Author : Rede Brasil de Jornalismo Agro

Fique de olho: IFAJ divulga seu calendário 2025

A IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agro) anunciou sua agenda anual de eventos, entre eles prêmios, congressos e workshops para 2025. A entidade está presente em cerca de 50 países, por meio de entidades nacionais, como é o caso da Rede Brasil de Jornalistas Agro. A foto que abre esta reportagem é um exemplo. Uma turma de master class se juntou aos seus colegas do programa Young Leaders em um Boot Camp, que combinou trabalho de campo e workshops. Os jornalistas entrevistam o produtor de laticínios de Minnesota (EUA), Kevin Keiffer. Confira a programação geral e acompanhe aqui no site da Rede Agrojor as atualizações de cada um dos eventos: Star Prize: o “Oscar” do agrojornalismo O Prêmio Star Prize manterá o formato estabelecido em 2024, com cinco categorias temáticas e cinco formatos de premiação. As inscrições abrirão em 1º de abril, quando serão divulgados todos os detalhes, e serão aceitas até 15 de junho. Os vencedores serão anunciados durante o Congresso Mundial da IFAJ, em Nairóbi, e receberão prêmios em dinheiro. Essa premiação destaca e valoriza o trabalho dos jornalistas agrícolas, incentivando a produção de conteúdo de alta qualidade. Convites para coberturas internacionais A IFAJ confirmou a participação de até 15 jornalistas no ISF World Seed Congress, que ocorrerá em Istambul de 19 a 21 de maio. O evento cobrirá despesas de registro, hotel e voos dos selecionados. A programação incluirá conferências de imprensa, espaços de mídia, workshops e um tour opcional para Antália entre os dias 22 e 23 de maio. Este congresso oferecerá uma visão abrangente sobre as tendências globais na indústria de sementes. Outro evento parceiro da IFAJ é a Cúpula Mundial do Leite 2025, que ocorrerá pela primeira vez na América do Sul, entre 20 e 23 de outubro no Chile. A Federação Internacional de Laticínios (IDF) convidará membros das associações de jornalistas reconhecidas pela IFAJ, como a Rede Agrojor, para cobertura da cúpula e fortalecer a disseminação de informações sobre o setor leiteiro global. A colaboração visa promover debates sobre inovação, produção sustentável e comércio internacional de laticínios, além de possibilitar a participação ativa de jornalistas especializados na cobertura do evento. Young Leaders: um mergulho no agro profundo No campo da formação de novos talentos, o programa Alltech Young Leaders celebrará seu 20º aniversário em 2025. O Boot Camp do programa ocorrerá em Nairóbi, reunindo até dez jovens jornalistas agrícolas de diferentes países. As inscrições começarão em abril, com data limite em 6 de junho. Os selecionados terão todos os custos cobertos para participação no Congresso Mundial da IFAJ no Quênia. Essa iniciativa tem por objetivo desenvolver habilidades e ampliar o conhecimento dos futuros líderes da comunicação no agronegócio. “Queremos aproximar os jovens da entidade e formar líderes globais no campo do jornalismo especializado. O Young Leaders é uma das principais iniciativas da IFAJ neste sentido. Motive os jovens de sua associação a se inscrever! É uma grande experiência”, disse Steve Werblow, presidente da IFAJ. Desenvolvimento profissional em dia No âmbito do desenvolvimento profissional, a IFAJ, em parceria com a Syngenta, oferecerá uma série de webinars para capacitação de jornalistas especializados. Entre os temas confirmados estão “Princípios e Principais” (abril), “Relatos agrícolas da linha de frente” (maio) e “Artifício ou Inteligência? IA na agricultura” (junho). Essas sessões virtuais procuram proporcionar insights sobre tendências emergentes e melhores práticas no setor. Outra oportunidade importante no campo educacional será o curso promovido em parceria com a Universidade de Illinois (EUA). O programa oferecerá treinamento avançado para jornalistas agrícolas sobre comunicação científica, abordando temas como inovação no agronegócio, impactos climáticos e novas tecnologias. Detalhes sobre inscrições e datas serão divulgados nos próximos meses.

IFAJ confirma Brasil como sede do Executive Meeting 2026

A Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ) confirmou o Brasil como sede do Executive Meeting de 2026, durante o encontro que está sendo realizado, nesta semana, em Letsitele, na África do Sul. O evento no Brasil ocorrerá entre março e abril e reunirá cerca de 50 jornalistas especializados em agronegócio, vindos de países membros da entidade. “Estamos realmente animados que o Brasil se ofereceu para sediar a próxima reunião executiva da IFAJ. É um país com um setor agrícola forte, uma ótima agricultura e pecuária, e tantos conceitos construídos, muita energia e super ideias”, disse Steve Werblow, presidente da IFAJ. “Acho que será inspirador e voltaremos para casa com histórias, voltaremos com muita inspiração de uma ótima reunião.” Esse tipo de reunião – como o Brasil vai sediar – e que no país africano começou na segunda-feira (17) e vai até a sexta-feira (21), visa discutir e aprovar os próximos passos da IFAJ, além de apresentar aos profissionais a agropecuária do país anfitrião e estreitar relacionamento entre colegas de várias partes do mundo. O Brasil já possui histórico de participação ativa na IFAJ e será, mais uma vez, palco de um encontro internacional relevante. Em 2019, o país recebeu uma delegação da entidade para um press tour composto por jornalistas de vários países, entre eles Canadá, Estados Unidos, Finlândia e Argentina. Foi a partir desse evento que um grupo de 11 jornalistas do Brasil iniciou o processo da criação da Rede Agrojor como uma entidade formal. A realização do Executive Meeting no país reforça sua importância no cenário do jornalismo agrícola e atende o interesse dos profissionais estrangeiros sobre a atividade no Brasil, proporcionando a oportunidade de conhecer de perto o trabalho de todos os elos do agronegócio nacional. “A confirmação do Brasil como sede do próximo Executive Meeting é a demonstração do interesse que o agronegócio brasileiro desperta mundo afora, uma grande oportunidade de apresentarmos a realidade sobre a atividade no Brasil e também uma demonstração de confiança em nossa rede”, disse Daniel Azevedo Duarte, que representou a Rede Agrojor. Segundo ele, a entidade terá um desafio motivante nos próximos meses para organizar todos os detalhes do Executive Meeting, desde logística, locais (fazendas, agroindústria, unidades de pesquisa) e outros aspectos, a fim de manter o alto nível dos tradicionais eventos da IFAJ. Além do Executive Meeting, a IFAJ confirmou um cronograma extenso de congressos e encontros executivos. O próximo Congresso Mundial da IFAJ – principal evento da entidade internacional – ocorrerá no Quênia, em outubro de 2025. Os anos seguintes contarão com conferências na Croácia (2026), África do Sul (2027), Argentina (2028), Reino Unido (2029) e México (2030). O Brasil planeja sediar também um Congresso Mundial da IFAJ entre os anos de 2031 e 2032, consolidando sua posição no circuito internacional do jornalismo agrícola. O Executive Meeting é um grande passo para isso.

Inscrições abertas para a oficina “Inteligência Artificial Aplicada ao Jornalismo Agro”

A Rede AgroJor está com inscrições abertas para suas oficinas voltadas à capacitação de jornalistas do setor agropecuário. O tema de estreia é “Inteligência Artificial Aplicada ao Jornalismo Agro”, com aulas nos dias 3, 10, 17 e 21 de abril, das 10h30 às 12h. A oficina tem como objetivo mostrar como as ferramentas de Inteligência Artificial podem otimizar pesquisa, produção e distribuição de conteúdo especializado, proporcionando mais eficiência no trabalho dos profissionais da área. O que será abordado em cada aula? A programação está dividida em quatro aulas, cada uma abordando um aspecto essencial da aplicação da IA no jornalismo agropecuário: Aula 1 – Inteligência Artificial no Jornalismo Agro: Ferramentas e Estratégias Os participantes terão uma introdução ao uso de modelos de IA, como o ChatGPT, e aprenderão a configurar prompts avançados para otimizar a produção de conteúdo agropecuário. O foco será em entender o funcionamento dessas tecnologias para produzir materiais com maior rapidez e qualidade. Aula 2 – Curadoria de Conteúdo e Identificação de Tendências no Agronegócio A segunda aula ensinará como utilizar a IA para monitorar tendências, analisar redes sociais e identificar temas relevantes para o setor agropecuário. Além disso, os participantes aprenderão a criar roteiros e scripts automatizados, reduzindo significativamente o tempo gasto nessas tarefas. Aula 3 – Criando Robôs no ChatGPT para Automatizar o Trabalho Jornalístico Agro Aqui, os jornalistas irão aprofundar seus conhecimentos em automatização de processos jornalísticos. Serão ensinadas técnicas para a criação de robôs que sugerem pautas, transcrevem entrevistas e automatizam boletins agropecuários, tornando o trabalho mais ágil e produtivo. Aula 4 – Como Criar Novas Fontes de Lucro no Jornalismo Agro com IA O encerramento da oficina abordará as oportunidades de mercado para jornalistas que dominam IA. A aula trará insights sobre novas formas de rentabilizar o conhecimento jornalístico, inovar sem perder a essência e se destacar em um cenário profissional cada vez mais competitivo e tecnológico. Inscrições e valores As inscrições são gratuitas para associados da Rede AgroJor. Para não associados, o investimento para participar da oficina é de R$ 600 (com acesso apenas às aulas online). Os interessados podem se inscrever por meio do formulário disponível, clicando aqui: INSCRIÇÃO Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui, se associe e venha explorar o futuro do jornalismo agro.

