Workshop

Fique de olho: IFAJ divulga seu calendário 2025

A IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agro) anunciou sua agenda anual de eventos, entre eles prêmios, congressos e workshops para 2025. A entidade está presente em cerca de 50 países, por meio de entidades nacionais, como é o caso da Rede Brasil de Jornalistas Agro. A foto que abre esta reportagem é um exemplo. Uma turma de master class se juntou aos seus colegas do programa Young Leaders em um Boot Camp, que combinou trabalho de campo e workshops. Os jornalistas entrevistam o produtor de laticínios de Minnesota (EUA), Kevin Keiffer. Confira a programação geral e acompanhe aqui no site da Rede Agrojor as atualizações de cada um dos eventos: Star Prize: o “Oscar” do agrojornalismo O Prêmio Star Prize manterá o formato estabelecido em 2024, com cinco categorias temáticas e cinco formatos de premiação. As inscrições abrirão em 1º de abril, quando serão divulgados todos os detalhes, e serão aceitas até 15 de junho. Os vencedores serão anunciados durante o Congresso Mundial da IFAJ, em Nairóbi, e receberão prêmios em dinheiro. Essa premiação destaca e valoriza o trabalho dos jornalistas agrícolas, incentivando a produção de conteúdo de alta qualidade. Convites para coberturas internacionais A IFAJ confirmou a participação de até 15 jornalistas no ISF World Seed Congress, que ocorrerá em Istambul de 19 a 21 de maio. O evento cobrirá despesas de registro, hotel e voos dos selecionados. A programação incluirá conferências de imprensa, espaços de mídia, workshops e um tour opcional para Antália entre os dias 22 e 23 de maio. Este congresso oferecerá uma visão abrangente sobre as tendências globais na indústria de sementes. Outro evento parceiro da IFAJ é a Cúpula Mundial do Leite 2025, que ocorrerá pela primeira vez na América do Sul, entre 20 e 23 de outubro no Chile. A Federação Internacional de Laticínios (IDF) convidará membros das associações de jornalistas reconhecidas pela IFAJ, como a Rede Agrojor, para cobertura da cúpula e fortalecer a disseminação de informações sobre o setor leiteiro global. A colaboração visa promover debates sobre inovação, produção sustentável e comércio internacional de laticínios, além de possibilitar a participação ativa de jornalistas especializados na cobertura do evento. Young Leaders: um mergulho no agro profundo No campo da formação de novos talentos, o programa Alltech Young Leaders celebrará seu 20º aniversário em 2025. O Boot Camp do programa ocorrerá em Nairóbi, reunindo até dez jovens jornalistas agrícolas de diferentes países. As inscrições começarão em abril, com data limite em 6 de junho. Os selecionados terão todos os custos cobertos para participação no Congresso Mundial da IFAJ no Quênia. Essa iniciativa tem por objetivo desenvolver habilidades e ampliar o conhecimento dos futuros líderes da comunicação no agronegócio. “Queremos aproximar os jovens da entidade e formar líderes globais no campo do jornalismo especializado. O Young Leaders é uma das principais iniciativas da IFAJ neste sentido. Motive os jovens de sua associação a se inscrever! É uma grande experiência”, disse Steve Werblow, presidente da IFAJ. Desenvolvimento profissional em dia No âmbito do desenvolvimento profissional, a IFAJ, em parceria com a Syngenta, oferecerá uma série de webinars para capacitação de jornalistas especializados. Entre os temas confirmados estão “Princípios e Principais” (abril), “Relatos agrícolas da linha de frente” (maio) e “Artifício ou Inteligência? IA na agricultura” (junho). Essas sessões virtuais procuram proporcionar insights sobre tendências emergentes e melhores práticas no setor. Outra oportunidade importante no campo educacional será o curso promovido em parceria com a Universidade de Illinois (EUA). O programa oferecerá treinamento avançado para jornalistas agrícolas sobre comunicação científica, abordando temas como inovação no agronegócio, impactos climáticos e novas tecnologias. Detalhes sobre inscrições e datas serão divulgados nos próximos meses.

