Agrojor

IFAJ leva jornalista brasileiro para congresso em Rotterdam

A IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agro), entidade da qual a Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) é filiada, escolheu um brasileiro que está no grupo de 15 jornalistas de vários países membros para participar do Congresso Mundial de Sementes, entre esta segunda-feira (27) e quarta-feira (29).  Faz parte do grupo o jornalista Daniel Azevedo, editor da Agrofy no Brasil e associado da Rede Agrojor. As inscrições para concorrer à vaga se encerraram no dia de 29 de março de 2024, com divulgação feita pelo grupo de whatsapp da Rede Agrojor. O congresso é organizado pelo International Seed Federation (ISF), entidade criada em 1924 e com sede na Suíça, da qual o Brasil também faz parte por meio da Associação Brasileira dos Produtores de Sementes (Abrasem).   O congresso é o principal evento anual do setor e atrai todos os anos cerca de 1.500 delegados de todo o mundo. Em geral, diretores, CEOs e tomadores de decisão das principais organizações da indústria mundial de sementes. É, também, um espaço para compartilhar conhecimentos da indústria, pesquisa, tecnologias e negociações.  Para os interessados em assistir as palestras e seminários, o congresso mantém um canal no Youtube que pode ser acessado aqui. E se você for um jornalista do agro e ainda não é um associado à Rede Agrojor, filie-se.

Participe do Star Prize 2024, prêmio da IFAJ, a federação global de jornalistas agro

A IFAJ (Federação Internacional dos Jornalistas Agrícolas), entidade global da qual a Rede Agrojor (Rede Brasil de Jornalistas Agro) faz parte, anunciou os prazos e as novas categorias do Star Prize 2024. O concurso global reconhecerá os melhores trabalhos do mundo do jornalismo agro em 2023.O Star Prize deste ano conta com novos formatos, mais possibilidades e novas categorias. A partir desta edição, todos os jornalistas que pertençam a uma entidade associada à IFAJ em situação regular poderão participar. Desta forma, a IFAJ amplia o universo de histórias e produções elegíveis. Também não há mais limite para o número de participantes de cada associação nacional. Agora, todos têm a oportunidade de serem escolhidos como os melhores do mundo na área do jornalismo agropecuário na qual atuam. E mais, pela primeira vez, entre os vencedores de todas as categorias, a IFAJ vai anunciar o “Jornalista do Ano”. Leia também: Quem são os jornalistas vencedores do prêmio Star Prize 2023 Jornalistas integrantes da IFAJ vão aos Estados Unidos por meio de parceria com entidade do setor lácteo Confira abaixo, a nova estrutura de premiações por temática ou tipo de plataforma do Star Prize 2024. Por áreas temáticas, as reportagens podem ser publicadas nos formatos digital, impresso, vídeo, rádio ou foto. São elas: Mas isto não é tudo. Neste ano, no prêmio IFAJ Star Prize 2024, também serão reconhecidas as melhores reportagens, não importa sobre qual tema, nas seguintes categorias: Acesse este link para obter outros detalhes, regras e inscrição no site da IFAJ. E se você ainda não é um associado da Rede Agrojor, acesse este link e faça parte da entidade brasileira na IFAJ.

