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IFAJ confirma Brasil como sede do Executive Meeting 2026

A Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas (IFAJ) confirmou o Brasil como sede do Executive Meeting de 2026, durante o encontro que está sendo realizado, nesta semana, em Letsitele, na África do Sul. O evento no Brasil ocorrerá entre março e abril e reunirá cerca de 50 jornalistas especializados em agronegócio, vindos de países membros da entidade. “Estamos realmente animados que o Brasil se ofereceu para sediar a próxima reunião executiva da IFAJ. É um país com um setor agrícola forte, uma ótima agricultura e pecuária, e tantos conceitos construídos, muita energia e super ideias”, disse Steve Werblow, presidente da IFAJ. “Acho que será inspirador e voltaremos para casa com histórias, voltaremos com muita inspiração de uma ótima reunião.” Esse tipo de reunião – como o Brasil vai sediar – e que no país africano começou na segunda-feira (17) e vai até a sexta-feira (21), visa discutir e aprovar os próximos passos da IFAJ, além de apresentar aos profissionais a agropecuária do país anfitrião e estreitar relacionamento entre colegas de várias partes do mundo. O Brasil já possui histórico de participação ativa na IFAJ e será, mais uma vez, palco de um encontro internacional relevante. Em 2019, o país recebeu uma delegação da entidade para um press tour composto por jornalistas de vários países, entre eles Canadá, Estados Unidos, Finlândia e Argentina. Foi a partir desse evento que um grupo de 11 jornalistas do Brasil iniciou o processo da criação da Rede Agrojor como uma entidade formal. A realização do Executive Meeting no país reforça sua importância no cenário do jornalismo agrícola e atende o interesse dos profissionais estrangeiros sobre a atividade no Brasil, proporcionando a oportunidade de conhecer de perto o trabalho de todos os elos do agronegócio nacional. “A confirmação do Brasil como sede do próximo Executive Meeting é a demonstração do interesse que o agronegócio brasileiro desperta mundo afora, uma grande oportunidade de apresentarmos a realidade sobre a atividade no Brasil e também uma demonstração de confiança em nossa rede”, disse Daniel Azevedo Duarte, que representou a Rede Agrojor. Segundo ele, a entidade terá um desafio motivante nos próximos meses para organizar todos os detalhes do Executive Meeting, desde logística, locais (fazendas, agroindústria, unidades de pesquisa) e outros aspectos, a fim de manter o alto nível dos tradicionais eventos da IFAJ. Além do Executive Meeting, a IFAJ confirmou um cronograma extenso de congressos e encontros executivos. O próximo Congresso Mundial da IFAJ – principal evento da entidade internacional – ocorrerá no Quênia, em outubro de 2025. Os anos seguintes contarão com conferências na Croácia (2026), África do Sul (2027), Argentina (2028), Reino Unido (2029) e México (2030). O Brasil planeja sediar também um Congresso Mundial da IFAJ entre os anos de 2031 e 2032, consolidando sua posição no circuito internacional do jornalismo agrícola. O Executive Meeting é um grande passo para isso.

