Author : Rede Agrojor

Rede Agrojor é tema de estudo na ECA/USP

A Universidade de São Paulo (USP) oferece à comunidade alguns cursos, entre ele o de Projetos em Jornalismo Digital. Realizado no semestre passado na Escola de Comunicações e Artes (ECA), o curso é liderado pelo professor Rodrigo Ratier, jornalista e integrante da diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo. Associado e um dos fundadores da Rede Agrojor, Luiz Pitombo foi um dos alunos da edição mais recente do curso e como trabalho final acertou com Ratier a realização de um estudo sobre a pesquisa de opinião realizada pela entidade entre os seus membros em 2024. O trabalho de conclusão foi apresentado por Pitombo na forma de uma reportagem de dados. O foco específico foi verificar como as respostas se comportavam em função da ocupação individual em assessoria de imprensa, redação ou comunicação corporativa. ”Em conversa sobre a associação com o Ratier vi que ele ainda não a conhecia e assim também me propus a fazer no trabalho uma apresentação da entidade e que ela poderia ser compartilhada com outros possíveis interessados do departamento de Jornalismo”, diz Pitombo. Unidade na diversidade Do questionário que foi revisitado pelo jornalista, e era muito amplo, foram selecionadas para o trabalho três perguntas básicas: Como havia tomado conhecimento da Rede Agrojor? Qual o motivo para se integrar a entidade? O que espera da sua atuação? Segundo a avaliação de Pitombo, mesmo com algumas variações e especificidades, repórteres, assessores de imprensa e comunicadores corporativos destacaram muitas demandas e visões similares. Dentre estas surgiram o anseio de valorização da categoria, a troca de experiências e o networking, bem como a maior capacitação e atualização em temas complexos. Também foi colocado o desejo por organização de eventos e aberturas de trabalho. Em função da proposta do curso, foi solicitado aos alunos que empregassem nos estudos propostos o recurso da Inteligência Artificial (IA). Pitombo conta que um aspecto utilizado se deu na avaliação de 68 das respostas em que eram apresentados anseios diversos quanto à entidade. ‘Percebe-se que os profissionais, independentemente do perfil, compartilham a visão de uma comunidade mais forte, bem-informada e reconhecida”, afirma Pitombo, destacando que fez questão de reproduzir no trabalho o que chama de um esboço da identidade da Rede Agrojor. ” Há uma clara necessidade de ações que promovam a união, o desenvolvimento técnico e a valorização da profissão. A ênfase na troca de experiências e na formação contínua indica que esses profissionais buscam se adaptar às mudanças do setor, garantir sua segurança e ampliar suas oportunidades”. Rumos a seguir  A presidente da Rede Agrojor, Vera Ondei, explica que para nortear boa parte dos trabalhos da entidade, na primeira eleição realizada, a pesquisa ajudou a definir uma agenda mínima para as ações e como conduzi-las. “Nós já havíamos realizado uma pesquisa lá atrás, quando ainda estávamos em formação”, diz ela. “Com essa de 2024, conseguimos estruturar um trabalho mais focado nos anseios do grupo e a ideia é que elas continuem. Vamos repetir em 2026 essa experiência.” Para responder aos anseios demonstrados na pesquisa concluída em 2024 , a Rede Agrojor passou a realizar sistematicamente os workshops on line, com a apresentação e discussão de temas como: meteorologia; irrigação; indicadores de preços e mercado; cobertura de eventos agropecuários; mídias atuais no agro; jornalismo regional e outros. Também nasceu daí o projeto oficinas; o relacionamento com a IFAJ, a federação internacional de jornalistas agro foi reforçada e o evento anual da entidade, o Diálogos Agrojor foi aprimorado. Confira neste Link o trabalho na íntegra apresentado por Luiz Pitombo: https://docs.google.com/document/d/1lZi1KikHUzM63Ym9KPrpi-_UVfmhnPQ7/edit Você ainda não faz parte da Rede Agror? Clique aqui se torne membro da maior comunidade de jornalistas agro do Brasil.

Bruno Faustino recebe o 50º prêmio de sua carreira no jornalismo 

O jornalista Bruno Pinheiro Faustino, associado da Rede Agrojor, chegou à marca de 50 prêmios de jornalismo em 2025. O número foi alcançado com a conquista do Prêmio Sindilat de Jornalismo, sigla para Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados, com uma reportagem sobre a discussão em torno do uso da palavra “leite” em produtos de origem vegetal.  Faustino iniciou a carreira aos 19 anos, na rádio CBN Vitória, no Espírito Santo e afirma que o acúmulo de experiências ao longo dos anos tem papel direto na evolução do trabalho. “Acho que olhando para trás vejo meu crescimento profissional”, afirma. A reportagem premiada nasceu durante a cobertura da Expointer (Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agrícolas), uma das maiores feiras agropecuárias do Brasil, realizada anualmente no Parque Assis Brasil, em Esteio (RS). Faustino relata que a pauta surgiu a partir de uma dúvida recorrente entre profissionais do setor e consumidores. A partir disso, ele aprofundou a apuração sobre o debate envolvendo a definição do termo “leite” e as propostas para restringir o uso da palavra apenas para bebidas de origem animal. “Cheguei na Expointer para cobrir a feira e me deparei com um questionamento: será que leite é tudo igual?”, conta. Ele ouviu entidades como a Sindilat, Abraleite (Associação Brasileira dos Produtores de Leite) e CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) e acompanhou o tema até o Congresso Nacional. Segundo Faustino, a proposta envolve a revisão de nomenclaturas e o entendimento de que leite e derivados seriam produtos exclusivamente de origem animal. Ao analisar a própria trajetória, Faustino destaca a influência de experiências anteriores em diferentes formatos de comunicação. Ele já atuou em rádio, jornal, portal e televisão e explica que parte da linguagem usada hoje no jornalismo agro veio do período em que trabalhou com esporte.“Esse jeito de contar histórias veio do esporte”, explica. A produção de reportagens com foco em comportamento no jornalismo esportivo contribuiu para a forma como constrói narrativas atualmente. Sobre 2025, ele classifica o período como um ano de muito trabalho, com rotina intensa de deslocamentos e produção. Segundo o jornalista, o volume de prêmios recebidos no ano entre sete e oito reconhecimentos reflete esse esforço. “2025 foi um ano de muito trabalho”, afirma. Ele conta que passou longos períodos viajando, esteve em poucas ocasiões com a família e vê as conquistas como resultado direto dessa dedicação. Faustino também destaca o papel da Rede Agrojor no processo de troca entre profissionais do jornalismo agro. Ele afirma que já vinha sendo incentivado a ingressar na entidade e reforça a importância do espaço coletivo para compartilhamento de experiências entre profissionais com diferentes trajetórias.“É muito legal quando você faz parte de uma entidade em que todo mundo fala do mesmo assunto e em que você é ouvido também”.  Ao olhar para frente, Faustino afirma que a motivação permanece ligada ao desejo de continuar produzindo e aprimorando o próprio trabalho e que já pensa nos próximos projetos e em novas metas para os próximos anos.“O Bruno chegou à marca de 50 prêmios de jornalismo, mas já estou pensando no 51”, afirma.  Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e venha para a maior comunidade global de jornalistas agro.

Fernanda Pressinott vai liderar núcleo de agro da CNN Brasil em 2026

A jornalista Fernanda Pressinott, associada da Rede Agrojor, vai assumir em 2026 um novo desafio na carreira, a liderança do núcleo de agronegócio da CNN Brasil. O anúncio nesta quarta-feira (17),  marca mais um passo na trajetória de uma profissional reconhecida pela atuação no jornalismo econômico e agropecuário. Em mensagem compartilhada com os associados da Rede Agrojor, a jornalista destacou a felicidade de enfrentar um novo desafio e falou sobre as expectativas de seguir construindo pontes com colegas do jornalismo agro. “Estou muito feliz com essa oportunidade e animada para essa nova etapa. Espero que possamos construir várias matérias junto”, afirmou. Com cerca de duas décadas de experiência, Fernanda construiu sua carreira cobrindo temas ligados ao agronegócio, economia e mercado. Atualmente, atua como editora-assistente do hub de agro do Grupo Globo, para as plataformas Globo Rural, Valor Econômico, O Globo e CBN. No Valor Econômico, onde trabalha desde 2012, sua atuação direta  na editoria de agro completou 13 anos em 2025. Ao longo da carreira, Fernanda se especializou na produção e edição de conteúdos analíticos e estratégicos, com foco em jornalismo setorial. Sua experiência inclui edição, redação, estratégia de conteúdo e otimização para mecanismos de busca (SEO), voltados à qualificação da informação e o cenário do agro brasileiro. Sua formação acadêmica reforça esse perfil. Fernanda possui estudos em Marketing e Comunicação Digital pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), além de formação executiva em Agronegócio pelo Insper. À frente do núcleo de agronegócio da CNN Brasil a partir de 2026, Fernanda será responsável por conduzir a cobertura especializada da plataforma, voltada à análise, contexto e acompanhando os principais movimentos do setor. A Rede Agrojor parabeniza Fernanda Pressinott pela conquista e deseja sucesso nessa nova fase profissional. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e venha para a maior comunidade global de jornalistas agro.

