Author : Rede Agrojor

Quem é Paulo Silvestre Jr, doutor em digital e agitador em “O Macaco Elétrico”

Paulo Fernando Silvestre Jr. é mestre e doutorando em Tecnologias da Inteligência e Design Digital. Atua como pesquisador em inteligência artificial, professor, jornalista, consultor e articulista. Desde 2015 é consultor, conduzindo projetos de transformação digital voltados a empresas e profissionais. Desenvolve palestras, workshops e cursos sobre reputação digital e uso estratégico da cultura digital nos negócios, além de prestar consultoria em comunicação e media training. Com uma trajetória que conecta jornalismo, tecnologia, ensino e consultoria, ele construiu um percurso sólido no debate sobre transformação digital, inteligência artificial e reputação. No dia 4 de outubro, Paulo Silvestre participa do 3º Diálogos Agrojor, no auditório da FIA, em São Paulo, em formato híbrido. Ele fará parte da mesa “Narrativas Imersivas: Realidade Aumentada, Podcasts e o Futuro do Conteúdo”, que reunirá profissionais de mídia para discutir comunicação, reputação e novas linguagens em tempos digitais. Desde 2009, Paulo Silvestre escreve o blog “O Macaco Elétrico”, no Estadão, dedicado a cultura digital, educação, comunicação e marketing. Mantém também, desde 2019, uma coluna no IT Forum, com artigos e vídeos sobre experiência do cliente, transformação digital e tendências de mídia. Entre 2017 e 2023 foi influenciador digital da SAP, participando de eventos no Brasil e no exterior e produzindo conteúdos sobre soluções digitais corporativas. Na área acadêmica, é professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo desde 2011, responsável por cursos de extensão e disciplinas em transformação digital, comunicação estratégica e experiência do cliente. Em 2015 passou a lecionar também na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em programas de pós-graduação em marketing e comunicação digital. Foi professor em instituições como ESPM, Universidade Metodista e IED Brasil, em disciplinas ligadas a comunicação, design e jornalismo. No setor corporativo, ocupou posições de liderança em inovação e conteúdo. Entre 2017 e 2020 foi diretor de inovação e projetos na agência Drift Digital. De 2012 a 2015 atuou como gerente de e-commerce da Samsung, onde estruturou a estratégia digital da companhia no Brasil. Também trabalhou como editor de produtos digitais da Microsoft em 2012, adaptando aplicativos do Windows 8 para o mercado brasileiro. Entre 2010 e 2012, foi gerente de produtos digitais do Estadão, liderando a digitalização completa do acervo do jornal desde 1875. De 2007 a 2010 foi gerente-sênior de conteúdo digital da Saraiva, criando uma unidade de negócios para materiais educacionais digitais. Na Editora Abril, entre 2005 e 2007, foi gerente de produtos digitais da Exame, responsável pela reformulação do portal e pelo crescimento da audiência. Entre 1999 e 2005 atuou na AOL Brasil como gerente de produto, conduzindo versões nacionais de ferramentas como AOL Search, AOL Mail e AOL Instant Messenger. Antes, no UOL, entre 1995 e 1999, foi produtor técnico, participando da criação do portal a partir da FolhaWeb, serviço pioneiro da Folha de S.Paulo. Em sua carreira no jornalismo começou, entre 1993 e 1995, como repórter e editor da Folha de S.Paulo, responsável pela criação das primeiras versões digitais do jornal. Entre 1991 e 1998 atuou como editor-chefe da Folha Cultural, publicação regional que cobria cultura, ciência, negócios e educação. O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da Fia e da Almagrino. Inscreva-se Para participar, clique aqui

Quem é Cris Barbieri, repórter especial do Estadão que estará no 3º Diálogos

Cristiane Barbieri é repórter especial de Negócios no Estadão, função que exerce desde fevereiro deste ano, depois de quase duas décadas de atuação em alguns dos principais veículos de imprensa do país. Com trajetória marcada pela cobertura de economia, negócios e transformações empresariais, ela consolidou carreira como jornalista de profundidade, unindo experiência em reportagem investigativa, edição e liderança de equipes. Antes de assumir o posto atual, foi repórter especial da Agência Estado, entre 2023 e 2025, período em que trabalhou com pautas de impacto sobre economia e mercado financeiro. Em 2019 ocupou a função de editora assistente do jornal O Estado de S. Paulo, ampliando sua experiência em coordenação editorial. Entre 2015 e 2019 atuou como jornalista freelancer, publicando reportagens em diferentes veículos nacionais e internacionais, período no qual também recebeu reconhecimento da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Ela foi vencedora do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos com a reportagem “Os filhos do Bolsa Família”, publicada em revista. De 2013 a 2015 foi editora executiva da Época Negócios, na Editora Globo, conduzindo a equipe de reportagem e coordenando projetos especiais. Nesse período conquistou importantes prêmios jornalísticos, como o Citi Journalistic Excellence Award 2014, o Prêmio CNI de Jornalismo na categoria Revista, o Grande Prêmio no 1º Prêmio Abear de Jornalismo, além do Prêmio Editora Globo de Jornalismo em 2013. Também recebeu reconhecimento no Prêmio CNH de Jornalismo. Entre 2009 e 2013 foi editora executiva do portal iG (Internet Group do Brasil), liderando projetos como as expedições de reportagem à China e ao Mercosul, que resultaram em entrevistas e coberturas de grande repercussão, incluindo uma conversa exclusiva com Jack Ma, fundador do Alibaba. Nesse período também coordenou a criação e a realização do Prêmio Negócio do Ano iG/INSPER, dedicado às melhores fusões e aquisições. Na Folha de S.Paulo, onde trabalhou de 2007 a 2009, produziu reportagens especiais sobre economia, empresas e personalidades do setor. Foi autora de entrevistas de referência, como a realizada com Abilio Diniz em 2008, finalista do Citi Journalistic Excellence Award de 2009. Antes disso, foi editora da IstoÉ Dinheiro entre 2005 e 2007 e diretora de redação da Forbes Brasil de 2000 a 2003, período em que consolidou sua atuação no jornalismo de negócios. Sua experiência anterior inclui ainda reportagens no Valor Econômico, na própria IstoÉ Dinheiro e no jornal O Globo, no qual atuou por seis anos, entre 1991 e 1997. Ao longo da carreira, Cristiane Barbieri construiu repertório sólido em jornalismo econômico e de negócios, com reconhecimento em prêmios nacionais e internacionais. Sua experiência abrange desde a cobertura de temas de impacto social e políticas públicas até reportagens sobre empresas, lideranças empresariais e processos de transformação no mundo corporativo. No próximo dia 4 de outubro de 2025, Cristiane Barbieri estará em São Paulo como participante do 3º Diálogos Agrojor, realizado no auditório da FIA pela Rede Brasil de Jornalistas Agro. Ela integrará a mesa “Storytelling de Impacto: Como Engajar em Tempos de Saturação Digital e onde está na Nova Audiência”, ao lado de outros profissionais da comunicação. O debate terá como foco as novas estratégias para engajamento em um cenário de excesso de informações, explorando como as narrativas podem ser construídas para alcançar públicos cada vez mais fragmentados. O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da Fia. Inscreva-se

