dois bilhões de consumidores. Agrojor leva jornalistas estrangeiros ao campo brasileiro O painel integrou a programação do Mid Term Executive Meeting 2026 da IFAJ, realizado no Brasil entre 15 e 20 de março. Ao todo, 51 jornalistas de 23 países participam de uma semana de imersão nas cadeias produtivas do agronegócio brasileiro. Organizado pela Agrojor, o encontro inclui visitas técnicas a propriedades de grãos, aves, flores e sistemas orgânicos, além de encontros com especialistas em agricultura de precisão, digitalização do campo, mecanização e integração lavoura‑pecuária‑floresta. Segundo a presidente da entidade, Vera Ondei, a associação nasceu da iniciativa de um grupo de jornalistas especializados que buscavam fortalecer a cooperação internacional na cobertura do agro. “A ideia surgiu em 2013, quando jornalistas brasileiros participaram de um encontro da IFAJ na Argentina. A partir dali começamos a discutir a criação de uma associação que conectasse profissionais do Brasil ao debate internacional”, contou. Indústria aposta em inovação e sustentabilidade Se o painel institucional destacou o papel geopolítico do Brasil na produção de alimentos, a roda de conversa com executivos de empresas globais patrocinadoras do evento, sob mediação de Mariele Previdi, vice-presidente da Agrojor, mostrou como tecnologia, digitalização e práticas sustentáveis estão redefinindo a agricultura brasileira. Para Felipe Albuquerque, diretor de sustentabilidade da divisão agrícola da Bayer para a América Latina, o Brasil ocupa posição estratégica na transformação da agricultura global. “O Brasil é hoje o segundo maior negócio agrícola da Bayer no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. É um privilégio trabalhar em um país que consegue combinar produtividade e sustentabilidade.” Ele destacou o programa PRO Carbono, que monitora o sequestro de carbono no solo em propriedades agrícolas e reúne cerca de 3 mil produtores. O projeto já registrou aumento médio de 11% na produtividade, além de redução de 50% nas emissões na produção de soja e 55% no milho. Para Diogo Rezende, vice‑presidente de vendas da Yara Brasil, o setor agrícola já sente diretamente os impactos das mudanças climáticas, como as lavouras de café e outras importantes culturas. Segundo ele, a transição para uma agricultura de menor emissão depende de toda a cadeia. “Não é apenas o produtor rural. Indústria, varejo e consumidores precisam participar da redução das emissões.” Rezende também destacou iniciativas da empresa para reduzir a pegada de carbono na produção de fertilizantes, com a substituição de fontes fósseis por energia renovável, que já reduziram em até 80% as emissões. Já Alfredo Miguel Neto, diretor de assuntos corporativos, comunicações e cidadania da John Deere, destacou a dimensão econômica e tecnológica do agronegócio brasileiro. Ele lembrou que a revolução agrícola brasileira foi impulsionada pela ciência. “Nos últimos 50 anos, a produção de grãos cresceu mais de 500%, enquanto a área plantada aumentou cerca de 40%. Isso mostra o impacto da tecnologia.” Para ele, o país reúne condições únicas para liderar a próxima fase da bioeconomia. A John Deere investe cerca de US$ 2,2 bilhões em inovação, incluindo tecnologias como inteligência artificial e máquinas autônomas, que devem redefinir a produtividade agrícola nas próximas décadas. No pano de fundo de tensões geopolíticas, mudanças climáticas e pressões sobre o comércio global de alimentos, fibras e energia, a mensagem que permeou o diálogo é que o Brasil é mais do que uma potência agrícola, pois já se consolidou como um dos poucos países capazes de sustentar a segurança alimentar do planeta nas próximas décadas. O Executive Meeting

Brasil consolida posição estratégica no agronegócio global, aponta relatório do Rabobank