Rede Agrojor realiza primeira reunião da diretoria do biênio 2026/27

Nesta segunda-feira (15/12), a Rede Agrojor realizou a primeira reunião da nova diretoria eleita para o biênio 2026/27. O encontro marcou o início do ciclo de trabalho do novo grupo dirigente e teve como eixo central o alinhamento de expectativas, visões institucionais e formas de atuação da entidade no próximo período. A maior parte da reunião foi dedicada a uma rodada de apresentações entre os diretores. Cada integrante expôs como percebe a Rede Agrojor, o papel da entidade no setor e os caminhos considerados prioritários para os próximos dois anos. As falas convergiram para a necessidade de ampliar a integração entre os associados, fortalecer a institucionalização da Rede Agrojor e criar abordagens que sustentem seu crescimento. Também foram citados, de forma recorrente, a importância de ambientes mais dinâmicos para a troca de informações e o estímulo à participação ativa dos membros. O debate serviu como instrumento de alinhamento sobre expectativas individuais e coletivas, além de estabelecer uma base comum para o modo de ação da nova diretoria. A reunião não teve caráter deliberativo amplo, mas funcionou como um espaço inicial de escuta e construção de consenso em torno dos objetivos gerais da gestão 2026/27. Entre as definições práticas, ficou estabelecido que a primeira atividade do ano será a repetição da pesquisa institucional aplicada no início do biênio anterior, 2024/25. O levantamento deverá fornecer dados atualizados sobre o perfil dos associados, a percepção sobre a atuação da Rede e os temas considerados estratégicos para orientar decisões e iniciativas da nova diretoria. Também foram discutidas propostas relacionadas à organização interna e ao funcionamento da diretoria, incluindo rotinas de trabalho, divisão de responsabilidades e formatos de tomada de decisão. Esse tema, no entanto, permaneceu em aberto e deverá ser retomado nos próximos encontros, com ajustes graduais ao longo do início do mandato. A reunião encerrou-se com o entendimento de que o primeiro trimestre será dedicado à consolidação do diagnóstico institucional e à definição dos instrumentos operacionais que irão sustentar a agenda da Rede Agrojor ao longo do biênio. Você ainda não faz parte dessa comunidade de jornalistas do agro? Clique aqui e faça parte.

Diretoria executiva e conselho fiscal tomam posse para o biênio 2026/27

A Rede Agrojor oficializa, nesta quinta-feira (11/12/2025), a posse da nova Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal, eleitos durante a Assembleia Geral Ordinária realizada em 21 de novembro. Os membros assumem suas funções para o biênio 2026/27, dando continuidade ao fortalecimento institucional da entidade e à ampliação dos espaços de diálogo e representatividade do jornalismo agro no Brasil. A assembleia foi realizada de forma online, pela plataforma Zoom, com votações no sistema Voto Remoto. Na ocasião, os associados também apreciaram o relatório anual, homologaram as contas referentes ao exercício 2024/25 e ratificaram os atos da gestão anterior. A seguir, conheça os integrantes da nova Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal da Rede Agrojor e suas trajetórias profissionais. DIRETORIA EXECUTIVA — BIÊNIO 2026/27 Vera Ondei — Presidente Com ampla trajetória no setor agro, atuou como repórter, editora e comentarista em veículos nacionais e liderou projetos editoriais de destaque, baseada em São Paulo. Desde 2021, é editora de Agro na Forbes Brasil, contribuindo para o fortalecimento da comunicação especializada no país. Está no grupo dos 11 fundadores da Rede Agrojor. Mariele Previdi — Vice-presidente nacional Mariele é fundadora da Attuale Comunicação, uma das agências pioneiras em assessoria com sede em Itu (SP), especializada há mais de duas décadas projetos de assessoria de imprensa e conteúdo para agronegócios, indústrias e eventos. Está no grupo dos 11 fundadores da Rede Agrojor. Daniel Azevedo Duarte — Vice-presidente internacional Profissional com mais de 20 anos de atuação em agro, inovação e economia, com passagens por veículos e projetos internacionais. Conduziu iniciativas estratégicas para empresas e entidades do setor. Está baseado em Campinas (SP). Está no grupo dos 11 fundadores da Rede Agrojor. Altair Albuquerque — Secretário Com mais de três décadas à frente da Texto Assessoria de Comunicações, com sede em São Paulo (SP), lidera equipes multidisciplinares e conduz projetos estratégicos para empresas, entidades e eventos do setor agro. Atua no desenvolvimento de soluções de comunicação voltadas ao fortalecimento institucional. Marcelo Oliveira — Suplente de secretário Head de Comunicação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), com sede em São Paulo (SP), onde lidera gestão de reputação, relações governamentais e estratégias de comunicação para o setor de proteína animal. Atua também no ILP, com experiência em marketing, gerenciamento de crises e projetos nacionais e internacionais. Ana Sampaio — Diretora de comunicação nacional Com cerca de doze anos de atuação em comunicação, acumula experiência em assessoria de imprensa, produção de conteúdo, campanhas, TV e projetos públicos. Atuou na gestão estadual de Mato Grosso e hoje dirige a Culture Comunicação com sede em Cuiabá (MT) , desenvolvendo estratégias e consultorias para o setor agro. Ingrid Alves — Suplente de diretora de comunicação nacional Profissional com mais de 15 anos de atuação no agro, é repórter, editora de texto e apresentadora na Record News. Eleita entre as mais admiradas da imprensa do agronegócio em 2023, 2024 e 2025, atua também como mestre de cerimônias, host de podcasts e produtora de conteúdo. Flávia Romanelli — Diretora de comunicação internacional Profissional com mais de 25 anos de experiência em comunicação, integra projetos de assessoria, conteúdo, branding e eventos no agro e em inovação. Baseada em Piracicaba (SP), Lidera a AgriDoce Comunicação, atua na AsBraAP e participa de ecossistemas de agtechs. Está no grupo dos 11 fundadores da Rede Agrojor. CONSELHO FISCAL — BIÊNIO 2026/27 Luiz Patroni — Conselho Fiscal Reside em Cuiabá (MT), com duas décadas de atuação no agro, é apresentador e editor-chefe no Canal Rural Mato Grosso e criador do Podcast do Patroni. Reconhecido nacionalmente, foi eleito por três anos entre os mais admirados da imprensa do agronegócio e vencedor de premiações especializadas no setor. Alessandra Mello — Conselho Fiscal Executiva de comunicação com ampla experiência em empresas de mídia, reside em São Paulo e atua em liderança editorial, estratégias de conteúdo, gestão de equipes e realização de grandes eventos no agro. Hoje, é editora executiva da AgFeed, com foco em inovação, audiência e desenvolvimento de produtos. Carolina Brazil — Conselho Fiscal Profissional com experiência em conteúdo, marketing e apresentação, reside em Porto Velho (RO) e atua no Grupo Rovema coordenando estratégias de comunicação e projetos que aproximam o agro do público urbano. Com trajetória de quase 18 anos no Grupo Rede Amazônica, também integra o Sistema OCB/RO como conselheira. Cassiano Ribeiro — Conselho Fiscal Executivo com ampla atuação no agronegócio, reside em São Paulo e lidera a editoria de Agro no Valor Econômico e integra a equipe da Globo Rural. Atua também como comentarista na Rádio CBN, contribuindo com análises e informações estratégicas sobre o setor em diferentes plataformas. Diego Silva — Conselho Fiscal Doutorando em Ciências Ambientais e Sustentabilidade Agropecuária, mestre em Marketing e Direção Comercial, reside em Campo Grande (MS) e desenvolve projetos que conectam comunicação, marketing e agronegócio. Desde 2016, lidera a Agro Agência Assessoria, atuando no fortalecimento institucional e estratégico do setor. Divino Onaldo Silva — Conselho Fiscal Apresentador do programa Morada no Campo e host do Agro e Prosa Podcast, reside em Rio Verde (GO) e atua na divulgação de entrevistas, debates e histórias do agronegócio com linguagem acessível e proximidade com o público. Construiu trajetória marcada por versatilidade, comunicação clara e visão empreendedora. Leandro Mariani Mittmann — Conselho Fiscal De Porto Alegre (RS), com mais de duas décadas de atuação no agro, com passagem marcante pela revista A Granja. Hoje, atua no Correio do Povo, no programa A Granja na TV e como comentarista de agro internacional a partir da Alemanha, produzindo análises e conteúdos sobre o setor. Luciene Gazeta — Conselho Fiscal Com mais de 20 anos de experiência em comunicação e relações públicas, reside em Sorocaba (SP) e dirige a Matriz da Comunicação, onde desenvolve estratégias de imprensa, conteúdo, branding, eventos e reputação para clientes do agro e outros setores. Atua nacionalmente desde 2003, com histórico de mais de 400 projetos atendidos. Com a nova Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal oficialmente empossados, a Rede Agrojor inicia um novo ciclo de gestão, reforçando a missão da entidade de valorizar

Dois associados da Rede Agrojor são premiados em concursos nacionais de jornalismo

Os jornalistas Julio Huber e Bruno Faustino, ambos associados da Rede Agrojor, foram reconhecidos em duas premiações nacionais realizadas em Brasília. No dia 2 de dezembro, Huber recebeu o recebeu o prêmio da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), na categoria Texto Regional. Já em 3 de dezembro, os dois profissionais foram destaques no 4º Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil, promovido pelo Conselho Nacional do Café (CNC). Na premiação do CNC, as reportagens produzidas por Huber e Faustino foram reconhecidas pela abordagem de temas ligados à sustentabilidade, inovação e à força da cafeicultura brasileira. O trabalho de Huber apresentou avanços da atividade e iniciativas desenvolvidas por produtores e cooperativas, enquanto a reportagem de Faustino destacou como tradição, ciência e cooperativismo impulsionam a produção no Espírito Santo. Para Huber, o reconhecimento tem relação direta com sua trajetória profissional. “Cresci em meio ao café e contar histórias de quem vive da atividade sempre foi especial para mim. Receber esse prêmio reforça a importância do jornalismo que valoriza o produtor e o território”, afirmou. Faustino também celebrou a conquista. “É gratificante ver nosso trabalho reconhecido. Nosso compromisso é registrar, com rigor e responsabilidade, as transformações da cafeicultura capixaba”, disse o jornalista. Além da premiação no CNC, Huber também venceu o Prêmio ABDE de Jornalismo na categoria Texto Regional com a reportagem “Regenerar é semear o amanhã”, publicada na Revista Negócio Rural. O material apresenta iniciativas de agricultura regenerativa adotadas por produtores rurais e mostra como práticas sustentáveis vêm sendo fortalecidas com o apoio de instituições de fomento. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas Agro do Brasil  