Quem é Angélica Mari, da Futuros Possíveis ao palco do Diálogos Agrojor

Angélica Mari é cofundadora e CEO da Futuros Possíveis, plataforma criada em 2022 que se dedica à produção de inteligência e dados sobre futuros a partir de uma perspectiva diversa e inclusiva. A iniciativa promove debates, eventos e experiências que conectam especialistas e público em torno de temas estratégicos de inovação e transformação digital. Também cria conteúdos próprios, como podcasts e videocasts semanais, discutindo tendências que influenciam diferentes áreas da sociedade e da economia. Em agosto de 2025, passou a integrar a equipe global da Forbes.com como Senior Contributor em Ciência, posição em que analisa notícias e tendências emergentes pelo olhar da ciberpsicologia. Esse campo examina como a tecnologia digital molda emoções, comportamentos e processos cognitivos. Sua atuação contempla tópicos como a influência dos algoritmos das redes sociais sobre humor e escolhas, os fatores psicológicos ligados à dependência tecnológica, o impacto da inteligência artificial sobre o bem-estar e a construção de identidades virtuais em comparação com relações presenciais. Desde novembro de 2024, atua como organizer e curadora licenciada do TEDxGuararema, evento local inspirado no formato TED, que busca difundir ideias transformadoras. Nessa função, lidera a curadoria de palestras e conteúdos, além de fomentar conexões comunitárias que reúnem ciência, tecnologia, cultura e sociedade. No mesmo período, tornou-se também conselheira da Rede Líderes Digitais, organização formada por executivos que conduzem a inovação digital no Brasil, com foco em práticas responsáveis e de impacto. Sua trajetória empresarial inclui a fundação da Manas, agência de comunicação lançada em 2017. A empresa presta serviços a companhias de tecnologia em tradução, ghostwriting, treinamento de porta-vozes e coaching de comunicação. Além de atender clientes de diferentes portes, a Manas se estabeleceu como espaço de acolhimento e recolocação de mulheres que buscam oportunidades no setor de tecnologia, ampliando a diversidade em um campo historicamente desigual. A carreira jornalística de Angélica soma mais de vinte anos em veículos do Brasil e do exterior. Entre 2018 e 2025, foi Senior Contributor em Enterprise Tech na Forbes, cobrindo inovação, políticas públicas e estratégias digitais no país. Entre 2019 e 2024 colaborou com a BBC, em programas como Click, Tech Life e Digital Planet, trazendo análises sobre temas como reconhecimento facial, inclusão digital e regulação de tecnologias emergentes. Entre 2019 e 2021 foi colunista da Forbes Brasil, onde inaugurou a editoria Forbes Tech e participou de projetos especiais como a edição Afrofuturo de 2021. No campo editorial, foi executive editor do portal Startups em 2022, responsável pela gestão de conteúdo e novos negócios. Antes, atuou por quase uma década como editora colaboradora do ZDNet Brasil, produzindo análises sobre inovação tecnológica e negócios. Também colaborou com veículos como Bloomberg Línea, TechTarget, diginomica, Huffington Post e Cleantech Investor. Sua experiência internacional inclui mais de dez anos em Londres. Entre 2010 e 2022 foi editora associada da Computer Weekly, a mais antiga revista de TI do mundo, liderando a conferência UKtech50 e gerenciando a comunidade CW500 Club. Atuou como repórter sênior da Computing, editora da publicação de private equity Unquote e colaboradora da revista cultural Le Cool. Nessas posições, participou de projetos editoriais e eventos que conectavam inovação tecnológica, negócios e liderança. Autora e coautora de diferentes livros, publicou Reboot: Leading IT in the Information Age (2010) e Quem Mexeu no Meu Emprego? (2012). Colaborou em guias de viagem da Fodor’s Travel e em títulos sobre gastronomia e cultura. Em 2013 fundou o coletivo Gift Brazil, iniciativa voltada à valorização do artesanato brasileiro no exterior, com a proposta de promover impacto social, geração de renda e inclusão digital em comunidades artesãs. Com uma trajetória que integra jornalismo, empreendedorismo, curadoria e pesquisa, Angélica Mari atua no cruzamento entre tecnologia, comunicação e cultura digital. No próximo dia 4 de outubro de 2025, estará em São Paulo para participar do 3º Diálogos Agrojor, realizado no auditório da FIA pela Rede Brasil de Jornalistas Agro. Ela integrará a mesa “Storytelling de Impacto: Como Engajar em Tempos de Saturação Digital e onde está na Nova Audiência”, que reunirá especialistas e profissionais da comunicação para discutir novas formas de engajamento e construção de narrativas em um ambiente marcado pela sobrecarga de informações. O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da Fia. Os seguintes veículos são parceiros de mídia: AgFeed, DBO, Domínio Rural, Forbes Brasil, Globo Rural, Notícias Agrícolas e O Campo em Notícia. Inscreva-se

Quando a pauta vira negócio e os bastidores da carreira freelancer

O jornalismo agro internacional vive uma contradição permanente: nunca houve tanta demanda por informação especializada. Ao mesmo tempo, nunca foi tão desafiador construir uma carreira financeiramente viável como freelancer como nos dias atuais. Essa foi a tônica do webinar promovido pela Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ), intitulado De pitch ao contracheque: fazendo o freelancer funcionar. O encontro, mediado pelo argentino Addy Rossi, vice-presidente da entidade, reuniu três profissionais que acumulam experiências em diferentes continentes: a sul-africana Lindi Botha, a brasileira Sarah Kirchhof e o alemão Christian Mühlhausen. A primeira questão que surgiu foi a mais objetiva: é possível viver de jornalismo freelancer? Sarah contou que sua mudança para a Alemanha, motivada pela carreira do marido, forçou uma reorganização profissional. Ela passou a dividir o jornalismo com trabalhos de comunicação e de mestre de cerimônias em eventos do setor agro. “Eu moro na Europa, mas com uma conexão direta com o meu país de origem. Posso dizer que sim, é viável, mas há desafios, com certeza. É importante pesquisar o custo de vida e planejar uma reserva mínima para os primeiros meses até que a renda se estabilize.” Christian, com mais de três décadas na profissão, encontrou no equilíbrio entre texto e fotografia uma forma de sustentar sua independência. “Descobri rapidamente que se eu vender uma história junto com fotos, ganho mais do que apenas com o texto. Essa combinação é o que me permite viver do trabalho.” Ele construiu um banco de imagens que hoje responde por metade de sua receita, com clientes que buscam conteúdos agrícolas, florestais e ambientais em escala internacional. “Mesmo quando estou fora do escritório, a base gera retorno. Esse é meu maior ativo.” Lindi foi clara ao apontar que o pânico inicial faz parte da trajetória. “Nos primeiros anos, você entra em desespero porque a renda é incerta. É importante projetar três ou quatro meses à frente para decidir se vale aceitar ou recusar um novo projeto.” Para ela, a diversificação é essencial: “Trabalhos de comunicação garantem retorno estável e permitem planejar. Só com jornalismo puro, é difícil sustentar.” O perfil do freelancer e as armadilhas do caminho Se a viabilidade depende de planejamento, a sustentabilidade passa pelo perfil. Sarah acredita que coragem é o primeiro requisito. “A primeira coisa é não ter medo. É preciso abertura a desafios, planejamento e uma rede de contatos sólida.” Christian reforçou que 50% do que conquistou veio da sua rede. “Para ser freelancer é uma questão de coração. Eu poderia ganhar mais em outra função, mas decidi há 20 anos que preferia trabalhar por conta própria. Nunca me arrependi.” Lindi ressaltou a confiabilidade como traço decisivo. “Estou convencida de que ainda tenho trabalho porque entrego no prazo e sigo o briefing. O editor não quer ouvir sobre problemas pessoais, só precisa da história pronta. O freelancer precisa ser um resolvedor de problemas.” Mas nem tudo é técnica. Há armadilhas que comprometem a reputação e o futuro. Sarah lembrou que, em uma carreira internacional, não se deve esperar reconhecimento imediato. “Ganhar a confiança da sua fonte pode levar muito tempo. É preciso paciência.” Christian foi direto ao falar de finanças: “Não confunda retorno com lucro. Como freelancer, você precisa cuidar de saúde, aposentadoria e impostos. Isso não pode ser esquecido.” Já Lindi destacou o risco de aceitar trabalho em excesso e perder qualidade. “Se você falha com um editor, ele não usará você de novo. Reputação é tudo.” As perguntas do público ampliaram o debate. Sobre como precificar o trabalho, Lindi foi pragmática: “A mídia está sob forte pressão e paga cada vez menos. O risco é ceder e cobrar abaixo do valor real. É preciso resistir e não se subestimar.” Christian acrescentou que a negociação deve considerar também o volume. “Às vezes não consigo aumento, mas se um editor aceita comprar dez fotos em vez de duas, o ganho compensa.” A chegada da inteligência artificial também entrou na pauta. Christian disse que vê a ferramenta como aliada. “Uso para levantar nomes de empresas ou para revisar um texto e identificar pontos a melhorar. Como freelancer, muitas vezes não recebemos feedback, e a IA ajuda a suprir essa lacuna.” Mas se há algo que os três concordaram é que o segredo da continuidade está na capacidade de se manter visível. Lindi defendeu o uso disciplinado das redes. “Não é preciso postar todos os dias, mas mostrar que você está ativo gera confiança. Muitas vezes, o boca a boca abre portas.” Christian contou que até pequenos registros no Facebook de sua agência funcionam como vitrine. “Quando clientes veem que estou em campo, reconhecem que continuo ativo. Isso gera novos trabalhos.” Sarah destacou que criou um site para reunir seu portfólio e facilitar a apresentação a potenciais clientes. “É preciso se expor, seja online ou pessoalmente. Essas conexões fazem diferença.” Para Lindi, o real futuro do jornalismo freelancer está em acreditar que apesar da retração do mercado editorial, sempre haverá espaço. “Sempre será necessário alguém que vá a uma fazenda e conte a história em primeira mão. Há coisas que a inteligência artificial não pode substituir.” Sarah reforçou que a IFAJ, ao organizar eventos como este, cumpre papel central de apoiar freelancers, gerando conexões e compartilhando práticas. Christian encerrou lembrando que congressos e encontros internacionais continuam sendo um dos pilares para sustentar a rede global. “O mais importante é que possamos nos encontrar, compartilhar experiências e manter vivas as conexões que garantem trabalhos em diferentes partes do mundo.” Para eles, ser freelancer no jornalismo agro tem sido mais que uma ocupação, é uma escolha de vida. Exige disciplina, coragem, habilidade de se reinventar e a consciência de que reputação, rede e confiança valem tanto quanto qualquer contrato assinado. E que, apesar da retração do mercado editorial, sempre haverá espaço. “Sempre será necessário alguém que vá a uma fazenda e conte a história em primeira mão. Há coisas que a inteligência artificial não pode substituir”, disse Lindi. Sarah reforçou que a IFAJ, ao organizar eventos como este, cumpre papel central