O agronegócio brasileiro avança em produção e relevância. No webinar da IFAJ/AgroJor “O papel do Brasil no agro global”, realizado no dia 11 de março, que reuniu mais de 50 jornalistas, especialistas da Rabobank mostraram, com números, porque o Brasil já é o maior exportador de commodities agrícolas do mundo, superando Estados Unidos e União Europeia. Os especialistas Andy Duff (diretor), Marcela Marini (analista sênior) e Stephen Nicholson (estrategista global) falaram no painel o que poucos fora do agro sabem: o Brasil cresceu mais de 400% na produção de grãos em apenas três décadas, sem precisar dobrar a área plantada. Isso foi impulsionado por vários fatores, incluindo a tecnologia “safrinha”, que permite que o agricultor colhe duas safras no mesmo ano. A analista sênior do Rabobank, Marcela Marini, aproveitou a oportunidade e destacou a agilidade do produtor. “Um dos fatores de sucesso é a eficiência operacional. No Mato Grosso, quase 60% da área de soja também planta milho, o que permite lidar com diferentes cenários climáticos e de preços, mitigando riscos em uma janela de plantio muito curta”, disse. Essa eficiência vem ganhando um novo impulso com o crescimento da produção de etanol de milho. O grão, que antes era utilizado apenas como item de exportação ou para uso na ração animal, agora também alimenta uma indústria em crescimento, que deve consumir cerca de 27 milhões de toneladas somente neste ano. Essa transformação é intensa e cria um colchão para o agricultor, protegendo-o das oscilações de preços internacionais e garantindo que o valor gerado no campo circule na economia. Com esse movimento, o Brasil está deixando de apenas produzir para exportar e se tornando um centro de processamento. Os analistas do Rabobank apontaram, no entanto, que há desafios que ainda testam quem produz. A dependência externa de fertilizantes mostra que o Brasil precisa de uma estratégia comercial inteligente. Além disso, os problemas de logística continuam sendo um peso no bolso: o custo do frete consome grande parcela do valor final do milho e da soja, exigindo investimentos em transporte e armazenamento. O webinar mostrou que o agronegócio brasileiro está cheio de boas notícias e se mostra competitivo por mérito próprio, com investimento em ciência e gestão de riscos. Exemplos não faltam: liderança na soja, avanço no cacau e inovação dos produtos biológicos são alguns deles. A conclusão dos especialistas é que o futuro da alimentação global passa, de forma obrigatória, pela inteligência do campo brasileiro. Preparativo para o Executive Meeting O webinar foi um “esquenta” para o Executive Meeting, que será realizado de 15 a 20 de março no Brasil. Durante uma semana,  51 jornalistas de 23 países vão fazer uma imersão em diversas cadeias da agropecuária brasileira. Estão programadas visitas em fazendas de citros, grãos, flores, café, gado, além de centros de pesquisa e desenvolvimento. O Executive Meeting tem o patrocínio de: Bayer, John Deere, Yara / BASF / Corteva e apoio de: Abag, Cabaré, Ford, Leega, Ludu, Toledo do Brasil

