Author : Comunica - Rede Agrojor

4º Diálogos Agrojor debate como inteligência artificial, audiência e atenção estão transformando o jornalismo

O 4º Diálogos Agrojor, marcado para 7 de novembro, na FAAP, em São Paulo (SP), reúne jornalistas e especialistas para debater os desafios de uma profissão em transformação e os novos caminhos para o agrojornalismo. A programação aborda temas como inteligência artificial, construção de audiência, economia da atenção e networking, colocando na agenda o futuro da profissão em um cenário de mudanças aceleradas.   O Diálogos Agrojor nasceu em 2023 com a proposta de aproximar os profissionais do agrojornalismo de referências da imprensa que atuam em outras áreas da comunicação. O encontro promove a troca de experiências e amplia o contato dos participantes com práticas, tendências e discussões que fazem parte de diferentes segmentos do jornalismo, contribuindo para a reflexão sobre os caminhos da profissão e os desafios da comunicação.   Para este encontro estão convidadas cinco personalidades que se destacam em suas áreas de atuação. Entre eles, Cristina Tardáguila, Mara Luquet, Jaqueline Naujorks, Paula Miraglia e Elbio Valente. Na quarta edição do Diálogos serão quatro mesas de debates sobre dilemas jornalísticos atuais.  Na primeira mesa que acontece das 9h30 às 10h30, com moderação de Cassiano Ribeiro (Valor Econômico/ Globo Rural/ CBN), Cristina Tardáguila abordará o tema “O jornalista e a inteligência artificial – O que sobra na lida do trabalho quando a Inteligência Artificial faz quase tudo?”. Ela é fundadora da Agência Lupa e atualmente é pesquisadora sênior da Digital Democracy Intitute of the Americas (DIA), a partir de Washington (Estados Unidos).  Logo na sequência, entre 11h e 12h, Mara Luquet, fundadora e CEO do canal My News e Jaqueline Naujorks, jornalista e influenciadora, abordam o tema “A era do jornalista-marca – Esse profissional ainda depende de empresas ou precisa construir sua própria audiência?”. O assunto que será mediado por Denise Carvalho (Blue Chip).  A terceira mesa, das 12h às 13h, será composta por Paula Miraglia, Fundadora e CEO da Momentum Journalism & Tech e publisher da Gama Revista, e Elbio Valente, mentor, roteirista, criador de formatos e idealizador da newsletter Economia da Atenção, colocam em pauta “A Economia da Atenção – Ninguém lê, vê ou escuta? – Como disputar público em um mundo de estímulos”. Mesa que terá a moderação de Pedro Costa (Terraviva e Agro+).  A mesa de encerramento será “Conversas que não cabem no palco – Networking, conexões e as melhores prosas do jornalismo” e acontece como uma celebração regada a carnes, legumes, grãos, frutas, sucos e cafés, onde tudo começa nas pautas do jornalismo agro. Um almoço que serve como ponte para o encontro de colegas próximos e para o fortalecimento de novas relações.  “Esse estreitamento de relações já ocorre no nosso dia a dia, por meio de workshops e oficinas, que são sempre online. Mas encontrar os colegas ao vivo e com tempo para conversas é sempre muito enriquecedor”, afirma Vera Ondei, presidente da Rede Brasil de Jornalistas Agro.  O evento é promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor), com sede em São Paulo (SP), formada atualmente por cerca de 140 jornalistas que atuam no setor, em redações, projetos próprios, assessorias e comunicação corporativa. Seus associados estão em 12 estados e no Distrito Federal. A Rede nasceu em abril de 2022 e é filiada à Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ), presente em 62 países onde atuam cerca de 5.500 jornalistas. O 4º Diálogos Agrojor será presencial e online. Para associados da Rede o evento é gratuito. Para demais interessados, saiba como participar aqui. O evento conta com patrocínio Ouro da Syngenta, patrocínios Bronze da Acrimat, Bayer, Cargill, Elanco, Koppert e Yara, além do apoio da ABIEC, ABPA, Coffee++ e FAAP. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.   

Agrojor participa do GAFFFF 2026 e leva o jornalismo especializado ao debate sobre agregação de valor ao agro

A Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor) participou do GAFFFF 2026, realizado em São Paulo (SP), com a presença da presidente Vera Ondei no painel “Como Adicionar Valor às Exportações do Agro Brasileiro”. O debate destacou a importância da comunicação, da transparência e do acesso à informação para a construção da reputação internacional do agro brasileiro. Ao lado de Vera esteve Roberto Perosa, da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), e Eduardo Leão de Sousa, da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA). A mediação foi de Fernanda Maciel. Durante o debate, a presidente da Agrojor destacou que a competitividade do Brasil no mercado externo também depende da maneira como o país apresenta sua produção ao mundo. Para ela, a transparência e o acesso à informação são fundamentais para a construção dessa imagem. “Um país pode produzir de forma extraordinária e ainda assim perder valor se quem está do outro lado não consegue entender como o Brasil produz”, afirmou Vera. Ela também ressaltou a necessidade de aproximar jornalistas, instituições e representantes do setor, com base no jornalismo especializado e na ciência da comunicação. “A gente não tem a bandeira de defender o agro. O que a gente quer com a Rede Brasil de Jornalistas Agro é abrir espaços para que a defesa do agrojornalismo e do Brasil produtivo seja feita com base na ciência da comunicação”, explicou. A relação da Agrojor com a Federação Internacional de Jornalistas Agropecuários (IFAJ) também esteve entre os assuntos abordados. A conexão com a organização internacional possibilita o intercâmbio entre profissionais brasileiros e estrangeiros, além de aproximar jornalistas de outros países da realidade do agronegócio nacional. “A gente precisa estar disposto a abrir portas e a ouvir todas as dúvidas que eles têm em relação ao Brasil. E a gente precisa responder com a ciência e com o que a gente está produzindo”, afirmou. Vera também chamou a atenção para a necessidade de manter um relacionamento constante com a imprensa internacional. Segundo ela, a construção de uma imagem sobre o agronegócio brasileiro não deve começar apenas quando surgem questionamentos ou situações de crise. “Comunicação internacional não começa quando surge uma crise. Relacionamento precisa ser construído antes”, destacou. A participação da entidade mostra o papel da Agrojor na construção do agrojornalismo e na mediação de espaços de diálogo sobre informação de qualidade no agronegócio brasileiro. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.  

Associados da Rede Agrojor são destaque no Prêmio Especialistas 2026

Profissionais estiveram entre indicados e premiados nas categorias Agricultura e Pecuária O jornalismo especializado em agronegócio produzido por profissionais que integram a Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) ganhou destaque na 12ª edição do Prêmio Especialistas, promovido pelo Cecom – Centro de Estudos da Comunicação e pela Plataforma Negócios da Comunicação. Associados foram indicados e premiados nas categorias Agricultura e Pecuária, reforçando a presença dos Agrojors entre os profissionais reconhecidos pela cobertura especializada do setor. Aleksander Horta, do Notícias Agrícolas, foi destaque na categoria Agricultura e Viviane Taguchi, do Grupo Bandeirantes, na categoria Pecuária. Entre os indicados ainda estão os agrojors Pedro Costa (Terra Viva/Agro+), Cassiano Ribeiro (Globo Rural) e Vera Ondei (Forbes). Premiado, Aleksander Horta soma uma longa trajetória dedicada ao jornalismo do agro. À frente do Jornalismo do Notícias Agrícolas, acompanha diariamente temas ligados à produção, commodities, clima, economia e política agrícola. Viviane Taguchi também foi destaque da categoria Pecuária. Com atuação dedicada à cobertura do agronegócio, a jornalista integra o time de profissionais associados Rede Agrojor premiados nesta edição. A Rede Agrojor reúne jornalistas de diferentes regiões do país e promove iniciativas voltadas à qualificação profissional, troca de experiências, conexões, eventos e relacionamento nacional e internacional entre profissionais que atuam na cobertura do setor. “A presença dos associados no Prêmio Especialistas evidencia a qualidade e a diversidade de profissionais que integram a Rede e contribuem diariamente para transformar a complexidade do agronegócio em informação jornalística de relevância para à sociedade”, pontua a vice-presidente da instituição, Mariele Previdi. Para se associar e participar da Oficina de Marketing para Jornalistas do Agro, acesse esse link

Fórum Agrojor no SIAVS debate os papéis do jornalismo e do marketing na construção da reputação do agronegócio

