Author : Comunica - Rede Agrojor

Estão abertas as inscrições para o Prêmio IFAJ Star Prize 2026

A premiação global que reconhece a excelência do jornalismo agrícola está com as inscrições abertas. Os associados da Rede Agrojor têm até o dia 15 de maio para inscreverem seus trabalhos. O prêmio tem cinco temas centrais: inovação, sustentabilidade, tecnologia, questões globais e cultura rural. As obras serão avaliadas nos formatos de mídia impressa, fotografia, áudio, vídeo e mídia digital. São doze chances de vitória. Cada vencedor receberá o prêmio em dinheiro, no valor de 500 euros, com a possibilidade de reconhecimento adicional por meio de menções honrosas e prêmios especiais, como o título de Jornalista do Ano de 2026 e o Prêmio Supremo da Guilda. A competição é para membros das entidades filiadas à IFAJ em situação regular. Cada participante pode submeter até duas inscrições no total, respeitando o limite de uma inscrição por tema. É necessário que os trabalhos tenham sido publicados durante o ano de 2025. Caso o conteúdo não esteja em inglês, o participante deve providenciar a tradução para que a comissão internacional realize a avaliação. Para se inscrever, o jornalista deve acessar o site da IFAJ, navegar até a seção de temas da premiação e selecionar o que interessar. Neste campo, o candidato será direcionado para a página de inscrição. Dois jornalistas brasileiros da Rede Agrojor estiveram entre os vencedores na edição de 2025 do IFAJ Star Prize: Ariosto Mesquita, do Mato Grosso do Sul, e Leandro Fidelis, do Espírito Santo. Mesquita foi destaque na categoria Impressa pela reportagem “Crédito de carbono chega à pecuária”, que aborda o mercado de créditos de carbono e apresenta um caso pioneiro no Brasil. Já Fidelis foi premiado na categoria Cultura Rural com a reportagem “Uma revolução verde capixaba”, que retrata os impactos da agroecologia na agricultura familiar. A premiação foi anunciada no dia 18 de outubro durante o Congresso Mundial da IFAJ, realizado em Nairobi, no Quênia. Mais informações: https://www.ifaj.org/contests-and-awards/ Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

31 associados da Rede Agrojor avançam para a segunda fase do prêmio +Admirados da Imprensa do Agro

Votação aberta até 4 de maio elege os TOP 50 jornalistas e o TOP 3 por categoria Trinta e um associados da Rede Agrojor estão entre os 100 finalistas do prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio, promovido pela Jornalistas&Cia. O número supera o da edição anterior, quando a entidade totalizou 220 indicações no primeiro turno, ante um total de 260 nomes indicados nesta edição. O resultado reforça a presença da cobertura especializada em agronegócio no centro do debate sobre o jornalismo brasileiro e consolida o protagonismo dos profissionais ligados à Rede, apoiadora institucional do prêmio desde a sua fundação. “A Rede Agrojor apoia o prêmio desde o início por entender a importância do reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos jornalistas especializados em agro. Entendemos que é uma forma de valorizar nossos associados e todos os profissionais que atuam no setor”, afirma Flávia Romanelli, diretora de comunicação da Rede Agrojor. A curva ascendente de associados finalistas acompanha o crescimento da própria entidade e da cobertura especializada que seus membros produzem em veículos de todo o Brasil, do impresso ao digital, do rádio à televisão. Na edição de 2025, a Rede Agrojor encerrou com 17 associados entre os 50 mais votados, quatro deles no TOP 10. A presença expressiva não é resultado de mobilização pontual, e sim de uma construção coletiva e consistente ao longo do tempo. “O número de associados que são indicados e vencem o prêmio vem crescendo ano a ano, mostrando a relevância tanto do prêmio quanto da participação desses jornalistas na Rede Agrojor”, afirma Flávia. “ Aproveito para parabenizar todos os associados indicados e desejar boa sorte.” O prêmio chega à sua sexta edição promovido pela Jornalistas&Cia, newsletter criada em setembro de 1995 por Eduardo Ribeiro e que, em três décadas, tornou-se uma das publicações de maior audiência no jornalismo especializado brasileiro, com cerca de 55 mil leitores semanais. Para chegar aos vencedores, a iniciativa da plataforma Jornalistas&Cia não funciona por inscrição. Os participantes chegam à disputa exclusivamente por indicação direta de colegas de profissão e de profissionais de comunicação, o que confere peso e legitimidade particulares ao reconhecimento. Esta é a edição de maior engajamento desde a criação da categoria de agronegócio, com mais da metade dos 100 finalistas figurando pela primeira vez na lista. As votações seguem abertas até 4 de maio, quando serão definidos os TOP 50 jornalistas e o TOP 3 em cada categoria de veículo. Confira quem são os 31 associados da Rede Agrojor classificados para a segunda fase (em ordem alfabética): Aleksander Horta, Alessandra Bergmann, Alessandra Mello, Ângela Ruiz, Ariosto Mesquita, Bruno Faustino, Carolina Pastl, Cassiano Ribeiro, Cristina Vieira, Daniel Azevedo Duarte, Divino Onaldo, Eliza Maliszewski, Fernanda Pressinott, Flávia Macedo, Gisele Loeblein, Igor Savenhago, Ingrid Alves, Italo Roberto Bertão Filho, Jaqueline Pereira da Silva, Leandro Luiz Mariani Mittmann, Luiz Fernando Passos Correia de Sá, Luiz Patroni, Marcelo Rodrigo Garcia de Toledo, Mariana Grilli Lucas Silva, Marusa Pacheco Trevisan, Pasquale Augusto Di Salvo, Pedro Borges da Costa, Sandra Jassa, Thais D’Avila, Valter Puga Junior e Vera Ondei. CLIQUE NESTE LINK PARA VOTAR: https://pesquisa.portaldosjornalistas.com.br/pesquisa/admirados-agro-2026-2o-turno Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