Rede Agrojor está na África do Sul a convite da IFAJ

O diretor de Relações Internacionais da Rede Agrojor, Daniel Azevedo Duarte, está na África do Sul, com a missão de trazer aprendizados para a realização do Executive Meeting da International Federation of Agricultural Journalists (IFAJ) no Brasil, em março de 2026.  A realização do evento é apoiada pelo presidium da associação internacional e aguarda confirmação formal, que deve ser obtida durante a estadia na África do Sul, por ocasião da edição deste ano do mesmo encontro da executiva que começa hoje (17) e vai até a sexta-feira (21).  A visita é financiada pelos apoiadores da IFAJ e permitirá a produção de conteúdos jornalísticos a partir da investigação in loco de uma das principais potências agropecuárias do continente.  A África, berço da humanidade, vive uma transformação econômica e demográfica acelerada. Com uma população de 1,5 bilhão de habitantes e previsão de alcançar 2,5 bilhões até 2050, o continente terá a maior taxa de crescimento populacional do planeta.  Esse avanço trará uma demanda crescente por alimentos, impulsionando produção local e as importações, que já somam cerca de US$ 100 bilhões anuais, um aumento de 85% em relação a 2010. Parceiro bilionário  O Brasil desponta como o principal fornecedor de alimentos para os 54 países africanos, superando até mesmo a África do Sul, potência agrícola regional e integrante dos Brics. Se o crescimento do mercado acompanhar a expansão populacional, as importações agropecuárias africanas poderão alcançar US$ 166 bilhões até 2050, impulsionadas também pelo aumento do poder de compra per capita. A África do Sul tem um papel central nesse cenário. Com uma extensão territorial duas vezes maior que a França, o país tem no agronegócio um dos pilares de sua economia.  Em 2023, as exportações agropecuárias sul-africanas atingiram um recorde de US$ 21,5 bilhões, sendo 38% destinadas ao próprio continente.  O país é um grande fornecedor de milho, frutas, açúcar e carnes, atendendo mercados vizinhos como Namíbia, Botsuana, Moçambique e Zimbábue. O Brasil, por sua vez, exportou cerca de US$ 12 bilhões em produtos agropecuários para a África em 2024, com destaque para açúcar, milho, carnes de aves e bovina, além de soja, café e algodão.  Já a relação comercial entre Brasil e África do Sul também é significativa, mas registrou uma leve queda em 2024, com exportações brasileiras totalizando US$ 1,37 bilhão e importações de US$ 657 milhões. O Brasil se destaca na exportação de carnes e açúcar para a África do Sul, enquanto os sul-africanos vendem ao Brasil frutas cítricas, vinhos e produtos processados. Com o crescimento populacional e a necessidade de garantir a segurança alimentar, Brasil e África do Sul seguirão como protagonistas no abastecimento do continente africano. Contatos na África A viagem da Rede Agrojor à África do Sul também visa fortalecer o relacionamento entre jornalistas agropecuários brasileiros e africanos, ampliando o intercâmbio de informações e oportunidades de colaboração.  O contato direto com profissionais locais permitirá fortalecer a rede internacional de jornalistas especializados, facilitando a troca de experiências e a cobertura conjunta de temas relevantes para o agro global. Além disso, a presença de Daniel no país pode impulsionar parcerias entre veículos de comunicação, gerando potenciais oportunidades aos membros da Rede Agrojor.  Isso também abre portas para missões de jornalistas africanos ao Brasil, ampliando o fluxo de informações entre os mercados agropecuários dos dois países, por exemplo para o Executive Meeting, previsto para o Brasil em março de 2026.

Oficinas da Rede Agrojor: confira essa novidade para o agrojornalismo

A inteligência artificial (IA) está transformando o modelo do que é “fazer jornalismo” nos dias atuais e no setor do agronegócio não é diferente. Com esse foco, a Rede Agrojor está iniciando mais um projeto: suas oficinas dedicadas aos cerca de 100 jornalistas associados para que se aprofundem em temas diversos em suas áreas de atuação, por meio de novos conhecimentos e de ferramentas práticas. O tema de estreia das oficinas “Inteligência Artificial Aplicada ao Jornalismo Agro”, será em abril, nos dias 3, 10, 17 e 21, das 10h30 às 12h. A escolha do tema nasceu da demanda dos membros da Rede Agrojor, após a realização do workshop “A Inteligência Artificial aplicada ao jornalismo: o que saber para começar”, realizado em  13 de novembro. A convidada foi Ana Tex, que agora volta para ministrar aulas práticas. Quem é Ana Tex? Ana Tex é formada em Business Administration pela Universidade de Sidney, na Austrália, e possui MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).  Nas redes sociais – entre elas o Instagram, Youtube e TikTok –, é seguida por cerca de 1,1 milhão de pessoas. Ela tem uma larga experiência no digital, desde que começou a produzir conteúdos sobre marketing digital em um blog, em 2010. Desde 2014, faz palestras, mentorias e cursos. Sua abordagem prática e dinâmica, como já foi mostrada no workshop acima citado, tornará a oficina uma oportunidade única para os jornalistas agropecuários que desejam aprimorar suas estratégias e entender como a IA pode impulsionar sua atuação no mercado. O que você vai aprender? Durante as quatro aulas da oficina os participantes terão acesso a conteúdos exclusivos sobre: Aula 1 – Inteligência Artificial no Jornalismo Agro – Ferramentas e Estratégias Aula 2 – Curadoria de Conteúdo e Identificação de Tendências no Agronegócio Aula 3 – Criando Robôs no ChatGPT para Automatizar o Trabalho Jornalístico Agro Aula 4 – Como Criar Fontes de Lucro no Jornalismo Agro com IA Por que participar? Além do conhecimento de ponta, essa oficina é exclusiva para associados da AgroJor, reforçando a importância de fazer parte da nossa rede. Se você já é associado, não perca essa oportunidade de aprimorar suas habilidades e se destacar no mercado. E se ainda não faz parte da Rede Agrojor, essa é a chance para se associar e ter acesso a conteúdos exclusivos como este. Inscrições gratuitas, em breve, para os associados. Para não associados, o custo é de R$ 600.  Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui.

Você sabe onde aconteceram os últimos 5 congressos da IFAJ?

A Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ) organiza anualmente seu congresso mundial, reunindo profissionais da comunicação do setor para discutir desafios, inovações e tendências. Nos últimos cinco anos, esses encontros aconteceram em diferentes partes do mundo, abordando temas como sustentabilidade, tecnologia e novas abordagens para o jornalismo agro. Os temas vão da adaptação dos jornalistas ao ambiente virtual durante a pandemia até debates sobre combustíveis verdes e crescimento sustentável, além dos debates sobre a evolução da cobertura jornalística do agro em um cenário globalizado. Neste ano, o evento ocorrerá de 14 a 18 de outubro, em Nairóbi, no Quênia, e será organizado pela Media for Environment, Science, Health and Agriculture (MESHA), associação de jornalistas e comunicadores/cientistas fundada em outubro de 2005 no país. Atualmente, a entidade possui cerca de 100 associados e 10 membros corporativos. Confira detalhes dos 5 mais recentes congressos da IFAJ: 2024: Em Interlaken, na Suíça 2023: Em Olds, Alberta, Canadá 2022: Em Vingsted, Dinamarca 2021: Congresso Virtual (e-Congress) 2020: Congresso Virtual (e-Congress)

Por que cobrir exposições agropecuárias é cada vez mais um desafio?