Agrojor fala sobre desafios de comunicar o agro brasileiro em evento nos EUA

A Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor) participou nesta semana de um encontro promovido pela Rede de Comunicadores Agrícolas dos Estados Unidos (ACN, na sigla em inglês), em St. Louis, no estado de Missouri. O worshop para jornalistas do meio-oeste americano foi realizado no Danforth Plant Science Center, considerado o maior instituto independente de pesquisa de plantas do mundo. Durante o evento, a vice-presidente internacional da Agrojor, Joana Colussi, falou sobre os desafios de comunicar o agronegócio brasileiro no exterior e as atividades desenvolvidas pela entidade lançada oficialmente no Brasil em 2022. “O Brasil é uma potência agrícola que tem muitos desafios. Mas, o que se vê majoritariamente é muita desinformação circulando sobre a agricultura brasileira, especialmente fora do país”, disse Joana, pós-doutoranda na Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, que reside nos EUA desde 2020. Ao apresentar o uso e a ocupação da terra no Brasil, a jornalista brasileira indagou aos quase 50 comunicadores agrícolas americanos se eles sabiam do que se tratava, ao explicar que a cobertura de vegetação nativa ocorre em áreas privadas, conhecida como reserva legal e regulamentada pelo Novo Código Florestal Brasileiro, um conjunto de leis regulamentas em 2012. A maioria dos presentes não sabia sobre a obrigatoriedade de preservar um percentual das propriedades rurais para assegurar o uso econômico e sustentável dos recursos naturais. Esse tipo de legislação é inexistente nos Estados Unidos, e na maioria dos principais países produtores de alimentos. Ainda durante o evento, foram discutidos temas como o uso da inteligência artificial na indústria de comunicação. Amy Simons, professora da Universidade de Missouri, e Greg Horstmeier, editor chefe da DTN/Progressive Farmer, discutiram como o uso dessas ferramentas está sendo introduzido nos trabalhos diários dos jornalistas agrícolas e apresentaram resultados preliminares de uma survey com líderes editoriais. “Os níveis de percepção e de uso dessas ferramentas ainda são variados. Mas uma coisa é fato, é uma transformação que teremos que nos adaptar. Foi assim com a chegada da internet, das redes sociais, e agora será com a inteligência artificial”, afirmou Amy, acrescentando que apesar de questões éticas e de competição, o uso de IA tende a trazer benefícios como reduzir trabalhos braçais e aumentar os insights intelectuais. Assim como a Rede Agrojor, a Rede de Comunicadores Agrícolas dos Estados Unidos é afiliada à International Federation of Agricultural Journalists (IFAJ). A associação proporciona aperfeiçoamento profissional e networking através de eventos anuais como workshops regionais, congressos internacionais e outras comunicações como o The Byline, um boletim informativo semanal. Os membros da ACN incluem editores, escritores, fotojornalistas, designers e profissionais de relações públicas.

Syngenta será patrocinadora da primeira edição do Diálogos Agrojor

No dia 19 de outubro, a Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor), promoverá a primeira edição do Diálogos Agrojor, que contará com o patrocínio master da Syngenta Proteção de Cultivos. O evento tem como objetivo integrar jornalistas e profissionais de comunicação que atuam no agronegócio, trazendo para o debate personalidades que possam contribuir, por meio de ciência e diálogos enriquecedores, para um melhor entendimento sobre os impactos e desafios atuais da profissão. “Essa integração é fundamental para entendermos como apresentar para toda a sociedade, principalmente para o público urbano, o trabalho responsável e comprometido com a sustentabilidade que é realizado nas lavouras. Precisamos ampliar a voz de quem está diariamente no campo enfrentando inúmeros desafios para prover alimentos, fibras e energia à sociedade”, destaca Nêmora Reche, Diretora de Comunicação Corporativa da Syngenta Proteção de Cultivos para a América Latina. A Rede Agrojor busca valorizar e fortalecer a atividade de jornalismo agropecuário no Brasil e estimular o relacionamento internacional. Criada em abril de 2022, conta com 75 jornalistas associados, sendo filiada e representante no Brasil da IFAJ(International Federation of Agricultural Journalists), entidade global que reúne 6 mil profissionais de cerca de 60 países. Com o objetivo de aproximar os contextos urbano e rural, por meio de informações e histórias que nascem diariamente da agricultura, a Syngenta tem investido em estratégias de comunicação e produção de conteúdo com o intuito de explorar temas sobre a produção sustentável de alimentos e a preservação ambiental de forma simples e objetiva, além de mostrar como a agricultura pode evoluir em equilíbrio com a natureza. “Lançamos em agosto a websérie “Fala Povo”, produção original que visa disseminar o conceito da agricultura regenerativa à população urbana, e mostrar como práticas sustentáveis podem otimizar a produção agrícola enquanto se mantêm em harmonia com o meio ambiente. Esta e outras ações fazem parte de nossos esforços para desmistificarmos conceitos importantes, tendo a imprensa especializada como uma de nossas grandes aliadas nesse processo”, finaliza Nêmora. Outra iniciativa que reforça o compromisso da Syngenta com a sustentabilidade é o Reverte, programa desenvolvido em parceria com a The Nature Conservancy, Itaú BBA e EMBRAPA, com o objetivo de apoiar agricultores, por meio de técnicas agronômicas e financiamento de longo prazo, a transformarem pastos degradados em terras produtivas, sem a necessidade de abertura de novas terras, suportando, assim, na preservação ambiental. A expectativa do programa é de que até 2030 sejam recuperados 1 milhão de hectares para solos cultiváveis e produtivos, atualmente o programa cobre cerca de 170.000 hectares, principalmente nas regiões de Mato Grosso e Goiás, e mais de 500 milhões de reais já foram liberados para que os agricultores possam financiar os materiais necessários para a recuperação dos solos degradados. Evento O 1º Diálogos Agrojor abordará três frentes de interesse da comunicação e que impactam no dia a dia do jornalista: inteligência artificial generativa no jornalismo, fake news e qualidade das fontes e dados e tendências da comunicação corporativa. Aberto a associados e não-associados, o evento contará com dois painéis e três pitchs, seguidos de um debate entre os painelistas e jornalistas participantes. O evento acontecerá, virtualmente, no dia 19 de outubro entre 9h e 12h30. As inscrições podem ser realizadas pelo link:​https://eventos.linka.la/agrojor-out-2023. Sobre a Syngenta A Syngenta Crop Protection e a Syngenta Seeds fazem parte do Syngenta Group, uma das principais empresas agrícolas do mundo. Nossa ambição é ajudar a alimentar o mundo com segurança enquanto cuidamos do planeta. Nosso objetivo é melhorar a sustentabilidade, a qualidade e a segurança da agricultura com ciência de classe mundial e soluções agrícolas inovadoras. Nossas tecnologias permitem que milhões de agricultores em todo o mundo façam melhor uso dos limitados recursos agrícolas. O conteúdo deste press release serve a propósitos apenas informativos. Ele não é, nem deve ser interpretado como, uma oferta para venda ou emissão, como solicitação de oferta de compra de quaisquer títulos ou outras participações imobiliárias.