16 países já confirmaram presença no Executive Meeting da IFAJ no Brasil

Até o dia 10 de janeiro, jornalistas de 16 países já haviam confirmado presença no Executive Meeting, a reunião anual dos delegados da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ), que neste ano vem sendo organizado no Brasil pela Rede Agrojor. O evento ocorre no país, entre os dias 15 e 20 de março. Entre os países confirmados estão profissionais do Reino Unido, Áustria, Alemanha, Suíça, Canadá, África do Sul, Geórgia, Finlândia, Estados Unidos, Suécia, Chile, Eslovênia, Noruega, Austrália, Sérvia e até da República do Quirguistão, um pequeno país da Ásia Central com uma forte tradição pastoral e histórica ligação à antiga Rota da Seda. “Imaginávamos que haveria interesse pela agropecuária brasileira, mas estou surpreendido pelo número e origem das inscrições. Já temos colegas inscritos de todos os continentes, da Argentina ao Japão, da África do Sul à Finlândia. A Agrojor está abraçando o mundo”, diz Daniel Azevedo, vice-presidente internacional da Rede Agrojor e coordenador do Executive Meeting, se referindo a uma lista maior de interessados que estão inscritos, totalizando 28 países. “Tivemos duas chamadas e o prazo para confirmação, que exige o pagamento, termina em mais alguns dias. Daí teremos o número exato de quantos jornalistas estrangeiros receberemos em março”, diz ele. A proposta do roteiro, que está nos últimos arranjos, é oferecer uma leitura integrada do agro brasileiro contemporâneo, mostrando como ciência, tecnologia e gestão moldam sistemas produtivos diversos e conectados a mercados internos e externos, com impactos econômicos, ambientais e sociais. “Nosso objetivo não é apresentar uma narrativa sobre a agropecuária brasileira. Queremos sim trazer alguns dos melhores especialistas e exemplos para que os jornalistas do mundo inteiro possam formar sua leitura com base em informação qualificada e científica”, afirma Azevedo.  O roteiro articula visitas de campo, centros de pesquisa, empresas de insumos e propriedades rurais que operam em diferentes escalas, do agricultor familiar a grupos empresariais integrados às cadeias globais de alimentos, energia e bioeconomia. Ao longo da semana, o grupo percorre polos de grãos, café, pecuária de corte, cana-de-açúcar, citros, flores, aves e produção orgânica, com atenção a práticas de agricultura de precisão, digitalização do campo, uso de insumos biológicos, integração lavoura-pecuária-floresta, mecanização e modelos de sustentabilidade produtiva. O itinerário inclui unidades da Embrapa voltadas à pecuária, instrumentação e uso do solo, além de centros privados de pesquisa genética, controle biológico e bioenergia. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e faça parte da maior comunidade de jornalistas agro do Brasil.