Painel reuniu representantes da imprensa, do marketing e da comunicação corporativa para discutir como ampliar o diálogo entre o agro e a sociedade sem comprometer a independência jornalística A comunicação do agronegócio esteve no centro dos debates durante o Fórum Agrojor, realizado na programação do SIAVS (Salão Internacional da Proteína Animal), no dia 06 de agosto. Promovido pela Rede Agrojor (Rede Brasil de Jornalistas Agro), o encontro reuniu, de forma presencial e online, cerca de 60 jornalistas, profissionais de marketing e representantes do setor para discutir os limites, as responsabilidades e as complementaridades entre jornalismo, marketing e assessoria de imprensa na construção da imagem do agro brasileiro. Ao longo do fórum, com a participação do público presencial e online com perguntas e debates, os participantes convergiram em um ponto central: fortalecer a reputação do agronegócio brasileiro não é responsabilidade exclusiva do jornalismo nem do marketing. Trata-se de um trabalho coletivo que envolve empresas, entidades, assessorias de imprensa, veículos de comunicação e profissionais comprometidos com a transparência, a produção de informação qualificada e o diálogo permanente com a sociedade. Lideraram a discussão Mariele Previdi, vice-presidente da Rede Agrojor, Fernanda Pressinott, editora do CNN Agro e Ricardo Nicodemos, presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e do Agro (ABMRA). A abertura foi conduzida pela vice-presidente, que destacou a importância de promover um debate recorrente entre os profissionais da comunicação do agro. Segundo ela, é comum que jornalistas sejam questionados sobre a responsabilidade de “defender o agro”, quando, na realidade, o papel do jornalismo é informar a sociedade de forma independente e crítica. “A discussão não é jornalismo versus marketing. É compreender como cada área pode contribuir, dentro de suas atribuições, para ampliar a circulação de informações de qualidade”, destacou. A presidente da Rede Agrojor, Vera Ondei, participou por videoconferência diretamente de Xangai, na China. Em sua mensagem, ressaltou que o jornalismo evoluiu por meio do debate, da troca de experiências e da disposição para rever conceitos, defendendo a produção de um jornalismo agro cada vez mais qualificado. Independência jornalística é indispensável Fernanda Pressinott explicou que a missão do jornalista é atender ao interesse do público e não atuar como porta-voz de empresas ou setores econômicos. Ela lembrou que notícias consideradas negativas para uma organização podem ser extremamente relevantes para investidores, fornecedores, funcionários e consumidores. Segundo a jornalista, esconder informações apenas dificulta o trabalho da imprensa e aumenta o risco de interpretações equivocadas.”Quanto mais as empresas se fecham, maior é a dificuldade para contextualizar corretamente os fatos. A informação será publicada de qualquer forma. Quando a empresa se posiciona, ela ajuda a construir uma narrativa mais completa e transparente”, afirmou. Fernanda também defendeu que o agro precisa comunicar melhor temas sensíveis à sociedade. “É preciso enfrentar assuntos como uso de defensivos, desmatamento ou outros temas controversos com dados, contexto e transparência, ao invés de simplesmente negar os problemas. O setor ainda se comunica muito mal com quem está fora da porteira”, observou. Já Ricardo Nicodemos reforçou que marketing e jornalismo são atividades complementares, porém exercem papéis completamente diferentes. Enquanto a publicidade e o marketing têm a missão de construir reputação por meio de comunicação institucional, a imprensa deve preservar sua autonomia para informar, inclusive quando a pauta envolve temas negativos. “Publicidade é publicidade. Assessoria de imprensa é assessoria de imprensa. Jornalismo é jornalismo. Quando esses papéis se confundem, todos perdem, principalmente a credibilidade da informação”, afirmou. Nicodemos também alertou para a necessidade de as empresas continuarem investindo nos veículos especializados de comunicação, ressaltando que a sustentabilidade do jornalismo depende da publicidade e que a proliferação de canais próprios não substitui o papel da imprensa independente. Comunicação estratégica para aproximar cidade e campo Durante o painel, Ricardo apresentou o projeto “Marca Agro do Brasil”, desenvolvido pela ABMRA com base em pesquisas nacionais sobre percepção pública do setor. Os levantamentos mostram um contraste interessante: enquanto 65% dos produtores acreditam que a população urbana tem uma visão negativa do agro, cerca de 70% dos entrevistados nas cidades afirmam possuir uma percepção positiva do setor. O principal desafio identificado está entre o público jovem, mais influenciado pelas redes sociais e menos conectado à realidade da produção agropecuária. Segundo ele, o projeto propõe uma estratégia permanente baseada em três pilares — consistência, frequência e continuidade — para aproximar a sociedade urbana do agronegócio por meio da educação, da comunicação e do relacionamento. A campanha utiliza uma personagem chamada “Aninha”, criada a partir de pesquisas qualitativas, para apresentar o agro de forma leve, educativa e sem tom defensivo, estimulando o público a conhecer melhor a produção brasileira. Outro tema recorrente durante o fórum foi a importância de proporcionar experiências de campo para jornalistas que não atuam diretamente na cobertura agropecuária. Fernanda destacou que boa parte dos profissionais das grandes redações desconhece a dinâmica do setor e que iniciativas de aproximação podem contribuir para uma cobertura mais qualificada. Nicodemos complementou defendendo programas permanentes de relacionamento com jornalistas, visitas técnicas e ações de educação voltadas aos formadores de opinião. Transparência fortalece a reputação O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, participou brevemente da programação e ressaltou que o SIAVS nasceu justamente com o propósito de aproximar jornalistas da realidade da cadeia produtiva. Ele destacou iniciativas como o Projeto Imagem, que leva profissionais da imprensa internacional para conhecer de perto a produção brasileira, e reforçou que transparência é o melhor caminho para enfrentar críticas e combater a desinformação. “No momento em que convivemos com tantas fake news, o papel do jornalismo sério e da comunicação responsável torna-se ainda mais importante para mostrar a realidade do setor”, afirmou. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país. 