“No agro, Brasil é um irmão maior para a Argentina”, diz vice-presidente da IFAJ

A simpática frase é do jornalista argentino Adalberto Rossi, vice-presidente da International Federation of Agricultural Journalists (do inglês IFAJ), mas poderia acrescentar “e a Argentina é mais experiente na mobilização de jornalistas especializados no campo”. Para se ter ideia, o Dia do Jornalista Agropecuário no vizinho é celebrado há mais de 220 anos e o Círculo Argentino de Periodismo Agrário (Capa), que é a entidade filiada à Federação Internacional de Jornalistas Agro (IFAJ) reúne profissionais desde 1956, tem quase sete décadas de existência.  Addy, como é mais conhecido, presidiu a Capa por 10 anos. Hoje, ele segue como tesoureiro, cada vez mais atuante em seus país e internacionalmente. Não por acaso, ele é o atual vice-presidente da IFAJ e tem como uma de suas bandeiras aumentar a participação e a representatividade da América do Sul nas esferas de decisão da federação e em eventos dedicados aos profissionais de todo o mundo.   A Rede Agrojor, por meio de Daniel Azevedo, diretor de comunicação internacional da entidade, conversou com ele sobre vários temas, incluindo a próxima reunião executiva da IFAJ, para a qual o Brasil se candidatou como sede. A reunião está marcada para março de 2026.  Apesar de o país já haver sediado um Press Tour com membros da IFAJ em 2019, seria o primeiro evento do calendário oficial da entidade internacional a ser realizado pela associação brasileira.  Ela é, também, um passo importante para, futuramente, a Rede Agrojor receber um Congresso da IFAJ, o principal encontro sobre a profissão de jornalismo especializado em agropecuária e agronegócio do mundo. A conversa trouxe outras novidades, como tendências sobre a atividade, o perfil do jornalismo agro na Argentina e as possibilidade de networking e experiências conjuntas entre profissionais brasileiros e argentinos. Além disso, ele fala de uma novidade que deve ser anunciada nos próximos meses: um curso internacional de jornalismo agropecuário com diploma pela Universidade de Illinois (EUA), acessível a todos os associados. Confira a entrevista:   O que é e como acontecem as reuniões da executiva da IFAJ? Todos os anos, são realizados dois encontros anuais pela IFAJ: um encontro de meio termo, que é a Reunião da Executiva, e um encontro anual, que é Congresso da IFAJ.  Esses eventos acontecem em dois países diferentes. No ano passado, por exemplo, o encontro de meio termo ocorreu em Málaga, na Espanha, e o congresso anual foi realizado na Suíça.  Este ano, o encontro de meio termo será na África do Sul, em março, enquanto o Congresso anual será realizados no Quênia. Na Reunião Executiva, os delegados executivos da IFAJ se reúnem para planejar o futuro estratégico da federação nos próximos anos. Lembrando que a IFAJ conta com 66 países afiliados.  Essas reuniões incluem não apenas o desenvolvimento profissional, mas também a liberdade de imprensa, os serviços e benefícios oferecidos aos associados, além de outras questões que surgem durante os encontros. Este ano, diria que o mais importante é que vamos anunciar e propor, para aprovação dos delegados executivos, a possibilidade de oferecer, de forma virtual, um programa internacional de capacitação para jornalistas agropecuários.  Esse curso será ministrado pela Universidade de Illinois, uma das instituições de ensino mais prestigiadas do mundo no segmento.  O programa foi especialmente desenhado para capacitar e valorizar os profissionais que informam sobre o setor agropecuário em seus respectivos países. Esse será um programa intensivo de quatro meses, com todo o know-how que a Universidade de Illinois pode oferecer através de sua Faculdade de Pecuária.  Estive presente em conversas com a decana da universidade e também com o professor Roberts, responsável pelo projeto, e fiquei impressionado com o alcance e a qualidade dos conteúdos desse programa.  Ele foi pensado para ser acessível: estamos estimando que o custo não deve ultrapassar 50 dólares por jornalista, o que é incrivelmente baixo em relação aos benefícios oferecidos. O Brasil se propõe a sediar a Reunião da Executiva no ano que vem. Além desse tipo de deliberação, o que mais acontece em um encontro como esse? Os jornalistas que participam têm a oportunidade de conhecer profundamente como ocorre a produção no país anfitrião.  Por exemplo, quando visitamos Málaga, tivemos a chance de aprender como é produzido o jamón ibérico com denominação de origem.  Também conhecemos a produção de oliveiras, aquicultura, cooperativas, estufas e até a criação de insetos usados na polinização das plantas.  Foi uma experiência sensacional, e voltamos como jornalistas com muito conhecimento e conteúdo para produzir artigos e reportagens que podemos usar em nossos meios profissionais. Esses encontros também promovem um intercâmbio constante entre jornalistas de diferentes países. É um aprendizado valioso, porque compartilhamos opiniões, perspectivas e projetos. Recomendo muito a participação, pois são reuniões muito produtivas. Normalmente, esses eventos duram de 3 a 4 dias, raramente mais do que isso. Quais são as expectativas da IFAJ em ter o Brasil como sede?  As expectativas são enormes. O Brasil é uma potência mundial na produção de alimentos e produtos agropecuários, e há sempre um grande interesse em conhecer em profundidade como o país trabalha.  As visitas anteriores ao Brasil foram muito interessantes e intensivas, embora de curta duração. Isso gerou um interesse muito grande entre os membros da IFAJ em retornar e explorar ainda mais. Além disso, esses encontros permitem um intercâmbio de experiências e expertise sobre como se informa e se leva a informação do campo ao consumidor e ao produtor.  Quantos jornalistas costumam participar desses eventos?  Em 2019, por exemplo, houve poucos jornalistas estrangeiros, pois foi um press tour. No próximo ano, o encontro executivo será realizado com uma semana de visitas para conhecer uma região produtiva do Brasil. Espera-se que entre 40 e 50 jornalistas participem. Esses eventos também podem ser um aprendizado importante para que, no futuro, o Brasil possa sediar o Congresso da IFAJ, que é o grande evento da entidade.  Em 2027, o congresso será no Reino Unido. Já em 2028, o congresso pode ser na Argentina, e há um interesse de realizar um pré ou pós-congresso no Brasil ou mesmo o congresso.  E como está estruturada