Cobertura de eventos agropecuários, como fazer melhor

A temporada dos eventos agropecuários já começou e a Rede Agrojor está preparando um workshop exclusivo sobre a cobertura desse tipo de evento. Quem nunca enfrentou uma dificuldade, uma falta de infraestrutura, um perrengue, ou mesmo encontrou soluções de como fazer o trabalho?  As exposições e feiras são um nicho do agro que vem mudando ao longo dos anos. E é sobre isso que o workshop vai se debruçar. Esses eventos são importantes por promoverem a troca de conhecimentos, a apresentação de inovações tecnológicas e a realização de negócios no setor agropecuário.  Servem, também,  como plataforma para a atualização profissional, o fortalecimento de redes de contato e o estímulo ao desenvolvimento econômico regional. Não há um número exato de exposições agropecuárias realizadas anualmente no Brasil, mas estima-se em centenas de eventos dessa natureza. O país é conhecido por seu grande número de feiras, exposições e eventos relacionados ao agronegócio, realizados em praticamente todos os estados, com foco em diversas áreas da agropecuária, como pecuária, agricultura, tecnologia e inovações do setor, como por exemplo Agrishow, Expodireto Cotrijal, Show Rural Coopavel, ExpoZebu, entre outras. Para essa roda de conversa, a Rede Agrojor convidou três jornalistas com muita experiência na cobertura e na assessoria desses eventos. Schubert Peter, editor da Revista Cultivar, publicação especializada no setor e com ampla cobertura de feiras e exposições; Enio Campoi, que além de jornalista, é relações públicas e publicitário, reconhecido por sua atuação no setor de comunicação estratégica. Ele é o fundador e sócio-diretor da Mecânica de Comunicação Estratégica, uma das agências de comunicação mais antigas do país, criada em 1973. A mediação do encontro será de Marielle Previdi, criadora em 20025 da Attuale Comunicação, uma agência especializada em assessoria de imprensa no setor agropecuário. O workshop é um evento exclusivo e fechado para os associados da Rede Agrojor. Ele ocorre no dia 18 de fevereiro, às 10h (horário de Brasília), pelo zoom da AgroJor. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui e seja membro.

Como fazer reportagens impactantes sobre a COP30 no Brasil

A estimativa é de um público de até 100 mil visitantes; o que será discutido é de interesse global; estarão reunidos 190 países, incluindo chefes de Estado, ministros, diplomatas, cientistas, líderes empresariais, ONGs, ativistas e outros membros da sociedade civil;  a atração de investimentos internacionais está na agenda de todos. Essa é uma pequena amostra do que está desenhada para a COP30 –  30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (Conferência das Partes), em 2025, que acontecerá no Brasil. Para os jornalista de agro, a COP estará, também, na pauta do dia. Nesta quinta-feira (12/12), “Tudo que Você Precisa Saber Sobre COPs”,  foi o tema do workshop exclusivo para seus associados. O evento abordou as principais questões relacionadas às COPs e suas implicações para o setor agropecuário e o jornalismo, tendo como convidados dois experts no tema: Rodrigo Caetano, que atua fora do setor do agro, e Mariana Grilli, jornalista especializada e associada da Rede Agrojor. Rodrigo explicou como as COPs fazem parte de uma agenda oficial da ONU, criada para organizar esforços globais relacionados ao clima, diferente de eventos como a Rio-92 ou Eco-92. Ele destacou que, nas COPs, “todos os países do mundo olham para uma pauta e dizem: ‘Concordo com isso, vamos fazer isso acontecer.’ Mas é tudo baseado na diplomacia. Se a diplomacia falha, só resta a guerra.” Ele também mencionou que participar desses eventos sem preparo pode levar jornalistas a seguirem apenas as pautas da grande mídia ou do terceiro setor, o que reforça a necessidade de buscar pautas próprias ligadas às empresas e ao agronegócio. Mariana falou sobre a importância do planejamento para a cobertura das COPs. “É importante a gente ter nossas pré-pautas, porque são centenas de eventos paralelos – os da ONU, da sociedade civil e das iniciativas privadas. Você tem a agenda principal ali, mas precisa abrir essa agenda e avaliar o que vale a pena cobrir ou não. Também temos que ficar atentos ao que está sendo discutido para não comprar releases das empresas como se fossem verdades absolutas,” disse, embora elas também sejam importantes.  Ela comentou ainda que no ano passado quis participar da COP porque “seria a primeira vez que a ONU olharia para as mudanças climáticas pelo ponto de vista da produção de alimentos. Esse tema é muito importante para a imprensa brasileira, já que somos um dos maiores produtores globais de alimentos.” Rodrigo destacou que muitos dos temas debatidos nas COPs são discutidos há décadas por países, mas que a sociedade civil nem sempre têm acesso a esses debates, o que acaba transformando esses temas em pauta da imprensa. Além das abordagens temáticas, Mariana e Rodrigo deram dicas de como acompanhar o evento e as agendas de forma presencial e para os jornalistas que farão a cobertura não estando no local. “Já cobri COPs não presencialmente e é preciso disposição para horas e horas ligados às transmissões da ONU. É possível sim, cobrir a COP sem estar no local.” Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui para se tornar um associado. Para os  jornalistas associados, os workshops da Rede Agrojor ficam disponíveis no site, em área restrita.