Costa Rica abre as portas para jornalistas internacionais

Rede Agrojor incentiva participação de associados em programa que amplia a visão e formação de profissionais especializados em agro Jornalistas especializados em agronegócio membros da International Federation of Agricultural Journalists (IFAJ) podem se inscrever para participar do programa Exposure-4-Development (E-4-D) 2026, que será realizado na Costa Rica entre os dias 18 e 26 de outubro. As inscrições seguem abertas até 7 de agosto e os profissionais selecionados serão comunicados até o dia 15 do mesmo mês. A iniciativa reunirá 12 jornalistas de diferentes países para uma imersão na agricultura tropical costarriquenha, proporcionando uma experiência de campo voltada ao conhecimento da produção agrícola, sustentabilidade, comércio internacional e desafios do setor. Vice-presidente Internacional da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor), Daniel Duarte Azevedo, incentiva os associados a aproveitarem as oportunidades. “O programa é uma das iniciativas mais interessantes da IFAJ para ampliar a formação e a visão internacional de jornalistas especializados no agro. Além de proporcionar acesso direto à realidade da produção em diferentes países, cria oportunidades de intercâmbio, fortalece redes de relacionamento e contribui para uma cobertura cada vez mais qualificada dos grandes desafios globais do setor”, afirma. Segundo Azevedo, o programa já levou jornalistas de diferentes partes do mundo para missões técnicas em países como Tailândia, Brasil, China, Zâmbia, Tanzânia e Quênia, consolidando-se como uma importante ferramenta de desenvolvimento profissional para comunicadores do agro. CONHECIMENTO TÉCNICO E POLÍTICO – Consta na programação visitas em propriedades produtoras de leite, cacau, abacaxi, café e óleo de palma, além do principal porto da Costa Rica voltado ao comércio pelo Oceano Atlântico. O grupo também terá encontros com autoridades e especialistas em políticas agrícolas, comércio exterior, meio ambiente e manejo de pragas. Viabilizado por uma parceria com a CropLife International, o programa oferece uma oportunidade acessível de intercâmbio internacional. Os jornalistas selecionados deverão arcar com uma taxa de participação de € 400, além das despesas de deslocamento até San José, capital da Costa Rica. Podem se candidatar jornalistas vinculados a associações membros da IFAJ em situação regular. A seleção será realizada por um júri internacional, que prioriza profissionais com interesse e potencial para produzir reportagens e conteúdos a partir da experiência vivenciada durante a missão. Como participar

Saiba quem são Paulo Artaxo e José Marengo, os cientistas que estarão no workshop da Rede Agrojor

Quando o assunto é mudanças climáticas no Brasil, poucos nomes carregam tanto peso científico quanto Paulo Artaxo e José Marengo. Os dois pesquisadores participam nesta quarta-feira (24), às 9h, do workshop da Rede Agrojor “Como cobrir mudanças climáticas sem cair em narrativas prontas?”, encontro exclusivo para associados. Embora frequentemente apareçam lado a lado em debates sobre clima, suas trajetórias seguiram caminhos diferentes e complementares. Paulo Artaxo passou a carreira tentando responder uma pergunta que ganhou importância global nas últimas décadas: qual é o papel da Amazônia no equilíbrio climático do planeta? Físico de formação e professor titular da Universidade de São Paulo (USP), tornou-se uma das maiores referências mundiais em estudos sobre aerossóis atmosféricos, queimadas, qualidade do ar e interação entre floresta e atmosfera. Seu trabalho ajudou a demonstrar como a floresta amazônica influencia a formação de nuvens, os regimes de chuva e o ciclo global do carbono. Ao longo da carreira, participou de projetos científicos em instituições como Harvard, Instituto Max Planck e Nasa, além de integrar sucessivos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), principal órgão científico da ONU para o tema. Hoje, está entre os pesquisadores brasileiros mais citados da literatura científica internacional. Se Artaxo ajuda a explicar como funciona o sistema climático, José Marengo dedica sua carreira a entender como as mudanças nesse sistema afetam a vida das pessoas. Nascido no Peru e radicado no Brasil há mais de 30 anos, Marengo é climatologista e pesquisador do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Seu nome está associado a alguns dos estudos mais importantes já produzidos sobre secas, enchentes, ondas de calor e eventos climáticos extremos na América do Sul. Foi um dos pioneiros na construção de cenários climáticos para o continente e participou dos debates que moldaram a compreensão científica sobre os riscos do aquecimento global para recursos hídricos, agricultura, cidades e infraestrutura. Nas últimas décadas, tornou-se uma das principais vozes científicas brasileiras quando o assunto é adaptação climática e prevenção de desastres. Para quem acompanha as discussões sobre clima, meio ambiente e agropecuária, o encontro reúne dois pesquisadores que ajudaram a construir parte do conhecimento científico que hoje orienta governos, empresas e organismos internacionais sobre um dos temas mais relevantes do século 20. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