Leandro Fidelis é o vencedor da categoria texto no 2º Prêmio Ibá de Jornalismo

A Ibá (Indústria Brasileira de Árvores) anunciou nesta quarta-feira (3) os vencedores de seu 2º Prêmio de Jornalismo. Foram 4 reportagens condecoradas nas categorias texto, vídeo, áudio e veículo especializado, além de uma menção honrosa. Os vencedores receberão o valor de R$ 5 mil cada, além de troféu e certificado. Entre eles está Leandro Fidelis, jornalista especializado em agronegócio e integrante da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor). Fidelis foi o destaque da categoria texto, com a reportagem “Do pinus ao pixel, o futuro sustentável que brota no Sul do Brasil”, publicada na revista Conexão Safra. A reportagem aborda o avanço da silvicultura moderna no Sul do Brasil, especialmente no Paraná e no Rio Grande do Sul, como eixo estratégico da bioeconomia e da transição verde. Mostra como florestas plantadas de eucalipto, pinus, acácia e espécies nativas se tornaram ecossistemas tecnológicos, produtivos e sustentáveis, integrando inovação digital, tokenização, IA e blockchain. Destaca ainda o impacto social, ambiental e econômico dessas florestas e sua conexão com políticas públicas e inclusão produtiva. Fidelis atua como agente de operações do Sicoob Espírito Santo, em Venda Nova do Imigrante (ES). Possui ampla trajetória em comunicação, com experiência que abrange assessoria de imprensa, reportagem e gestão de comunicação pública e corporativa. Em 2024 e 2025 foi assessor de Comunicação e Marketing da Sicredi Aliança RS/SC/ES, onde liderou estratégias de relacionamento e conteúdo institucional. Antes disso, exerceu a função de gerente de comunicação da Prefeitura de Venda Nova do Imigrante, coordenando ações de marketing, atendimento à imprensa e cobertura de eventos oficiais. Durante mais de uma década, foi repórter especial da Revista Conexão Safra, veículo para o qual ainda presta serviço, uma referência na cobertura do agronegócio capixaba, com produção de reportagens sobre cafeicultura, cooperativismo, agroindústria e sustentabilidade. Atuou também como assessor de imprensa da Nater Coop, com foco em projetos de rastreabilidade de cafés e ovos especiais, e foi correspondente do Jornal A Tribuna e repórter da Rádio FMZ. Leandro é formado em jornalismo e também em Publicidade, e possui MBA Executivo em Comunicação Eleitoral e Marketing Político.  Sobre o Prêmio Ibá, sua segunda edição recebeu 125 reportagens, enviadas por profissionais de 18 estados de todas as regiões do país, além do Distrito Federal. Entre as reportagens premiadas, há trabalhos de grandes veículos nacionais, assim como de filiadas, jornais e rádios regionais. Os trabalhos no geral abordaram as tarifas norte-americanas, o desempenho da silvicultura regional, a bioeconomia e a inovação do setor, entre outros temas.  Os vencedores foram selecionados por uma banca de jurados de peso, formada por especialistas de diferentes áreas. São eles Leão Serva, professor de Ética Jornalística na ESPM-SP e colaborador da TV Cultura em Londres; José Otávio Brito, professor titular sênior da USP (Universidade de São Paulo) no Campus Luiz de Queiroz; e Cindy Correa, gerente de Comunicação da Ibá. Cada um dos jurados pontuou as reportagens a partir de quatro critérios: relevância no debate público; qualidade da apuração; originalidade e abordagem; clareza, estrutura e qualidade narrativa. Os vencedores de cada categoria foram definidos a partir da somatória da pontuação média de cada jurado.  A entrega dos troféus e certificados ocorre também nesta quarta-feira (3/12), em São Paulo, durante jantar de confraternização de fim de ano das entidades Ibá, Empapel, ABTCP e SIP, evento que reunirá lideranças do setor e parceiros. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas Agro do Brasil

Rede Agrojor tem uma vencedora no Prêmio ABAG/RP de Jornalismo

A Rede Agrojor passou a contar com duas jornalistas finalistas na 18ª edição do Prêmio ABAG/RP de Jornalismo “José Hamilton Ribeiro”. Entre elas, Fernanda Pressinott foi a vencedora na categoria Jornal Impresso. Luíza Cardoso Costa não levou o prêmio máximo, mas ficou entre as finalistas na categoria Grande Reportagem/Especial na categoria Profissional. O anúncio ocorreu em 28 de novembro, em Ribeirão Preto (SP), em cerimônia que reuniu jornalistas, estudantes e convidados e também marcou os 25 anos da ABAG/RP (Associação Brasileira do Agronegócio da Região de Ribeirão Preto). Nesta edição, 174 trabalhos foram inscritos nas modalidades Profissional e Jovem Talento. O prêmio reconhece reportagens que ajudam a compreender o agronegócio e a dimensão do setor para o desenvolvimento do país. Na categoria Profissional, os vencedores de cada modalidade receberam R$ 12 mil. Fernanda Pressinott conquistou a categoria Jornal Impresso com a matéria “O trajeto das barcaças de grãos que tira 150 caminhões das estradas”, publicada no Valor Econômico. A reportagem mostra a logística de transporte de grãos por meio de barcaças e apresenta alternativas que aliviam o fluxo de caminhões nas rodovias brasileiras e aumentam a eficiência da infraestrutura. Jornalista especializada em economia e agronegócio, Fernanda Pressinott tem 12 anos de atuação no Valor Econômico e na Globo Rural. Formada em Comunicação Social pela Fiam/FMU em 1999, possui pós-graduação em finanças pela FGV, especialização em mercados financeiros e derivativos pela FIA e formação complementar em agronegócio pelo Insper. Atuou em veículos como IstoÉ Dinheiro, Diário do Comércio e Revista do Investidor, além de colaborações para Folha de S.Paulo, SA Varejo, Yahoo e outras publicações. Iniciou a carreira em 1998, cobrindo tecnologia e economia, antes de se dedicar aos temas de economia e agronegócio. Na categoria Profissional, modalidade Grande Reportagem/Especial, Luíza Cardoso Costa e equipe (Canal Rural) ficou no bloco da frente com a matéria “Calçando a Botina – Plantação de camisetas: o caminho do algodão até você”. O vencedor dessa categoria foi Tiago Eltz, Lucas Paulino, Renato Ghelfi, Daniel Torres, Mauricio Prado, com a série “Nosso Prato”, da TV Globo. Luíza Cardoso Costa é jornalista especializada em agronegócio e chefe de Comunicação da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. Formada em Rádio, TV e Internet pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Agronegócio pela Esalq/USP, iniciou a carreira na TV Gazeta e atuou no Canal Rural na produção do programa Planeta Campo, como editora executiva do Rural Notícias e como apresentadora da previsão do tempo para o agro na Climatempo.

Jornalistas da Rede Agrojor são finalistas do IV Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil

O Conselho Nacional do Café (CNC) divulgou a lista de finalistas do IV Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil, e quatro profissionais associados à Rede Agrojor estão entre os selecionados. A premiação reconhece trabalhos que fortalecem a comunicação e valorizam a cafeicultura brasileira, reunindo reportagens que destacam inovação, sustentabilidade, mercado e histórias humanas ligadas ao universo do café. A cerimônia oficial será realizada no dia 3 de dezembro de 2025, às 19h, no auditório da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília, reunindo autoridades, lideranças cooperativistas e jornalistas de diferentes regiões do país. Entre os finalistas, a Rede Agrojor celebra a presença de Bruno Pinheiro Faustino (Revista Negócio Rural), Julio Cezar Huber (Revista Negócio Rural), Lívia Andrade (Revista Espresso) e Leandro Faria de Castro Fidelis (Conexão Safra). Os quatro representam veículos especializados que se destacam na cobertura do agronegócio e reforçam a importância do jornalismo qualificado para ampliar o acesso à informação no setor cafeeiro. O reconhecimento no Prêmio Cafés do Brasil reforça o papel do jornalista como peça estratégica para aproximar o público das transformações da cafeicultura desde o avanço tecnológico até o impacto social e econômico da atividade. Para a Rede Agrojor, a presença de seus associados entre os finalistas demonstra o comprometimento da categoria com uma comunicação responsável, atualizada e conectada às demandas do campo. O evento marcará mais uma celebração ao jornalismo agro, reconhecendo profissionais que contam histórias essenciais para compreender a evolução do café brasileiro, uma das cadeias produtivas mais relevantes do país. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e venha para a maior comunidade global de jornalistas agro.