Rede Agrojor debate dinâmica do mercado de proteínas com a ABPA

A produção nacional e os processos envolvendo o mercado externo de proteína animal foram temas de encontro promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) com representantes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em evento on line realizado no sábado (16/09/23). Na ocasião, o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, e o chefe de comunicação da entidade, Marcelo Oliveira detalharam pontos relevantes para a compreensão da dinâmica do mercado exportador de aves, suínos e ovos do Brasil.  É o caso, por exemplo, da metodologia de coleta e processamento de dados divulgados pela entidade, tanto de produção e consumo per capita, quanto de exportações.  Dúvidas frequentes de profissionais da imprensa também estiveram na pauta, como os processos de habilitação para novas plantas frigoríficas em cada mercado importador, o formato da cadeia de valor das proteínas, o sistema de integração entre produtores e agroindústrias, entre outros pontos. Questões sanitárias do setor produtivo também estiveram em pauta, especialmente em temas emergentes como a Influenza Aviária e a Peste Suína Africana – duas enfermidades que vem determinando o comportamento das exportações globais do setor. Marcado pela forte interação entre os jornalistas da rede e os representantes da ABPA, o workshop também abordou temas técnicos que estão constantemente nos debates da produção e o comércio internacional, como requisitos sanitários de exportação, resistência antimicrobiana e saúde única, bem-estar animal e outras pautas. “O encontro com os sócios da Agrojor foi primordial para clarificar pontos e dar ainda mais transparência aos processos que envolvem a avicultura e a suinocultura do Brasil.  Se por um lado esperamos ter contribuído com mais informações para os colegas jornalistas que cobrem o agronegócio, por outro, também nós tiramos lições para aprimorar ainda mais nossos processos de comunicação”, analisa Rua. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui e associe-se.