Rede Agrojor e Esalq/USP reafirmam parceria para 2025

A Rede Agrojor renovou sua parceria com a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP). Com isso, os associados terão acesso a descontos exclusivos em cursos de especialização e MBA oferecidos pela instituição, com foco em áreas estratégicas como agronegócio, sustentabilidade, inovação, inteligência artificial, entre outros.  Essa parceria fortalece o compromisso de qualificar jornalistas especializados, oferecendo programas que combinam excelência acadêmica e uma abordagem prática voltada às demandas do mercado do agronegócio. A presidente da Rede Agrojor, Vera Ondei, destaca que essa oportunidade é fundamental para que os associados possam se capacitar e se especializar ainda mais no setor. “Esses descontos nos programas de MBA e especialização auxiliam o profissional a se destacar no mercado de trabalho, além de possibilitar um maior entendimento do setor, que resulta em apurações mais completas”, disse Vera. Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui e se torne associado.

Como fazer reportagens impactantes sobre a COP30 no Brasil

A estimativa é de um público de até 100 mil visitantes; o que será discutido é de interesse global; estarão reunidos 190 países, incluindo chefes de Estado, ministros, diplomatas, cientistas, líderes empresariais, ONGs, ativistas e outros membros da sociedade civil;  a atração de investimentos internacionais está na agenda de todos. Essa é uma pequena amostra do que está desenhada para a COP30 –  30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (Conferência das Partes), em 2025, que acontecerá no Brasil. Para os jornalista de agro, a COP estará, também, na pauta do dia. Nesta quinta-feira (12/12), “Tudo que Você Precisa Saber Sobre COPs”,  foi o tema do workshop exclusivo para seus associados. O evento abordou as principais questões relacionadas às COPs e suas implicações para o setor agropecuário e o jornalismo, tendo como convidados dois experts no tema: Rodrigo Caetano, que atua fora do setor do agro, e Mariana Grilli, jornalista especializada e associada da Rede Agrojor. Rodrigo explicou como as COPs fazem parte de uma agenda oficial da ONU, criada para organizar esforços globais relacionados ao clima, diferente de eventos como a Rio-92 ou Eco-92. Ele destacou que, nas COPs, “todos os países do mundo olham para uma pauta e dizem: ‘Concordo com isso, vamos fazer isso acontecer.’ Mas é tudo baseado na diplomacia. Se a diplomacia falha, só resta a guerra.” Ele também mencionou que participar desses eventos sem preparo pode levar jornalistas a seguirem apenas as pautas da grande mídia ou do terceiro setor, o que reforça a necessidade de buscar pautas próprias ligadas às empresas e ao agronegócio. Mariana falou sobre a importância do planejamento para a cobertura das COPs. “É importante a gente ter nossas pré-pautas, porque são centenas de eventos paralelos – os da ONU, da sociedade civil e das iniciativas privadas. Você tem a agenda principal ali, mas precisa abrir essa agenda e avaliar o que vale a pena cobrir ou não. Também temos que ficar atentos ao que está sendo discutido para não comprar releases das empresas como se fossem verdades absolutas,” disse, embora elas também sejam importantes.  Ela comentou ainda que no ano passado quis participar da COP porque “seria a primeira vez que a ONU olharia para as mudanças climáticas pelo ponto de vista da produção de alimentos. Esse tema é muito importante para a imprensa brasileira, já que somos um dos maiores produtores globais de alimentos.” Rodrigo destacou que muitos dos temas debatidos nas COPs são discutidos há décadas por países, mas que a sociedade civil nem sempre têm acesso a esses debates, o que acaba transformando esses temas em pauta da imprensa. Além das abordagens temáticas, Mariana e Rodrigo deram dicas de como acompanhar o evento e as agendas de forma presencial e para os jornalistas que farão a cobertura não estando no local. “Já cobri COPs não presencialmente e é preciso disposição para horas e horas ligados às transmissões da ONU. É possível sim, cobrir a COP sem estar no local.” Ainda não faz parte da Rede Agrojor? Clique aqui para se tornar um associado. Para os  jornalistas associados, os workshops da Rede Agrojor ficam disponíveis no site, em área restrita.