Assembleia da Rede Agrojor elege nova Diretoria Executiva e Conselho Fiscal para o biênio 2026/27

A Rede Agrojor realizou, nesta sexta-feira (21/11), sua Assembleia Geral Ordinária, o encontro reuniu associados para deliberar sobre pautas administrativas e conduzir a eleição da nova Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal para o biênio 2026/27. A reunião foi realizada de forma online, via Zoom, e as votações ocorreram pela plataforma Voto Remoto. Durante o encontro, os associados apreciaram o relatório anual da diretoria e homologaram as contas e o balanço referentes ao exercício 2024/25, com data-base de 30 de outubro de 2025. Também foi ratificada a totalidade dos atos praticados pela Diretoria Executiva e pelo Conselho Fiscal eleitos em 11 de dezembro de 2023. Abaixo os membros eleitos da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal: Diretoria Executiva eleita — Biênio 2026/27 A nova composição reforça a presença de profissionais atuantes no jornalismo agro, mantendo o compromisso institucional da Rede Agrojor em fortalecer a categoria e ampliar espaços de formação, diálogo e representatividade. Conselho Fiscal eleito — Biênio 2026/27 Com representantes de diferentes regiões e veículos do país, o Conselho Fiscal seguirá responsável por acompanhar, avaliar e orientar os processos administrativos e financeiros da entidade durante o próximo mandato. A assembleia reforçou o compromisso da Rede Agrojor com a transparência, a governança e o fortalecimento do jornalismo especializado em agronegócio. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e venha para a maior comunidade global de jornalistas agro.

Atual diretoria da Rede Agrojor concorre à gestão 2026/27

A Rede Agrojor realizará, no dia 21 de novembro de 2025, às 10h, a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, que ocorrerá exclusivamente em formato digital. Durante a reunião, os associados vão debater sobre pautas administrativas e eleger a nova diretoria e o conselho fiscal da entidade para o biênio 2026/27. A atual diretoria confirmou a inscrição de sua chapa para concorrer ao novo mandato, dentro do prazo estabelecido até 10 de novembro de 2025.  A composição proposta é a seguinte: Diretoria e Conselho Fiscal – Gestão 2026/27Presidente: Vera OndeiVice-presidente nacional: Mariele PrevidiVice-presidente internacional: Daniel Azevedo DuarteSecretário: Altair AlbuquerqueSuplente de secretário: Marcelo OliveiraDiretora de comunicação nacional: Ana SampaioSuplente de diretora de comunicação nacional: Ingrid AlvesDiretora de comunicação internacional: Flávia Romanelli Conselho Fiscal:Luiz Patroni, Alessandra Mello, Carolina Brazil, Cassiano Ribeiro, Diego Silva, Divino Onaldo, Leandro Mariani Mittmann e Luciene Gazeta. Além da eleição e posse dos membros da nova diretoria e do conselho fiscal, a assembleia também tratará de outros pontos, como: A participação é aberta a todos os associados quites com a anuidade da Rede Agrojor, que poderão acompanhar e votar nas deliberações de forma online. A assembleia representa um momento importante para o fortalecimento institucional da Rede Agrojor e para a continuidade dos projetos desenvolvidos pela entidade. A presença dos associados é essencial para garantir a representatividade das decisões e o futuro da rede nos próximos dois anos.

Congresso Mundial da IFAJ em 2026 será na Croácia e Rede Agrojor foi saber como será

O Congresso Mundial da IFAJ de 2026 ocorrerá na Croácia, na cidade de Osijek, em setembro, e marcará uma edição em que as transformações da comunicação, o avanço da desinformação e as mudanças no ambiente agrícola europeu exigem atualização técnica do jornalismo rural. Em entrevista à Rede Agrojor, Vedran Stapić, presidente da Associação Croata de Jornalistas Agrícolas (CAJA), explica como o país organizará o congresso e quais temas estarão no centro das discussões. Stapić afirma que o encontro será uma oportunidade para jornalistas de mais de 50 países debaterem o impacto da inteligência artificial na produção de conteúdo, a queda da objetividade no ambiente digital e o reposicionamento das políticas agrícolas europeias após a guerra na Ucrânia. As informações orientam os associados da Rede Agrojor a iniciar o planejamentos de pauta e reportagens para concorrer aos prêmios internacionais promovidos pela IFAJ, como o Star Prize. Confira: Qual o significado de um congresso mundial para o jornalismo agrícola em um momento de grandes transformações globais?Acredito que o papel do jornalista agrícola hoje é de importância excepcional. Existem muitos desafios, o que torna o encontro e a troca de conhecimento mais do que bem-vindos. Compartilhar conhecimento nos ajuda a avançar. Há muita comunicação pública hoje. As plataformas tecnológicas criaram oportunidades para que todos se comuniquem globalmente com sucesso. No entanto, nesse processo, a relevância e a objetividade estão se perdendo. Há uma quantidade crescente de desinformação e verdades distorcidas, trazendo novos e sérios desafios para nossas sociedades. Mesmo muitas democracias hoje estão conceitualmente ameaçadas, especialmente aquelas em comunidades com baixos níveis de alfabetização midiática. O fato de o consumo de informação ter migrado para as redes sociais traz inúmeros riscos. A agricultura também enfrenta muitos desafios. As tendências globais criaram um ambiente de incerteza e mudanças nas prioridades de investimento. As políticas atuais mostram claramente que a Europa está mais disposta a investir em defesa do que na produção de alimentos e na preservação das áreas rurais. Devemos também mencionar o tema inevitável da inteligência artificial, que está entrando com força na indústria da mídia. Estamos testemunhando uma transformação marcante — que só tende a se acelerar. Por que a Croácia foi escolhida como país sede do congresso e o que isso representa?Meu antecessor, o primeiro presidente da Associação Croata de Jornalistas Agrícolas, Sr. Martin Vuković, iniciou a candidatura da Croácia para sediar o Congresso Mundial da IFAJ, que, para nossa grande satisfação e alegria, foi positivamente recebida. O interesse da IFAJ está em oferecer uma variedade de anfitriões com fortes capacidades organizacionais. É sempre benéfico para os jornalistas terem a oportunidade de comparar diferentes modelos de agricultura e modos de vida das comunidades rurais ao redor do mundo. Acredito que os membros têm interesse em ver o congresso circular entre diferentes continentes, sendo realizado tanto em países grandes quanto pequenos, e em economias mais ricas e também menos desenvolvidas. Como a equipe croata está estruturando o evento para refletir a identidade da IFAJ e apresentar o cenário agrícola do país?Nosso objetivo é mostrar as duas faces da agricultura e pecuária croata – a continental, que gera a maior parte da renda e do volume de produção, e, por meio dos pós-tours, a agricultura mediterrânea, que possui características muito diferentes. A Croácia é um país pequeno com uma rica tradição – a própria base do nosso desenvolvimento turístico. A cada ano, recebemos cerca de 20 milhões de turistas, o que equivale a cinco vezes a nossa população. O programa, é claro, seguirá as diretrizes da IFAJ, oferecendo uma visão abrangente do estado da nossa agricultura, da vida das nossas comunidades rurais e das nossas ambições para o futuro. Nos reuniremos na Eslavônia, na cidade de Osijek, que ocupa uma posição de importância crucial para a agricultura croata. Planejamos organizar um pré-tour no noroeste da Croácia, no Condado de Varaždin, assim como dois pós-tours ao longo da costa do Adriático – um na Ístria e outro no Condado de Zadar. No continente, o foco será em cereais e oleaginosas, produção de carne e laticínios, viticultura e vinificação. Nas regiões costeiras, os visitantes conhecerão a produção de azeite, fruticultura, raças autóctones de animais, piscicultura e poderão provar nossas conquistas na vinificação e nossas especialidades tradicionais de carnes curadas. Principais pilares temáticos estão sendo construídos para a edição de 2026?Planejamos concentrar a parte profissional do congresso nos desafios atuais enfrentados pelo jornalismo agrícola, bem como pelo cenário midiático em geral. Naturalmente, também buscaremos oferecer uma visão mais ampla da agricultura croata dentro do contexto da União Europeia. A Croácia é o membro mais jovem da UE, onde grande atenção é dedicada à transição energética e à sustentabilidade – embora, admitidamente, em um ritmo um pouco mais lento hoje devido à guerra em andamento na Ucrânia. A Europa escolheu adotar altos padrões na produção de alimentos, com autossuficiência e qualidade permanecendo em níveis muito elevados. Nossa intenção é dedicar um painel exclusivamente às perspectivas da UE sobre a produção de alimentos, explorando as políticas, desafios e direções futuras que moldam a agricultura europeia. Como o congresso pode fortalecer a integração entre a Europa Central e Oriental e outras regiões com entidades ligadas à IFAJ?O fluxo de informações que acompanha grandes eventos internacionais sempre traz oportunidades para o país anfitrião. Estou genuinamente satisfeito que, em setembro do próximo ano, nossa pátria estará em destaque. Acredito que isso contribuirá para construir relações mais fortes, incentivar a interação e talvez até abrir portas para futuros negócios ou investimentos. Nesse sentido, há muito trabalho pela frente – somos um país jovem com enorme potencial. Do ponto de vista da IFAJ e considerando o grande número de jornalistas agrícolas em toda a UE, já estamos testemunhando grande interesse. Muitos colegas já anunciaram que estão ansiosos para participar do Congresso Mundial da IFAJ na Croácia, de 16 a 20 de setembro de 2026. Como vê os progressos alcançados pela federação no últimos congressos?Vejo a IFAJ como uma associação que traz valor a seus membros em vários níveis. Ela preserva o jornalismo