Worshop: Qual é o legado do Ifaj Executive Meeting

É hora de discutir os impactos do Executive Meeting na imprensa agro do mundo todo. E você está convidado para participar dessa conversa. O encontro será na quarta-feira (22), às 16h, via zoom. Steve Werblow, presidente da Ifaj, já confirmou presença. Ele participou da programação, que percorreu parte do interior paulista numa imersão pela agropecuária brasileira, ao lado de 50 jornalistas de 22 países, e poderá compartilhar as impressões dos colegas do mundo todo sobre a cadeia produtiva nacional.Os profissionais estrangeiros já estão divulgando suas matérias por aí. Por aqui, é hora de solidificar as pontes construídas e o legado para o jornalismo especializado. Sua presença é fundamental para a construção desse diálogo e o fortalecimento das relações. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país

+Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026: Participe do 1º Turno com o apoio da Rede Agrojor

A Rede Agrojor convida toda a comunidade de comunicação para participar da 6ª Edição do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio, que já está com as votações do primeiro turno abertas. Como apoio desta iniciativa, a Agrojor reforça seu compromisso em valorizar o jornalismo especializado, entendendo que reconhecer os talentos do setor é fundamental para fortalecer a imagem do agro brasileiro.  A votação acontece de forma digital através do portal oficial do prêmio, permitindo que você navegue e confirme suas escolhas clicando em “Concluir” na última aba. Neste primeiro turno, você pode indicar até cinco opções em categorias que abrangem todo o ecossistema da notícia: Agência de Notícias, Áudio (Rádio/Podcast), Canal de Youtube, Periódico Especializado (Impresso/Digital), Programa de TV (Especializada e Geral), Site/Portal, Veículo Geral e Jornalistas. A participação é exclusiva para jornalistas, profissionais de agências de comunicação, assessorias e comunicação corporativa, garantindo um olhar técnico e qualificado sobre os indicados. A Rede Agrojor acredita que a união dos comunicadores é o que traz credibilidade para o setor. Ao votar, você ajuda a destacar as melhores práticas e os profissionais que fazem a diferença.  Participe desta iniciativa apoiada pela Rede Agrojor e ajude a premiar a excelência na comunicação do agronegócio. . Acesse o site para obter mais informações: https://pesquisa.portaldosjornalistas.com.br/pesquisa/admirados-agor-2026-1o-turno

Jornalistas da IFAJ visitam fazenda referência em agricultura regenerativa no Brasil