Às vésperas da COP 30, workshop da Agrojor debate agricultura e os desafios climáticos com o prof. Cerri, da Esalq

Na próxima terça-feira, 09 de setembro, às 14h, a Rede Agrojor promove mais uma edição de seu Workshop, desta vez aberto a associados e não associados. O encontro, que conta com o apoio da Bayer, tem como tema: “Agricultura e o Desafio Climático”. O convidado é Carlos Eduardo Cerri, Professor Titular da ESALQ/USP (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”) e Diretor do CCARBON/USP (Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical). Com sólida trajetória acadêmica e científica, o prof. Cerri é referência internacional em mudanças climáticas e sustentabilidade. Graduado em Engenharia Agronômica pela ESALQ/USP (1997), mestre em Solos e Nutrição de Plantas (1999) e doutor em Ciência Ambiental pelo CENA/USP (2003), ele atua há mais de 25 anos em pesquisas sobre sequestro de carbono no solo, emissões de gases de efeito estufa e dinâmica da matéria orgânica em sistemas agropecuários. Sua atuação também abrange áreas estratégicas como modelagem matemática, mercado de créditos de carbono, aquecimento global e mudanças climáticas. Reconhecido pela relevância de seus estudos, Cerri figura entre os cinco brasileiros na lista da Agência Britânica Reuters que reúne os cientistas climáticos mais influentes do mundo. O Workshop “Agricultura e o Desafio Climático” objetiva promover reflexões práticas sobre o papel da agricultura diante do desafio climático e discutir como ciência, inovação e gestão contribuem para uma produção agropecuária mais sustentável e alinhada às demandas globais. A participação é gratuita e o encontro acontecerá via Zoom.

De pitch ao contracheque: fazendo o freelancer funcionar

No dia 4 de setembro, a IFAJ (Federação Internacional de Jornalista Agro) promove um workshop com  a presença de uma jornalista brasileira, a Sara Kirchhof, membro da Rede Agrojor.  O tema é instigante.  Está pensando em dar o salto para o trabalho de freelancer ou já está navegando nessa jornada? Participe desse webinar online da IFAJ sobre como construir uma carreira freelancer de sucesso no jornalismo agropecuário. O painel vai abordar as grandes questões: como saber se o freelancer é financeiramente viável? Quais traços de personalidade diferenciam os freelancers de sucesso? Quais armadilhas devem ser evitadas? E, mais importante, como garantir um fluxo constante de trabalho e renda? Quer esteja considerando atuar como freelancer em tempo integral, ou buscando aprimorar sua abordagem, esta roda de conversa internacional trará insights práticos e conselhos aplicados do mundo real. O webinar está sendo organizado pelo Comitê de Desenvolvimento Profissional da IFAJ. Clique aqui e se inscreva Confira quem são os participantes Anfitrião: Addy Rossi, Vice-Presidente da IFAJ Addy Rossi é jornalista argentino e vice-presidente da IFAJ. Com anos de experiência cobrindo agricultura e desenvolvimento rural em diversos meios, ele traz uma perspectiva global para a profissão. Addy será o anfitrião do painel, conduzindo a discussão sobre como construir uma carreira freelance de sucesso no jornalismo agropecuário. Convidados: Lindi Botha — Jornalista de Impressos, África do Sul Lindi Botha é jornalista agropecuária da África do Sul com ampla experiência em mídia impressa e em comunicações no setor agrícola. Como colaboradora e editora de várias publicações agropecuárias locais e internacionais, construiu sua carreira contando as histórias de agricultores, empresas do agronegócio e comunidades rurais. Com base em sua própria trajetória como freelancer, Lindi vai compartilhar percepções sobre as oportunidades e os desafios do trabalho independente em comunicação agropecuária. Christian Mühlhausen — Jornalista Agropecuário, Alemanha Christian Mühlhausen atua como repórter nacional e internacional há mais de duas décadas, tanto em texto quanto em imagens. Seu trabalho aparece principalmente em veículos de mídia agropecuária na Alemanha, mas também em outros países europeus, assim como em jornais diários regionais. O núcleo de seu trabalho é a agência de fotos Landpixel, fundada em 2005, que hoje reúne 200 mil imagens agropecuárias de todo o mundo, utilizadas por veículos nacionais e internacionais, agências, associações e empresas. O canal da Landpixel no YouTube tem 38.500 usuários. Ele estreou na IFAJ em 2011 na conferência em Guelph (CA) como “Young Leader” e desde então participa de todas as conferências. Christian também administra seu próprio negócio agropecuário e florestal. Sara Kirchhof— Jornalista de Broadcast, Brasil Correspondente internacional freelancer com formação em Comunicação Social, Sara tem experiência em televisão, rádio, assessoria de imprensa e eventos. Participou da cobertura da COP-26 na Escócia em 2021 e do Fórum Econômico Mundial de 2025 em Davos. Outras coberturas internacionais incluem a Royal Agricultural Winter Fair no Canadá, a World Dairy Expo nos Estados Unidos e países como Tailândia, Japão, Alemanha, Polônia, Portugal e Bélgica. Trabalhou como assessora de imprensa em diversas organizações e atua como repórter freelance em Hamburgo, Alemanha.