A Rede Agrojor – Rede Brasil de Jornalistas Agro promoveu nesta terça-feira (18) um workshop dedicado aos desafios e oportunidades da cobertura de exposições agropecuárias. A Rede Agrojor convidou para a mesa de debates Schubert Peter, editor da Revista Cultivar, e Enio Campoi, fundador e sócio-diretor da Mecânica de Comunicação Estratégica, ambos com larga experiência nesse tipo de jornalismo. O workshop foi mediado por Mariele Previdi, diretora da Rede Agrojor. No Brasil são realizadas centenas de exposições agropecuárias por todo o país. Entre elas, eventos obrigatórios no calendário das plataformas de comunicação, como Agrishow (Ribeirão Preto, SP), Expointer (Porto Alegre), Show Rural Coopavel (Cascavel, PR), Tecnoshow Comigo (Rio Verde, GO), Bahia Farm Show (Luís Eduardo Magalhães, BA), ExpoZebu (Uberaba, MG), Femec – Feira do Agronegócio Mineiro (Uberlândia, MG), Fenasucro & Agrocana (Sertãozinho, SP), Parecis SuperAgro (Campo Novo do Parecis, MT), ExpoDireto Cotrijal (Não-Me-Toque, RS), Expolucas (Lucas do Rio Verde, MT), além de outras. Os desafios ocorrem nos grandes eventos e também naqueles de caráter mais regional.   Infraestrutura e desafios logísticos Entre os principais temas abordados, destacou-se a infraestrutura oferecida aos jornalistas nas feiras do setor. Campoi, por exemplo, ressaltou a evolução da Agrishow, a mais tradicional e maior feira de máquinas e tecnologias do país, que ocorre em Ribeirão Preto (SP), e que serve de exemplo dos desafios.  Ao longo dos anos, desde pequenas salas de imprensa até espaços mais estruturados foram destinados ao trabalho, embora tenha havido retrocessos recentes. “No passado, chegamos a ter um espaço amplo e estruturado para a imprensa, com auditório, computadores e até restaurante próprio para os jornalistas. Infelizmente, isso foi sendo reduzido ano a ano”, lamentou Campoi. “O papel da assessoria de imprensa é brigar para garantir condições mínimas para que o jornalista desenvolva bem o seu trabalho.” Peter complementou, apontando os desafios logísticos para cobrir eventos em cidades que não comportam o público esperado, encarecendo custos de deslocamento e hospedagem. “Muitas vezes, temos que nos hospedar a 50 ou 60 km do local do evento, o que compromete o ritmo de cobertura e aumenta os custos”, disse. Ele também ressaltou a dificuldade de priorizar pautas diante da grande quantidade de expositores e conteúdo. “Com tantos lançamentos e eventos simultâneos, precisamos escolher a dedo o que cobrir, o que nem sempre agrada a todos.” Concorrência com influenciadores e mudança de foco das feiras Outro ponto discutido foi a mudança de foco das feiras, que têm investido mais em influenciadores digitais do que nas plataformas de notícias. No caso da Agrishow 2024, por exemplo, a estrutura oferecida aos jornalistas foi reduzida, enquanto foi montado um lounge exclusivo para influenciadores. “É um erro estratégico, porque a imprensa tem um papel fundamental na disseminação de informações sérias e relevantes”, criticou Campoi. “Os organizadores precisam compreender que a cobertura da imprensa é essencial para ampliar a visibilidade do evento e das inovações apresentadas”, destacou Peter. A relação entre jornalistas e assessorias de imprensa A relação entre jornalistas e assessores também foi tema do debate. Peter e Campoi falaram da importância da preparação dos porta-vozes das empresas para atender à imprensa e a necessidade de planejamento prévio para otimizar a cobertura. “Muitas empresas ainda tratam a imprensa como um incômodo, quando deveriam enxergar como uma aliada”, afirmou Campoi. “Jornalistas precisam de informações bem organizadas e de acesso rápido aos porta-vozes. Quando isso não acontece, as matérias acabam ficando comprometidas”, alertou Peter. O futuro da cobertura de feiras agropecuárias Ao final do workshop, foi sugerida a criação de um fórum para reunir jornalistas, organizadores de eventos e executivos de comunicação das empresas expositoras. O objetivo seria promover um espaço de diálogo e sensibilização sobre a importância da imprensa na cobertura de eventos agropecuários. “Sem esse diálogo, as feiras correm o risco de se tornarem apenas vitrines comerciais, perdendo sua relevância enquanto fonte de informação para o setor”, concluiu Campoi. A discussão reforçou que, apesar dos desafios econômicos e estruturais, a cobertura jornalística segue sendo fundamental para a disseminação de informações relevantes sobre o setor agropecuário. Todo o conteúdo do workshop fica disponível para os associados da Rede Agrojor, em breve no seu site.

Cobertura de eventos agropecuários, como fazer melhor

A temporada dos eventos agropecuários já começou e a Rede Agrojor está preparando um workshop exclusivo sobre a cobertura desse tipo de evento. Quem nunca enfrentou uma dificuldade, uma falta de infraestrutura, um perrengue, ou mesmo encontrou soluções de como fazer o trabalho?  As exposições e feiras são um nicho do agro que vem mudando ao longo dos anos. E é sobre isso que o workshop vai se debruçar. Esses eventos são importantes por promoverem a troca de conhecimentos, a apresentação de inovações tecnológicas e a realização de negócios no setor agropecuário.  Servem, também,  como plataforma para a atualização profissional, o fortalecimento de redes de contato e o estímulo ao desenvolvimento econômico regional. Não há um número exato de exposições agropecuárias realizadas anualmente no Brasil, mas estima-se em centenas de eventos dessa natureza. O país é conhecido por seu grande número de feiras, exposições e eventos relacionados ao agronegócio, realizados em praticamente todos os estados, com foco em diversas áreas da agropecuária, como pecuária, agricultura, tecnologia e inovações do setor, como por exemplo Agrishow, Expodireto Cotrijal, Show Rural Coopavel, ExpoZebu, entre outras. Para essa roda de conversa, a Rede Agrojor convidou três jornalistas com muita experiência na cobertura e na assessoria desses eventos. Schubert Peter, editor da Revista Cultivar, publicação especializada no setor e com ampla cobertura de feiras e exposições; Enio Campoi, que além de jornalista, é relações públicas e publicitário, reconhecido por sua atuação no setor de comunicação estratégica. Ele é o fundador e sócio-diretor da Mecânica de Comunicação Estratégica, uma das agências de comunicação mais antigas do país, criada em 1973. A mediação do encontro será de Marielle Previdi, criadora em 20025 da Attuale Comunicação, uma agência especializada em assessoria de imprensa no setor agropecuário. O workshop é um evento exclusivo e fechado para os associados da Rede Agrojor. Ele ocorre no dia 18 de fevereiro, às 10h (horário de Brasília), pelo zoom da AgroJor. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui e seja membro.

Rede Agrojor discute carreira, desafios e oportunidades no jornalismo

A Rede Agrojor promoveu um workshop exclusivo para seus associados, reunindo jornalistas e especialistas em comunicação para um debate aprofundado sobre as oportunidades e desafios da carreira no jornalismo agro. O evento, mediado por Marcelo Oliveira, contou com a participação de nomes de destaque no setor, como Leandro Mittmann, Dejane Arnhold e Lucas Limão, que compartilharam suas trajetórias e insights sobre a atuação no agronegócio. Leandro Mittmann: A Visão Global do Agro Jornalismo Radicado na Alemanha, Leandro Mittmann trouxe uma perspectiva internacional para o debate. Ele destacou a importância da cobertura global do agronegócio, especialmente na relação entre o Brasil e a Europa. “Aprendi a olhar o agro globalmente e a importância de expandir as fronteiras da comunicação agro”, afirmou. Mittmann ressaltou como o mercado europeu enxerga o agro brasileiro e a necessidade de os jornalistas brasileiros se posicionarem em um contexto internacional. “Conectar-se com a imprensa internacional é essencial para ampliar a visibilidade do setor”, completou. Dejane Arnhold: Empreendedorismo e Comunicação Especializada Dejane Arnhold, fundadora da Crop Comunicação, compartilhou sua trajetória no jornalismo agro e o momento em que decidiu empreender. Após a pandemia de 2021, ela identificou uma lacuna no mercado de Mato Grosso para agências especializadas em comunicação no setor agropecuário. “Foi uma decisão pessoal, mas também uma resposta a uma necessidade do mercado”, explicou. Dejane destacou que o agro exige dedicação contínua, com plantões e trabalho nos finais de semana, mas também oferece oportunidades únicas para quem se especializa. “O equilíbrio é fundamental, mas a paixão pelo setor motiva a superar os desafios”, disse. Lucas Limão: Paixão pelo Agro desde a Infância Já Lucas Limão, estagiário no programa “Trilha do Agro” do R7, contou como sua paixão pelo agro começou ainda na infância, ao acompanhar o programa Globo Rural. “Foi uma explosão mental, como uma chama acesa na minha cabeça”, descreveu. Limão destacou que, apesar de jovem, sua trajetória já é marcada por experiências significativas, como a cobertura da cadeia produtiva e dos desafios econômicos do agronegócio. Para ele, a adaptação e a paixão pela área são essenciais para superar as dificuldades iniciais da carreira. Desafios e Oportunidades no Jornalismo Agro O workshop também abordou os desafios do mercado atual. Dejane Arnhold alertou sobre a importância de se manter atualizado e de criar estratégias de comunicação eficazes para o setor agro. “Identificar nichos e lacunas no mercado é fundamental para se destacar”, ressaltou. Já Lucas Limão enfatizou a necessidade de persistência e dedicação, especialmente no início da carreira. “O agro é dinâmico e exige muito dos profissionais, mas também oferece oportunidades incríveis para quem está disposto a se especializar”, disse. Dicas Valiosas para Jornalistas do Agro Os participantes compartilharam dicas práticas para quem deseja ingressar ou se destacar no jornalismo agro. Para Dejane Arnhold, a chave do sucesso está em identificar nichos e lacunas no mercado. Já Lucas Limão destacou a importância de se apaixonar pela área e estar disposto a aprender constantemente. Ambos concordaram que, embora o setor agro demande dedicação, ele também oferece um campo fértil para crescimento profissional. Rede Agrojor: Conteúdo Exclusivo para Associados Esse workshop é mais um da série de conteúdos exclusivos para membros da Rede Agrojor, clique aqui para acessar o vídeo completo. Os associados têm acesso aos vídeos completos das discussões, disponíveis na área restrita do site. Associe-se agora clicando aqui para ter acesso.