Estrangeiros conhecem o trabalho da família Vick, em Piracicaba (SP), modelo de sustentabilidade e resiliência diante de desafios climáticos da região Irmãs Aline e Nathalia Vick, proprietárias da Fazenda Estância Representantes da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ) participaram de uma visita técnica à Fazenda Estância, em Pirassununga, SP, no dia 19 de março. A unidade é referência em práticas de agricultura regenerativa e integra a iniciativa global Bayer ForwardFarming, que demonstra essas práticas no campo. A atividade fez parte do Executive Meeting, reunião anual de delegados da IFAJ, organizada neste ano no Brasil pela Rede Agrojor, com o apoio da Bayer. Com uma agenda focada no agro brasileiro contemporâneo, o encontro ocorreu de 15 a 20 de março e reuniu jornalistas de 22 países. A fazenda que os jornalistas conheceram foi fundada por José Vick e passou por um processo de sucessão familiar em 2018. Hoje, suas filhas Nathalia Vick, administradora e gestora de agronegócios, e Aline Vick, economista, estão à frente da propriedade. A unidade tem 1.100 hectares dedicados às culturas de soja, milho, sorgo, mandioca e cana-de-açúcar. Segundo levantamento divulgado pela propriedade, a adoção de práticas de agricultura regenerativa a longo prazo resultou em mais estabilidade produtiva e redução das emissões de gases de efeito estufa na fazenda. Durante a safra 2024/25, a média de emissões para a cultura de soja foi 60% menor do que a média brasileira. Já para o milho segunda safra, elas foram 46% menores do que a média nacional para a cultura no período. Em relação à soja, foram avaliados 11 talhões e levados em consideração fatores como mudança do uso da terra, plantio, manejos, colheita, secagem e transporte. A análise concluiu que a pegada de carbono na safra 2024/25, em média, atingiu 616,4 kg CO2 eq./t, ou seja, 60% menor do que a média nacional, 1526 kg CO2 eq./t. Um talhão em específico chegou a 373 kg CO2 eq./t, 76% menor do que a média brasileira. “É importante ressaltar que cada talhão possui um perfil de solo e histórico de manejo diferente, o que influencia a pegada. Ainda assim, o talhão com maior pegada registrada representa um montante 22% menor do que a média nacional”, explica Felipe Albuquerque, diretor de sustentabilidade da divisão agrícola da Bayer para a América Latina. Seguindo a mesma metodologia, a análise de pegada para o cultivo de milho segunda safra concluiu que a média da Fazenda Estância é 46% menor, 751,71 kg CO2 eq./t, do que a média nacional para a cultura, 1387 kg CO2 eq./t. Metodologia PRO Carbono O cálculo das emissões foi feito por meio da Footprint PRO Carbono, ferramenta desenvolvida pela Bayer em parceria com a Embrapa, baseada na avaliação do ciclo de vida (ACV), que calcula a pegada de carbono de produtos agrícolas em sistema de produção de soja, milho e algodão. Capaz de efetuar cálculos por talhão, um diferencial em relação a outras ferramentas no mercado, a calculadora permite um diagnóstico preciso e o reconhecimento de propriedades e produtores eficientes do ponto de vista de emissão de gases de efeito estufa. Para Aline Vick, pequenas mudanças no manejo fazem toda a diferença. “Existem decisões que estão ao alcance dos produtores. No caso da cultura da soja, por exemplo, substituímos a aplicação de ureia pelo nitrato, que emite menos gases de efeito estufa. Implementamos tecnologias de precisão que minimizam as manobras de maquinário, resultando em economia de combustível e redução das emissões de gases. Uma agricultura mais precisa não apenas melhora os resultados obtidos, mas também gera benefícios sustentáveis a longo prazo.” Produtividade e solo mais saudável A saúde do solo é um dos elementos centrais da agricultura regenerativa e contribui para produzir a mesma ou maior quantidade de produtos agrícolas a partir de uma extensão territorial menor, com menos recursos e menor pegada climática e ambiental. Em talhões com menor pegada, por exemplo, o índice de produtividade de soja da fazenda foi maior, chegou a 77 sacas por hectare. Além disso, entre 2020 e 2024, a propriedade manteve uma produtividade estável, em alguns casos até acima da média da região, mesmo durante período de chuvas escassas. Grande parte desse ganho é relacionado à adoção de práticas de agricultura regenerativa, como rotação de culturas e plantio direto, provando que sustentabilidade e produtividade andam juntas. “A saúde do solo é a base de todo o nosso trabalho. Por meio da agricultura regenerativa, fortalecemos sua estrutura e promovemos um ecossistema mais equilibrado. Hoje, adotamos essas práticas em toda a propriedade, um trabalho que construímos ao longo dos anos, que resulta em solos com maior resiliência ambiental e condições ideais para uma produção sustentável ao longo do tempo. A sustentabilidade virou a nossa marca”, pontua Aline. Plataforma PRO Carbono Desde 2021, a Fazenda Estância faz parte do PRO Carbono, maior plataforma de soluções regenerativas da América Latina que conecta agricultores, indústrias e mercados que buscam cadeias produtivas e integram sustentabilidade como vantagem competitiva e motor de crescimento do negócio.   De lá para cá, novas técnicas foram implementadas e ampliadas para avançar na regeneração do solo na propriedade, como a intensificação da rotação de raízes. Hoje, mais de 80% das áreas de produção de grãos já receberam plantas de cobertura em substituição ao milho ou ao sorgo de segunda safra. Uma análise comparativa simples de um talhão, feita entre 2021 e 2024, concluiu que, após três anos de práticas de agricultura regenerativa, o solo analisado revelou um aumento no teor de fósforo, um dos principais nutrientes a ser considerado em uma agricultura tropical, por ser pouco presente no solo brasileiro.  O cálcio também apareceu em maior quantidade, e esses resultados indicam melhoria gradual e sustentável da fertilidade e do perfil químico do solo, além de potencial redução no uso de calcário, o que contribui para um menor impacto ambiental no futuro. “O solo da fazenda é arenoso, uma característica da região, o que torna necessário um conjunto de ações para melhorar a sua saúde. O plantio direto e a rotação de culturas na fazenda favorecem