Diálogos Agrojor 2025 vem centrado na comunicação em transformação

A terceira edição do Diálogos Agrojor, promovida pela Rede Brasil de Jornalistas Agro vem com uma agenda de temas voltados aos dilemas e oportunidades da comunicação contemporânea. Em formato híbrido, o evento ocorre no dia 4 de outubro em São Paulo, no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA). “Chegamos à terceira edição com expectativas ainda maiores. O Diálogos Agrojor 2025 vai aprofundar discussões sobre temas decisivos para o presente e o futuro da comunicação”, diz Flavia Romanelli, diretora da Rede Agrojor e coordenadora do comitê executivo do evento. “Queremos que este encontro seja um marco, pela qualidade dos conteúdos e palestrantes, e sua capacidade de gerar conexões e desenhar os caminhos que a comunicação precisa trilhar.”   Os três temas escolhidos pelo comitê traduzem a urgência de repensar a forma como jornalistas e comunicadores se relacionam com suas audiências em um cenário marcado por excesso de informação, novas tecnologias e dinâmicas intensas nas redes sociais. O primeiro tema, Storytelling de Impacto: como engajar em tempos de saturação digital e onde está a nova audiência, vai discutir estratégias narrativas capazes de se destacar em meio à avalanche de conteúdos. O objetivo é identificar caminhos para conectar histórias relevantes a públicos que estão cada vez mais fragmentados e exigentes. Na sequência, o debate sobre Narrativas Imersivas: realidade aumentada e o Futuro do Conteúdo abre espaço para refletir sobre formatos que ampliam a experiência informativa e aproximam jornalistas, empresas e sociedade. A proposta é compreender como ferramentas digitais e interativas podem potencializar a credibilidade e a influência do jornalismo. No eixo Comunicação e reputação em tempos de redes sociais está um dos maiores desafios atuais: a construção e a preservação da confiança em ambientes virtuais marcados por velocidade, polarização e fake news. O diálogo entre especialistas tem por objetivo oferecer práticas e referenciais que ajudem a sustentar marcas pessoais e institucionais em meio a pressões constantes. A construção da série Diálogos Agrojor, em seu terceiro ano, é um projeto que pretende ocupar o território da reflexão sobre o atual jornalismo no calendário da comunicação brasileira. “A série Diálogos Agrojor tem se consolidado como um importante espaço de reflexão e integração entre jornalistas e comunicadores que atuam no agro e em outros setores estratégicos”, afirma Flávia. “Desde a primeira edição, o objetivo além da atualização profissional, é também inspirar pessoal para lidar com os grandes desafios da comunicação contemporânea e as transformações da profissão. Cada edição amplia nosso compromisso de aproximar a imprensa, o setor produtivo e a sociedade em torno de narrativas mais responsáveis, inovadoras e conectadas com o futuro da profissão.” O Diálogos Agrojor se consolida como um espaço que ultrapassa o debate técnico e se afirma como fórum estratégico para repensar a comunicação em tempos de rápidas mudanças sociais, econômicas e tecnológicas. Os dois anos de eventos realizados mostram essa estratégia da Rede Agrojor. “Em 2023, reunimos vozes de referência para discutir inteligência artificial, fake news e tendências da comunicação corporativa. Já em 2024, exploramos a força do jornalismo digital e de dados, trazendo cases práticos e experiências de grandes nomes do setor”, afirma Flávia. “Esse caminho mostra que conseguimos promover debates e fortalecer uma rede colaborativa e diversa de profissionais comprometidos em se qualificar.” As inscrições para o Diálogos Agrojor 2025 já estão abertas, reserve seu ingresso pelo link abaixo: https://www.sympla.com.br/evento/3-dialogos-agrojor/3017610

Congresso Mundial da IFAJ promete “desvendar o berço da humanidade” no Quênia

O Quênia convida os associados da Rede Agrojor (Rede Brasil de Jornalistas Agro) a participar do Congresso Mundial da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ ou, em inglês, International Federation of Agricultural Journalists), que terá como tema “Desvendando o Berço da Humanidade”.  O evento, que ocorrerá entre 14 e 18 de outubro, em Nairóbi, é um convite para mergulhar na história, cultura e agricultura de um país apontado como uma das origens da espécie humana (há cerca de 1,5 milhão de anos) e da própria agropecuária. “O Quênia é um berço da humanidade e também um dos lugares onde a agricultura começou. Queremos mostrar a cultura queniana e como ela se integra à indústria agrícola”, introduz Aghan Daniel, jornalista e organizador do evento no país. O Congresso Mundial da IFAJ é o encontro mais relevante para o jornalismo agrícola no mundo, reunindo anualmente profissionais e especialistas para intercâmbio de experiências, atualização de tendências e fortalecimento da colaboração global especializada sobre o agro.  Em 2025, são esperados entre 200 e 250 delegados internacionais na capital queniana, além de cerca de 100 representantes do governo local. Programação A programação inclui visitas técnicas e culturais em um raio de até 100 km da capital queniana, passando por propriedades que cultivam chá, café, macadâmia, banana, milho, feijão e uma grande variedade de hortaliças.  Os participantes também terão contato direto com empresas líderes no país na produção avícola, de caracóis comerciais, flores, larvas para nutrição, pecuária leiteira e outras culturas, bem como centros de referência em pesquisa e práticas inovadoras. A visitação também inclui visitas a pequenas propriedades para apresentar como agricultores locais enfrentam e superam os desafios da agropecuária em aspectos climáticos, tecnológicos, políticos e sociais. No pré e pós-congresso, será possível visitar o Parque Nacional de Nairóbi, fazer safáris, conhecer programas de conservação e, para os que estenderem a viagem, testemunhar a migração dos gnus no Maasai Mara, considerada a “nona maravilha do mundo”. Inscrições As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas a membros da Agrojor no Brasil e/ou associações nacionais filiadas à IFAJ, que terão acesso a todas as atividades do congresso. Mais informações podem ser obtidas pelo site: https://ifaj2025.meshascience.org/. O valor da inscrição é de US$ 700. A hospedagem varia entre US$ 50 e US$ 140 por dia, dependendo da categoria, com opções que vão de hostels a hotéis cinco estrelas.  O visto eletrônico (e-visa) pode ser solicitado online e costuma ser emitido em menos de 30 minutos após o registro. Voz do Quênia A Rede Agrojor entrevistou Aghan Daniel durante o Executive Meeting da IFAJ, realizado em março deste ano na África do Sul. Confira a entrevista com o representante queniano na IFAJ. Agrojor – O que você pretendem oferecer aos participantes do Congresso? Aghan Daniel – O Quênia é um dos berços da humanidade, onde a agricultura começou. Queremos mostrar a cultura queniana e como ela se integra à indústria agrícola.  Vamos destacar como os pequenos agricultores, que formam a maioria no país, lidam com o clima, a agricultura dependente de chuvas e a falta de subsídios, alcançando sucesso na produção global. Também vamos apresentar o papel da pesquisa e da horticultura local, entre muitos outros aspectos da nossa cultura, sociedade e história. Agrojor – Que culturas os participantes poderão conhecer? Aghan Daniel – Mostraremos grande variedade de culturas agrícolas in loco como, por exemplo, chá, café, macadâmia, banana, milho, feijão e uma grande variedade de vegetais. Também teremos visitas a propriedades dedicadas à pecuária, bem como instituições e centros de pesquisa. Agrojor – Quantos participantes são esperados? Aghan Daniel – Entre 300 e 350, somando delegados internacionais e representantes do governo queniano. Agrojor – O que está previsto para o pré e pós-congresso? Aghan Daniel – Safáris e visitas de conservação em Nairóbi, além da possibilidade de ver a migração de gnus no Maasai Mara. Agrojor – E quanto à segurança e vistos? Aghan Daniel – O governo garante segurança máxima. O local é seguro e próximo ao centro de Nairóbi. O visto eletrônico é simples e rápido. Agrojor – Qual o custo total estimado? Aghan Daniel – US$ 700 para o congresso, com hospedagem a partir de US$ 50/dia. Agrojor – Os interessados brasileiros podem entrar em contato para tirar eventuais dúvidas? Aghan Daniel – Sim, estamos à disposição para explicar todos os detalhes e expectativas.

Jornalista da Rede Agrojor vai ao Quênia para o Congresso da Mundial da IFAJ

A jornalista Luíza Cardoso Costa, associada da Rede Agrojor e editora executiva do Canal Rural, vai participar do Congresso Mundial da IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas), que será realizado entre os dias 15 a 18 de outubro em Nairóbi, no Quênia. A Rede Agrojor recebeu nesta quarta-feira (6), o comunicado da executiva internacional.  “Estou muito animada com essa oportunidade. Vai ser uma experiência única para trocar vivências, aprender com outros colegas e trazer uma bagagem nova de conhecimentos para o Brasil”, disse Luíza à Rede Agrojor. Luíza ingressou na Rede Agrojor e maio deste ano e já terá uma missão internacional pela frente. Esta será sua primeira experiência em um evento fora do país. O congresso global é uma oportunidade de formação, troca de experiências e imersão global em pautas como sustentabilidade, segurança alimentar, agricultura regenerativa, diversidade e o futuro da comunicação rural. Desde 1958, o Congresso Mundial da IFAJ reúne jornalistas, comunicadores e lideranças do agro para trocar experiências, debater inovações e fortalecer a conexão entre mídia e agricultura. Em Nairóbi, o foco será mostrar como o Quênia une tecnologia, tradição e sustentabilidade no campo, tudo isso em um cenário que também oferece experiências culturais e naturais, como o Parque Nacional de Nairóbi e o Maasai Mara. A seleção para participar do evento da IFAJ contou com a inscrição de jornalistas de diferentes países. Luíza se inscreveu e foi selecionada para integrar um grupo diverso de profissionais que atuam em diferentes realidades da comunicação agropecuária ao redor do mundo. O evento deste ano promete mergulhar em temas cruciais como  agricultura climaticamente inteligente, segurança alimentar e nutricional, inclusão de jovens e mulheres no agro, tecnologia e inovação no campo e políticas públicas e governança agrícola Além das discussões técnicas, os participantes terão a oportunidade de visitar centros de pesquisa, vivenciar a produção local e conhecer um pouco sobre o país anfitrião. A participação de Luíza mostra uma nova nova geração do jornalismo agro, que busca inovar na forma de contar histórias e ampliar o olhar para as transformações globais que impactam diretamente o setor rural. A Rede Agrojor parabeniza Luíza pela conquista e se orgulha de ter uma associada tão jovem e talentosa representando o Brasil neste evento de grande relevância internacional.