“No agro, Brasil é um irmão maior para a Argentina”, diz vice-presidente da IFAJ

A simpática frase é do jornalista argentino Adalberto Rossi, vice-presidente da International Federation of Agricultural Journalists (do inglês IFAJ), mas poderia acrescentar “e a Argentina é mais experiente na mobilização de jornalistas especializados no campo”. Para se ter ideia, o Dia do Jornalista Agropecuário no vizinho é celebrado há mais de 220 anos e o Círculo Argentino de Periodismo Agrário (Capa), que é a entidade filiada à Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ) reúne profissionais desde 1956, tem quase sete décadas de existência.  Addy, como é mais conhecido, presidiu a Capa por 10 anos. Hoje, ele segue como tesoureiro, cada vez mais atuante em seus país e internacionalmente. Não por acaso, ele é o atual vice-presidente da IFAJ e tem como uma de suas bandeiras aumentar a participação e a representatividade da América do Sul nas esferas de decisão da federação e em eventos dedicados aos profissionais de todo o mundo.   A Rede Agrojor, por meio de Daniel Azevedo, diretor de comunicação internacional da entidade, conversou com ele sobre vários temas, incluindo a próxima reunião executiva da IFAJ, para a qual o Brasil se candidatou como sede. A reunião está marcada para março de 2026.  Apesar de o país já haver sediado um Press Tour com membros da IFAJ em 2019, seria o primeiro evento do calendário oficial da entidade internacional a ser realizado pela associação brasileira.  Ela é, também, um passo importante para, futuramente, a Rede Agrojor receber um Congresso da IFAJ, o principal encontro sobre a profissão de jornalismo especializado em agropecuária e agronegócio do mundo. A conversa trouxe outras novidades, como tendências sobre a atividade, o perfil do jornalismo agro na Argentina e as possibilidade de networking e experiências conjuntas entre profissionais brasileiros e argentinos. Além disso, ele fala de uma novidade que deve ser anunciada nos próximos meses: um curso internacional de jornalismo agropecuário com diploma pela Universidade de Illinois (EUA), acessível a todos os associados. Confira a entrevista:   O que é e como acontecem as reuniões da executiva da IFAJ? Todos os anos, são realizados dois encontros anuais pela IFAJ: um encontro de meio termo, que é a Reunião da Executiva, e um encontro anual, que é Congresso da IFAJ.  Esses eventos acontecem em dois países diferentes. No ano passado, por exemplo, o encontro de meio termo ocorreu em Málaga, na Espanha, e o congresso anual foi realizado na Suíça.  Este ano, o encontro de meio termo será na África do Sul, em março, enquanto o Congresso anual será realizados no Quênia. Na Reunião Executiva, os delegados executivos da IFAJ se reúnem para planejar o futuro estratégico da federação nos próximos anos. Lembrando que a IFAJ conta com 66 países afiliados.  Essas reuniões incluem não apenas o desenvolvimento profissional, mas também a liberdade de imprensa, os serviços e benefícios oferecidos aos associados, além de outras questões que surgem durante os encontros. Este ano, diria que o mais importante é que vamos anunciar e propor, para aprovação dos delegados executivos, a possibilidade de oferecer, de forma virtual, um programa internacional de capacitação para jornalistas agropecuários.  Esse curso será ministrado pela Universidade de Illinois, uma das instituições de ensino mais prestigiadas do mundo no segmento.  O programa foi especialmente desenhado para capacitar e valorizar os profissionais que informam sobre o setor agropecuário em seus respectivos países. Esse será um programa intensivo de quatro meses, com todo o know-how que a Universidade de Illinois pode oferecer através de sua Faculdade de Pecuária.  Estive presente em conversas com a decana da universidade e também com o professor Roberts, responsável pelo projeto, e fiquei impressionado com o alcance e a qualidade dos conteúdos desse programa.  Ele foi pensado para ser acessível: estamos estimando que o custo não deve ultrapassar 50 dólares por jornalista, o que é incrivelmente baixo em relação aos benefícios oferecidos. O Brasil se propõe a sediar a Reunião da Executiva no ano que vem. Além desse tipo de deliberação, o que mais acontece em um encontro como esse? Os jornalistas que participam têm a oportunidade de conhecer profundamente como ocorre a produção no país anfitrião.  Por exemplo, quando visitamos Málaga, tivemos a chance de aprender como é produzido o jamón ibérico com denominação de origem.  Também conhecemos a produção de oliveiras, aquicultura, cooperativas, estufas e até a criação de insetos usados na polinização das plantas.  Foi uma experiência sensacional, e voltamos como jornalistas com muito conhecimento e conteúdo para produzir artigos e reportagens que podemos usar em nossos meios profissionais. Esses encontros também promovem um intercâmbio constante entre jornalistas de diferentes países. É um aprendizado valioso, porque compartilhamos opiniões, perspectivas e projetos. Recomendo muito a participação, pois são reuniões muito produtivas. Normalmente, esses eventos duram de 3 a 4 dias, raramente mais do que isso. Quais são as expectativas da IFAJ em ter o Brasil como sede?  As expectativas são enormes. O Brasil é uma potência mundial na produção de alimentos e produtos agropecuários, e há sempre um grande interesse em conhecer em profundidade como o país trabalha.  As visitas anteriores ao Brasil foram muito interessantes e intensivas, embora de curta duração. Isso gerou um interesse muito grande entre os membros da IFAJ em retornar e explorar ainda mais. Além disso, esses encontros permitem um intercâmbio de experiências e expertise sobre como se informa e se leva a informação do campo ao consumidor e ao produtor.  Quantos jornalistas costumam participar desses eventos?  Em 2019, por exemplo, houve poucos jornalistas estrangeiros, pois foi um press tour. No próximo ano, o encontro executivo será realizado com uma semana de visitas para conhecer uma região produtiva do Brasil. Espera-se que entre 40 e 50 jornalistas participem. Esses eventos também podem ser um aprendizado importante para que, no futuro, o Brasil possa sediar o Congresso da IFAJ, que é o grande evento da entidade.  Em 2027, o congresso será no Reino Unido. Já em 2028, o congresso pode ser na Argentina, e há um interesse de realizar um pré ou pós-congresso no Brasil ou mesmo o congresso.  E como está estruturada

Rede Agrojor e Esalq/USP reafirmam parceria para 2025

A Rede Agrojor renovou sua parceria com a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP). Com isso, os associados terão acesso a descontos exclusivos em cursos de especialização e MBA oferecidos pela instituição, com foco em áreas estratégicas como agronegócio, sustentabilidade, inovação, inteligência artificial, entre outros.  Essa parceria fortalece o compromisso de qualificar jornalistas especializados, oferecendo programas que combinam excelência acadêmica e uma abordagem prática voltada às demandas do mercado do agronegócio. A presidente da Rede Agrojor, Vera Ondei, destaca que essa oportunidade é fundamental para que os associados possam se capacitar e se especializar ainda mais no setor. “Esses descontos nos programas de MBA e especialização auxiliam o profissional a se destacar no mercado de trabalho, além de possibilitar um maior entendimento do setor, que resulta em apurações mais completas”, disse Vera. Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e se torne associado.

“Mercados agrícolas estão cada vez mais conectados”, diz Steve Werblow, presidente da IFAJ