Yara lidera iniciativas para a descarbonização da cadeia de alimentos

A empresa, que tem como meta global ser neutra para o clima até 2050, avança em sua agenda no Brasil Diante do aumento da demanda global por alimentos e da urgente necessidade de adoção de uma agricultura regenerativa, que devolva os nutrientes ao solo, a Yara, líder global em nutrição de plantas, reforça seu compromisso em construir um futuro alimentar positivo para a natureza. Para isso, a empresa, que celebrou seus 120 anos em 2025, está focando seus esforços e investimentos na descarbonização da cadeia produtora de alimentos.  Este movimento é realizado com base em um portfólio de produtos de menor emissão de carbono, como os nitratos; no desenvolvimento de fertilizantes lower carbon; em ferramentas digitais inovadoras e eficientes em termos de recursos, adequadas para agricultores em todo o mundo; no compartilhamento de seu conhecimento agronômico centenário; e em atuar junto aos produtores para ajudá-los nesta transição, criando também fluxos de novas receitas para o campo. “O papel crucial dos fertilizantes tornou-se evidente para muito além da nossa indústria, e com razão. Com metade da população mundial com alimentos na mesa devido aos fertilizantes, é compreensível e apropriado que os líderes mundiais e o público tenham se preocupado com o que acontece quando os agricultores são incapazes de manter os seus solos férteis”, destaca Svein Tore Holsether, CEO da Yara International. De acordo com Holsether, o cenário geopolítico e outros fatores não podem pôr em risco a essa transição e a mudança para um futuro net-zero. “Pelo contrário, devem dar um forte impulso à aceleração da descarbonização e às soluções positivas para a natureza”, adiciona Brasil: potencial para promover uma agricultura sustentável No Brasil desde 1977, a Yara considera o País como um dos territórios de maior potencial para descarbonizar a cadeia de alimentos. Além da rápida adoção de tecnologia pelos agricultores, o Brasil tem oportunidades únicas como recursos naturais e uma matriz energética renovável para fazer a diferença nesta agenda de transformação.  Um dos primeiros passos no Brasil rumo à descarbonização da cadeia foi o uso de biometano na produção de amônia renovável e, consequentemente, fertilizantes lower carbon, e soluções industriais no Complexo Industrial de Cubatão (SP). O insumo entra no grid da planta, substituindo gradativamente o uso de gás natural e ajudando na descarbonização de todos os segmentos em que a empresa está inserida, reduzindo assim as emissões em até 90%.  O ano de 2025 foi um marco para a consolidação do portfólio de fertilizantes lower carbon, o Yara Climate Choice™. Hoje, a Yara atua em colaboração com a indústria do alimento com cinco importantes parceiros na jornada pioneira pela descarbonização da produção. No café, Cooxupé, Coocacer e, recentemente, com JDE e Ofi; na batata, com PepsiCo; no cacau, com Barry Callebaut. Esses parceiros utilizam a solução de fertilizantes lower carbon, que pode reduzir, em média, até 40% a pegada de carbono nos respectivos cultivos. A produção desses fertilizantes é feita com matriz energética renovável. Sobre a YaraA Yara, líder mundial em nutrição de plantas, cultiva conhecimento para alimentar o mundo e proteger o planeta de forma responsável. Para concretizar o compromisso de cultivar um futuro alimentar positivo para a natureza, oferece um portfólio de produtos de alta tecnologia com baixa emissão de carbono, desenvolve ferramentas agrícolas digitais destinadas à agricultura de precisão e trabalha em estreita colaboração com pesquisadores e parceiros da indústria para construir uma cadeia de valor do alimento cada vez mais sustentável. Com uma atuação integrada, a companhia também fornece soluções industriais para usos diversos, entre eles a redução de poluentes, melhorando a qualidade do ar das cidades. Fundada na Noruega, em 1905, para resolver a emergente crise de fome na Europa, está presente no mundo todo, com mais de 17 mil colaboradores e operações em mais de 60 países. No Brasil, a Yara está idealmente posicionada em todos os principais polos agrícolas. Com mais de 4 mil colaboradores, a empresa atende todos os perfis de produtores e culturas, colaborando com o crescimento da agricultura e o protagonismo do país no desafio de alimentar uma população mundial crescente. Desde que se instalou no Brasil, na década de 1970, a Yara vem trabalhando para fomentar a produção de fertilizantes, reduzindo a dependência de importação de matéria-prima e modernizando a indústria nacional, em linha ao seu compromisso global com a agenda de descarbonização. Yara Fertilizantes foi patrocinadora do Executive Meeting Brasil 2026, que reuniu jornalistas de 22 países pela IFAJ para uma viagem pelo campo no Brasil yara@inpresspni.com.br