Workshop da Agrojor reforça o papel do planejamento no sucesso da comunicação

Na próxima terça-feira, 12 de agosto, às 10h, a Rede Agrojor promove seu 15º Workshop exclusivo para associados, com o tema:“Ganhar dinheiro com o jornalismo agro não é pecado, mas exige processo.” O encontro terá como convidado Julio Freitas, Diretor Executivo da Fluxe, consultech voltada à transformação de empresas de todos os portes por meio da implementação de Centros de Excelência Operacional e uso estratégico de IA, áreas cada vez mais conectadas aos desafios enfrentados pelo jornalismo. Com mais de 30 anos de experiência prática, Julio também é cofundador da Fluxe School e professor titular da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), além de atuar como professor convidado em instituições, como a FIPECAFI. Sua experiência une prática empresarial e formação acadêmica, com foco em gestão estratégica, compliance, design e inteligência artificial aplicada à comunicação e negócios. O workshop tem como objetivo abordar reflexões práticas sobre a importância dos processos para ajudar jornalistas e produtores de conteúdo do agro a manterem seus projetos ativos, organizados e financeiramente sustentáveis. A proposta é provocar uma discussão positiva e realista sobre a monetização no jornalismo agro, sem perder de vista a qualidade, o propósito e a governança do trabalho. A participação é gratuita e o link de acesso será enviado diretamente aos associados por e-mail.

Jornalistas da Rede Agrojor têm a oportunidade de participar do 2º Prêmio Ampla de Jornalismo

Estão abertas as inscrições para o 2º Prêmio Ampla de Jornalismo, e os integrantes da Rede Agrojor também podem concorrer. O tema desta edição é “COP 30, soluções para os desafios climáticos e para o desenvolvimento amazônico.” A iniciativa busca reconhecer reportagens que tratem das dinâmicas sociais, econômicas, culturais e ambientais da região. Interessados devem se inscrever até o dia 10 de outubro de 2025, pelo site: www.premioampla.com.br. Categorias do Prêmio As produções jornalísticas serão avaliadas em quatro modalidades: A entrega dos prêmios acontecerá no dia 3 de dezembro de 2025. Associados da Rede Agrojor com atuação voltada à Amazônia estão convidados a participar.

Congresso da SAA em Foz do Iguaçu terá participação de jornalistas da IFAJ

A IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas de Agronegócio), à qual a Agrojor é filiada, abre a possibilidade para jornalistas da América do Sul participarem do Congresso da Associação Regional de Sementes das Américas (SAA), de 29 de setembro a 1º de outubro de 2025, em Foz do Iguaçu (PR). O evento, com duração de dois dias e meio, tem como tema “Promovendo o Setor de Sementes nas Américas” e contará com sessões plenárias e painéis especializados com foco em aprendizagem, inovação e networking. Entre os temas principais estão comércio, regulamentações, sustentabilidade e as tecnologias emergentes que vêm transformando a indústria de sementes. Airah Cadiogan, gerente de comunicação da Federação Internacional de Sementes (ISF), informa que a SAA pretende convidar membros da IFAJ que atuam na América do Sul para o congresso, com isenção da taxa de inscrição, e que também está avaliando assim como no congresso principal da ISF “possibilidades de apoio financeiro para jornalistas interessados. Isso ainda não foi confirmado, mas assim que soubermos o nível de interesse dos membros sul-americanos da IFAJ poderemos planejar melhor essa assistência.” Associados da Agrojor e de outras associações da IFAJ na América do Sul podem participar do Congresso de Sementes das Américas.  Para isso, basta entrar em contato com Adrian Bell, secretário-geral da IFAJ, pelo e-mail: adrian.bell@agromavens.com, com um breve resumo mencionando a Agrojor e os veículos para os quais colabora, e seu interesse na cobertura do evento. Importante: enviar a mensagem até 25 de julho.

Coloque na agenda: Diálogos Agrojor 2025 tem data marcada

A terceira edição do Diálogos Agrojor acontece no dia 4 de outubro de 2025, no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo. O evento será realizado em formato híbrido e é voltado a associados da Rede Agrojor, além de profissionais e estudantes interessados no jornalismo e na comunicação do agronegócio. Com foco em temas atuais e de impacto, o Diálogos Agrojor tem se consolidado como um espaço relevante de discussão para quem atua ou acompanha a evolução da comunicação agro. Temas destaque na programação: Além das palestras, o evento contará com debates entre especialistas e profissionais do setor, promovendo a troca de experiências e a construção coletiva de conhecimento. A expectativa é reunir cerca de 250 participantes, entre jornalistas, estudantes e integrantes da Rede Agrojor, em um ambiente colaborativo e voltado à qualificação profissional. Em breve, divulgaremos a programação completa e as informações sobre inscrições. Acompanhe os canais oficiais da Rede Agrojor para não perder nenhuma atualização. Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui, associe-se e faça parte desse time de jornalistas agro

Rede Agrojor tem 17 jornalistas no topo do +Admirados da Imprensa do Agro

A Rede Agrojor saiu da edição 2025 do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agro, promovido pela Jornalistas&Cia, com 17 jornalistas entre os 50 nomes mais votados, incluindo quatro no TOP 10. O resultado foi divulgado nesta  segunda-feira (23), em cerimônia realizada em São Paulo. Entre os Top 5, Alessandra Mello, editora executiva do AgFeed, e também diretora da Rede Agrojor, destacou o papel da nova geração do jornalismo agro. Ao receber o prêmio, ela falou:  “Estava vendo toda essa nova geração que nos dá orgulho, que todo dia está trazendo as grandes manchetes do agro”. Na quarta posição, Aleksander Horta, diretor de jornalismo do Notícias Agrícolas, lembrou sua trajetória. “Estou colecionando o quarto lugar. Na primeira edição fiquei em segundo; nas outras três que participei fui o quarto: então mais um quarto lugar para mim. Estou muito feliz com o prêmio. Dedico ao João Batista, que me ensinou tudo sobre o jornalismo agro e faz aniversário hoje. Esse é seu, João”. Ele se refere a João Batista Olivi, que criou o site em 1997. O oitavo lugar ficou com Pedro Costa, apresentador do Jornal Agro Manhã, dos canais AgroMais e Terraviva, que ressaltou os desafios da rotina jornalística e o apoio da família e dos colegas. ““A gente sabe o quanto sacrificamos nossos momentos em busca da melhor notícia, da melhor informação… E às vezes esquecemos de olhar para quem está ao nosso lado. Mas esse é o nosso ofício, nossa missão. Muito obrigado a todos que votaram, que confiaram. Estou muito feliz de fazer parte dessa história.” Fechando o grupo de associados no TOP 10, a nona colocada foi Ângela Ruiz, responsável pelo conteúdo de agro da Climatempo. “Falar de clima para o agronegócio é importantíssimo. Ter esse prêmio na mão é sinal de que estou fazendo um excelente trabalho.” A presidente da Rede Agrojor, Vera Ondei, destaca que a forte presença de associados na premiação é reflexo direto do crescimento do jornalismo agro e da consolidação da Rede como uma referência nacional: “É importante enaltecer os jornalistas nos dias de hoje. No agro, há os grandes nomes, mas também muita gente jovem aparecendo. E o prêmio +Admirados mostra esse movimento.” Além dos quatro nomes no TOP 10, confira os demais 13 associados da Rede Agrojor: Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor associe-se.