O norte-americano Steve Werblow, que reside em Ashland, no Óregon (EUA), é o atual presidente da Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ), eleito para o cargo em agosto deste ano. Ele sucedeu Lena Johansson, da Suécia. Werblow é um jornalista experiente, formado em 1988 na Cornell University, uma instituição de 1865 onde há um curso superior dedicado à comunicação com ênfase em ciências agrícolas. Com alguns anos de formado, a partir de 1995 passou a construir uma carreira independente, baseada em colaborações a diversos veículos. Por exemplo, na The Furrow Magazine, que pertence à John Deere, ele é editor desde 2003. Na IFAJ,  Werblow passou a fazer parte da diretoria executiva em 2020,  como vice-presidente. Confira a seguir a entrevista que ele concedeu à presidente da Rede Agrojor, Vera Ondei: Rede Agrojor: Como vê o papel da IFAJ no desenvolvimento do jornalismo agrícola em todo o mundo, especialmente em países emergentes como o Brasil? Steve Werblow: A IFAJ é uma organização global com cerca de 5.000 jornalistas e comunicadores em mais de 60 países, representando todos os estágios de desenvolvimento econômico. Isso é uma base de recursos notável para compartilhar informações e ideias. A IFAJ reúne essas pessoas e cria oportunidades para o compartilhamento de desenvolvimento profissional, dados e inspiração. A federação possui programas de desenvolvimento profissional que podem ser acessados gratuitamente. Estamos trabalhando em um programa de educação online detalhado, em nível universitário, que será extremamente acessível e fornecerá um certificado reconhecido para aqueles que o concluírem. Também trabalhamos com parceiros para financiar bolsas que permitem que jornalistas viagem ao redor do mundo para importantes conferências, como o World Dairy Summit e o World Seed Congress — oportunidades que, de outra forma, eles provavelmente não poderiam pagar. Nossos programas Young Leader e Masterclass têm fornecido bolsas da Alltech e da Corteva para participantes, incluindo vários do Brasil, para participar do Congresso Mundial da IFAJ e de treinamentos adicionais. Como os mercados agrícolas estão cada vez mais conectados globalmente, a pressão para entender e entregar insights de clientes e concorrentes ao redor do mundo é mais intensa do que nunca. Assim como a necessidade de acompanhar uma ampla gama de mídias para compartilhar notícias e perspectivas. Os membros da IFAJ se conectam, trocam notícias e pontos de vista, compartilham práticas e têm acesso a ferramentas de desenvolvimento profissional para ajudar a aprender e cobrir a agricultura local e globalmente. Isso é de grande valor para jornalistas de países emergentes e de qualquer lugar. RA: Quais são os principais desafios enfrentados pelos jornalistas agrícolas hoje, e como a IFAJ está ajudando a superá-los? SW: Nosso setor está enfrentando uma enorme disrupção, e um dos papéis da IFAJ é ajudar nossos membros a entender e lidar com essas mudanças. A mídia tradicional está diminuindo na maioria dos lugares, enquanto novos meios estão crescendo. A inteligência artificial generativa está emergindo tanto como uma ferramenta de pesquisa para jornalistas quanto como uma concorrente para eles. E a credibilidade de toda a mídia profissional — seja por desconfiança do público ou pela influência de influenciadores muitas vezes não treinados que atuam como mídia — está sendo testada em muitos mercados. Aqui, novamente, compartilhar insights, fatos e conselhos sobre abordagens bem-sucedidas dentro da rede da IFAJ — e os programas de desenvolvimento profissional da entidade que nos conectam com especialistas externos — pode ajudar qualquer um de nossos membros ou associações filiadas a enfrentar esses desafios. RA: A IFAJ tem feito parcerias com organizações nacionais. Quão importantes são essas colaborações locais para fortalecer a comunicação agrícola? SW: As entidades membros da IFAJ são o núcleo de nossa existência e a fonte de nossa energia e sabedoria. Sempre me impressiono com a ampla gama de atividades que essas associações realizam e como elas se envolvem com seus membros, jornalistas de outros setores, agricultores e o público em geral. Encorajamos os membros dessas associações a compartilhar suas atividades com outros colegas da IFAJ para inspirar criatividade e maior engajamento em todo o mundo. Associações ativas criam oportunidades para jornalistas e comunicadores em seus países e desempenham papéis vitais no apoio à agropecuária. RA: Como a IFAJ aborda a crescente demanda por informações sobre práticas agrícolas sustentáveis e mudanças climáticas no setor? SW: Os membros da IFAJ e os públicos que eles atendem estão na linha de frente dos impactos das mudanças climáticas. Eles são especialistas na necessidade de sustentabilidade econômica e ambiental, além do que é prático e alcançável. E são canais vitais de informação em ambas as direções: para o agricultor e do agricultor. As redes da IFAJ conectam jornalistas, especialistas em sustentabilidade, formuladores de políticas e outros, para que possamos compartilhar informações sobre sustentabilidade. Também compartilhamos informações sobre como transferir conhecimento e tecnologia de maneira mais eficaz para nossos públicos. Você pode ver esses temas em nossos Congressos e tours de imprensa, em nossos webinars — incluindo uma nova série patrocinada pela Syngenta que começou esta semana — em nosso site, em nosso boletim informativo e em nossa página no Facebook. RA: Na sua opinião, quais são as maiores oportunidades para jovens jornalistas que desejam entrar na cobertura do agronegócio? SW: O jornalismo agrícola é empolgante, gratificante e fascinante. Nós cobrimos a indústria mais fundamental do mundo e, como a agricultura/pecuária está se tornando mais complexa a cada ano, sempre haverá demanda pelo que fazemos.  Nosso colega australiano, Leigh Radford, destaca para jovens jornalistas que, enquanto repórteres que cobrem a capital precisam esperar por comunicados de imprensa ou ouvir intermináveis coletivas de imprensa para criar segmentos curtos para os telejornais da noite, os jornalistas agrícolas estão no campo idealizando suas próprias histórias, fazendo entrevistas pelo país e produzindo segmentos mais longos que seus públicos adoram. Que oportunidade empolgante isso representa para um jovem jornalista ambicioso! Atualmente, estamos trabalhando em uma campanha chamada “Por que ser um jornalista agrícola?”, além de vídeos para promover esse setor. Ficarei feliz em compartilhá-los na esperança de que possam atrair talentos brasileiros para nosso segmento.

Como fazer reportagens impactantes sobre a COP30 no Brasil

A estimativa é de um público de até 100 mil visitantes; o que será discutido é de interesse global; estarão reunidos 190 países, incluindo chefes de Estado, ministros, diplomatas, cientistas, líderes empresariais, ONGs, ativistas e outros membros da sociedade civil;  a atração de investimentos internacionais está na agenda de todos. Essa é uma pequena amostra do que está desenhada para a COP30 –  30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (Conferência das Partes), em 2025, que acontecerá no Brasil. Para os jornalista de agro, a COP estará, também, na pauta do dia. Nesta quinta-feira (12/12), “Tudo que Você Precisa Saber Sobre COPs”,  foi o tema do workshop exclusivo para seus associados. O evento abordou as principais questões relacionadas às COPs e suas implicações para o setor agropecuário e o jornalismo, tendo como convidados dois experts no tema: Rodrigo Caetano, que atua fora do setor do agro, e Mariana Grilli, jornalista especializada e associada da Rede Agrojor. Rodrigo explicou como as COPs fazem parte de uma agenda oficial da ONU, criada para organizar esforços globais relacionados ao clima, diferente de eventos como a Rio-92 ou Eco-92. Ele destacou que, nas COPs, “todos os países do mundo olham para uma pauta e dizem: ‘Concordo com isso, vamos fazer isso acontecer.’ Mas é tudo baseado na diplomacia. Se a diplomacia falha, só resta a guerra.” Ele também mencionou que participar desses eventos sem preparo pode levar jornalistas a seguirem apenas as pautas da grande mídia ou do terceiro setor, o que reforça a necessidade de buscar pautas próprias ligadas às empresas e ao agronegócio. Mariana falou sobre a importância do planejamento para a cobertura das COPs. “É importante a gente ter nossas pré-pautas, porque são centenas de eventos paralelos – os da ONU, da sociedade civil e das iniciativas privadas. Você tem a agenda principal ali, mas precisa abrir essa agenda e avaliar o que vale a pena cobrir ou não. Também temos que ficar atentos ao que está sendo discutido para não comprar releases das empresas como se fossem verdades absolutas,” disse, embora elas também sejam importantes.  Ela comentou ainda que no ano passado quis participar da COP porque “seria a primeira vez que a ONU olharia para as mudanças climáticas pelo ponto de vista da produção de alimentos. Esse tema é muito importante para a imprensa brasileira, já que somos um dos maiores produtores globais de alimentos.” Rodrigo destacou que muitos dos temas debatidos nas COPs são discutidos há décadas por países, mas que a sociedade civil nem sempre têm acesso a esses debates, o que acaba transformando esses temas em pauta da imprensa. Além das abordagens temáticas, Mariana e Rodrigo deram dicas de como acompanhar o evento e as agendas de forma presencial e para os jornalistas que farão a cobertura não estando no local. “Já cobri COPs não presencialmente e é preciso disposição para horas e horas ligados às transmissões da ONU. É possível sim, cobrir a COP sem estar no local.” Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui para se tornar um associado. Para os  jornalistas associados, os workshops da Rede Agrojor ficam disponíveis no site, em área restrita.

Rede Agrojor é candidata a sediar Assembleia da IFAJ em 2026

A Rede Brasil de Jornalistas Agro aceitou, nesta segunda-feira (9/12), o convite para se candidatar a sede da Assembleia de Delegados Executivos da International Federation of Agricultural Journalists (IFAJ), em março de 2026. Além do Brasil, outros países estão na disputa, como o Reino Unido, por exemplo. O evento da IFAJ reúne cerca de 45 pessoas de vários países, os chamados delegados executivos. O grupo tem anualmente um dia de reuniões, seguido por encontros paralelos locais. De modo geral, como parte desse evento, ocorre uma press trip com o grupo de jornalistas no país escolhido. No caso do Brasil, as visitas técnicas serviriam para conhecer iniciativas relevantes do agronegócio local, destacando práticas inovadoras e histórias inspiradoras do setor. A IFAJ está em cerca de 50 países e tem 6.000 jornalistas associados por meio de suas entidades nacionais. A diretoria da Rede Agrojor considera uma oportunidade significativa para consolidar a presença do Brasil na IFAJ, abrindo caminho para futuras candidaturas ao Congresso Mundial da federação. Além de promover o setor agro brasileiro no cenário internacional, o evento reforça a importância da comunicação agrícola como ferramenta estratégica para o desenvolvimento global do agro. “Um dos motivos da existência da Rede Agrojor é o networking internacional. Nossa primeira candidatura a um evento da IFAJ reforça esse compromisso. E se não der dessa vez, estaremos prontos para uma próxima”, diz Vera Ondei, presidente da Rede Agrojor.  Para Joana Colussi, hoje na Universidade de Illinois, nos EUA, e vice-presidente internacional da Rede Agrojor, “é tudo o que o Brasil precisa: gringo mostrando a realidade do nosso agro aqui fora”, disse. “Porque a desinformação é triste. Quase canso de explicar sempre as mesmas perguntas sobre Amazônia, desmatamento, fogo no Pantanal, etc.” Daniel Azevedo Duarte, diretor de comunicação internacional da entidade e responsável pelas tratativas com a IFAJ, afirma a importância da decisão. “Agora é aguardar a resposta. “Um pequeno passo para a Agrojor e um grande passo para a imagem do agro brasileiro”.