Bruno Blecher é homenageado pela Embrapa e anuncia novo livro

Reconhecido por sua trajetória no jornalismo agro e atuação na Rede Agrojor, Bruno Blecher é homenageado e anuncia novo livro “O Sertão é o Mundo” é o novo livro do jornalista Bruno Blecher, com lançamento previsto para o mês de maio. A obra, que será o quinto livro do autor, reunirá histórias marcantes do jornalismo rural, construídas ao longo de décadas de experiência na cobertura do agronegócio brasileiro. O anúncio foi feito durante a homenagem ao jornalista na celebração dos 50 anos da Embrapa Milho e Sorgo, realizada no dia 11 de março, em Sete Lagoas (MG). “Este prêmio representa o reconhecimento do meu trabalho jornalístico. Uma premiação de uma grande instituição nacional como a Embrapa é um privilégio”, afirma Blecher. O reconhecimento destacou a contribuição e a trajetória do jornalista, que atuou em alguns dos principais veículos de comunicação do país, como Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo. Ao longo da carreira, também ocupou cargos de liderança, como diretor da revista Globo Rural e coordenador de jornalismo no Canal Rural. Atualmente, é sócio da Agência Fato Relevante e faz parte da Rede Agrojor, onde segue acompanhando e analisando os principais temas do setor. Blecher é considerado uma das referências do jornalismo agro no Brasil, tendo contribuído para ampliar o entendimento público sobre a agricultura, a ciência e os desafios do campo. Seu trabalho ajudou a consolidar uma cobertura mais qualificada e aprofundada sobre o setor, conectando produtores, pesquisadores e a sociedade. Ao longo de sua trajetória, acumulou reconhecimento por sua atuação consistente e pelo compromisso com a informação. “Homenagens, prêmios e concursos são incentivos importantes para as novas gerações de jornalistas agro”, destaca. Você ainda não faz parte da Agror? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

Começou o Executive Meeting: Brasil defende papel central na segurança alimentar global