Edital de Convocação Assembleia Ordinária e Extraordinária

REDE BRASIL DE JORNALISTAS AGRO – REDE AGROJOR CNPJ nº 50.319.462/0001-44 EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA A Rede Brasil de Jornalistas Agro – Rede AGROJOR (“Associação”), com sede na Rua Coronel José Eusébio, nº 95, casa 13, Higienópolis, CEP 01239-030, na cidade de São Paulo, Estado de Paulo, vem pelo presente Edital, representada pela Sra. Vera Lucia Ondei, Presidente da Associação, convocar todos os associados a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária a se realizar em 21  de novembro de 2025  às 10:00 horas, exclusivamente de modo digital, por meio de plataforma digital, conforme permitido pelo Artigo 10 do Estatuto Social (“Assembleia”), a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: 1.    a apreciação do relatório anual da Diretoria e a homologação das contas e o balanço referentes ao exercício 24/25 até 30 de outubro de 2025; 2.    a eleição e posse dos membros do Conselho Fiscal; 3.    a eleição e posse dos membros da Diretoria Executiva; e 4.    a ratificação de todos os atos praticados pela Diretoria Executiva e pelo Conselho Fiscal da Associação eleitos em 11 de dezembro de 2023 , entre 11 de dezembro de 2023, e a data de realização da Assembleia 21/11/2025. Para participar da Assembleia, os senhores associados deverão estar quites com a anuidade da Rede Agrojor. Informações Gerais: Documentos relacionados à Assembleia e cópias dos documentos a serem discutidos na Assembleia estarão à disposição dos associados no site https://www.redeagrojor.com.br, além de serem enviados para os e-mails cadastrados dos associados. As chapas para concorrer às eleições podem ser registradas até o dia 10 de novembro de 2025, às 24h, pelo e-mail: redeagrojor@redeagrojor.com.br A Associação enviará aos associados habilitados, até o dia 14 de novembro de 2025  o link e as instruções para acesso à Assembleia. A Associação informa, desde já, que as informações de acesso para a Assembleia são pessoais e intransferíveis e não poderão ser compartilhadas sob pena de responsabilização do associado. Conforme previsto no Estatuto, caso a Assembleia não seja instalada em primeira convocação, será realizada nova chamada após decorridos 15 (quinze) minutos do horário marcado para seu início. São Paulo, 21 de outubro de 2025 Vera Lucia OndeiPresidente da Associação

Dois jornalistas brasileiros são premiados no Star Prize 2025

Dois jornalistas da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) estão entre os ganhadores do IFAJ Star Prize 2025, uma das mais importantes premiações internacionais dedicadas à excelência na cobertura do agronegócio. São eles Ariosto Mesquita, do Mato Grosso do Sul, e Leandro Fidelis, do Espírito Santo. Ambos conquistaram o segundo lugar em suas categorias. O anúncio foi feito no sábado (18), durante o encerramento do Congresso Mundial da IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agro), realizado em Nairobi, no Quênia. Na categoria Impressa, Ariosto Mesquita foi premiado pela reportagem “Crédito de carbono chega à pecuária”, publicada na edição de julho de 2024. O trabalho explica o funcionamento do mercado de créditos de carbono e apresenta a fazenda Saltinho, em Camapuã (MS), como um dos primeiros casos de sucesso no país ao firmar contrato de comercialização de créditos. “Essa é uma conquista da Agrojor, uma casa que ajudei a construir e que, mesmo em meus momentos difíceis, esteve sempre comigo. Portanto é uma vitória de todos nós”, afirmou o jornalista. Leandro Fidelis recebeu o prêmio na categoria Cultura Rural com a reportagem “Uma revolução verde capixaba”, publicada na edição de junho de 2024 da revista Conexão Safra. O trabalho mostra como a agroecologia vem transformando a agricultura familiar no norte e noroeste do Espírito Santo. “Estou extasiado com esta notícia! A reportagem retrata uma transformação na agricultura familiar tradicional por meio da agroecologia”, disse Fidelis. Os prêmios foram recebidos no Quênia por Luiza Costa, jornalista do setor corporativo que atua como chefe de comunicação da Apta (Secretaria de Agricultura e Abastecimento), que em agosto foi escolhida para representar o Brasil no evento, mais Mariana Grilli, da Jovem Pan News e podcast Arroz, Feijão e Clima, que também esteve no congresso mundial. Para Daniel Azevedo, diretor de comunicação internacional da Rede Agrojor, a conquista tem significado coletivo. “É uma conquista que representa e orgulha a todos nós. Além de abrir portas a todos os nossos associados. Um marco histórico”, afirma. Por meio de seus canais, a Rede Agrojor tem incentivado os mais de 100 jornalistas a participarem das atividades da IFAJ. Esta é a primeira vez que uma reportagem é premiada neste concurso.  “A conquista de Ariosto Mesquita e Leandro Fidelis no Star Prize 2025 mostra que o talento e a qualidade do jornalismo agro brasileiro já são reconhecidos lá fora. Agora é hora de ampliarmos essa presença, inscrevermos nossos trabalhos, participarmos dos congressos e mostrarmos ao mundo a força da nossa produção”, diz Vera Ondei, presidente da Rede Agrojor. “A IFAJ abre portas, mas é a nossa participação que constrói pontes. Vamos juntos ocupar esse espaço com o profissionalismo, a ética e a paixão que sempre marcaram o jornalismo agro brasileiro.” Organizado pela Federação Internacional de Jornalistas Agropecuários (IFAJ), o Star Prize reconhece reportagens que ampliam o debate sobre as cadeias de produção, a vida nas comunidades agrícolas e a atuação das empresas do setor. A competição é dividida em cinco categorias — Matéria Impressa, Fotografia, Vídeo, Áudio e Mídia Digital — e ainda contempla conteúdos de destaque em Inovação, Sustentabilidade, Tecnologia, Comércio, Economia, Questões Globais e Cultura Rural. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do Brasil

12 países já estão pré-inscritos para o Executive Meeting no Brasil em 2026

Durante o Congresso Mundial da Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ), realizado em Nairóbi, no Quênia, que começou na terça-feira (14) e termina neste sábado (18), o Brasil esteve presente nas discussões que definem o futuro da entidade. Por link ao vivo, participaram do encontro, representando a Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agro), Luiz Patroni, vice-presidente, e Daniel Azevedo, diretor de comunicação internacional. Na reunião de diretores, ocorrida na quarta-feira (15), o Brasil apresentou o resumo da agenda de atividades preparadas para o Executive Meeting 2026, que será sediado no país em março. O encontro é o principal evento anual de planejamento da IFAJ e reúne lideranças das associações nacionais de jornalistas agropecuários para definir as diretrizes e ações da federação, além de cumprirem um roteiro de atividades para conhecer o agro local. Ao final da exposição da agenda de uma semana de atividades, 12 países já estavam pré-inscritos para o evento no Brasil, entre eles Chile, Bélgica, Croácia, Reino Unido, Espanha, África do Sul, Suíça, Finlândia, Argentina, Benin, Irlanda e Austrália. “A organização para o evento no Brasil está incrível”, disse o norte-americano Steve Werblow, presidente da IFAJ. “Muito boa apresentação“, afirmou o argentino Addy Rossi, vice-presidente. Para Daniel Azevedo, que fez o detalhamento da agenda, há uma expectativa grande para o Executive Meeting no Brasil. “Os nomes confirmados até agora são de representantes-chave das redes nacionais, e a expectativa é de ampliação quando as inscrições forem abertas oficialmente nas plataformas da IFAJ”, disse Daniel Azevedo. O Executive Meeting 2026, organizado pela Rede Agro, será a primeira reunião anual da IFAJ realizada no Brasil, consolidando o papel do país como referência latino-americana no jornalismo agropecuário internacional. O Executive Meeting também abre o caminho para que o país se candidate a sede do congresso mundial nos próximos anos.  Além da exposição do plano brasileiro, a reunião incluiu votações sobre o orçamento de 2025 da IFAJ, a aprovação do balanço do último exercício e a reintegração da Nigéria como país-membro. Também foi aprovada a mudança do nome jurídico da entidade para IFAJ Foundation. Você ainda não faz parte da Rede Agror? Clique aqui se torne membro da maior comunidade de jornalistas agro do Brasil.

Brasil apresenta agenda do IFAJ Executive Meeting 2026 no congresso do Quênia

A Rede Agrojor participa da reunião de delegados que ocorre durante o Congresso Mundial da IFAJ (International Federation of Agricultural Journalists), em Nairobi, no Quênia, nesta quarta-feira (15). O congresso que começou na terça, termina no sábado (18). “Integram essa reunião delegados, diretores de associações representadas presencialmente no evento e também diversas outras associações por plataformas online, como é o caso da diretoria da Rede Agrojor”, diz Daniel Azevedo, diretor de comunicação internacional da Rede Agrojor, representante da entidade na ocasião. O Brasil está se preparando para receber em março de 2026 o Executive Meeting, a reunião anual da diretoria global da IFAJ, e foi convidada a fazer uma apresentação de seu trabalho de cicerone.  A IFAJ confirmou o país como sede em março deste ano, no Executive Meeting ocorrido em Letsitele, na África do Sul. Desde então, foi criado um comitê de organização no Brasil, destinado a construir uma agenda.   “Essa exposição da agenda é a forma da gente confirmar e adiantar o que já tem previsto para o Executive Meeting 2026”, diz Daniel Azevedo. “É uma maneira de mostrar que estamos bem organizados, com a maior parte da programação confirmada e também estimular os representantes das associações nacionais, dos diferentes países, a já fazerem a pré-inscrição.”  As atividades do Executive Meeting 2026 serão concentradas no estado de São Paulo para que o grupo de jornalistas visitantes, além de cumprirem a agenda protocolar da reunião de diretoria, consigam conhecer várias cadeias produtivas. O roteiro inclui universidades, fazendas, empresas e instituições de pesquisa. A programação percorrerá polos de inovação, com tecnologias de precisão, nanotecnologia, uso da terra, IA e bioinsumos, por exemplo. Estão no escopo o modelo de Integração-Lavoura-Pecuária, sistemas regenerativos, produção automatizada, entre outros.  “Estamos organizando uma agenda para que os jornalistas do mundo todo conheçam o agronegócio tropical na sua melhor forma. Vamos mostrar inovação, diversidade e, claro, a nossa hospitalidade”, diz Daniel Azevedo. “E também reforçar a integração do Brasil à rede global de jornalismo agro. É mais uma forma de mostrar que a Rede Agrojor se mantém muito ativa, sendo uma grande oportunidade para eles conhecerem o agro a partir de uma seleção de outros profissionais experimentados aqui do Brasil.” O Executive Meeting serve como um tipo de “esquenta” para que nos próximos anos o Brasil venha a ser escolhido como sede do Congresso Mundial da IFAJ. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clic aqui e venha para a maior comunidade global de jornalistas agro.