Enchentes no RS, a cobertura jornalística e seus desafios

O desafio da cobertura jornalística desde o início das enchentes no Rio Grande do Sul é o tema do workshop que a Rede Brasil de Jornalistas Agro – Rede Agrojor, promove na terça-feira, 11 de junho, a partir de 9 horas, em ambiente fechado online para os cerca de 90 jornalistas associados. Para tratar do tema “Enchentes no RS: cobertura e acompanhamento da crise humanitária e climática”, a convidada é a jornalista Gisele Loeblein, atual colunista do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, e que é membro da Rede Agrojor. Gisele trabalha no Grupo RBS há 22 anos, onde já cobriu diversas editorias, entre elasOpinião e Economia. ,Na cobertura de agro sua coluna é diária desde 2013, além de participações na programação da Rádio Gaúcha e RBS TV. Gisele é formada em jornalismo pela Universidade do Rio Grande do Sul em 2004. Assim como ela, jornalistas locais da capital e do interior, além daqueles deslocados ao estado para cobrir a tragédia das enchentes, enfrentaram e ainda enfrentam um cenário jamais visto, em termos de dimensão do que as chuvas torrenciais provocaram. São cerca de dois terços dos municípios gaúchos de alguma forma afetados.  Venha conversar com a gente sobre a cobertura jornalística das enchentes no RS e os desafios enfrentados nessa missão, vistos pela ótica de uma profissional do setor do agro. Experiências como a atual podem servir de base para trabalhos futuros e novas habilidades no trato de temas sensíveis.  Se você ainda não é um associado à Rede Agrojor, junte-se a nós. As lives da Rede Agrojor pretendem conectar agrojornalistas de todo o país para a troca de informações e formação profissional, buscando o aprimoramento, continuidade de aprendizados e fortalecimento da ciência da informação. Filie-se à Rede Agrojor.

Rede Agrojor promove workshop com especialista da Climatempo

A Rede Agror promove no dia 27 de maio, a partir das 10h, um evento exclusivo e fechado para associados da entidade. Com o tema Meteorologia para Jornalistas: Como transformamos ciência em informação de utilidade pública, a RedeAgrojor segue no projeto de receber jornalistas altamente especializados para falar com os associados sobre metodologias, conteúdos e como os profissionais podem utilizar informações diversas para enriquecer seus trabalhos do dia a dia. Para o evento sobre a importância e os efeitos da meteorologia na comunicação, a associada convidada é Angela Ruiz, jornalista especializada em clima com foco em agro, com MBA em Agronegócios pela Esalq/USP. Trabalha desde 1999 na Climatempo Stormgeo Company, atua como jornalista responsável pelo conteúdo Agro do Canal Agroclima da Climatempo e produz e apresenta o podcast AgroTalk. Com ela estará Cesar Soares, meteorologista formado na USP SP com mais de 15 anos de experiência na previsão do tempo. Há oito anos é responsável pelo conteúdo meteorológico do Jornal Nacional, SP2 e quadro Blitz do Tempo do programa É de Casa, todos da TV Globo. A mediação está a cargo da jornalista Viviane Taguchi, diretora da Rede Agrojor. Se você ainda não é um associado da RedeAgrojor, clique aqui e associe-se.