Em um momento de crescente tensão geopolítica e pressão sobre os sistemas alimentares globais, representantes do governo e das indústrias defenderam neste domingo (15), na abertura do Mid Term Executive Meeting da Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ), realizado no país pela Agrojor, que o Brasil reúne ciência, escala produtiva e capacidade tecnológica para ampliar a produção e responder à crescente demanda mundial por alimentos, fibras e energia. Ao falar a 51 jornalistas de 23 países que participam do evento, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luis Rua, afirmou que o país reúne características que hoje poucos produtores globais conseguem oferecer simultaneamente. “O Brasil é um promotor geopolítico da paz, porque ajuda a garantir segurança alimentar, energética e climática. Poucos países conseguem oferecer qualidade, quantidade, sanidade e sustentabilidade ao mesmo tempo”, disse em resposta a Daniel Azevedo, vice-presidente internacional da Agrojor, que conduziu o painel sobre a importância do Brasil na segurança alimentar global. Durante o evento, Rua respondeu a questionamentos sobre o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, frequentemente alvo de críticas de produtores europeus. Em resposta a um jornalista da Alemanha que mencionou críticas na Europa sobre o uso de determinados pesticidas e organismos geneticamente modificados, o secretário afirmou que muitas dessas preocupações ignoram diferenças estruturais entre sistemas agrícolas. “Quando comparamos sistemas agrícolas, precisamos reconhecer que o Brasil é tropical e tem demandas específicas da agricultura aqui praticada, diferente da temperada da Europa. Seguimos padrões internacionais e cumprimos os requisitos de todos os mercados”, destacou. Brasil quer ser parte da solução O representante do governo também destacou a expansão diplomática do agro brasileiro. Desde 2023, segundo ele, o país abriu 548 novos mercados agrícolas, habilitou mais de 4 mil estabelecimentos exportadores e mantém 40 adidos agrícolas em embaixadas ao redor do mundo. “Mais de um bilhão de pessoas passam fome no planeta. O Brasil quer ser parte da solução, não do conflito.” Ao lado dele no painel, o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, reforçou que a produção brasileira de proteína animal tem papel estratégico nesse cenário. “O mundo enfrenta dificuldades para garantir segurança alimentar em vários países. O Brasil tem condições de ajudar a equilibrar esse sistema”, salientou. Santin criticou barreiras comerciais impostas a produtos brasileiros. “Quando há questionamentos sobre a produção de alimentos do Brasil, muitas vezes o problema não está na produção brasileira, mas nas políticas internas desses países, que criam barreiras protecionistas”, Ele lembrou que o país exporta frango para mais de 150 mercados, embora grandes regiões ainda enfrentem barreiras comerciais, como Índia, Indonésia e Nigéria, que somam mais de dois bilhões de consumidores. Agrojor leva jornalistas estrangeiros ao campo brasileiro O painel integrou a programação do Mid Term Executive Meeting 2026 da IFAJ, realizado no Brasil entre 15 e 20 de março. Ao todo, 51 jornalistas de 23 países participam de uma semana de imersão nas cadeias produtivas do agronegócio brasileiro. Organizado pela Agrojor, o encontro inclui visitas técnicas a propriedades de grãos, aves, flores e sistemas orgânicos, além de encontros com especialistas em agricultura de precisão, digitalização do campo, mecanização e integração lavoura‑pecuária‑floresta. Segundo a presidente da entidade, Vera Ondei, a associação nasceu da iniciativa de um grupo de jornalistas especializados que buscavam fortalecer a cooperação internacional na cobertura do agro. “A ideia surgiu em 2013, quando jornalistas brasileiros participaram de um encontro da IFAJ na Argentina. A partir dali começamos a discutir a criação de uma associação que conectasse profissionais do Brasil ao debate internacional”, contou. Indústria aposta em inovação e sustentabilidade Se o painel institucional destacou o papel geopolítico do Brasil na produção de alimentos, a roda de conversa com executivos de empresas globais patrocinadoras do evento, sob mediação de Mariele Previdi, vice-presidente da Agrojor, mostrou como tecnologia, digitalização e práticas sustentáveis estão redefinindo a agricultura brasileira. Para Felipe Albuquerque, diretor de sustentabilidade da divisão agrícola da Bayer para a América Latina, o Brasil ocupa posição estratégica na transformação da agricultura global. “O Brasil é hoje o segundo maior negócio agrícola da Bayer no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. É um privilégio trabalhar em um país que consegue combinar produtividade e sustentabilidade.” Ele destacou o programa PRO Carbono, que monitora o sequestro de carbono no solo em propriedades agrícolas e reúne cerca de 3 mil produtores. O projeto já registrou aumento médio de 11% na produtividade, além de redução de 50% nas emissões na produção de soja e 55% no milho. Para Diogo Rezende, vice‑presidente de vendas da Yara Brasil, o setor agrícola já sente diretamente os impactos das mudanças climáticas, como as lavouras de café e outras importantes culturas. Segundo ele, a transição para uma agricultura de menor emissão depende de toda a cadeia. “Não é apenas o produtor rural. Indústria, varejo e consumidores precisam participar da redução das emissões.” Rezende também destacou iniciativas da empresa para reduzir a pegada de carbono na produção de fertilizantes, com a substituição de fontes fósseis por energia renovável, que já reduziram em até 80% as emissões. Já Alfredo Miguel Neto, diretor de assuntos corporativos, comunicações e cidadania da John Deere, destacou a dimensão econômica e tecnológica do agronegócio brasileiro. Ele lembrou que a revolução agrícola brasileira foi impulsionada pela ciência. “Nos últimos 50 anos, a produção de grãos cresceu mais de 500%, enquanto a área plantada aumentou cerca de 40%. Isso mostra o impacto da tecnologia.” Para ele, o país reúne condições únicas para liderar a próxima fase da bioeconomia. A John Deere investe cerca de US$ 2,2 bilhões em inovação, incluindo tecnologias como inteligência artificial e máquinas autônomas, que devem redefinir a produtividade agrícola nas próximas décadas. No pano de fundo de tensões geopolíticas, mudanças climáticas e pressões sobre o comércio global de alimentos, fibras e energia, a mensagem que permeou o diálogo é que o Brasil é mais do que uma potência agrícola, pois já se consolidou como um dos poucos países capazes de sustentar a segurança alimentar do planeta nas próximas décadas. O Executive Meeting