Prêmio Visão Agro Brasil entrega homenagem ao jornalista Enio Campoi

O jornalista, relações públicas e publicitário Enio Campoi, sócio-diretor da Mecânica de Comunicação Estratégica, recebeu o 21º Prêmio Visão Agro Brasil na categoria Personalidade de Comunicação do Agro, por sua trajetória no agronegócio brasileiro. A solenidade de entrega da maior premiação do setor bioenergético nacional, foi promovida no dia 4 de dezembro, em Ribeirão Preto (SP), e celebrou as melhores práticas, inovações e personalidades desse segmento, com a participação de 500 empresários e personalidades do agronegócio. Enio é associado da Rede Agrojor e um de seus fundadores. Participou do movimento que nasceu em 2014, fez parte do grupo que estruturou a entidade e compôs sua primeira diretoria. “É um grande prestígio receber essa relevante premiação do agronegócio. Atuo desde o início de minha carreira como assessor de imprensa e relações públicas neste importante setor, que tem contribuído para o desenvolvimento do nosso país. Neste período, pude vivenciar as conquistas do agro, bem como a força e resiliência de todos os stakeholders para superar os desafios dentro e fora do país. E, a comunicação tem sido uma peça fundamental para o avanço dessa área”, afirmou Campoi. Com 51 anos de atividades nos mercados interno e internacional, a Mecânica de Comunicação Estratégica é a mais longeva assessoria de comunicação corporativa e relações públicas no Brasil, com destaque para os setores do agronegócio, construção, automotivo, economia e finanças e feiras e eventos, como a Agrishow.

Tudo o que você precisa saber sobre as COPs

Vem aí mais um workshop Rede Agrojor. O município de Belém, a capital do Pará, vai ser a sede da COP 30, em novembro de 2025. Nos próximos meses, você ouvirá falar muito desta Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, ou Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). E terá de escrever sobre ela também. Mas, você conhece as COPs o suficiente para produzir conteúdo ou sugestões de pauta de qualidade? Sim, COPs no plural, pois há várias, como a COP da Biodiversidade, a COP de Combate à Desertificação. As COPs são organizadas por diferentes órgãos e secretariados das Nações Unidas, dependendo da convenção internacional a que estão vinculadas. Tenha certeza de que esse tema é muito importante para o seu trabalho como jornalista do agro!A Rede AgroJor convidou dois especialistas em COPs (e em sustentabilidade) para tirar todas as nossas dúvidas sobre esse assunto que dominará grande parte das manchetes em 2025. Será no dia 12 de dezembro, às 10h, on-line. O evento é exclusivo para associados da Rede Agrojor. Se você ainda não pertence a essa comunidade, clique nesse link e faça parte de um grupo de cerca de 100 jornalistas agro em todo o Brasil. Conheça os Convidados para o Workshop das COPs: Mariana GrilliAssociada da Rede AgroJor, jornalista especializada em agronegócio e na relação com meio ambiente, segurança climática e alimentar. É colunista do UOL e freelancer para veículos nacionais (Valor Econômico, Um Só Planeta, AGFeed) e internacionais (The Beef, Futures Farm). Passou por redações da Jovem Pan, Globo Rural e Exame, e participações na rádio CBN e no programa Roda Viva. No cenário internacional, já fez coberturas nos Estados Unidos, Canadá, Argentina, França, Holanda. Em 2023, esteve na COP28, nos Emirados Árabes, e em outubro de 2024 na COP Diversidade Biológica, na Colômbia. Rodrigo CaetanoJornalista especializado em sustentabilidade, escritor e autor do livro “Empreendedorismo Consciente: Como Melhorar o Mundo e Ganhar Dinheiro”, em 2019. Vitoriosa trajetória como repórter, editor e colunista de importantes publicações econômicas do Brasil, como Editora Três e Exame, na qual liderou o Exame.ESG (projeto focado em Meio Ambiente, Social e Governança) e produziu o podcast “ESG de A a Z”.Atualmente, escreve sobre sustentabilidade para o Brazil Journal. ModeradorAleksander Horta – Associado da Rede AgroJor e Chefe de Redação do Portal Notícias Agrícolas

Jornalista da Agrojor é selecionado para cobrir feira na Dinamarca

O jornalista Leandro Mittmann, que faz parte da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor) e que atualmente reside na Europa, foi selecionado pela Federação Internacional de Jornalistas Agropecuários (IFAJ) para participar da feira Agromek, realizada em Herning, na Dinamarca, entre os dias 27 a 29 de novembro. A Agromek  é uma das maiores feiras internacionais agrícolas da Europa, incluindo setores da construção, gestão de culturas, máquinas agrícolas, equipamentos para pecuária, tratores e colheitadeiras, além de conhecimento e serviços. Mittmann ficou sabendo da oportunidade de participar por meio dos anúncios feitos pela Agrojor em seu grupo de WhatsApp, no qual estão cerca de 100 jornalistas de todo o Brasil.  “Soube dessa oportunidade pela postagem do colega jornalista. Me inscrevi, enviei reportagens que já tinha feito no Brasil e meus comentários para o programa Granja na TV”, diz Mittmann. “Não tinha grandes pretensões, mas logo fui avisado de que minha proposta havia sido aceita.” Segundo Vera Ondei, presidente da Rede Agrojor, a escolha de Mittmann é uma realização para a entidade. “Quando fundamos a Rede Agrojor, uma das certezas era de que nossa filiação à IFAJ traria oportunidades internacionais para os jornalistas brasileiros”, afirma ela. “Isso tem ocorrido e o convite ao Mittmann nos deixa muito felizes. A missão vem sendo cumprida.” Nascido em Porto Alegre (RS), Mittmann trabalhou por 21 anos na revista A Granja, onde foi editor por 18 anos e cobriu eventos agrícolas em todo o Brasil e no exterior. Em março de 2024, a revista foi descontinuada, e ele se mudou para a Alemanha por motivos familiares. Desde julho, atua no programa A Granja na TV, produzido pela Ulbra TV de Canoas (RS), onde é responsável por conteúdos digitais e faz comentários sobre o agro europeu e o mercado externo brasileiro. Na Agromek, ele destaca o desejo de conhecer o que há de mais avançado no setor agrícola em uma região tão distinta. “Uma feira agrícola normalmente é onde o melhor do agro é apresentado, especialmente em tecnologias. Estou muito curioso para ver o que será exposto, desde máquinas agrícolas até inovações locais”, afirma. “A Dinamarca é um país que desconheço, e acredito que a experiência será única, especialmente por se tratar de uma região de clima frio e com um agro muito diferente do que conhecemos no Brasil.” O jornalista já cobriu grandes feiras como Agrishow, Expointer e a alemã Agritechnica, mas a expectativa para a Agromek é especial. “Será interessante explorar as tecnologias e marcas que diferem das que conhecemos no Brasil, como aconteceu em Hannover (sede da Agritechnica), onde me impressionei com uma colhedora de beterraba sacarina – algo que nem existe no Brasil. Tenho certeza de que a Dinamarca também trará novidades surpreendentes.” Mittmann também espera identificar possíveis conexões entre os mercados europeu e brasileiro. “Embora a relação entre o agro brasileiro e o dinamarquês seja pequena, essas trocas podem trazer insights sobre como podemos integrar práticas e tecnologias.” Você ainda não é filiado à Rede Agrojor? Entre em contato neste link e faça parte dessa comunidade

