Governança

Pesquisa interna 2026 marca novo ciclo de organização e estratégia da Rede Agrojor

A Rede Agrojor inicia 2026 com um movimento que vai além de uma simples consulta aos seus associados. A segunda pesquisa interna da entidade, após a primeira rodada realizada em 2024, consolida um processo de amadurecimento institucional e reforça um princípio da rede: decisões precisam nascer da escuta qualificada de quem constrói a entidade no dia a dia. Criada para reunir jornalistas, comunicadores e profissionais de imagem especializados no agronegócio, a Agrojor cresceu em diversidade de perfis, atuação e expectativas. Atualmente, a rede reúne 120 jornalistas de 11 Estados. Com esse crescimento, aumentou também a complexidade da gestão, da comunicação e da oferta de atividades. Por isso, a pesquisa entra como ferramenta para organizar prioridades, alinhar demandas e transformar percepções individuais em diretrizes coletivas. Diferentemente de levantamentos genéricos, o questionário de 2026 foi estruturado para responder a questões práticas. Como os profissionais chegam à Rede Agrojor. O que motiva a associação. Quais formatos de conteúdo e capacitação fazem mais sentido em um cenário de sobrecarga informacional. Que tipo de eventos geram valor real. Que entregas os associados esperam da entidade e como avaliam o trabalho realizado até aqui. Com o mapeamento dos canais de entrada na rede, como indicação de colegas, redes sociais, eventos ou exposição na mídia, por exemplo, a Agrojor passa a compreender melhor sua própria capacidade de alcance e influência. Esses dados são fundamentais para orientar estratégias de comunicação, fortalecer canais eficientes e corrigir rotas onde a presença ainda é limitada. Outro eixo da pesquisa está relacionado às motivações para a associação. Networking, acesso a conhecimento, oportunidades de trabalho, conexões internacionais e reconhecimento profissional aparecem como dimensões distintas, mas complementares. Entender a hierarquia dessas motivações ajuda a entidade a calibrar suas ações. Uma rede que não reconhece o que move seus membros corre o risco de oferecer muito em áreas periféricas e pouco onde há maior demanda. A diversidade de atuação profissional também é um ponto de destaque. A Agrojor reúne jornalistas de redação, profissionais de assessoria de imprensa, comunicação corporativa, gestores de veículos próprios e especialistas em imagem. Cada um desses grupos tem necessidades específicas, ritmos distintos e expectativas próprias em relação à formação, aos eventos e às oportunidades geradas pela rede. A pesquisa permite enxergar esses recortes com mais nitidez e evita decisões baseadas em percepções isoladas. No campo da capacitação, o levantamento aprofunda temas sensíveis para a rotina profissional. Tipos de conhecimento buscados, interesse em eventos online, horários preferidos, formatos, duração e nível de interação. Esses dados são decisivos para sair do modelo genérico de conteúdo e avançar para uma programação mais eficiente, compatível com agendas apertadas e com o uso intensivo de plataformas digitais. A pesquisa também aborda o papel da Agrojor nos grandes eventos do agronegócio. Participação em encontros híbridos próprios, inserção de conteúdo dentro de feiras e congressos já consolidados ou encontros sociais durante eventos setoriais. Cada formato cumpre uma função distinta. Saber onde está a preferência dos associados ajuda a direcionar recursos, parcerias e esforços de produção. As perguntas abertas da pesquisa cumprem um papel central no diagnóstico. Elas permitem que os associados expressem expectativas, críticas, sugestões e percepções que não cabem em alternativas fechadas. É nesse espaço que surgem sinais relevantes sobre melhorias no site, na presença digital, na comunicação institucional e na atuação da Agrojor como rede representativa. A pesquisa interna de 2026 reforça uma cultura de participação. A Agrojor se posiciona como uma rede que escuta, organiza e transforma contribuições individuais em decisões estruturadas. Quanto maior a adesão, mais preciso será o retrato da entidade e mais consistentes serão as escolhas feitas a partir dele. Em um setor tão estratégico quanto o agronegócio, onde informação, credibilidade e contexto fazem diferença, fortalecer quem comunica é uma tarefa coletiva. A pesquisa é um convite à corresponsabilidade. Ao responder, cada associado contribui para uma Agrojor mais conectada com sua base, mais eficiente na entrega de valor e mais preparada para os desafios dos próximos anos. Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e entre para a maior comunidade de jornalistas agro do país.