Brasil consolida posição estratégica no agronegócio global, aponta relatório do Rabobank

O agronegócio brasileiro avança em produção e relevância. No webinar da IFAJ/AgroJor “O papel do Brasil no agro global”, realizado no dia 11 de março, que reuniu mais de 50 jornalistas, especialistas da Rabobank mostraram, com números, porque o Brasil já é o maior exportador de commodities agrícolas do mundo, superando Estados Unidos e União Europeia. Os especialistas Andy Duff (diretor), Marcela Marini (analista sênior) e Stephen Nicholson (estrategista global) falaram no painel o que poucos fora do agro sabem: o Brasil cresceu mais de 400% na produção de grãos em apenas três décadas, sem precisar dobrar a área plantada. Isso foi impulsionado por vários fatores, incluindo a tecnologia “safrinha”, que permite que o agricultor colhe duas safras no mesmo ano. A analista sênior do Rabobank, Marcela Marini, aproveitou a oportunidade e destacou a agilidade do produtor. “Um dos fatores de sucesso é a eficiência operacional. No Mato Grosso, quase 60% da área de soja também planta milho, o que permite lidar com diferentes cenários climáticos e de preços, mitigando riscos em uma janela de plantio muito curta”, disse. Essa eficiência vem ganhando um novo impulso com o crescimento da produção de etanol de milho. O grão, que antes era utilizado apenas como item de exportação ou para uso na ração animal, agora também alimenta uma indústria em crescimento, que deve consumir cerca de 27 milhões de toneladas somente neste ano. Essa transformação é intensa e cria um colchão para o agricultor, protegendo-o das oscilações de preços internacionais e garantindo que o valor gerado no campo circule na economia. Com esse movimento, o Brasil está deixando de apenas produzir para exportar e se tornando um centro de processamento. Os analistas do Rabobank apontaram, no entanto, que há desafios que ainda testam quem produz. A dependência externa de fertilizantes mostra que o Brasil precisa de uma estratégia comercial inteligente. Além disso, os problemas de logística continuam sendo um peso no bolso: o custo do frete consome grande parcela do valor final do milho e da soja, exigindo investimentos em transporte e armazenamento. O webinar mostrou que o agronegócio brasileiro está cheio de boas notícias e se mostra competitivo por mérito próprio, com investimento em ciência e gestão de riscos. Exemplos não faltam: liderança na soja, avanço no cacau e inovação dos produtos biológicos são alguns deles. A conclusão dos especialistas é que o futuro da alimentação global passa, de forma obrigatória, pela inteligência do campo brasileiro. Preparativo para o Executive Meeting O webinar foi um “esquenta” para o Executive Meeting, que será realizado de 15 a 20 de março no Brasil. Durante uma semana,  51 jornalistas de 23 países vão fazer uma imersão em diversas cadeias da agropecuária brasileira. Estão programadas visitas em fazendas de citros, grãos, flores, café, gado, além de centros de pesquisa e desenvolvimento. O Executive Meeting tem o patrocínio de: Bayer, John Deere, Yara / BASF / Corteva e apoio de: Abag, Cabaré, Ford, Leega, Ludu, Toledo do Brasil