Rede Agrojor recebe técnicos do Cepea para workshop sobre economia

No fina de agosto, a Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor) promoveu o 3º workshop voltado aos associados. O tema da vez foi “Economia no Agro” e as convidadas para esmiuçar o assunto foram Alessandra da Paz, assessora de comunicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), e Nicole Rennó Castro, professora da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) e pesquisadora da equipe macroeconômica do Cepea/Esalq/USP. Conhecido por seus indicadores de mercado de 30 cadeias do agronegócio (boi gordo, café, citros, etanol, leite, entre outras), o Cepea é um grupo de pesquisa da Esalq/USP, sediada em Piracicaba (SP). O centro está registrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e tem o propósito de desenvolver pesquisa aplicada e inteligência de mercado, além de auxiliar na formação de profissionais. O Cepea tem 41 anos de trajetória e mais de 130 profissionais, entre doutores, mestres, professores, graduados no MBA e estagiários. Trata-se de uma bem-sucedida história de parcerias público privada, uma vez que o centro tem diversos investidores: a B3 desde 1993, a Agência Estado (1997), a Bloomberg (2001) e REFINITIV, que é um braço da Reuters e distribui os informativos para mais de 180 países (2011). Lá são calculados indicadores de extrema relevância para o setor, como empregos e PIB do agronegócio. No entanto, o Cepea segue a metodologia que é fruto do conceito de agronegócio (agribusiness) desenvolvido na Universidade de Harvard nos anos 1950 e 1960, o que resulta em um dado diferente do PIB do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que considera apenas a agropecuária, excluindo, por exemplo, o setor de serviços do agro. Nicole explicou o motivo da diferença dos dois indicadores e em quais situações usar um ou outro. Como diferenciar um e outros, em quais situações ele é adequado e como informar o público sobre essas diferenças. Alessandra mostrou as diversas ferramentas disponíveis no site do Cepea, que podem auxiliar os jornalistas na elaboração das reportagens: agro mensal (boletim com a análise mensal do produto), gráficos com a média mensal de preços dos últimos 30 dias, 60 dias, 6 meses, 1 ano e 2 anos; série histórica de preços de vários produtos, entre outros. Se você é jornalista do agro e quer ter acesso a estes e demais worskshops, não perca tempo, associe-se à Agrojor. Para saber mais sobre o Cepea, é só acessar o site ou seguir o perfil do centro no Instagram.

Saiba o que o comitê global da IFAJ decidiu no congresso do Canadá

O Congresso IFAJ 2023 (Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas), que terminou ontem (2/7), no Canadá, realizou a reunião mensal do Comitê de Países Membros e a Assembleia Geral anual, nas quais a Rede Agrojor participou de forma virtual. Os encontros apresentaram iniciativas da IFAJ, como o novo Código de Conduta, que coube à Lena Johansson, presidente da IFAJ explicar os detalhes; os canais de comunicação, com vice-presidente Steve Werblow, e as contas da entidade pelo tesoureiro Adrian Bell. Os balanços anuais foram aprovadas por unanimidade. “A IFAJ quer estimular uma participação cada vez maior das associações nacionais e tem diversas formas de comunicação para aproximar os colegas jornalistas, a fim de construir relacionamento. É uma porta de entrada para interagir com outros profissionais do mundo todo”, diz Daniel Azevedo, diretor internacional de comunicação da Rede Agrojor, que no congresso da IFAJ de 2022 também representou o Brasil durante os eventos oficiais. Além disso, o secretário-geral, Addy Rossi, também destacou o Star Prize, uma premiação internacional para membros das associações nacionais filiadas à IFAJ, reforçando o convite a jornalistas de todo o mundo. O concurso tem edições anuais e as categorias aceitas são foto, texto, audio e vídeo. Os jornalistas brasileiros também podem participar, via Rede Agrojor, já que os textos são traduzidos. “Convido a todos a participar do Star Prize. Tenho certeza que trabalhos de colegas brasileiros podem ser reconhecidos entre os melhores do mundo agro”, afirma Azevedo.

Rede Agrojor e USP/Esalq fazem parceria que beneficia jornalistas

A Rede AgroJor (Rede Brasil de Jornalistas Agro) firmou uma parceria com a USP/Esalq, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo, em Piracicaba (SP), a mais renomada instituição de ensino de ciências agrárias do país e uma das cinco melhores do mundo, segundo o ranking da U.S. News and World Report que classifica as faculdades pela qualidade do ensino que oferecem. A parceria contempla os associados da Rede Agrojor com descontos para os cursos oferecidos como MBA (Master of Business Administration). Entre eles, desconto de 10% nas parcelas serão concedidos nos cursos de agronegócios e outros 11 MBAs, entre eles marketing, data science e analytics, gestão de pessoas, digital business e gestão de projetos, que fazem parte da categoria MBAs à Distância. Para os cursos Essential, o desconto é de 15%. São cursos de aprendizado rápido e dinâmico, como valuation e métricas de valor, transformação ágil na prática, controle biológico de pragas e ESG & gestão, entre outros. Se você ainda não é um associado da RedeAgrojor, click aqui e associe-se para ter direito a esse benefício.