Associados Agrojor poderão participar de ciclo de webinars da IFAJ

A Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ), entidade da qual a Rede Agrojor  é filiada, divulgou o início de sua temporada 2024/25 de webinars. Os eventos levantam temas sobre alimentos e agricultura e são exclusivos para seus membros. De acordo com os organizadores, o objetivo é levar conhecimentos e provocar questionamentos e discussões sobre os temas. A temporada 2024/25 já tem programados os três primeiros eventos. Pela primeira vez os webinars da IFAJ serão de fato mundial. As transmissões terão dois horários diferentes, ambos ao vivo, para garantir a participação de todos os associados, independentemente do fuso horário em que estão. A duração dos eventos varia de uma hora a uma hora e meia. Confira a programação:  Noções de reprodução e cultivo de plantas O primeiro webinar ocorre na terça-feira, 26 de novembro, com o tema “Noções de reprodução e cultivo de plantas”. Faz parte da iniciativa da IFAJ, a “Sharing Knowledge” (Dividindo Conhecimento). Charles Darwin e Gregor Mendel notoriamente estabeleceram os princípios da reprodução e cultivo de plantas no século 19, e o pensamento e ideias no século 21 ainda se apoiam fortemente nessas antigas noções.  No webinar, Uri Krieger e Ian Jepson, ambos da Syngenta, utilizarão a história da reprodução e cultivo de plantas como um contexto para da importância no sucesso das lavouras, incluindo como desenvolver cultivos mais resilientes em um clima cada vez mais instável.  Krieger é head  global de pesquisa e desenvolvimento de sementes e Jepson é líder de tecnologia, também para sementes. Eles mostrarão as diferentes abordagens do cultivo de plantas, do tradicional ao mais moderno, como as sementes geneticamente modificadas e a ascensão da edição gênica. A apresentação será seguida de uma sessão de perguntas e respostas.  Primeira sessão: 26 de novembro – 15:00 GMT (12h no horário de Brasília)Clique aqui para se inscrever Segunda sessão: 27 de novembro – 02:00 GMT (23h do dia 26 no horário de Brasília)Clique aqui para se inscrever Dia Mundial do Solo O tema solo, que será a abordagem do segundo webinar, também faz parte da iniciativa “Sharing the Knowledge”. Ele ocorre no dia 5 de dezembro, quando se comemora o Dia Mundial do Solo,  instituído em 2013 pela FAO com o objetivo divulgar sua importância para a manutenção da vida no planeta. O webinar “Cuidados para o solo: meça, monitore, maneje” vai fornecer dados e informações e como eles são usados para entender as características do solo e apoiar os produtores em suas tomadas de decisão no manejo sustentável para fortalecer a segurança alimentar. O convidado é o cientista chefe do departamento de solo da Syngenta, Matthew Wallenstein. Ele está na multinacional desde abril, após 16 anos como professor e chefe de departamento do curso de Ciências do Solo, na Universidade do Estado do Colorado (EUA). Segundo Wallenstein, a saúde do solo é a chave para uma agricultura resiliente ao clima, auxiliando no bem-estar e qualidade de vida humana e no restauro da biodiversidade e funções do ecossistema. Na companhia, ele está construindo uma plataforma de cuidados como o solo que utiliza big datas para informar e ensinar práticas de regeneração. Primeira sessão: 5 de dezembro – 02:00 GMT (23h do dia 4 no horário de Brasília)Clique aqui para se inscrever Segunda sessão: 5 de dezembro – 15:30 GMT (12h30 no horário de Brasília)Clique aqui para se inscrever Princípios e Fundamentos: Equilibrando os papeis do jornalista e do comunicador A IFAJ, como uma rede global de jornalistas do agro, tem um quadro diverso de profissionais. Por isso, além de abrir as portas para jornalistas com foco nos quatro “pilares” do agrojornalismo – agricultura, horticultura, piscicultura e silvicultura – a entidade também recebe comunicadores. Para o último webinar do ano, no dia 12 de dezembro, a abordagem leva em conta o tema “Liberdade de Imprensa”, avançando em questões da profissão. Como, por exemplo, se jornalistas e comunicadores têm papéis e agem de formas diferentes. Ou eles estão apenas “fazendo seu trabalho”, organizando, limitando e classificando informações? Lembrando que o comunicador pode atuar em diferentes campos, como comunicação interna, marketing, treinamento ou relações públicas e não está restrito à interface com a mídia. Como sincronizar esses papeis? Como gerenciar conflitos de interesse ou opinião? E, mais importante, como podem os dois grupos trabalharem juntos de maneira construtiva na busca pelo interesse comum, permitindo o fluxo de informações dentro do agro? Essas são algumas abordagens do webinar, onde estarão os membros da IFAJ: Olivia Cooper (Reino Unido), Pam Caraway (EUA), Rachel Martin (Irlanda), Micke Godtfredsen (Finlândia) e Alpha Ousmare Souaré (Guiné).  Sessão única: 12 de dezembro – 14:00 GMT (11h do horário de Brasília) Se inscreva aqui.

IA vai trazer desafios, diz Ana Tex em evento da Rede Agrojor. Saiba quais

“Hoje, a gente pode ver a inteligência artificial como um copo meio vazio ou meio cheio, porque ela vai trazer vários desafios para a gente.” A frase é de Ana Tex, dita nesta quarta-feira (13/11), na abertura do workshop “Inteligência Artificial Aplicada ao Jornalismo”, promovido pela Rede Agrojor e exclusivo aos seus associados.  Ana Tex é um fenômeno nas redes sociais, com mais de 1 milhão de seguidores, especialista em estratégias de comunicação e assessoria às empresas, organismos e instituições. Ela deu um cenário dos instrumentos disponíveis pela IA (Inteligência Artificial), destacando a mais influente ferramenta dos dias atuais, o ChatGPT, o chatbot da OpenAI.  No mês passado, a empresa norte-americana anunciou que o ChatGPT atingiu globalmente 250 milhões de usuários ativos semanais, ante 200 milhões registrados em agosto. “Acredito que todas as profissões vão ter de se reinventar com a IA. Com ela, a gente passa a ter mais poder de criar novas soluções”, afirma. “Muito provavelmente, uma pessoa que é jornalista hoje pode criar várias outras soluções para os clientes, ou como vou me comunicar melhor, ou como vou fazer a minha empresa de comunicação crescer.”  Para a jornalista Flávia Tonin, uma das organizadoras e que conduziu o workshop, é preciso ter a mente aberta e usar ferramentas a nosso favor. “Já tem gente usando e nós, como jornalistas, temos um ponto super forte, que é o poder de análise, de crítica, de levar esse conceito para a frente”, disse. “Temos um papel super importante de avançar com o conhecimento. A Ana Tex sempre falou muito, de uma forma muito democrática, sobre o uso da IA.” Ana Tex mostrou caminhos para o aumento da produtividade, como criar e modelar “seus funcionários robôs”, a construção de produtos comerciais com a IA e também a construção de produtos digitais. No caso da produtividade, ela deu dicas, por exemplo, de algo que parece simples – mas que precisa de método –, de como melhorar o prompt, que é o texto ou instrução inicial utilizada para orientar a resposta gerada pela IA. Falou da importância da criação de documentos mestres, das funcionalidades – como a análise de imagens, integração de equipamentos, entre outros – e das interações por voz.  “O ChatGPT deve ser visto como um assistente pessoal. Ele vai te ajudar a escrever, organizar informação, gerar ideias e automatizar tarefas repetitivas”, diz. Outro tópico que mereceu destaque foi a importância do uso de robôs para essas tarefas repetitivas. Mas, mais que isso, como criar os seus próprios robôs a partir dos documentos mestres e como a criatividade, a exploração e a configuração pessoal desses robôs vão exigir capacidades humanas de primeira ordem.  Ana mostrou como fluxogramas, organogramas e o que ela chama de “mapas de conteúdo” – um arranjo seu – a ajuda em suas tarefas.  Dos participantes do workshop vieram questões colocadas a Ana Tex que fazem parte das rodas de conversa de grande parte dos jornalistas, entre eles os membros da Agrojor. Donário Lopes de Almeida, sócio-diretor da Neodigital, pontuou sobre o dilema de “falar que a gente tá usando a inteligência artificial” e que isso é uma discussão entre executivos do mundo inteiro. “Tem até um fenômeno chamado ciborgues negacionistas”, diz Almeida.  Joseani Mesquita Antunes, da comunicação da Embrapa Trigo, colocou na mesa o que hoje se discute sobre o direito de autoria da criação de imagens com a IA, tema na mesma linha de outro ponto levantado sobre direitos autorais e questões éticas. Para completar a master class, Ana Tex colocou à disposição dos associados da Rede Agrojor, pelos próximos 15 dias, cinco horas de aulas que desdobram o conteúdo do workshop. Vera Ondei, presidente da Agrojor, destacou que os workshops continuam e que novidades vêm pela frente. “Continuamos com nossos workshops regulares, trazendo esses insights que são mesas de discussões importantes. E estamos em planejamento para 2025. Além do nosso Diálogos Agrojor 2025, está em gestão um projeto de oficinas ferramentais de jornalismo”, disse. Você ainda não é um associado da Rede Brasil de Jornalistas Agro? Clique aqui e entre para a Rede Agrojor, que reúne agrojornalistas de todo o Brasil.

Desvendando o poder da IA:  workshop exclusivo com Ana Tex na Rede Agrojor

A Rede Agrojor promove na quarta-feira (13), a partir das 11 horas, o workshop “A Inteligência Artificial aplicada ao jornalismo: o que saber para começar”. A convidada para o evento é Ana Tex, especialista em IA aplicada e em marketing digital. Os workshops da Rede Agrojor são espaços exclusivos para membros da entidade e ocorrem mensalmente. Eles servem como espaço para discussões sobre temas relativos à profissão de jornalista e também para assuntos do setor. Os mais recentes trataram de mídias regionais, construção de podcasts e a cobertura agro nas enchentes do Rio Grande do Sul. Com Ana Tex, o objetivo é avançar em conceitos no uso aplicado da IA no trabalho diário do jornalista e como as ferramentas disponíveis podem facilitar e ajudar no desempenho do trabalho. A IA no jornalismo é uma ferramenta essencial nos dias atuais, para a automação de tarefas rotineiras, na produção e curadoria de conteúdo personalizado, na análise de grandes volumes de dados (Data Journalism), na verificação de fatos (Fact-Checking) e para se manter na vanguarda da inovação e competitividade. Ana Tex é formada em Business Administration pela Universidade de Sidney, na Austrália, e possui MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).  Nas redes sociais – entre elas o Instagram, Youtube e TikTok –, é seguida por cerca de 1,1 milhão de pessoas. Ela tem uma larga experiência no digital, desde que começou a produzir conteúdos sobre marketing digital em um blog em em 2010. Desde 2014, faz palestras e mentorias.  Você ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e passe a fazer parte de uma rede de mais de 100 agro jornalistas que atuam em todo o país. Serviço:

Diálogos Agrojor reúne 90 profissionais para debater jornalismo digital e de dados