Como a Rede Agrojor saiu de 2025 maior, mais internacional e mais influente

Em 2025, a Rede Brasil de Jornalistas Agro atravessou um ponto de inflexão em sua trajetória. Ao longo do ano, a entidade estruturou uma agenda permanente de capacitação, ampliou sua atuação internacional, acumulou reconhecimento profissional de seus associados e avançou em governança e comunicação própria, consolidando-se como organização no ecossistema do agrojornalismo no Brasil que atualmente conta com cerca de 120 profissionais. Formação como política permanente A base da atuação da Rede Agrojor em 2025 foi a formação continuada. Ao longo do ano, a entidade realizou 11 workshops mensais, integrados a um calendário regular de atividades voltadas à qualificação técnica de jornalistas especializados em agronegócio. Os encontros trataram de temas estruturantes da cobertura agropecuária, como inovação, ciência, mercados, políticas públicas e desafios da comunicação setorial. Em abril, essa estratégia ganhou densidade com a realização da Oficina Inteligência Artificial no Jornalismo Agro, iniciativa dedicada à aplicação prática de ferramentas de IA em rotinas jornalísticas. A oficina marcou a incorporação definitiva do tema à agenda da Rede, como instrumento de trabalho editorial. Internacionalização e representação do Brasil O ano de 2025 também foi decisivo para a presença internacional da Rede Agrojor. Em março, durante o Executive Meeting da International Federation of Agricultural Journalists, realizado na África do Sul, o Brasil foi oficialmente aprovado como sede do Executive Meeting IFAJ 2026. A decisão posicionou a Rede como interlocutora institucional do país junto à federação internacional e abre caminho para que o país se candidate a sede do congresso mundial da IFAJ nos próximos anos. Em maio, a jornalista Mayara Martins marcou a participação brasileira no Congresso Mundial de Sementes, realizado na Turquia, ampliando a presença do agrojornalismo nacional em fóruns técnicos globais. Em outubro, a Rede voltou a atuar internacionalmente no 26º Congresso Mundial da IFAJ, no Quênia, reforçando o diálogo com organizações congêneres e preparando o terreno institucional para o encontro de 2026 no Brasil. Duas jornalistas do país estiveram presentes: Luiza Costa, a convite da IFAJ por intermédio da Rede Agrojor, e Mariana Grilli. Reconhecimento como resultado coletivo Os resultados dessa atuação se refletiram no reconhecimento profissional dos associados. Em maio, 17 jornalistas da Rede Agrojor foram anunciados entre os 50 nomes mais votados, incluindo quatro no TOP 10 do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio, iniciativa nacional que avalia reputação, consistência editorial e contribuição ao setor. São eles: Alessandra Mello, Aleksander Horta, Pedro Costa e Ângela Ruiz. Também ocorreram premiações para associados da Rede Agrojor na 18ª edição do Prêmio ABAG/RP de Jornalismo “José Hamilton Ribeiro” (Fernanda Pressinott), no 2º Prêmio Ibá de Jornalismo (Leandro Fidelis), no 4º Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil (Julio Huber e Bruno Faustino), e no Prêmio Sindilat/RS 2025 (Bruno Faustino, novamente). No plano internacional, dois jornalistas brasileiros ligados à Rede receberam o IFAJ Star Prize 2025, premiação que reconhece reportagens e projetos de excelência no jornalismo agropecuário global.: Ariosto Mesquita e Leandro Fidelis. As conquistas coloram o Brasil em um ambiente historicamente dominado por países da América do Norte e Europa. Espaços de debate e produção de conteúdo Em outubro, a Rede Agrojor realizou, em São Paulo, o 3º Diálogos Agrojor, encontro presencial que reuniu jornalistas de diferentes regiões do país. O evento consolidou-se como espaço de debate profissional, com discussões sobre narrativas jornalísticas, credibilidade, tecnologia e os desafios contemporâneos da cobertura do agronegócio. Na edição, o encontro que reuniu cerca de 100 jornalistas, abordou temas como Storytelling de Impacto, Narrativas Imersivas e o Futuro do Conteúdo, e Comunicação e reputação em tempos de redes sociais, tendo como convidados Angélica Mari (Futuros Possíveis), Cristiane Barbieri (Estadão), Paulo Silvestre (acadêmico e pesquisador), Antoine Morel (diretor do Canal UOL), Fábio Santos (presidente da Abracom e CEO da CDN), e Pablo Toledo (diretor de Comunicação e Branding da BYD Brasil). No mesmo mês, a entidade lançou sua newsletter institucional, “Rolou na Rede”, ampliando seus canais próprios de comunicação e sistematizando a circulação de informações, produções jornalísticas e agenda interna entre os associados. Reconhecimento acadêmico e governança Em 2025, a Rede Agrojor passou a integrar o campo de estudo acadêmico, ao tornar-se objeto de pesquisa na Escola de Comunicações e Artes da USP, em trabalho conduzido por Luiz Pitombo. O estudo analisou a atuação da entidade como organização de jornalistas especializados e sua contribuição para a profissionalização do agrojornalismo no país. No campo institucional, novembro marcou a eleição da nova diretoria para o biênio 2025/2026, conforme o estatuto da entidade. Foi a segunda eleição, desde a fundação da entidade, reconduzindo ao cargo de presidente Vera Ondei. Integram a nova diretoria executiva Mariele Previdi (vice-presidente nacional), Daniel Azevedo Duarte (vice-presidente internacional), Altair Albuquerque (secretário), Marcelo Oliveira (suplente de secretário), Ana Sampaio (diretora de comunicação nacional), Ingrid Alves (suplente de diretora de comunicação nacional) e Flávia Romanelli (diretora de comunicação internacional). No Conselho Fiscal, também com mandato no biênio 2026/2027, foram eleitos Luiz Patroni, Alessandra Mello, Carolina Brazil, Cassiano Ribeiro, Diego Silva, Divino Onaldo, Leandro Mariani Mittmann e Luciene Gazeta. A posse ocorreu em dezembro, com a definição das primeiras diretrizes de trabalho e o início da organização das ações previstas para 2026, incluindo o Executive Meeting da IFAJ no Brasil. Você ainda não faz parte da Rede Brasil de Jornalistas Agro. Clique aqui e entre para esta comunidade.