Nairóbi para o mundo: o futuro da agricultura global será discutido aqui

Por Jackson Okata, da Mesha. Durante quatro dias transformadores neste mês de outubro, Nairóbi receberá o maior encontro mundial de jornalistas agrícolas, comunicadores, cientistas, inovadores e líderes políticos, quando terá início o Congresso Mundial 2025 da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ). O evento, sediado no Hotel Ole Sereni, ocorre em um momento em que as mudanças climáticas e as transformações tecnológicas estão redesenhando os sistemas alimentares globais, o que torna o congresso vital e oportuno. Como centro africano de tecnologia e inovação, Nairóbi oferece o palco ideal para essas discussões urgentes. Nesta semana, de 15 a 18 de outubro, delegados de todo o mundo participarão de conversas projetadas para informar e também inspirar ações que moldem e transformem o futuro da agricultura. O Secretário de Gabinete do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Pecuário do Quênia, Mutahi Kagwe, deverá liderar uma delegação governamental de alto nível no congresso. Estarão presentes os principais pesquisadores e cientistas de instituições como Croplife International, CGIAR, Organização de Pesquisa em Agricultura e Pecuária do Quênia (KALRO), AGRA, Conselho do Chá do Quênia e outras, além de empresas globais do agronegócio, como a Basf. A principal rede que atua no mercado de sementes, a Associação Africana de Comércio de Sementes, também participará. O Escritório do Centro Internacional de Pesquisa para o Desenvolvimento (IDRC) para o Leste e Sul da África conduzirá sessões plenárias, assim como a Fundação Africana de Tecnologia Agrícola (AATF). A Federação Internacional de Sementes também confirmou sua participação no congresso. De acordo com o Osir Oteng, haverá uma sessão especial dentro do programa de Pesquisa-Ação da MESHA para Melhorar a Cobertura Eficaz de Questões de Mudança Climática na África (ARECCCA). O projeto, que une a MESHA e o IDRC, abordará o tema Gênero, inclusão e comunicação climática: dando voz aos mais vulneráveis. MESHA (Media for Environment, Science, Health and Agriculture) é a organização sediada no Quênia que reúne jornalistas, comunicadores e profissionais de mídia especializados em meio ambiente, ciência, saúde e agricultura. Além disso, o ILRI, por meio do Acelerador CGIAR sobre Igualdade de Gênero e Inclusão, realizará uma sessão intitulada Contando histórias de gênero, juventude e inclusão social na agricultura na África: a experiência do CGIAR. A MESHA está mobilizando a mídia regional para desenvolver e publicar histórias inspiradoras sobre gênero, juventude e inclusão social na agricultura africana, em linguagem acessível para formuladores de políticas, classe política e comunidades locais, tanto em inglês quanto em suaíli. O encontro global anual é organizado pela organização Mídia para Meio Ambiente, Ciência, Saúde e Agricultura (MESHA), sob o tema “Desbloqueando o potencial agrícola no berço da humanidade”. Em sessões plenárias dinâmicas, os delegados discutirão alguns dos maiores temas da atualidade, incluindo como a inteligência artificial pode transformar a vida dos pequenos produtores africanos, como garantir sistemas alimentares resilientes em um mundo que aquece rapidamente e o papel das mulheres, dos jovens e do conhecimento indígena na configuração dos sistemas alimentares do futuro. Nas sessões paralelas, os participantes se envolverão em discussões práticas e detalhadas sobre sistemas de sementes, nutrição, custos de insumos, uso da terra e acesso ao mercado — desafios enfrentados por agricultores em todos os continentes. Fora das salas de conferência, 14 visitas de campo imersivas estão programadas como parte do Congresso Mundial IFAJ 2025. Desde as plantações de chá de Kericho até as paisagens áridas onde práticas resilientes ao clima estão reescrevendo histórias de sobrevivência, essas visitas oferecerão aos delegados uma visão de como políticas podem se transformar em ações concretas. O congresso IFAJ 2025 oferece aos jornalistas uma oportunidade rara de aprimorar habilidades, construir colaborações e redes, e descobrir histórias inéditas que exigem atenção global. Formuladores de políticas, pesquisadores e cientistas terão à disposição um rico mercado de ideias, soluções e alianças capazes de transformar a agricultura mundial.

O peso da cobertura jornalística nas COPs e o desafio do Brasil em 2025

A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém, no Pará, neste novembro de 2025, deve receber um dos maiores contingentes de jornalistas da história das conferências do clima. Embora o número oficial de credenciados ainda não tenha sido divulgado pelo secretariado da ONU, a estimativa segue o padrão das últimas edições: entre três e quatro mil profissionais de imprensa de todo o mundo. Na COP28, realizada em Dubai, foram registrados 3.972 representantes de mídia, recorde histórico segundo a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC). Em Sharm el-Sheikh, no Egito, na COP27, o número chegou a 2.800 jornalistas e fotojornalistas, de acordo com dados do governo egípcio. Esses números indicam o peso crescente da cobertura jornalística como elemento de pressão pública sobre governos e empresas. Da diplomacia fechada à vitrine global As conferências do clima deixaram de ser encontros restritos a diplomatas para se tornarem um espaço de interesse global, em grande parte por causa da imprensa. Desde a COP3, em Kyoto, em 1997, quando jornalistas registraram a assinatura do primeiro tratado climático com metas obrigatórias de redução de emissões, a cobertura jornalística passou a ter influência direta sobre a opinião pública e sobre as decisões políticas. Nos anos seguintes, a presença de repórteres cresceu de forma constante. Em Lima, na COP20, foram mais de 900 profissionais. Em Paris, na COP21, onde nasceu o Acordo de Paris, o número superou três mil. A visibilidade alcançada pelos veículos internacionais transformou as conferências em vitrines de compromissos climáticos, mas também em arenas de cobrança. “Sem o olhar crítico da imprensa, o debate climático permaneceria limitado a círculos técnicos e políticos. A cobertura amplia o alcance e sustenta o acompanhamento da sociedade civil”, afirma o Reuters Institute, em relatório sobre mídia e clima publicado em 2024. O papel do jornalismo brasileiro Para o Brasil, país que sediará a COP pela primeira vez, a presença de redações nacionais e regionais será decisiva. Além de acompanhar negociações internacionais, jornalistas brasileiros terão a tarefa de traduzir o impacto das decisões sobre agricultura, energia, florestas e populações tradicionais. Por exemplo, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e o Knight Center for Journalism da Universidade do Texas criaram cursos específicos para capacitar profissionais que atuarão na cobertura. O programa “COP30 em pauta”, lançado em setembro, já recebeu mais de 1.300 inscrições, sinalizando o interesse crescente da imprensa nacional em acompanhar o evento. Veículos como TV Globo, CNN Brasil, Estadão, Folha de S.Paulo e Valor Econômico devem enviar equipes a Belém. Agências internacionais como Reuters, AFP e Associated Press também confirmaram presença, segundo informações publicadas por seus próprios escritórios regionais. O governo do Pará e o comitê organizador da COP30 reconhecem que o número de jornalistas esperados exige infraestrutura compatível com a dimensão do evento. Em Belém, a oferta de hospedagem e transporte é considerada o principal desafio. Reportagem recente da Reuters destacou que o custo médio de diárias já aumentou com um ano de antecedência, o que pode limitar o tamanho das delegações e das equipes de imprensa. O credenciamento de mídia foi aberto em julho pelo UNFCCC. O processo é totalmente digital e segue aberta neste link. Cada jornalista precisa ser indicado por um veículo reconhecido, apresentar comprovação de atuação profissional e passar por verificação de segurança. Cobertura como instrumento de transparência A presença maciça de jornalistas nas COPs funciona como um mecanismo de transparência. As reportagens dão visibilidade às negociações, revelam contradições e registram o cumprimento (ou descumprimento) das metas assumidas pelos países. A cada edição, veículos internacionais produzem balanços detalhados sobre avanços e impasses. Na COP28, em Dubai, a pressão da imprensa foi determinante para que o texto final mencionasse pela primeira vez a “transição para o fim dos combustíveis fósseis”, tema que havia sido excluído em rascunhos anteriores. Organizações como The Guardian e Bloomberg destacaram que a repercussão pública das críticas ao texto forçou países exportadores de petróleo a aceitar uma formulação mais clara. “Em fóruns multilaterais, o jornalismo é a garantia de memória e responsabilização”, disse a secretária executiva da UNFCCC, Simon Stiell, em entrevista coletiva durante a COP28. A COP30 deve marcar uma nova etapa na cobertura jornalística brasileira sobre clima. Pela primeira vez, repórteres, fotógrafos e comunicadores locais terão acesso direto ao principal palco de negociações ambientais do planeta. Essa proximidade tende a fortalecer a conexão entre ciência, políticas públicas e sociedade. A expectativa é que o evento reúna cerca de 45 mil participantes entre delegações oficiais, empresas, pesquisadores e sociedade civil. Se o padrão das edições anteriores for mantido, cerca de 10% desse total corresponderá à imprensa. A Rede Agrojor está nesse movimento de abrir temas sobre a COP30, por meio de seus workshops. Nesta terça-feira (14 de outubro), às 10h, será realizado o workshop “COP 30 e sua importância para o Brasil”. O evento será transmitido pela plataforma Zoom, aberto a associados e não associados da Rede Agrojor. O convidado desta edição é Renato Rodrigues, head de agronegócio da Terradot, empresa que se dedica a projetos de carbono, clima e agricultura regenerativa, com cerca de 20 anos de experiência em gestão e pesquisa. Quem acompanhar o workshop? Clique aqui. Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do mundo.