Como a Rede Agrojor saiu de 2025 maior, mais internacional e mais influente

Em 2025, a Rede Brasil de Jornalistas Agro atravessou um ponto de inflexão em sua trajetória. Ao longo do ano, a entidade estruturou uma agenda permanente de capacitação, ampliou sua atuação internacional, acumulou reconhecimento profissional de seus associados e avançou em governança e comunicação própria, consolidando-se como organização no ecossistema do agrojornalismo no Brasil que atualmente conta com cerca de 120 profissionais. Formação como política permanente A base da atuação da Rede Agrojor em 2025 foi a formação continuada. Ao longo do ano, a entidade realizou 11 workshops mensais, integrados a um calendário regular de atividades voltadas à qualificação técnica de jornalistas especializados em agronegócio. Os encontros trataram de temas estruturantes da cobertura agropecuária, como inovação, ciência, mercados, políticas públicas e desafios da comunicação setorial. Em abril, essa estratégia ganhou densidade com a realização da Oficina Inteligência Artificial no Jornalismo Agro, iniciativa dedicada à aplicação prática de ferramentas de IA em rotinas jornalísticas. A oficina marcou a incorporação definitiva do tema à agenda da Rede, como instrumento de trabalho editorial. Internacionalização e representação do Brasil O ano de 2025 também foi decisivo para a presença internacional da Rede Agrojor. Em março, durante o Executive Meeting da International Federation of Agricultural Journalists, realizado na África do Sul, o Brasil foi oficialmente aprovado como sede do Executive Meeting IFAJ 2026. A decisão posicionou a Rede como interlocutora institucional do país junto à federação internacional e abre caminho para que o país se candidate a sede do congresso mundial da IFAJ nos próximos anos. Em maio, a jornalista Mayara Martins marcou a participação brasileira no Congresso Mundial de Sementes, realizado na Turquia, ampliando a presença do agrojornalismo nacional em fóruns técnicos globais. Em outubro, a Rede voltou a atuar internacionalmente no 26º Congresso Mundial da IFAJ, no Quênia, reforçando o diálogo com organizações congêneres e preparando o terreno institucional para o encontro de 2026 no Brasil. Duas jornalistas do país estiveram presentes: Luiza Costa, a convite da IFAJ por intermédio da Rede Agrojor, e Mariana Grilli. Reconhecimento como resultado coletivo Os resultados dessa atuação se refletiram no reconhecimento profissional dos associados. Em maio, 17 jornalistas da Rede Agrojor foram anunciados entre os 50 nomes mais votados, incluindo quatro no TOP 10 do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio, iniciativa nacional que avalia reputação, consistência editorial e contribuição ao setor. São eles: Alessandra Mello, Aleksander Horta, Pedro Costa e Ângela Ruiz. Também ocorreram premiações para associados da Rede Agrojor na 18ª edição do Prêmio ABAG/RP de Jornalismo “José Hamilton Ribeiro” (Fernanda Pressinott), no 2º Prêmio Ibá de Jornalismo (Leandro Fidelis), no 4º Prêmio de Jornalismo Cafés do Brasil (Julio Huber e Bruno Faustino), e no Prêmio Sindilat/RS 2025 (Bruno Faustino, novamente). No plano internacional, dois jornalistas brasileiros ligados à Rede receberam o IFAJ Star Prize 2025, premiação que reconhece reportagens e projetos de excelência no jornalismo agropecuário global.: Ariosto Mesquita e Leandro Fidelis. As conquistas coloram o Brasil em um ambiente historicamente dominado por países da América do Norte e Europa. Espaços de debate e produção de conteúdo Em outubro, a Rede Agrojor realizou, em São Paulo, o 3º Diálogos Agrojor, encontro presencial que reuniu jornalistas de diferentes regiões do país. O evento consolidou-se como espaço de debate profissional, com discussões sobre narrativas jornalísticas, credibilidade, tecnologia e os desafios contemporâneos da cobertura do agronegócio. Na edição, o encontro que reuniu cerca de 100 jornalistas, abordou temas como Storytelling de Impacto, Narrativas Imersivas e o Futuro do Conteúdo, e Comunicação e reputação em tempos de redes sociais, tendo como convidados Angélica Mari (Futuros Possíveis), Cristiane Barbieri (Estadão), Paulo Silvestre (acadêmico e pesquisador), Antoine Morel (diretor do Canal UOL), Fábio Santos (presidente da Abracom e CEO da CDN), e Pablo Toledo (diretor de Comunicação e Branding da BYD Brasil). No mesmo mês, a entidade lançou sua newsletter institucional, “Rolou na Rede”, ampliando seus canais próprios de comunicação e sistematizando a circulação de informações, produções jornalísticas e agenda interna entre os associados. Reconhecimento acadêmico e governança Em 2025, a Rede Agrojor passou a integrar o campo de estudo acadêmico, ao tornar-se objeto de pesquisa na Escola de Comunicações e Artes da USP, em trabalho conduzido por Luiz Pitombo. O estudo analisou a atuação da entidade como organização de jornalistas especializados e sua contribuição para a profissionalização do agrojornalismo no país. No campo institucional, novembro marcou a eleição da nova diretoria para o biênio 2025/2026, conforme o estatuto da entidade. Foi a segunda eleição, desde a fundação da entidade, reconduzindo ao cargo de presidente Vera Ondei. Integram a nova diretoria executiva Mariele Previdi (vice-presidente nacional), Daniel Azevedo Duarte (vice-presidente internacional), Altair Albuquerque (secretário), Marcelo Oliveira (suplente de secretário), Ana Sampaio (diretora de comunicação nacional), Ingrid Alves (suplente de diretora de comunicação nacional) e Flávia Romanelli (diretora de comunicação internacional). No Conselho Fiscal, também com mandato no biênio 2026/2027, foram eleitos Luiz Patroni, Alessandra Mello, Carolina Brazil, Cassiano Ribeiro, Diego Silva, Divino Onaldo, Leandro Mariani Mittmann e Luciene Gazeta. A posse ocorreu em dezembro, com a definição das primeiras diretrizes de trabalho e o início da organização das ações previstas para 2026, incluindo o Executive Meeting da IFAJ no Brasil. Você ainda não faz parte da Rede Brasil de Jornalistas Agro. Clique aqui e entre para esta comunidade.