Jornalistas da Rede Agrojor são finalistas do IV Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil

O Conselho Nacional do Café (CNC) divulgou a lista de finalistas do IV Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil, e quatro profissionais associados à Rede Agrojor estão entre os selecionados. A premiação reconhece trabalhos que fortalecem a comunicação e valorizam a cafeicultura brasileira, reunindo reportagens que destacam inovação, sustentabilidade, mercado e histórias humanas ligadas ao universo do café. A cerimônia oficial será realizada no dia 3 de dezembro de 2025, às 19h, no auditório da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília, reunindo autoridades, lideranças cooperativistas e jornalistas de diferentes regiões do país. Entre os finalistas, a Rede Agrojor celebra a presença de Bruno Pinheiro Faustino (Revista Negócio Rural), Julio Cezar Huber (Revista Negócio Rural), Lívia Andrade (Revista Espresso) e Leandro Faria de Castro Fidelis (Conexão Safra). Os quatro representam veículos especializados que se destacam na cobertura do agronegócio e reforçam a importância do jornalismo qualificado para ampliar o acesso à informação no setor cafeeiro. O reconhecimento no Prêmio Cafés do Brasil reforça o papel do jornalista como peça estratégica para aproximar o público das transformações da cafeicultura desde o avanço tecnológico até o impacto social e econômico da atividade. Para a Rede Agrojor, a presença de seus associados entre os finalistas demonstra o comprometimento da categoria com uma comunicação responsável, atualizada e conectada às demandas do campo. O evento marcará mais uma celebração ao jornalismo agro, reconhecendo profissionais que contam histórias essenciais para compreender a evolução do café brasileiro, uma das cadeias produtivas mais relevantes do país. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e venha para a maior comunidade global de jornalistas agro.

Atual diretoria da Rede Agrojor concorre à gestão 2026/27

A Rede Agrojor realizará, no dia 21 de novembro de 2025, às 10h, a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, que ocorrerá exclusivamente em formato digital. Durante a reunião, os associados vão debater sobre pautas administrativas e eleger a nova diretoria e o conselho fiscal da entidade para o biênio 2026/27. A atual diretoria confirmou a inscrição de sua chapa para concorrer ao novo mandato, dentro do prazo estabelecido até 10 de novembro de 2025.  A composição proposta é a seguinte: Diretoria e Conselho Fiscal – Gestão 2026/27Presidente: Vera OndeiVice-presidente nacional: Mariele PrevidiVice-presidente internacional: Daniel Azevedo DuarteSecretário: Altair AlbuquerqueSuplente de secretário: Marcelo OliveiraDiretora de comunicação nacional: Ana SampaioSuplente de diretora de comunicação nacional: Ingrid AlvesDiretora de comunicação internacional: Flávia Romanelli Conselho Fiscal:Luiz Patroni, Alessandra Mello, Carolina Brazil, Cassiano Ribeiro, Diego Silva, Divino Onaldo, Leandro Mariani Mittmann e Luciene Gazeta. Além da eleição e posse dos membros da nova diretoria e do conselho fiscal, a assembleia também tratará de outros pontos, como: A participação é aberta a todos os associados quites com a anuidade da Rede Agrojor, que poderão acompanhar e votar nas deliberações de forma online. A assembleia representa um momento importante para o fortalecimento institucional da Rede Agrojor e para a continuidade dos projetos desenvolvidos pela entidade. A presença dos associados é essencial para garantir a representatividade das decisões e o futuro da rede nos próximos dois anos.