Workshop Rede Agrojor discute a importância da COP 30 para o Brasil

A Rede Agrojor realiza, nesta terça-feira (14 de outubro), às 10h, o workshop “COP 30 e sua importância para o Brasil”, com apoio da Bayer. O evento será transmitido pela plataforma Zoom, aberto a associados e não associados da Rede Agrojor. O convidado desta edição é Renato Rodrigues, head de agronegócio da Terradot, empresa que se dedica a projetos de carbono, clima e agricultura regenerativa, com cerca de 20 anos de experiência em gestão e pesquisa. É pós-doutor pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor visitante com MBA executivo na Fundação Dom Cabral. Rodrigues atua também como membro do Comitê de Sustentabilidade da Associação Brasileira de Agronegócio (ABAG), além de revisor voluntário da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC na sigla em inglês), sobre temas relacionados a gases de efeito estufa.  O workshop abordará os desafios e oportunidades que a COP 30, em Belém (PA), representa para o setor agropecuário e para o Brasil no cenário climático global. A proposta é trazer para o ecossistema da Rede Agrojor informações que possam contribuir com o trabalho jornalístico sobre o papel do agro na transição para uma economia de baixo carbono, com foco em inovações e sustentabilidade. O link de acesso ao evento estará nas redes sociais da Rede Agrojor e será enviado por e-mail aos seus associados. Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do mundo.

Diálogos Agrojor 2025 aprofunda o debate sobre os rumos da comunicação

O 3º Diálogos Agrojor, promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor), reuniu no sábado, 4 de outubro, cerca de 100 jornalistas que atuam no agro em redações, assessorias e empresas para uma imersão nos dilemas e oportunidades da comunicação contemporânea. O encontro aconteceu no auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo, com transmissão simultânea pela internet, consolidando-se como um dos principais fóruns de reflexão sobre o futuro do jornalismo no agro. A terceira edição reafirmou a vocação do evento como espaço de encontro entre profissionais que acreditam na força da comunicação como agente de transformação e sustentabilidade do agronegócio e da sociedade. Em formato híbrido, o evento teve como eixo central os novos desafios de engajamento em tempos de excesso de informação. A programação foi estruturada em três mesas temáticas que abordaram diferentes perspectivas sobre o papel do comunicador diante da fragmentação das audiências, da ascensão de novas tecnologias e da pressão crescente pela construção de reputações sólidas. A abertura contou com a presença da presidente da Agrojor e editora da Forbes Agro, Vera Ondei, que destacou a importância de fortalecer o pensamento crítico e o diálogo entre diferentes áreas do ecossistema da comunicação. “Vivemos uma era em que a atenção é o ativo mais disputado. O Diálogos Agrojor é um espaço para refletir sobre como podemos gerar impacto e relevância sem abrir mão da profundidade”, afirmou. Na primeira mesa, “Storytelling de Impacto: como engajar em tempos de saturação digital e onde está a nova audiência”, Cristiane Barbieri, repórter especial do Estadão, e Angélica Mari, jornalista e cofundadora da Futuros Possíveis, exploraram as formas de conectar narrativas jornalísticas a públicos que se informam em múltiplas plataformas. As convidadas defenderam a escuta ativa, a experimentação e o uso responsável das tecnologias como caminhos para reconstruir vínculos de confiança com a audiência. “Estamos diante de um cenário de pulverização da atenção e, dentro disso, você vai criando tribos digitais, nichos culturais e algoritmos que capturam a atenção das pessoas e formam bolhas. Então o grande desafio é poder comunicar e contar histórias simultaneamente para todos esses segmentos de audiência, de uma forma autêntica, verdadeira e com credibilidade”, disse Angélica Mari. “Gente gosta de gente. O que dá mais audiência? Celebridades e esportes é isso que chama o leitor. Então, como é que a economia vai chamar esse leitor? Com emoção”, afirmou Cristiane Barbieri.A jornalista ressaltou que, para despertar o interesse do público, mesmo temas técnicos e econômicos precisam ser apresentados com humanidade e emoção, aproximando a informação da experiência cotidiana das pessoas. A segunda mesa, “Narrativas Imersivas: realidade aumentada, podcasts e o futuro do conteúdo”, trouxe o consultor e pesquisador Paulo Silvestre e o diretor do Canal UOL, Antoine Morel. Mediados por Mariana Grilli, apresentadora do Hora H do Agro, os debatedores mostraram como novas linguagens digitais podem ampliar a experiência do público e renovar o interesse por conteúdos informativos. Foram discutidas as possibilidades da inteligência artificial, da gamificação e do áudio como plataformas de engajamento e aprendizado. “Precisamos estar atentos e abertos ao novo. Não quer dizer que vai dar certo, mas precisamos estar predispostos a fazer essa mudança. O jornalismo precisa mudar a sua linguagem e a linguagem não é só palavras. Linguagem é o que você usa, o jeito que você faz e, principalmente, a maneira como nos relacionamos com o nosso público”, afirmou Paulo Silvestre. “Estamos em um momento de novas narrativas e, mais do que isso, de entender como a gente distribui e compreende o ecossistema pelo qual estamos construindo seja vídeo, texto ou áudio. Vivemos uma época de cocriação e é um momento de perceber que a própria realidade está sendo cocriada, e isso tem muita influência da inteligência artificial”, destacou Antoine Morel. Encerrando o evento, a mesa “Comunicação e reputação em tempos de redes sociais” reuniu Fábio Santos, presidente da Abracom e CEO da CDN, e Pablo Toledo, diretor de Comunicação e Branding da BYD Brasil. Sob mediação de Mariele Previdi, diretora da Rede Agrojor, o debate analisou os riscos e responsabilidades das marcas e dos comunicadores diante da velocidade das redes. A discussão ressaltou a necessidade de coerência entre propósito e prática, além do papel estratégico da comunicação na gestão de crises e na construção de legitimidade. “Muitas empresas olham para as redes sociais apenas como um canal de captura de lead e não trabalham sua reputação nesses ambientes. Quando tropeçam, lembram que só gerar lead não é o suficiente para sobreviver a certas crises e proteger sua reputação a médio e longo prazo”, observou Fábio Santos. “Vejo como tendência um investimento em canais próprios. Ter um controle maior e transformar cada vez mais esses canais em meios poderosos de comunicação é algo que já observo em vários lugares”, completou Pablo Toledo. O Diálogos Agrojor 2025 contou com patrocínios de Syngenta, Corteva, Bayer, Cargill, Elanco e Yara, além do apoio institucional do Pensa/FIA e da Almagrino. Mais do que um evento, o encontro reafirmou o compromisso da Rede Agrojor em promover espaços de troca e aprendizado, fortalecendo a atuação dos comunicadores do agro em um cenário cada vez mais dinâmico e digital.

Quem é Fábio Santos, CEO da CDN, no Diálogos Agrojor 2025

Fábio Santos construiu uma carreira que percorre redações, campanhas eleitorais, gestões públicas e grandes agências. Hoje é CEO da CDN e presidente do Conselho Gestor da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom), posição que ocupa desde 2024. No dia 4 de outubro, ele será um dos debatedores da mesa “Comunicação e reputação em tempos de redes sociais” no 3º Diálogos Agrojor, evento promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro, em formato híbrido, no auditório da FIA Business School, em São Paulo. A trajetória de Santos mostra um profissional que transita entre jornalismo, comunicação pública e gestão corporativa, conectado à necessidade de pensar estratégias para cenários em rápida mudança. Formado no jornalismo, Santos iniciou sua trajetória na Folha de S.Paulo em 1990, onde foi coordenador da Agência Folhas e secretário de redação da Folha da Tarde até 1994.  Em seguida assumiu a Diretoria de Comunicação da Prefeitura de Santos, experiência que abriu espaço para cargos editoriais em projetos de peso. Entre 1997 e 2001, ele esteve na revista República, como editor e editor executivo, e depois passou para a revista Primeira Leitura, permanecendo até 2006. Nesse mesmo ano liderou o lançamento do Destak, primeiro jornal gratuito de grande circulação no Brasil. Como diretor editorial, definiu a linha gráfica e editorial da publicação e conduziu sua expansão para Rio de Janeiro, Brasília e Campinas. Sob seu comando, o jornal se tornou referência no modelo de distribuição gratuita. Permaneceu na função até 2011, quando encerrou o ciclo iniciado com a fundação do projeto. Foi a partir de  2012 que Santos ampliou sua atuação para a comunicação política. Participou da campanha de José Serra à prefeitura de São Paulo, produzindo conteúdo, planejando o relacionamento com a mídia e preparando o candidato para debates. No ano seguinte, ingressou na CDN, onde passou a liderar as contas públicas da agência, onde permaneceu até 2017, além de assumir  a vice-presidência da mesma área em 2016. Nos dois anos seguintes, Santos comandou a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de São Paulo. Em 2019, Santos criou com Átila Francucci e Sérgio Silva a consultoria NCC_1701, que unia negócios, publicidade e relações públicas em formato de núcleos dedicados a cada cliente. O projeto se estendeu até 2020, quando ele assumiu a presidência da CDN. Desde então, está à frente da agência em um ambiente de transformação digital e reposicionamento estratégico. Em paralelo, tornou-se conselheiro da SP Escola de Teatro, reforçando sua ligação com a formação e a cultura.  O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da FIA Business School e da Almagrino. Inscreva-se no Diálogos Agrojor 2025