Rede Agrojor debate dinâmica do mercado de proteínas com a ABPA

A produção nacional e os processos envolvendo o mercado externo de proteína animal foram temas de encontro promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) com representantes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em evento on line realizado no sábado (16/09/23). Na ocasião, o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, e o chefe de comunicação da entidade, Marcelo Oliveira detalharam pontos relevantes para a compreensão da dinâmica do mercado exportador de aves, suínos e ovos do Brasil.  É o caso, por exemplo, da metodologia de coleta e processamento de dados divulgados pela entidade, tanto de produção e consumo per capita, quanto de exportações.  Dúvidas frequentes de profissionais da imprensa também estiveram na pauta, como os processos de habilitação para novas plantas frigoríficas em cada mercado importador, o formato da cadeia de valor das proteínas, o sistema de integração entre produtores e agroindústrias, entre outros pontos. Questões sanitárias do setor produtivo também estiveram em pauta, especialmente em temas emergentes como a Influenza Aviária e a Peste Suína Africana – duas enfermidades que vem determinando o comportamento das exportações globais do setor. Marcado pela forte interação entre os jornalistas da rede e os representantes da ABPA, o workshop também abordou temas técnicos que estão constantemente nos debates da produção e o comércio internacional, como requisitos sanitários de exportação, resistência antimicrobiana e saúde única, bem-estar animal e outras pautas. “O encontro com os sócios da Agrojor foi primordial para clarificar pontos e dar ainda mais transparência aos processos que envolvem a avicultura e a suinocultura do Brasil.  Se por um lado esperamos ter contribuído com mais informações para os colegas jornalistas que cobrem o agronegócio, por outro, também nós tiramos lições para aprimorar ainda mais nossos processos de comunicação”, analisa Rua. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui e associe-se.

Jornalistas da Rede Agrojor se reúnem em workshop sobre clima e tempo

A Agrojor (Rede Brasil de Jornalistas Agro) promoveu na manhã deste sábado (27/5), o 1º Workshop para Jornalistas Agro. Foram duas horas sobre “Meteorologia para jornalistas: como transformar ciência em informação de utilidade pública”. O conteúdo esteve a cargo da jornalista especializada, Angela Ruiz, da Climatempo, e do meteorologista César Soares, ambos com mais de uma década de atuação no setor. O objetivo da RedeAgrojor, em promover workshops no formato apresentado, é justamente esse: colocar grandes profissionais do jornalismo agro que se dedicam, em suas jornadas, a uma carreira de viés especializado e que se tornam referência para os demais profissionais do agro. “O tipo de cobertura e análise que se faz hoje de clima e tempo é muito diferente de anos atrás; vem evoluindo com as novas tecnologias e diria que sua precisão pode chegar até a 95%”, diz Soares. “E traz muita certeza para as informações que chegam ao produtor”, afirma Ruiz.  Foram abordados temas como características de nuvens e o que elas trazem de informações, qual a diferença entre clima e tempo, fatores climáticos, com suas diferenciações em estiagem e seca, La Niña e El Niño e, claro, qual a leitura da meteorologia para os fenômenos classificados como mudanças climáticas. Também foram abordados os impactos nas fazendas, como o produtor vem utilizando os serviços de meteorologia e seu uso mais abrangente em outros setores da economia. Participaram 24 jornalistas membros da RedeAgrojor, de vários meios e veículos de comunicação, entre eles de assessorias, televisão, revistas e plataformas digitais. O objetivo é que mesmo aqueles profissionais que não lidam diretamente com um determinado assunto, possam aproveitar do conteúdo na elaboração de pautas diversas e na sua formação como profissional da área.  Se você ainda não é membro da RedeAgrojor, clique aqui e filie-se.