Edital de Convocação Assembleia Ordinária e Extraordinária

REDE BRASIL DE JORNALISTAS AGRO – REDE AGROJOR CNPJ nº 50.319.462/0001-44 EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA A Rede Brasil de Jornalistas Agro – Rede AGROJOR (“Associação”), com sede na Rua Coronel José Eusébio, nº 95, casa 13, Higienópolis, CEP 01239-030, na cidade de São Paulo, Estado de Paulo, vem pelo presente Edital, representada pela Sra. Vera Lucia Ondei, Presidente da Associação, convocar todos os associados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária a se realizar em 21  de novembro de 2025  às 10:00 horas, exclusivamente de modo digital, por meio de plataforma digital, conforme permitido pelo Artigo 10 do Estatuto Social (“Assembleia”), a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: 1.    a apreciação do relatório anual da Diretoria e a homologação das contas e o balanço referentes ao exercício 24/25 até 30 de outubro de 2025; 2.    a eleição e posse dos membros do Conselho Fiscal; 3.    a eleição e posse dos membros da Diretoria Executiva; e 4.    a ratificação de todos os atos praticados pela Diretoria Executiva e pelo Conselho Fiscal da Associação eleitos em 11 de dezembro de 2023 , entre 11 de dezembro de 2023, e a data de realização da Assembleia 21/11/2025. Para participar da Assembleia, os senhores associados deverão estar quites com a anuidade da Rede Agrojor. Informações Gerais: Documentos relacionados à Assembleia e cópias dos documentos a serem discutidos na Assembleia estarão à disposição dos associados no site https://www.redeagrojor.com.br, além de serem enviados para os e-mails cadastrados dos associados. As chapas para concorrer às eleições podem ser registradas até o dia 10 de novembro de 2025, às 24h, pelo e-mail: redeagrojor@redeagrojor.com.br A Associação enviará aos associados habilitados, até o dia 14 de novembro de 2025  o link e as instruções para acesso à Assembleia. A Associação informa, desde já, que as informações de acesso para a Assembleia são pessoais e intransferíveis e não poderão ser compartilhadas sob pena de responsabilização do associado. Conforme previsto no Estatuto, caso a Assembleia não seja instalada em primeira convocação, será realizada nova chamada após decorridos 15 (quinze) minutos do horário marcado para seu início. São Paulo, 21 de outubro de 2025 Vera Lucia OndeiPresidente da Associação

Workshop Rede Agrojor discute a importância da COP 30 para o Brasil

A Rede Agrojor realiza, nesta terça-feira (14 de outubro), às 10h, o workshop “COP 30 e sua importância para o Brasil”, com apoio da Bayer. O evento será transmitido pela plataforma Zoom, aberto a associados e não associados da Rede Agrojor. O convidado desta edição é Renato Rodrigues, head de agronegócio da Terradot, empresa que se dedica a projetos de carbono, clima e agricultura regenerativa, com cerca de 20 anos de experiência em gestão e pesquisa. É pós-doutor pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor visitante com MBA executivo na Fundação Dom Cabral. Rodrigues atua também como membro do Comitê de Sustentabilidade da Associação Brasileira de Agronegócio (ABAG), além de revisor voluntário da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC na sigla em inglês), sobre temas relacionados a gases de efeito estufa.  O workshop abordará os desafios e oportunidades que a COP 30, em Belém (PA), representa para o setor agropecuário e para o Brasil no cenário climático global. A proposta é trazer para o ecossistema da Rede Agrojor informações que possam contribuir com o trabalho jornalístico sobre o papel do agro na transição para uma economia de baixo carbono, com foco em inovações e sustentabilidade. O link de acesso ao evento estará nas redes sociais da Rede Agrojor e será enviado por e-mail aos seus associados. Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do mundo.