Quem é Antoine Morel, diretor do Canal UOL presente no Diálogos Agrojor

Antoine Morel construiu uma carreira de mais de vinte anos no jornalismo e na gestão de conteúdo digital e audiovisual. Atualmente é diretor do Canal UOL, função que exerce desde janeiro de 2025, onde conduz a estratégia e o desenvolvimento das áreas de Esporte e Splash, além de coordenar a integração editorial e audiovisual do grupo. Sua trajetória no UOL começou em 2007 e soma diferentes funções de redação, coordenação e liderança em projetos de grande porte. No dia 4 de outubro de 2025, Morel estará no 3º Diálogos Agrojor, em São Paulo, no auditório da FIA, como um dos participantes do encontro promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro para falar sobre “Narrativas Imersivas: Realidade Aumentada, Podcasts e o Futuro do Conteúdo”. Sua presença marca a conexão entre o jornalismo digital, as novas formas de distribuição de conteúdo e os debates sobre comunicação estratégica no setor. Com sua passagem por veículos e plataformas digitais, o executivo traz competências em produção audiovisual, jornalismo digital, gestão de equipes, análise de audiência e desenvolvimento de projetos editoriais e de branded content. Em sua carreira, Morel assumiu funções de direção em ambientes de transformação digital e crescimento do consumo de vídeo e streaming no jornalismo e no entretenimento. Antes de subir para a atual posição no UOL, ele foi gerente-geral de conteúdo audiovisual desde 2019. Nessa função, foi responsável pelo UOL News no YouTube, pela gestão de conteúdos hard news e pela distribuição multiplataforma. Também esteve à frente do Otalab, projeto de talentos e formatos audiovisuais, e participou da concepção de documentários como “Origem | PCC – Primeiro Cartel da Capital”. Sua atuação combinou análise de audiência, desenvolvimento de novos produtos e gerenciamento de equipes de produção. Entre 2017 e 2018, foi coordenador de projetos editoriais no UOL. Nesse período, trabalhou na TVUOL, criando séries e produtos, além de atuar em áreas temáticas como Estilo e Carros. Antes disso, de 2011 a 2017, exerceu o cargo de editor de Esporte, liderando a cobertura da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos do Rio em 2016. Coordenou equipes, planejou pautas, editou projetos especiais e acompanhou métricas de audiência em tempo real e consolidadas. Sua experiência anterior inclui a passagem como editor-assistente do portal R7, entre 2009 e 2011, onde participou da criação da plataforma, definiu linha editorial e comandou a equipe de Esportes. Cobriu a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul. Trabalhou ainda no Terra Magazine, ao lado de Bob Fernandes, em 2006, e no Grupo Abril, de 2004 a 2006, produzindo conteúdos para diferentes marcas em texto, imagem e vídeo. Iniciou a carreira em 2003 como trainee no portal Terra. No próprio UOL, antes de assumir funções de liderança, foi redator e repórter entre 2007 e 2009. Atuou na cobertura de esportes olímpicos e tênis, acompanhando o Pan-Americano de 2007, os Jogos Olímpicos de 2008 e diferentes competições internacionais, com produção no Brasil e no exterior. Também trabalhou como redator da homepage do UOL, responsável pela hierarquização de conteúdos e pela edição da primeira página, em diálogo com diferentes editorias. O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da FIA Business School e da Almagrino. Inscreva-se no Diálogos Agrojor 2025

Syngenta apoia Diálogos Agrojor para fomentar debate sobre o futuro da comunicação

Em um momento de profunda transformação digital, a Syngenta, referência global em inovação agrícola, anuncia o apoio ao 3º Diálogos Agrojor, evento que se propõe a debater o futuro do Jornalismo no agronegócio. Promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro, o encontro em formato híbrido acontecerá em 4 de outubro de 2025, em São Paulo, e espera reunir cerca de 250 profissionais para discutir as novas ferramentas e narrativas na comunicação do setor. Com especialistas que discorrerão sobre uma melhor compreensão dos desafios e impactos dos diálogos em torno do agronegócio, a programação do evento inclui três painéis que abordarão temas como: “Storytelling de Impacto: Como Engajar em Tempos de Saturação Digital: Onde Está a Nova Geração para a sua Audiência?”; “Narrativas Imersivas: Realidade Aumentada, Podcasts e o Futuro do Conteúdo”; e “Reputação e imagem em tempos de redes sociais”. “O diálogo aberto é a base para o desenvolvimento do agronegócio, e é com grande satisfação que apoiamos o Diálogos Agrojor por meio da cota de Patrocinadora Ouro”, celebra Nêmora Reche, Diretora de Comunicação Corporativa da Syngenta no Brasil. “Enxergamos nesta iniciativa uma forma de materializar nosso profundo respeito pela imprensa especializada, que desempenha um papel vital ao conectar os diferentes elos da cadeia com informação de credibilidade”, adiciona a executiva.  A Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) é um grupo formado por profissionais do setor. A organização busca valorizar e fortalecer o jornalismo agropecuário no país e é filiada à IFAJ (International Federation of Agricultural Journalists), uma entidade global com mais de 5 mil profissionais em 60 países.  “Este patrocínio reafirma nosso compromisso em ser a empresa mais colaborativa do campo, pois entendemos que é por meio de conversas construtivas que impulsionamos um futuro mais sustentável para a agricultura brasileira”, finaliza Nêmora.  Sobre a Syngenta A Syngenta é líder mundial em inovação agrícola e está presente em mais de 100 países. A companhia está focada no desenvolvimento de tecnologias e práticas agrícolas que capacitam os agricultores, para que possam fazer a transformação necessária para alimentar a população mundial, preservando o nosso planeta. As suas descobertas científicas arrojadas proporcionam melhores benefícios para os agricultores e para a sociedade, em maior escala do que nunca. Orientada pelas suas Prioridades de Sustentabilidade, a Syngenta busca desenvolver novas tecnologias e soluções que ajudem os agricultores a cultivar plantas mais produtivas e em um solo mais saudável e com maior rendimento. A Syngenta Crop Protection está sediada em Basileia, na Suíça, e a Syngenta Seeds está sediada nos Estados Unidos. Inscreva-se no Diálogos Agrojor: https://www.sympla.com.br/evento/3-dialogos-agrojor/3017610

Quem é Pablo Toledo, da BYD Brasil, um encontro marcado no Diálogos Agrojor

Pablo Toledo construiu uma trajetória sólida no jornalismo e na comunicação corporativa, com passagens por algumas das principais redações brasileiras e hoje ocupa a posição de diretor de Marketing e Comunicação da BYD Brasil. À frente da estratégia de comunicação da empresa desde abril de 2023, com base em São Paulo, atua no fortalecimento da marca em um mercado de mobilidade em rápida expansão e que exige posicionamento claro em temas como inovação, sustentabilidade e relacionamento com a sociedade. No dia 4 de outubro, Toledo será um dos debatedores na mesa “Comunicação e reputação em tempos de redes sociais” no 3º Diálogos Agrojor, que acontece em formato híbrido no auditório da FIA, em São Paulo.  Com mais de duas décadas de atuação em jornalismo e comunicação, Toledo transita entre a prática editorial, a gestão de equipes e o planejamento estratégico de marcas e empresas. É mestre pela Columbia University Graduate School of Journalism, em Nova York, em Televisão. Foi bolsista Maria Moors Cabot, distinção concedida a estudantes latino-americanos com destaque acadêmico e profissional. Sua carreira teve início no Grupo Bandeirantes de Comunicação em 1997, onde permaneceu por mais de cinco anos como repórter do telejornal noturno, cobrindo temas de saúde, meio ambiente e política nacional. A experiência como repórter de rua foi fundamental para moldar a visão jornalística que o acompanharia em toda a trajetória, marcada pelo rigor na apuração e pela busca de narrativas consistentes. Em 2002, aceitou o desafio de trabalhar em Angola como editor-chefe da Televisão Pública de Angola (TPA). Durante um ano e meio, coordenou a produção do programa semanal “Nação Coragem”, liderando equipes de repórteres e cinegrafistas em um país que vivia um momento decisivo de reconstrução social e política. A experiência internacional foi determinante para consolidar sua atuação como gestor de equipes jornalísticas em cenários complexos. De volta ao Brasil, seguiu no Grupo Bandeirantes como correspondente em Nova York, entre 2005 e 2006, período em que acumulou as funções de repórter, produtor e editor. Pouco depois, em 2006, passou a integrar a Editora Abril como gerente de vídeo digital, liderando a produção e a capacitação de repórteres em técnicas de audiovisual, quando as redações ainda davam os primeiros passos na transição para o ambiente online. A partir de 2007, ingressou na Record TV, onde desenvolveu a maior parte de sua carreira executiva. Primeiro como editor executivo, coordenou durante quase quatro anos a produção e a pós-produção de programas de jornalismo investigativo e estilo de vida. Em 2011, assumiu o cargo de editor-chefe da emissora, função que ocupou por oito anos, consolidando sua experiência em gestão editorial. Em 2019, tornou-se gerente de redação, cargo em que permaneceu até 2023, liderando uma das maiores estruturas jornalísticas do país e respondendo por planejamento editorial e estratégia de conteúdo. O  3º Diálogos Agrojor tem o patrocínio Ouro da Syngenta. O patrocínio Prata é da Corteva e no patrocínio Bronze estão Bayer, Cargill, Elanco e Yara. Com apoio da FIA Business School e da Almagrino. Inscreva-se no Diálogos Agror