As transformações e tendências do jornalismo no digital e do jornalismo de dados, esses foram os temas abordados no 2° Diálogos Agrojor, na terça-feira (29), promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agror). O evento ocorreu em São Paulo, no auditório da FIA, em formato híbrido e recebeu cerca de 90 pessoas, das quais 60 presencialmente. Para esta edição foram convidados os jornalistas Glória Vanique, podcaster e palestrante com vasta experiência em televisão, Marc Tawil, palestrante e 1º Linkedin Top Voicer e Katia Brembatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Eles contaram suas trajetórias no jornalismo e na comunicação, apresentando um conjunto de “insights”. “Em 2020, pedi demissão da TV Globo, por um grande conjunto de motivos, e decidi ir para o mundo corporativo. Uns dois meses depois de tomar essa decisão, a CNN me chamou para trabalhar e eu aceitei”, afirma Glória. “Mas não com a intenção de fazer carreira lá dentro, e sim para poder utilizar o salário fixo que me ofereciam e fazer minha transição de carreira. Temos que pensar que a transição de carreira não pode ser feita num estalar de dedos, precisa ser algo gradual.” Glória foi por 14 anos da TV Globo, antes de tomar a decisão da transição de carreira. Ela falou das dificuldades dessa transição e de seus desafios para entrar no mundo corporativo. “Minha grande deficiência era a parte do marketing”, afirma. Ela conta que por muito tempo, no papel de jornalista, era proibida de lidar com marcas e foi preciso estudar sobre como agir nesse ambiente. “As pessoas ainda me enxergam como a Glória Vanique, apresentadora de jornal, o que é muito legal. Mas eu ainda preciso fazer um trabalho para que elas e as empresas me vejam como a Glória Vanique que hoje trabalha com outra coisa.”  Para Marc Tawil, a rede social Linkedin é um ponto de parada obrigatório para todo profissional atualmente, mas não era assim quando começou lá nos anos 2000. O hoje Top Voice n°1 da rede começou escrevendo em jornais tradicionais, mas decidiu criar a sua própria agência de conteúdo. Hoje, é um estrategista de comunicação independente. “Em 2015, eu senti que havia me perdido de forma autoral, porque só produzia e escrevia para marcas e para os outros. Então, eu decidi me reencontrar”, afirma Marc. “Meu primeiro artigo recebeu cerca de 4 mil visualizações no primeiro dia. Aprendi minha primeira lição, sempre há alguém vendo o que você publica.”  Marc pontuou que tudo mudou quando passou a ser seu próprio negócio e marca. “Hoje dou palestras e treinamentos e repasso meu conhecimento em comunicação para os mais variados públicos.” Marc e Glória também falaram sobre as diferenças entre influenciadores e jornalistas e como as marcas já diferenciam os conteúdos dos jornalistas como mais relevantes. “É preciso ter autoridade em um determinado assunto ou nicho para fazer a diferença”, explicou Marc. Katia Brembatti falou sobre jornalismo de dados, uma vertente que cresceu muito com o auxílio da tecnologia. Katia falou sobre a diferença entre “jornalismo de dados” e “jornalismo com dados”. Ela ainda deu dicas sobre as ferramentas que podem auxiliar na investigação. “Gosto muito do Flourish, que é uma ferramenta de infográficos, bastante intuitiva. Com o Flourish existe a possibilidade de fazer vários tipos de infográficos, estáticos, em movimento e interativos.” Kátia também demonstrou como usou o Pinpoint, do Google, para uma reportagem baseada em dados e que rendeu uma série exclusiva sobre o trânsito na cidade de Curitiba. Demonstrou as várias possibilidades e como os dados foram lhe dando pistas na montagem das pautas. Ela também apresentou o LM Notebook, que é uma ferramenta do Google, mas de inteligência artificial. “Nela, você pode enviar até 50 PDFs e diversos materiais com dados, ela analisa e separa as informações mais importantes para que você faça perguntas sobre o conteúdo e receba respostas.” O evento contou com a apresentação da jornalista Lilian Munhoz e mediação de Alessandra Melo, ambas associadas da Rede Agrojor. O 2° Diálogos Agrojor teve patrocínio ouro da Corteva, prata da JBS e bronze da John Deere e Yara, além dos apoios institucionais da FIA Business School e Agência Buenas.

Corteva Agriscience é patrocinadora do Diálogos Agrojor, principal evento da Rede Agror

São Paulo, 23 de outubro de 2024 – A Corteva Agriscience é a patrocinadora ouro do Diálogos Agrojor, principal evento da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor) deste ano. A segunda edição do encontro vai abordar as transformações e tendências do jornalismo digital e de dados. O evento será realizado em São Paulo (SP), no dia 29 de outubro, a partir das 9h, no Auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA). A série tem o objetivo de integrar jornalistas e profissionais de comunicação que atuam no agronegócio para debater temas relevantes para o setor. O evento é aberto para associados e não-associados e será em formato híbrido (presencial e remoto). Dentre os palestrantes confirmados, estão o jornalista e estrategista de comunicação Marc Tawil e a jornalista e podcaster Glória Vanique. Eles farão parte de um painel que abordará as oportunidades, tendências e desafios para os jornalistas em meio às transformações da carreira e do universo digital. O evento também contará com a presença da jornalista Kátia Brembatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) e professora de jornalismo da Universidade Positivo. Ela vai abordar as práticas e estratégias de análise de dados para o trabalho jornalístico, da pauta à investigação. A Corteva Agriscience patrocina a série Diálogos Agrojor por acreditar que o jornalismo é peça fundamental da democracia e que a sociedade ganha quando está bem informada. Levar informação de qualidade para a população é um desafio constante e, por isso, a troca de experiências em espaços como este é da mais alta valia para quem trabalha com jornalismo e qualifica ainda mais o debate na cobertura dos temas ligados ao agronegócio. A Corteva Agriscience é uma empresa global agrícola que oferece aos produtores rurais sementes, defensivos e soluções biológicas, contribuindo para uma agricultura produtiva e sustentável. Está presente em mais de 140 países e possui 21 mil funcionários ao redor do mundo. A empresa realiza diariamente um investimento global de US$ 4 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D). Hoje, a Corteva possui mais de 120 Centros de P&D ao redor do mundo, sendo alguns dos mais avançados em solo brasileiro – 11 deles estão aqui no Brasil. A companhia possui um corpo técnico de pesquisadores que desenvolvem continuamente tecnologias que ajudam a melhorar a vida de quem produz e de quem consome. O que: 2º Diálogos Agrojor Quando: 29/10, das 9h às 13h Onde: Auditório da FIA – Avenida Doutora Ruth Cardoso, 7221, Pinheiros – São Paulo, SP Para mais informações: InPress Porter Novelli cortevaagriscience@inpresspni.com.br

2º Diálogos Agrojor soma apoio de 15 veículos especializados no agro

Um grupo de 16 veículos jornalísticos especializados no agro confirmou apoio de mídia ao 2º Diálogos Agrojor, que ocorre no dia 29 de outubro em formato híbrido (on-line e presencial) a partir das 9h, e está com inscrições abertas. Organizado pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor), o evento abordará as transformações e tendências do jornalismo no Digital e do Jornalismo de Dados com transmissão a partir do Auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo (SP). O apoio de mídia vem, em ordem alfabética, das publicações AgFeed, Agro Mais, Agro Hoje, Agrofy News, Balde Branco, Canal Rural, Clima Tempo, DBO, Forbes Agro, Globo Rural, INC Magazine, Notícias Agrícolas, Record News, SBT Agro e Terra Viva que, diariamente, alcançam audiência de dezenas de milhões de pessoas no país. Conteúdo A edição 2024 do Diálogos Agrojor já conta com a confirmação de Marc Tawil, 1° Linkedin Top Voices Brasil, jornalista e estrategista de comunicação e Glória Vanique, jornalista e podcaster.  Eles farão parte de um painel que abordará as oportunidades, tendências e desafios para os jornalistas em meio às transformações da carreira e dos meios com o universo digital e que terá a mediação do jornalista e chefe de redação do Notícias Agrícolas, Aleksander Horta. Outro nome confirmado é o de Kátia Brembatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI).  Em sua palestra serão abordadas práticas e estratégias para a aplicação da análise de dados para o trabalho jornalístico, da pauta à investigação. A jornalista Lilian Munhoz, associada da Rede Agrojor, será a apresentadora do evento. “O Diálogos tem um propósito diferente dos eventos tradicionais da Agrojor: ele traz a visão de colegas que não atuam no Agro.  Neste sentido, construímos uma programação que busca atender as ‘dores’ dos jornalistas do setor, com um debate que trará insights sobre o papel dos comunicadores frente às grandes mudanças do digital. Ao mesmo tempo, buscamos uma das maiores especialistas do jornalismo de dados para uma verdadeira aula sobre metodologias e estratégias deste segmento da comunicação, que tem crescido significativamente no agrojornalismo”, destaca a presidente da Agrojor, Vera Ondei. O 2° Diálogos Agrojor conta com o patrocínio ouro da Corteva Agriscience, prata da JBS e bronze da Yara e da John Deere, além do apoio da FIA e da Buenas Comunicação. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas on line.  Associado Agrojor tem condição exclusiva, com bonificação do custo de inscrição.  Saiba mais pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/2-dialogos-agrojor/2598093 SERVIÇO: 2° Diálogos Agrojor29 de outubro (terça-feira), entre 9h e 13hLocal: Auditório da FIA (Avenida Doutora Ruth Cardoso, 7221 – Pinheiros – São Paulo, SP)Inscrições e mais informações: https://www.sympla.com.br/evento/2-dialogos-agrojor/2598093