Diálogos Agrojor 2025 aprofunda o debate sobre os rumos da comunicação

O 3º Diálogos Agrojor, promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor), reuniu no sábado, 4 de outubro, cerca de 100 jornalistas que atuam no agro em redações, assessorias e empresas para uma imersão nos dilemas e oportunidades da comunicação contemporânea. O encontro aconteceu no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo, com transmissão simultânea pela internet, consolidando-se como um dos principais fóruns de reflexão sobre o futuro do jornalismo no agro. A terceira edição reafirmou a vocação do evento como espaço de encontro entre profissionais que acreditam na força da comunicação como agente de transformação e sustentabilidade do agronegócio e da sociedade. Em formato híbrido, o evento teve como eixo central os novos desafios de engajamento em tempos de excesso de informação. A programação foi estruturada em três mesas temáticas que abordaram diferentes perspectivas sobre o papel do comunicador diante da fragmentação das audiências, da ascensão de novas tecnologias e da pressão crescente pela construção de reputações sólidas. A abertura contou com a presença da presidente da Agrojor e editora da Forbes Agro, Vera Ondei, que destacou a importância de fortalecer o pensamento crítico e o diálogo entre diferentes áreas do ecossistema da comunicação. “Vivemos uma era em que a atenção é o ativo mais disputado. O Diálogos Agrojor é um espaço para refletir sobre como podemos gerar impacto e relevância sem abrir mão da profundidade”, afirmou. Na primeira mesa, “Storytelling de Impacto: como engajar em tempos de saturação digital e onde está a nova audiência”, Cristiane Barbieri, repórter especial do Estadão, e Angélica Mari, jornalista e cofundadora da Futuros Possíveis, exploraram as formas de conectar narrativas jornalísticas a públicos que se informam em múltiplas plataformas. As convidadas defenderam a escuta ativa, a experimentação e o uso responsável das tecnologias como caminhos para reconstruir vínculos de confiança com a audiência. “Estamos diante de um cenário de pulverização da atenção e, dentro disso, você vai criando tribos digitais, nichos culturais e algoritmos que capturam a atenção das pessoas e formam bolhas. Então o grande desafio é poder comunicar e contar histórias simultaneamente para todos esses segmentos de audiência, de uma forma autêntica, verdadeira e com credibilidade”, disse Angélica Mari. “Gente gosta de gente. O que dá mais audiência? Celebridades e esportes é isso que chama o leitor. Então, como é que a economia vai chamar esse leitor? Com emoção”, afirmou Cristiane Barbieri.A jornalista ressaltou que, para despertar o interesse do público, mesmo temas técnicos e econômicos precisam ser apresentados com humanidade e emoção, aproximando a informação da experiência cotidiana das pessoas. A segunda mesa, “Narrativas Imersivas: realidade aumentada, podcasts e o futuro do conteúdo”, trouxe o consultor e pesquisador Paulo Silvestre e o diretor do Canal UOL, Antoine Morel. Mediados por Mariana Grilli, apresentadora do Hora H do Agro, os debatedores mostraram como novas linguagens digitais podem ampliar a experiência do público e renovar o interesse por conteúdos informativos. Foram discutidas as possibilidades da inteligência artificial, da gamificação e do áudio como plataformas de engajamento e aprendizado. “Precisamos estar atentos e abertos ao novo. Não quer dizer que vai dar certo, mas precisamos estar predispostos a fazer essa mudança. O jornalismo precisa mudar a sua linguagem e a linguagem não é só palavras. Linguagem é o que você usa, o jeito que você faz e, principalmente, a maneira como nos relacionamos com o nosso público”, afirmou Paulo Silvestre. “Estamos em um momento de novas narrativas e, mais do que isso, de entender como a gente distribui e compreende o ecossistema pelo qual estamos construindo seja vídeo, texto ou áudio. Vivemos uma época de cocriação e é um momento de perceber que a própria realidade está sendo cocriada, e isso tem muita influência da inteligência artificial”, destacou Antoine Morel. Encerrando o evento, a mesa “Comunicação e reputação em tempos de redes sociais” reuniu Fábio Santos, presidente da Abracom e CEO da CDN, e Pablo Toledo, diretor de Comunicação e Branding da BYD Brasil. Sob mediação de Mariele Previdi, diretora da Rede Agrojor, o debate analisou os riscos e responsabilidades das marcas e dos comunicadores diante da velocidade das redes. A discussão ressaltou a necessidade de coerência entre propósito e prática, além do papel estratégico da comunicação na gestão de crises e na construção de legitimidade. “Muitas empresas olham para as redes sociais apenas como um canal de captura de lead e não trabalham sua reputação nesses ambientes. Quando tropeçam, lembram que só gerar lead não é o suficiente para sobreviver a certas crises e proteger sua reputação a médio e longo prazo”, observou Fábio Santos. “Vejo como tendência um investimento em canais próprios. Ter um controle maior e transformar cada vez mais esses canais em meios poderosos de comunicação é algo que já observo em vários lugares”, completou Pablo Toledo. O Diálogos Agrojor 2025 contou com patrocínios de Syngenta, Corteva, Bayer, Cargill, Elanco e Yara, além do apoio institucional do Pensa/FIA e da Almagrino. Mais do que um evento, o encontro reafirmou o compromisso da Rede Agrojor em promover espaços de troca e aprendizado, fortalecendo a atuação dos comunicadores do agro em um cenário cada vez mais dinâmico e digital.