Workshop aborda cobertura de mudanças climáticas

Como falar de mudanças climáticas sem cair em narrativas prontas? Esse é o tema do workshop de junho promovido pela Rede Agrojor. Anote na agenda. O encontro será na próxima quarta-feira (24), às 9h, via zoom, exclusivo para associados.  A conversa será mediada pela jornalista, podcaster e roteirista Ângela Ruiz e contará com José Marengo, um dos principais climatologistas do Brasil e coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Cemaden, e Paulo Artaxo, professor titular do Instituto de Física da USP e coordenador do Centro de Estudos Amazônia Sustentável (CEAS) da USP. Para Ângela, cobrir mudanças climáticas exige mais do que repercutir eventos extremos ou reproduzir discursos prontos. “O desafio do jornalismo é contextualizar os fatos, diferenciar o que é um fenômeno meteorológico de curto prazo do que são tendências climáticas de longo prazo e traduzir informações técnicas em conteúdo acessível e baseado em evidências”, diz. Com a previsão de um El Niño intenso e eventos climáticos extremos, cada vez mais é necessário entender os fenômenos. Para a jornalista, é fundamental o profissional compreender as diferenças. “Quando ele compreende isso, consegue produzir reportagens mais equilibradas, precisas e relevantes para a sociedade”, destaca. A presença dos associados da Rede Agrojor é fundamental para a construção desse diálogo e o fortalecimento das relações. Participe. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio IFAJ Star Prize 2026

A premiação global que reconhece a excelência do jornalismo agrícola está com as inscrições abertas. Os associados da Rede Agrojor têm até o dia 15 de maio para inscreverem seus trabalhos. O prêmio tem cinco temas centrais: inovação, sustentabilidade, tecnologia, questões globais e cultura rural. As obras serão avaliadas nos formatos de mídia impressa, fotografia, áudio, vídeo e mídia digital. São doze chances de vitória. Cada vencedor receberá o prêmio em dinheiro, no valor de 500 euros, com a possibilidade de reconhecimento adicional por meio de menções honrosas e prêmios especiais, como o título de Jornalista do Ano de 2026 e o Prêmio Supremo da Guilda. A competição é para membros das entidades filiadas à IFAJ em situação regular. Cada participante pode submeter até duas inscrições no total, respeitando o limite de uma inscrição por tema. É necessário que os trabalhos tenham sido publicados durante o ano de 2025. Caso o conteúdo não esteja em inglês, o participante deve providenciar a tradução para que a comissão internacional realize a avaliação. Para se inscrever, o jornalista deve acessar o site da IFAJ, navegar até a seção de temas da premiação e selecionar o que interessar. Neste campo, o candidato será direcionado para a página de inscrição. Dois jornalistas brasileiros da Rede Agrojor estiveram entre os vencedores na edição de 2025 do IFAJ Star Prize: Ariosto Mesquita, do Mato Grosso do Sul, e Leandro Fidelis, do Espírito Santo. Mesquita foi destaque na categoria Impressa pela reportagem “Crédito de carbono chega à pecuária”, que aborda o mercado de créditos de carbono e apresenta um caso pioneiro no Brasil. Já Fidelis foi premiado na categoria Cultura Rural com a reportagem “Uma revolução verde capixaba”, que retrata os impactos da agroecologia na agricultura familiar. A premiação foi anunciada no dia 18 de outubro durante o Congresso Mundial da IFAJ, realizado em Nairobi, no Quênia. Mais informações: https://www.ifaj.org/contests-and-awards/ Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

31 associados da Rede Agrojor avançam para a segunda fase do prêmio +Admirados da Imprensa do Agro

Votação aberta até 4 de maio elege os TOP 50 jornalistas e o TOP 3 por categoria Trinta e um associados da Rede Agrojor estão entre os 100 finalistas do prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio, promovido pela Jornalistas&Cia. O número supera o da edição anterior, quando a entidade totalizou 220 indicações no primeiro turno, ante um total de 260 nomes indicados nesta edição. O resultado reforça a presença da cobertura especializada em agronegócio no centro do debate sobre o jornalismo brasileiro e consolida o protagonismo dos profissionais ligados à Rede, apoiadora institucional do prêmio desde a sua fundação. “A Rede Agrojor apoia o prêmio desde o início por entender a importância do reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos jornalistas especializados em agro. Entendemos que é uma forma de valorizar nossos associados e todos os profissionais que atuam no setor”, afirma Flávia Romanelli, diretora de comunicação da Rede Agrojor. A curva ascendente de associados finalistas acompanha o crescimento da própria entidade e da cobertura especializada que seus membros produzem em veículos de todo o Brasil, do impresso ao digital, do rádio à televisão. Na edição de 2025, a Rede Agrojor encerrou com 17 associados entre os 50 mais votados, quatro deles no TOP 10. A presença expressiva não é resultado de mobilização pontual, e sim de uma construção coletiva e consistente ao longo do tempo. “O número de associados que são indicados e vencem o prêmio vem crescendo ano a ano, mostrando a relevância tanto do prêmio quanto da participação desses jornalistas na Rede Agrojor”, afirma Flávia. “ Aproveito para parabenizar todos os associados indicados e desejar boa sorte.” O prêmio chega à sua sexta edição promovido pela Jornalistas&Cia, newsletter criada em setembro de 1995 por Eduardo Ribeiro e que, em três décadas, tornou-se uma das publicações de maior audiência no jornalismo especializado brasileiro, com cerca de 55 mil leitores semanais. Para chegar aos vencedores, a iniciativa da plataforma Jornalistas&Cia não funciona por inscrição. Os participantes chegam à disputa exclusivamente por indicação direta de colegas de profissão e de profissionais de comunicação, o que confere peso e legitimidade particulares ao reconhecimento. Esta é a edição de maior engajamento desde a criação da categoria de agronegócio, com mais da metade dos 100 finalistas figurando pela primeira vez na lista. As votações seguem abertas até 4 de maio, quando serão definidos os TOP 50 jornalistas e o TOP 3 em cada categoria de veículo. Confira quem são os 31 associados da Rede Agrojor classificados para a segunda fase (em ordem alfabética): Aleksander Horta, Alessandra Bergmann, Alessandra Mello, Ângela Ruiz, Ariosto Mesquita, Bruno Faustino, Carolina Pastl, Cassiano Ribeiro, Cristina Vieira, Daniel Azevedo Duarte, Divino Onaldo, Eliza Maliszewski, Fernanda Pressinott, Flávia Macedo, Gisele Loeblein, Igor Savenhago, Ingrid Alves, Italo Roberto Bertão Filho, Jaqueline Pereira da Silva, Leandro Luiz Mariani Mittmann, Luiz Fernando Passos Correia de Sá, Luiz Patroni, Marcelo Rodrigo Garcia de Toledo, Mariana Grilli Lucas Silva, Marusa Pacheco Trevisan, Pasquale Augusto Di Salvo, Pedro Borges da Costa, Sandra Jassa, Thais D’Avila, Valter Puga Junior e Vera Ondei. CLIQUE NESTE LINK PARA VOTAR: https://pesquisa.portaldosjornalistas.com.br/pesquisa/admirados-agro-2026-2o-turno Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