A comunicação corporativa na visão de Eduardo Ribeiro e Felipe Fonseca

Na era das narrativas que conectam, o jornalista assume cada vez mais um papel estratégico dentro das organizações. Essa foi a tônica do workshop “Narrativas que Conectam: o papel do jornalista na comunicação corporativa”, promovido pela Rede Agrojor na segunda semana de junho, que reuniu dois grandes nomes do setor: Eduardo Ribeiro, diretor da Mega Brasil Comunicação e idealizador do Anuário da Comunicação Corporativa, e Felipe Fonseca, gerente de Comunicação Externa Global da Cargill. O evento da Rede Agrojor reforça o compromisso da entidade em promover discussões atuais e qualificadas sobre o presente e o futuro da comunicação no setor agropecuário. No workshop, os convidados falaram sobre os caminhos da comunicação institucional, os dilemas da relação entre os jornalistas que trabalham na comunicação corporativa e dos veículos de comunicação e o uso estratégico de tecnologias como a inteligência artificial.  Ribeiro destacou o crescimento expressivo do setor desde o surgimento da internet, lembrando que há duas décadas a comunicação corporativa ainda era focada basicamente na assessoria de imprensa. “Hoje, são mais de 1.100 agências formalmente registradas. O faturamento do setor chegou a R$ 5,3 bilhões em 2024 e 55% desta receita ainda vem da assessoria”, disse ele. Esse crescimento, no entanto, também trouxe novos desafios. Segundo Ribeiro, o atual modelo de distribuição de releases é insustentável. “Recebo 800 e-mails por dia, dos quais 95% vão para o lixo. A tecnologia vai mudar isso rapidamente. Mapear jornalistas com IA é fácil, mas o desafio está nas agências: é preciso qualidade e direcionamento, não volume.” Fonseca contou como a Cargill trabalha na sua comunicação corporativa. Segundo ele, a empresa atua com uma abordagem integrada, buscando coerência entre as áreas e público. “Falamos a mesma linguagem, seja em nutrição animal, em alimentos ou no setor agrícola. Nosso papel como jornalistas é conectar os setores com clareza e responsabilidade.” Sobre o relacionamento entre empresas, jornalistas e agências, ambos defenderam o fortalecimento das conexões humanas como diferencial em meio à avalanche de informação. “Se eu tenho um bom relacionamento com o jornalista, meu e-mail não vai se perder. Mensuração de resultado e relacionamento interpessoal caminham juntos”, disse Fonseca.  O conceito de “eugência”, as consideradas agências pequenas, muitas vezes tocadas por um ou dois profissionais, para Ribeiro é um movimento legítimo e cada vez mais presente no agro que, segundo ele, ainda é uma fronteira a ser explorada pela comunicação. As pequenas agências têm espaço para crescer e se profissionalizar.  “O agro sempre foi avesso à comunicação, mas isso vem mudando. Ainda tem muito espaço para crescer, inclusive em termos de investimento”,disse ele. O workshop trouxe ainda uma reflexão sobre o papel da inteligência humana frente às novas tecnologias. Para Ribeiro, o futuro da comunicação exige a combinação da expertise jornalística com o uso da Inteligência Artificial. “O trabalho das assessorias precisa evoluir. O desafio não está nas redações, que seguem sendo seletivas, mas na forma como as agências se posicionam e atuam.” Os workshops da Rede Agrojor ocorrem mensalmente e são exclusivos para os seus associados. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor clique aqui e associe-se.

Última oportunidade de se inscrever no prêmio Star Prize 2025

Jornalistas agropecuários que atuam no Brasil e também profissionais de outras partes do mundo têm uma última chance de participar do IFAJ Star Prize 2025, uma das principais premiações internacionais dedicadas à excelência na cobertura do agro. Corra, porque as inscrições estão abertas somente até este domingo, 15 de junho de 2025. Organizado pela Federação Internacional de Jornalistas Agropecuários (IFAJ), o Star Prize é uma vitrine para reportagens que ajudam a ampliar o debate e a transparência sobre o que se passa nas cadeias de produção, nas comunidades agrícolas e nas empresas do setor. A competição é dividida em cinco categorias, de acordo com o formato da produção: Melhor Matéria Impressa, Melhor Fotografia, Melhor Reportagem em Vídeo, Melhor Reportagem em Áudio e Melhor Produção de Mídia Digital. Ainda serão premiados conteúdos que se destacarem nas seguintes editoriais: Inovação, Sustentabilidade, Tecnologia, Comércio, Economia ou Questões Globais, além de Cultura Rural. Uma das novidades desta edição é a estrutura criada para receber conteúdos já premiados pelas associações filiadas, aumentando ainda mais a competição pelo troféu principal. Jornalistas associados à Rede Agrojor estão aptos a se inscrever. É possível apresentar até dois trabalhos, publicados em 2024, junto com uma versão traduzida para o inglês. Também serão escolhidos os Jornalistas do Ano, a maior honraria da premiação coroando o conjunto do seu trabalho, os vencedores receberão, junto com o troféu, um prêmio em dinheiro, fruto do apoio da Alliance Tire. As diretrizes e o formulário de inscrição estão disponíveis em neste link, acesse aqui. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor associe-se e faça parte desse time de jornalistas agro.

IBÁ faz 2ª edição do Prêmio de Jornalismo voltado ao setor de árvores cultivadas

A Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ) abriu as inscrições para a segunda edição do Prêmio IBÁ de Jornalismo, que visa reconhecer e valorizar produções jornalísticas que tragam visibilidade ao setor de árvores cultivadas para fins industriais e de restauração. O concurso contempla reportagens nas categorias de vídeo, áudio, texto e veículo especializado, com inscrições abertas até 1º de outubro de 2025. Cada uma das quatro categorias premiará uma reportagem com R$ 5 mil, além de troféu e certificado. O regulamento também prevê uma menção honrosa no valor de R$ 3 mil. Para participar, os trabalhos devem ter sido publicados entre 1º de janeiro e a data de encerramento das inscrições, em veículos jornalísticos de qualquer região do país. O edital completo e o formulário de inscrição estão disponíveis no site da Ibá: www.iba.org/premio. Quem avaliará os trabalhos A seleção das reportagens será feita por um júri composto por especialistas das áreas de comunicação e sustentabilidade. Integram a banca Leão Serva, diretor Internacional de Jornalismo da TV Cultura e professor da ESPM-SP; José Otávio Brito, professor titular sênior da USP em Piracicaba (SP); e Cindy Correa, gerente de Comunicação da IBÁ e com passagens por veículos como Valor Econômico e Gazeta Mercantil. Além da premiação, a Ibá deve relançar nas próximas semanas o Guia de Cobertura, uma publicação que reúne informações técnicas, estatísticas e conceitos fundamentais sobre a indústria de árvores plantadas, com o objetivo de apoiar jornalistas em suas apurações. Mais de 100 reportagens na edição inaugural A primeira edição do prêmio, realizada em 2024, recebeu cerca de 100 reportagens vindas de 17 estados. A maioria das inscrições foi na categoria escrita (62), seguida por vídeo (28), veículos especializados (11) e áudio (7). Os trabalhos vencedores vieram de grandes veículos de comunicação nacionais, além de mídias regionais e setoriais. Uma agroindústria sustentável O setor brasileiro de árvores cultivadas ocupa mais de 10 milhões de hectares com florestas plantadas e mantém 6,9 milhões de hectares preservados em áreas nativas. É considerado um dos pilares da bioeconomia nacional, com forte compromisso ambiental, manejo sustentável e geração de renda em diversas regiões do país. Criada em 2014, a IBÁ representa 50 empresas e 10 entidades estaduais ligadas à cadeia produtiva de árvores cultivadas, incluindo os segmentos de celulose, papel, painéis de madeira, pisos laminados, florestas energéticas e biomassa. A entidade também atua na defesa institucional dos produtores independentes e investidores do setor, promovendo diálogo com governo, imprensa e sociedade civil. Para outras informações sobre o prêmio e o setor, acesse: www.iba.org.