Syngenta apoia Diálogos Agrojor para fomentar debate sobre o futuro da comunicação

Em um momento de profunda transformação digital, a Syngenta, referência global em inovação agrícola, anuncia o apoio ao 3º Diálogos Agrojor, evento que se propõe a debater o futuro do Jornalismo no agronegócio. Promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro, o encontro em formato híbrido acontecerá em 4 de outubro de 2025, em São Paulo, e espera reunir cerca de 250 profissionais para discutir as novas ferramentas e narrativas na comunicação do setor. Com especialistas que discorrerão sobre uma melhor compreensão dos desafios e impactos dos diálogos em torno do agronegócio, a programação do evento inclui três painéis que abordarão temas como: “Storytelling de Impacto: Como Engajar em Tempos de Saturação Digital: Onde Está a Nova Geração para a sua Audiência?”; “Narrativas Imersivas: Realidade Aumentada, Podcasts e o Futuro do Conteúdo”; e “Reputação e imagem em tempos de redes sociais”. “O diálogo aberto é a base para o desenvolvimento do agronegócio, e é com grande satisfação que apoiamos o Diálogos Agrojor por meio da cota de Patrocinadora Ouro”, celebra Nêmora Reche, Diretora de Comunicação Corporativa da Syngenta no Brasil. “Enxergamos nesta iniciativa uma forma de materializar nosso profundo respeito pela imprensa especializada, que desempenha um papel vital ao conectar os diferentes elos da cadeia com informação de credibilidade”, adiciona a executiva.  A Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) é um grupo formado por profissionais do setor. A organização busca valorizar e fortalecer o jornalismo agropecuário no país e é filiada à IFAJ (International Federation of Agricultural Journalists), uma entidade global com mais de 5 mil profissionais em 60 países.  “Este patrocínio reafirma nosso compromisso em ser a empresa mais colaborativa do campo, pois entendemos que é por meio de conversas construtivas que impulsionamos um futuro mais sustentável para a agricultura brasileira”, finaliza Nêmora.  Sobre a Syngenta A Syngenta é líder mundial em inovação agrícola e está presente em mais de 100 países. A companhia está focada no desenvolvimento de tecnologias e práticas agrícolas que capacitam os agricultores, para que possam fazer a transformação necessária para alimentar a população mundial, preservando o nosso planeta. As suas descobertas científicas arrojadas proporcionam melhores benefícios para os agricultores e para a sociedade, em maior escala do que nunca. Orientada pelas suas Prioridades de Sustentabilidade, a Syngenta busca desenvolver novas tecnologias e soluções que ajudem os agricultores a cultivar plantas mais produtivas e em um solo mais saudável e com maior rendimento. A Syngenta Crop Protection está sediada em Basileia, na Suíça, e a Syngenta Seeds está sediada nos Estados Unidos. Inscreva-se no Diálogos Agrojor: https://www.sympla.com.br/evento/3-dialogos-agrojor/3017610