Worshop: Qual é o legado do Ifaj Executive Meeting

É hora de discutir os impactos do Executive Meeting na imprensa agro do mundo todo. E você está convidado para participar dessa conversa. O encontro será na quarta-feira (22), às 16h, via zoom. Steve Werblow, presidente da Ifaj, já confirmou presença. Ele participou da programação, que percorreu parte do interior paulista numa imersão pela agropecuária brasileira, ao lado de 50 jornalistas de 22 países, e poderá compartilhar as impressões dos colegas do mundo todo sobre a cadeia produtiva nacional.Os profissionais estrangeiros já estão divulgando suas matérias por aí. Por aqui, é hora de solidificar as pontes construídas e o legado para o jornalismo especializado. Sua presença é fundamental para a construção desse diálogo e o fortalecimento das relações. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país

+Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026: Participe do 1º Turno com o apoio da Rede Agrojor

A Rede Agrojor convida toda a comunidade de comunicação para participar da 6ª Edição do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio, que já está com as votações do primeiro turno abertas. Como apoio desta iniciativa, a Agrojor reforça seu compromisso em valorizar o jornalismo especializado, entendendo que reconhecer os talentos do setor é fundamental para fortalecer a imagem do agro brasileiro.  A votação acontece de forma digital através do portal oficial do prêmio, permitindo que você navegue e confirme suas escolhas clicando em “Concluir” na última aba. Neste primeiro turno, você pode indicar até cinco opções em categorias que abrangem todo o ecossistema da notícia: Agência de Notícias, Áudio (Rádio/Podcast), Canal de Youtube, Periódico Especializado (Impresso/Digital), Programa de TV (Especializada e Geral), Site/Portal, Veículo Geral e Jornalistas. A participação é exclusiva para jornalistas, profissionais de agências de comunicação, assessorias e comunicação corporativa, garantindo um olhar técnico e qualificado sobre os indicados. A Rede Agrojor acredita que a união dos comunicadores é o que traz credibilidade para o setor. Ao votar, você ajuda a destacar as melhores práticas e os profissionais que fazem a diferença.  Participe desta iniciativa apoiada pela Rede Agrojor e ajude a premiar a excelência na comunicação do agronegócio. . Acesse o site para obter mais informações: https://pesquisa.portaldosjornalistas.com.br/pesquisa/admirados-agor-2026-1o-turno

Jornalistas da IFAJ visitam fazenda referência em agricultura regenerativa no Brasil