APRE Florestas vai premiar trabalhos jornalísticos sobre cultivo de árvores

A Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) abriu as inscrições para a terceira edição do Prêmio APRE Florestas de Jornalismo. A premiação tem como objetivo reconhecer reportagens que abordem o setor florestal, com ênfase, neste ano, na aplicação de tecnologia em florestas plantadas. Voltado a jornalistas de todo o país, o prêmio é restrito a reportagens com foco no estado do Paraná. Os trabalhos podem ser inscritos em três categorias: texto (jornais, revistas, sites, portais e blogs), áudio (rádios e podcasts) e vídeo (TVs e plataformas digitais). As inscrições são gratuitas e vão de 30 de maio a 20 de outubro de 2025. Serão aceitos conteúdos publicados entre 1º de novembro de 2024 e 20 de outubro de 2025. “A imprensa tem um papel fundamental na discussão sobre o desenvolvimento da economia verde, que inclui o setor florestal e sua contribuição para a sociedade”, afirma Fabio Brun, presidente da APRE Florestas. A cerimônia de premiação será realizada no jantar anual da entidade, marcado para 28 de novembro, em Curitiba (PR). Além dos três primeiros colocados em cada categoria, a edição também incluirá uma Menção Honrosa, concedida pela Embrapa Florestas a reportagens com foco em ciência, pesquisa e produção acadêmica. Setor florestal paranaense e inovação O tema da edição 2025 reflete a importância crescente das florestas plantadas como fonte renovável para diversos setores da economia, entre eles o de móveis, construção civil, papel e celulose, higiene e energia. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o Brasil está entre os dez países com maior área de florestas plantadas no mundo, com aproximadamente 10 milhões de hectares. O Paraná lidera a produção de pinus no país e responde por 20% da madeira produzida nacionalmente. As empresas associadas à APRE conservam atualmente 564 mil hectares de florestas nativas e mantêm 79,1% de suas áreas certificadas, conforme critérios de sustentabilidade adotados no setor. Critérios e envio de reportagens Poderão concorrer ao prêmio reportagens sobre temas como bioeconomia, inovação tecnológica, geração de emprego e renda, sustentabilidade, cadeias produtivas e uso de madeira engenheirada na arquitetura, entre outros. Cada jornalista poderá inscrever até cinco reportagens por categoria. As inscrições devem ser enviadas por e-mail para comunicacao@apreflorestas.com.br, com a ficha de inscrição preenchida, dados pessoais e profissionais, resumo do conteúdo e link ou PDF da publicação. Conteúdos patrocinados ou vinculados a instituições acadêmicas, entidades de classe ou órgãos públicos não serão aceitos. O regulamento completo está disponível no site da APRE Florestas.

Workshop Rede Agrojor discute os desafios e as transformações da comunicação corporativa

A comunicação corporativa vive um momento desafiador. As empresas estão no centro de discussões sobre transparência, responsabilidade social, ESG, além de precisar lidar com as rápidas transformações tecnológicas e com um cenário de crescente polarização social. Nesse cenário, entender o papel do jornalista na construção de narrativas faz toda a diferença. O próximo Workshop da Rede Agrojor, acontece no dia 10 de junho (terça-feira), às 10h, em formato online, pela plataforma Zoom. O encontro é exclusivo para os associados da Rede Agrojor e traz como tema: “Narrativas que conectam o papel do jornalista na comunicação corporativa”. O bate papo reúne profissionais de peso na comunicação empresarial: 📌 Por que participar? O workshop é uma oportunidade para entender:– Como as narrativas corporativas estão mudando.– Quais são os desafios atuais para jornalistas que atuam em empresas, agências e assessorias.– O impacto da comunicação na reputação, no posicionamento e até nos negócios das organizações.– Como a comunicação corporativa se tornou uma atividade transversal, que exige visão estratégica, capacidade multidimensional e atuação constante na gestão da reputação. Não fique de fora de uma conversa essencial para quem vive ou quer entender dos bastidores da comunicação no agronegócio e no mundo corporativo. O link de acesso será enviado diretamente aos associados por e-mail. Se você ainda não faz parte da Rede Agror? Clic aqui e associe-se para fazer parte desse time de jornalistas agro.

Saiba o que pensam Cassiano Ribeiro, da Globo Rural, e Luiz Fernando Sá, da AgFeed, sobre as mídias atuais

Em um tempo no qual a informação corre cada vez mais rápido pelas várias plataformas de mídia e comunicação, o jornalismo precisa ir em busca de como os profissionais do meio se relacionam nesse ambiente. “Hoje, qualquer jornalista pode ser um veículo. Somos empresários de nós mesmos”, afirma Luiz Fernando Sá, sócio e diretor editorial do AgFeed, um projeto independente de agrojornalismo que está completando dois anos. Mas existem outros desafios. Além de ser mais rápido, o jornalismo precisa gerar conexão. A aproximação do campo com a cidade é uma das demandas do setor, e a comunicação das notícias faz parte desse pacote. “O que acontece está no interior. Temos muita oportunidade para quem está lá gerar conteúdo para quem não está. E as feiras são uma grande oportunidade para isso”, diz Cassiano Ribeiro, editor executivo do Valor Econômico e head da Globo Rural, uma das plataformas mais tradicionais de comunicação do agro, que há cerca de dois anos vêm promovendo mudanças em seu hub de comunicação no agro. Luiz Fernando e Cassiano são jornalistas associados à Rede Agrojor. Eles foram os convidados do mês de maio para a série de workshops realizados pela entidade. O objetivo é trocar informações sobre o que ocorre no jornalismo agro. Na semana passada, o tema foi “Jornalismo em Movimento: Como as mudanças estão transformando as mídias”. A dupla trouxe diversas reflexões e compartilhou os desafios que têm enfrentado em suas áreas de atuação. Cassiano conta que um dos principais desafios na integração entre as equipes da Globo Rural e do Valor Econômico foi justamente otimizar processos e evitar retrabalho. Segundo ele, não fazia mais sentido ter repórteres do mesmo grupo, no mesmo prédio, produzindo pautas iguais para veículos diferentes. “Era como trocar o pneu de dois carros andando, mas foi essencial para fortalecer a cobertura do agro em múltiplos canais”, destacou ele. Luiz Fernando conta como vem moldando uma plataforma com a proposta de ser um canal de economia e negócios, além da formação de uma equipe enxuta e afinada. Para ele, o momento para quem lida com jornalismo atualmente exige o domínio do conteúdo e também uma visão de negócio e estratégia de distribuição dessa notícia.  “A mídia percebeu que há um esgotamento em outros segmentos da economia e olham para o agro como essa nova fronteira”, afirma Luiz Fernando. Um dos pontos de debate foi a construção da própria carreira. Para eles, o jornalista hoje não é somente um contador de histórias e isso se aplica aos jornalistas de equipe de empresas de comunicação de qualquer tamanho e também para aqueles com projetos independentes.  A facilidade de criar veículos, explorar nichos e se comunicar diretamente com o público nunca foi tão acessível e, ao mesmo tempo, tão desafiador. A mudança de olhar da grande mídia sobre o agronegócio tem contribuído para essa diversidade. Embora o setor ainda seja tratado como um nicho, ele tem ganhado um espaço de protagonismo mais robusto pela sua relevância econômica cada vez maior e pela demanda crescente por informações de qualidade. “A grande imprensa tem olhado mais para o agro. Hoje você vê interesse e profundidade”, afirma Cassiano. O workshop também trouxe um alerta sobre os jovens profissionais que estão chegando ao mercado. Apesar de uma boa formação acadêmica, muitos enfrentam o desafio de manter o foco em um ambiente de demandas e informações muito específicas e profundas sobre as cadeias do setor. “Eles vêm com pós, mestrado, doutorado, falam vários idiomas, mas existe uma dificuldade de foco, porque fazem muitas coisas ao mesmo tempo”, diz Cassiano. O workshop é uma oportunidade de atualizar conhecimentos, trocar experiências e refletir sobre as mudanças que impactam o cotidiano do setor. A Rede Agrojor promove esses encontros com o objetivo de fortalecer a comunidade de jornalistas, ampliando e qualificando os profissionais em todo o país. Você ainda não faz parte comunidade Rede Agror? Clique aqui e entre para esse time de jornalistas agro.