Diálogos Agrojor reúne 90 profissionais para debater jornalismo digital e de dados

As transformações e tendências do jornalismo no digital e do jornalismo de dados, esses foram os temas abordados no 2° Diálogos Agrojor, na terça-feira (29), promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agror). O evento ocorreu em São Paulo, no auditório da FIA, em formato híbrido e recebeu cerca de 90 pessoas, das quais 60 presencialmente. Para esta edição foram convidados os jornalistas Glória Vanique, podcaster e palestrante com vasta experiência em televisão, Marc Tawil, palestrante e 1º Linkedin Top Voicer e Katia Brembatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Eles contaram suas trajetórias no jornalismo e na comunicação, apresentando um conjunto de “insights”. “Em 2020, pedi demissão da TV Globo, por um grande conjunto de motivos, e decidi ir para o mundo corporativo. Uns dois meses depois de tomar essa decisão, a CNN me chamou para trabalhar e eu aceitei”, afirma Glória. “Mas não com a intenção de fazer carreira lá dentro, e sim para poder utilizar o salário fixo que me ofereciam e fazer minha transição de carreira. Temos que pensar que a transição de carreira não pode ser feita num estalar de dedos, precisa ser algo gradual.” Glória foi por 14 anos da TV Globo, antes de tomar a decisão da transição de carreira. Ela falou das dificuldades dessa transição e de seus desafios para entrar no mundo corporativo. “Minha grande deficiência era a parte do marketing”, afirma. Ela conta que por muito tempo, no papel de jornalista, era proibida de lidar com marcas e foi preciso estudar sobre como agir nesse ambiente. “As pessoas ainda me enxergam como a Glória Vanique, apresentadora de jornal, o que é muito legal. Mas eu ainda preciso fazer um trabalho para que elas e as empresas me vejam como a Glória Vanique que hoje trabalha com outra coisa.”  Para Marc Tawil, a rede social Linkedin é um ponto de parada obrigatório para todo profissional atualmente, mas não era assim quando começou lá nos anos 2000. O hoje Top Voice n°1 da rede começou escrevendo em jornais tradicionais, mas decidiu criar a sua própria agência de conteúdo. Hoje, é um estrategista de comunicação independente. “Em 2015, eu senti que havia me perdido de forma autoral, porque só produzia e escrevia para marcas e para os outros. Então, eu decidi me reencontrar”, afirma Marc. “Meu primeiro artigo recebeu cerca de 4 mil visualizações no primeiro dia. Aprendi minha primeira lição, sempre há alguém vendo o que você publica.”  Marc pontuou que tudo mudou quando passou a ser seu próprio negócio e marca. “Hoje dou palestras e treinamentos e repasso meu conhecimento em comunicação para os mais variados públicos.” Marc e Glória também falaram sobre as diferenças entre influenciadores e jornalistas e como as marcas já diferenciam os conteúdos dos jornalistas como mais relevantes. “É preciso ter autoridade em um determinado assunto ou nicho para fazer a diferença”, explicou Marc. Katia Brembatti falou sobre jornalismo de dados, uma vertente que cresceu muito com o auxílio da tecnologia. Katia falou sobre a diferença entre “jornalismo de dados” e “jornalismo com dados”. Ela ainda deu dicas sobre as ferramentas que podem auxiliar na investigação. “Gosto muito do Flourish, que é uma ferramenta de infográficos, bastante intuitiva. Com o Flourish existe a possibilidade de fazer vários tipos de infográficos, estáticos, em movimento e interativos.” Kátia também demonstrou como usou o Pinpoint, do Google, para uma reportagem baseada em dados e que rendeu uma série exclusiva sobre o trânsito na cidade de Curitiba. Demonstrou as várias possibilidades e como os dados foram lhe dando pistas na montagem das pautas. Ela também apresentou o LM Notebook, que é uma ferramenta do Google, mas de inteligência artificial. “Nela, você pode enviar até 50 PDFs e diversos materiais com dados, ela analisa e separa as informações mais importantes para que você faça perguntas sobre o conteúdo e receba respostas.” O evento contou com a apresentação da jornalista Lilian Munhoz e mediação de Alessandra Melo, ambas associadas da Rede Agrojor. O 2° Diálogos Agrojor teve patrocínio ouro da Corteva, prata da JBS e bronze da John Deere e Yara, além dos apoios institucionais da FIA Business School e Agência Buenas.