Estrangeiros conhecem o trabalho da família Vick, em Piracicaba (SP), modelo de sustentabilidade e resiliência diante de desafios climáticos da região Irmãs Aline e Nathalia Vick, proprietárias da Fazenda Estância Representantes da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ) participaram de uma visita técnica à Fazenda Estância, em Pirassununga, SP, no dia 19 de março. A unidade é referência em práticas de agricultura regenerativa e integra a iniciativa global Bayer ForwardFarming, que demonstra essas práticas no campo. A atividade fez parte do Executive Meeting, reunião anual de delegados da IFAJ, organizada neste ano no Brasil pela Rede Agrojor, com o apoio da Bayer. Com uma agenda focada no agro brasileiro contemporâneo, o encontro ocorreu de 15 a 20 de março e reuniu jornalistas de 22 países. A fazenda que os jornalistas conheceram foi fundada por José Vick e passou por um processo de sucessão familiar em 2018. Hoje, suas filhas Nathalia Vick, administradora e gestora de agronegócios, e Aline Vick, economista, estão à frente da propriedade. A unidade tem 1.100 hectares dedicados às culturas de soja, milho, sorgo, mandioca e cana-de-açúcar. Segundo levantamento divulgado pela propriedade, a adoção de práticas de agricultura regenerativa a longo prazo resultou em mais estabilidade produtiva e redução das emissões de gases de efeito estufa na fazenda. Durante a safra 2024/25, a média de emissões para a cultura de soja foi 60% menor do que a média brasileira. Já para o milho segunda safra, elas foram 46% menores do que a média nacional para a cultura no período. Em relação à soja, foram avaliados 11 talhões e levados em consideração fatores como mudança do uso da terra, plantio, manejos, colheita, secagem e transporte. A análise concluiu que a pegada de carbono na safra 2024/25, em média, atingiu 616,4 kg CO2 eq./t, ou seja, 60% menor do que a média nacional, 1526 kg CO2 eq./t. Um talhão em específico chegou a 373 kg CO2 eq./t, 76% menor do que a média brasileira. “É importante ressaltar que cada talhão possui um perfil de solo e histórico de manejo diferente, o que influencia a pegada. Ainda assim, o talhão com maior pegada registrada representa um montante 22% menor do que a média nacional”, explica Felipe Albuquerque, diretor de sustentabilidade da divisão agrícola da Bayer para a América Latina. Seguindo a mesma metodologia, a análise de pegada para o cultivo de milho segunda safra concluiu que a média da Fazenda Estância é 46% menor, 751,71 kg CO2 eq./t, do que a média nacional para a cultura, 1387 kg CO2 eq./t. Metodologia PRO Carbono O cálculo das emissões foi feito por meio da Footprint PRO Carbono, ferramenta desenvolvida pela Bayer em parceria com a Embrapa, baseada na avaliação do ciclo de vida (ACV), que calcula a pegada de carbono de produtos agrícolas em sistema de produção de soja, milho e algodão. Capaz de efetuar cálculos por talhão, um diferencial em relação a outras ferramentas no mercado, a calculadora permite um diagnóstico preciso e o reconhecimento de propriedades e produtores eficientes do ponto de vista de emissão de gases de efeito estufa. Para Aline Vick, pequenas mudanças no manejo fazem toda a diferença. “Existem decisões que estão ao alcance dos produtores. No caso da cultura da soja, por exemplo, substituímos a aplicação de ureia pelo nitrato, que emite menos gases de efeito estufa. Implementamos tecnologias de precisão que minimizam as manobras de maquinário, resultando em economia de combustível e redução das emissões de gases. Uma agricultura mais precisa não apenas melhora os resultados obtidos, mas também gera benefícios sustentáveis a longo prazo.” Produtividade e solo mais saudável A saúde do solo é um dos elementos centrais da agricultura regenerativa e contribui para produzir a mesma ou maior quantidade de produtos agrícolas a partir de uma extensão territorial menor, com menos recursos e menor pegada climática e ambiental. Em talhões com menor pegada, por exemplo, o índice de produtividade de soja da fazenda foi maior, chegou a 77 sacas por hectare. Além disso, entre 2020 e 2024, a propriedade manteve uma produtividade estável, em alguns casos até acima da média da região, mesmo durante período de chuvas escassas. Grande parte desse ganho é relacionado à adoção de práticas de agricultura regenerativa, como rotação de culturas e plantio direto, provando que sustentabilidade e produtividade andam juntas. “A saúde do solo é a base de todo o nosso trabalho. Por meio da agricultura regenerativa, fortalecemos sua estrutura e promovemos um ecossistema mais equilibrado. Hoje, adotamos essas práticas em toda a propriedade, um trabalho que construímos ao longo dos anos, que resulta em solos com maior resiliência ambiental e condições ideais para uma produção sustentável ao longo do tempo. A sustentabilidade virou a nossa marca”, pontua Aline. Plataforma PRO Carbono Desde 2021, a Fazenda Estância faz parte do PRO Carbono, maior plataforma de soluções regenerativas da América Latina que conecta agricultores, indústrias e mercados que buscam cadeias produtivas e integram sustentabilidade como vantagem competitiva e motor de crescimento do negócio.   De lá para cá, novas técnicas foram implementadas e ampliadas para avançar na regeneração do solo na propriedade, como a intensificação da rotação de raízes. Hoje, mais de 80% das áreas de produção de grãos já receberam plantas de cobertura em substituição ao milho ou ao sorgo de segunda safra. Uma análise comparativa simples de um talhão, feita entre 2021 e 2024, concluiu que, após três anos de práticas de agricultura regenerativa, o solo analisado revelou um aumento no teor de fósforo, um dos principais nutrientes a ser considerado em uma agricultura tropical, por ser pouco presente no solo brasileiro.  O cálcio também apareceu em maior quantidade, e esses resultados indicam melhoria gradual e sustentável da fertilidade e do perfil químico do solo, além de potencial redução no uso de calcário, o que contribui para um menor impacto ambiental no futuro. “O solo da fazenda é arenoso, uma característica da região, o que torna necessário um conjunto de ações para melhorar a sua saúde. O plantio direto e a rotação de culturas na fazenda favorecem