Inscrições para o IFAJ Star Prize 2025 vão até 15 de junho

Jornalistas agropecuários de todo o mundo têm até o dia 15 de junho de 2025 para se inscrever no IFAJ Star Prize, uma das principais premiações internacionais dedicadas à excelência no jornalismo do setor agroalimentar. Promovido pela Federação Internacional de Jornalistas Agropecuários (IFAJ), o prêmio reconhece reportagens que contribuem para a cobertura qualificada e global do campo. O Star Prize é considerado uma vitrine internacional para o jornalismo agropecuário de qualidade. A competição contempla cinco categorias principais, de acordo com o formato da produção: Melhor Matéria Impressa, Melhor Fotografia, Melhor Reportagem em Vídeo, Melhor Reportagem em Áudio e Melhor Produção de Mídia Digital Além disso, os trabalhos inscritos são avaliados por temas editoriais, que refletem os principais eixos de cobertura do setor. São eles: Podem participar membros de associações filiadas à IFAJ que estejam em situação regular, no caso do Brasil os jornalistas que fazem parte da Rede Agrojor. Cada jornalista pode inscrever até dois trabalhos publicados em 2024, na sua língua original, com uma cópia do texto traduzido para o inglês. Há ainda uma categoria exclusiva para trabalhos vencedores de prêmios nacionais promovidos pelas associações filiadas entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2024. O prêmio também escolherá o IFAJ Star Prize Journalist of the Year, principal reconhecimento do programa. As diretrizes e o formulário de inscrição estão disponíveis em:https://www.ifaj.org/contests-and-awards Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e faça parte desta comunidade.

Inscrições para o Jovens Líderes IFAJ/Alltech 2025 vão até 8 de junho

A Federação Internacional de Jornalistas Agropecuários (IFAJ) e a Alltech são parceiros na realização do Programa Jovens Líderes 2025, que celebra sua 20ª edição neste ano. A iniciativa é voltada a jornalistas agro de todo o mundo, e que tenha até 35 anos de idade. O objetivo do programa é reconhecer talentos emergentes, promover capacitação internacional e fortalecer o papel das associações nacionais no jornalismo agro Os candidatos selecionados participarão de um treinamento intensivo de liderança (Boot Camp) em Nairóbi, no Quênia, entre os dias 12 e 14 de outubro, e também do Congresso Mundial da IFAJ, que ocorre de 15 a 18 de outubro na mesma cidade. Os contemplados terão isenção de taxa de inscrição no congresso, além de hospedagem e alimentação custeadas pelos organizadores. As despesas com transporte ficam sob responsabilidade dos participantes. Cada associação nacional vinculada à IFAJ, no caso do Brasil a Rede Agrojor, poderá indicar um candidato entre os inscritos. A seleção final será feita por um júri internacional, que levará em conta critérios como experiência profissional, potencial de liderança, envolvimento com o trabalho das associações, além da capacidade de comunicação em inglês. O programa IFAJ/Alltech Jovens Líderes foi criado em 2005 e já beneficiou centenas de jornalistas, promovendo o intercâmbio de experiências e incentivando o desenvolvimento de novas lideranças na cobertura do agronegócio. No ano passado foram selecionados jornalistas da Argentina, Austrália, Áustria, Alemanha, Gana, Reino Unido, Romênia, África do Sul, Suécia, Estados Unidos. As inscrições devem ser feitas até o dia 8 de junho de 2025, por meio do site oficial da federação. Os interessados devem preencher o formulário e enviar três materiais jornalísticos de sua autoria. Também é possível que as associações encaminhem diretamente seus indicados. Outras informações e o link para inscrição estão disponíveis em: www.ifaj.org/our-programmes/young-leaders

Prêmio “+Admirados da Imprensa do Agronegócio” tem 17 jornalistas da Rede Agrojor

O Prêmio “Os +Admirados da Imprensa do Agronegócio” tem 17 jornalistas da Rede Agror  entre os 50 finalistas. A relação dos ganhadores foi apresentada pela plataforma Jornalistas &Cia, promotora do evento, na tarde desta segunda-feira (20). Neste ano, para a premiação que está em sua 5ª edição, houve um aumento no número de jornalistas homenageados, de 30 para 50 profissionais.  Para chegar aos nomes, o prêmio ocorreu em duas votações onde, no primeiro turno, as indicações foram livres para a classificação dos finalistas. No segundo turno, a votação entre os finalistas definiu os TOP por categoria. Os Top5 serão conhecidos em uma cerimônia marcada para o dia 23 de junho, na capital paulista, a partir das 18h30. Confira na categoria jornalistas, onde estão os associados da Rede Agrojor, o grupo eleito entre os 50+:  1- Aleksander Horta (Notícias Agrícolas) 2- Alessandra Mello (Agfeed) 3- Angela Ruiz (Climatempo) 4- Carolina Lorencetti (Globo Rural) 5- Carolina Pastl (Zero Hora) 6- Cassiano Ribeiro (Valor Econômico/CBN) 7- Daiany Andrade (Canal Rural) 8- Divino Onaldo (Agro e Prosa) 9- Flávia Macedo (Fla do Agro) 10- Gisele Loeblein (Zero Hora) 11- Igor Savenhago (Freelancer) 12- Ingrid Alves (Record News) 13- Luiz Fernando Sá (Agfeed) 14- Marcelo Toledo (Folha de S.Paulo) 15- Mariana Grilli (Jovem Pan/Uol) 16- Pedro Costa (Terraviva/AgroMais) 17- Vera Ondei (Forbes Agro) Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para esta comunidade.

Salve a data: Rede Agrojor realiza nesta terça workshop sobre mídias em transformação

Nesta terça-feira, 20 de maio, a  Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) promove o workshop “Jornalismo em Movimento: Como as mudanças estão transformando as mídias”. A ideia é debater os impactos das transformações tecnológicas, de linguagem e de modelo de negócios na cobertura jornalística do agronegócio. Participam do debate dois profissionais com atuação destacada no jornalismo do setor: Cassiano Ribeiro, editor executivo da Globo Rural e do Valor Econômico, além de comentarista na rádio CBN, e Luiz Fernando Sá, diretor editorial e sócio da plataforma AgFeed, voltada  à cobertura de negócios, finanças e inovação no agro. Entre os temas que serão abordados estão o processo de digitalização de veículos tradicionais, como a Globo Rural, a busca por novos formatos de conteúdo e a ampliação da presença em canais digitais. Também estarão em pauta o surgimento de projetos de comunicação especializados, como o AgFeed, e os desafios de produzir jornalismo em um setor com demandas técnicas, econômicas e ambientais crescentes. Cassiano começou no agro em 2006, em assessoria de imprensa. Mas ficou pouco tempo na função. Em fevereiro de 2008 já era editor, apresentador e consultor de mercado na AgRural. De lá, em 2010, se transferiu  para a Gazeta do Povo. Em 2015 foi para a Globo Rural onde, entre outras funções, passou a responder por projetos especiais, como o  Caminhos da Safra, Rios do Agro e Tecnologia no Campo. Desde maio de 2023 é o editor executivo da GR e Valor Econômico, ambas pertencentes ao Grupo Globo, que  unificaram suas operações de cobertura agropecuária em um hub editorial conjunto. Luiz Fernando Sá, ou Lula, como é chamado entre os colegas de profissão, permaneceu por quase 17 anos,  a partir do ano 2000, na Editora Três. Foi redator-chefe, diretor de núcleo – época em que criou a revista Istoé Dinheiro Rural – e depois diretor adjunto de todas as publicações da editora e de mídias sociais e projetos. Em 2016 criou o projeto da revista Plant Project, em parceria com a Datagro, foi consultor e desde 2023 lidera a plataforma AgFeed. O encontro será realizado de forma online e exclusivo para associados da Rede. A moderação será conduzida por Vera Ondei, presidente da entidade e editora de agro da Forbes Brasil. “Estamos no nosso 12º workshop, desde que criamos a Rede Agrojor”, diz Vera Ondei. “Nossos encontros se tornaram um espaço para discutirmos as transformações na mídia, para aperfeiçoarmos nossas abordagens e compreendermos melhor o cenário de comunicação do setor”. O workshop integra a agenda de capacitação e troca de experiências entre jornalistas que atuam na cobertura do agronegócio em diferentes regiões do país, um projeto da RedeAgror. Ele será transmitido ao vivo pelo canal exclusivo da Rede Agrojor, à partir das 10 horas, e também ficará disponível no site da entidade. Você ainda não é associado à Rede Agrojor. Clique aqui e faça parte desta comunidade.