Rede Agrojor realiza primeira reunião da diretoria do biênio 2026/27

Nesta segunda-feira (15/12), a Rede Agrojor realizou a primeira reunião da nova diretoria eleita para o biênio 2026/27. O encontro marcou o início do ciclo de trabalho do novo grupo dirigente e teve como eixo central o alinhamento de expectativas, visões institucionais e formas de atuação da entidade no próximo período. A maior parte da reunião foi dedicada a uma rodada de apresentações entre os diretores. Cada integrante expôs como percebe a Rede Agrojor, o papel da entidade no setor e os caminhos considerados prioritários para os próximos dois anos. As falas convergiram para a necessidade de ampliar a integração entre os associados, fortalecer a institucionalização da Rede Agrojor e criar abordagens que sustentem seu crescimento. Também foram citados, de forma recorrente, a importância de ambientes mais dinâmicos para a troca de informações e o estímulo à participação ativa dos membros. O debate serviu como instrumento de alinhamento sobre expectativas individuais e coletivas, além de estabelecer uma base comum para o modo de ação da nova diretoria. A reunião não teve caráter deliberativo amplo, mas funcionou como um espaço inicial de escuta e construção de consenso em torno dos objetivos gerais da gestão 2026/27. Entre as definições práticas, ficou estabelecido que a primeira atividade do ano será a repetição da pesquisa institucional aplicada no início do biênio anterior, 2024/25. O levantamento deverá fornecer dados atualizados sobre o perfil dos associados, a percepção sobre a atuação da Rede e os temas considerados estratégicos para orientar decisões e iniciativas da nova diretoria. Também foram discutidas propostas relacionadas à organização interna e ao funcionamento da diretoria, incluindo rotinas de trabalho, divisão de responsabilidades e formatos de tomada de decisão. Esse tema, no entanto, permaneceu em aberto e deverá ser retomado nos próximos encontros, com ajustes graduais ao longo do início do mandato. A reunião encerrou-se com o entendimento de que o primeiro trimestre será dedicado à consolidação do diagnóstico institucional e à definição dos instrumentos operacionais que irão sustentar a agenda da Rede Agrojor ao longo do biênio. Você ainda não faz parte dessa comunidade de jornalistas do agro? Clique aqui e faça parte.