Yara lidera iniciativas para a descarbonização da cadeia de alimentos

A empresa, que tem como meta global ser neutra para o clima até 2050, avança em sua agenda no Brasil Diante do aumento da demanda global por alimentos e da urgente necessidade de adoção de uma agricultura regenerativa, que devolva os nutrientes ao solo, a Yara, líder global em nutrição de plantas, reforça seu compromisso em construir um futuro alimentar positivo para a natureza. Para isso, a empresa, que celebrou seus 120 anos em 2025, está focando seus esforços e investimentos na descarbonização da cadeia produtora de alimentos.  Este movimento é realizado com base em um portfólio de produtos de menor emissão de carbono, como os nitratos; no desenvolvimento de fertilizantes lower carbon; em ferramentas digitais inovadoras e eficientes em termos de recursos, adequadas para agricultores em todo o mundo; no compartilhamento de seu conhecimento agronômico centenário; e em atuar junto aos produtores para ajudá-los nesta transição, criando também fluxos de novas receitas para o campo. “O papel crucial dos fertilizantes tornou-se evidente para muito além da nossa indústria, e com razão. Com metade da população mundial com alimentos na mesa devido aos fertilizantes, é compreensível e apropriado que os líderes mundiais e o público tenham se preocupado com o que acontece quando os agricultores são incapazes de manter os seus solos férteis”, destaca Svein Tore Holsether, CEO da Yara International. De acordo com Holsether, o cenário geopolítico e outros fatores não podem pôr em risco a essa transição e a mudança para um futuro net-zero. “Pelo contrário, devem dar um forte impulso à aceleração da descarbonização e às soluções positivas para a natureza”, adiciona Brasil: potencial para promover uma agricultura sustentável No Brasil desde 1977, a Yara considera o País como um dos territórios de maior potencial para descarbonizar a cadeia de alimentos. Além da rápida adoção de tecnologia pelos agricultores, o Brasil tem oportunidades únicas como recursos naturais e uma matriz energética renovável para fazer a diferença nesta agenda de transformação.  Um dos primeiros passos no Brasil rumo à descarbonização da cadeia foi o uso de biometano na produção de amônia renovável e, consequentemente, fertilizantes lower carbon, e soluções industriais no Complexo Industrial de Cubatão (SP). O insumo entra no grid da planta, substituindo gradativamente o uso de gás natural e ajudando na descarbonização de todos os segmentos em que a empresa está inserida, reduzindo assim as emissões em até 90%.  O ano de 2025 foi um marco para a consolidação do portfólio de fertilizantes lower carbon, o Yara Climate Choice™. Hoje, a Yara atua em colaboração com a indústria do alimento com cinco importantes parceiros na jornada pioneira pela descarbonização da produção. No café, Cooxupé, Coocacer e, recentemente, com JDE e Ofi; na batata, com PepsiCo; no cacau, com Barry Callebaut. Esses parceiros utilizam a solução de fertilizantes lower carbon, que pode reduzir, em média, até 40% a pegada de carbono nos respectivos cultivos. A produção desses fertilizantes é feita com matriz energética renovável. Sobre a YaraA Yara, líder mundial em nutrição de plantas, cultiva conhecimento para alimentar o mundo e proteger o planeta de forma responsável. Para concretizar o compromisso de cultivar um futuro alimentar positivo para a natureza, oferece um portfólio de produtos de alta tecnologia com baixa emissão de carbono, desenvolve ferramentas agrícolas digitais destinadas à agricultura de precisão e trabalha em estreita colaboração com pesquisadores e parceiros da indústria para construir uma cadeia de valor do alimento cada vez mais sustentável. Com uma atuação integrada, a companhia também fornece soluções industriais para usos diversos, entre eles a redução de poluentes, melhorando a qualidade do ar das cidades. Fundada na Noruega, em 1905, para resolver a emergente crise de fome na Europa, está presente no mundo todo, com mais de 17 mil colaboradores e operações em mais de 60 países. No Brasil, a Yara está idealmente posicionada em todos os principais polos agrícolas. Com mais de 4 mil colaboradores, a empresa atende todos os perfis de produtores e culturas, colaborando com o crescimento da agricultura e o protagonismo do país no desafio de alimentar uma população mundial crescente. Desde que se instalou no Brasil, na década de 1970, a Yara vem trabalhando para fomentar a produção de fertilizantes, reduzindo a dependência de importação de matéria-prima e modernizando a indústria nacional, em linha ao seu compromisso global com a agenda de descarbonização. Yara Fertilizantes foi patrocinadora do Executive Meeting Brasil 2026, que reuniu jornalistas de 22 países pela IFAJ para uma viagem pelo campo no Brasil yara@inpresspni.com.br