Jornalismo de dados e digital são pautas do 2° Diálogos Agrojor

As transformações e tendências do jornalismo no Digital e do Jornalismo de Dados estarão na pauta do 2° Diálogos Agrojor, principal evento da Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor), que acontecerá no dia 29 de outubro, a partir das 9h00, no Auditório da Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo (SP). Com formato híbrido (presencial e on line), a edição 2024 do Diálogos Agrojor já conta com a confirmação de Marc Tawil, 1° Linkedin Top Voices Brasil, jornalista e estrategista de comunicação e Glória Vanique, jornalista e podcaster.  Eles farão parte de um painel que abordará as oportunidades, tendências e desafios para os jornalistas em meio às transformações da carreira e dos meios com o universo digital. Outro nome confirmado é o de Kátia Brembatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI).  Em sua palestra serão abordadas práticas e estratégias para a aplicação da análise de dados para o trabalho jornalístico, da pauta à investigação. A jornalista Lilian Munhoz, associada da Rede Agrojor, será a apresentadora do evento. “O Diálogos tem um propósito diferente dos eventos tradicionais da Agrojor: ele traz a visão de colegas que não atuam no Agro.  Neste sentido, construímos uma programação que busca atender as ‘dores’ dos jornalistas do setor, com um debate que trará insights sobre o papel dos comunicadores frente às grandes mudanças do digital.  Ao mesmo tempo, buscamos uma das maiores especialistas do jornalismo de dados para uma verdadeira aula sobre metodologias e estratégias deste segmento da comunicação, que tem crescido significativamente no agrojornalismo”, destaca a presidente da Agrojor, Vera Ondei. O 2° Diálogos Agrojor conta com o patrocínio ouro da Corteva Agriscience e bronze da Yara, além do apoio da FIA e da Buenas Comunicação. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas on line.  Associado Agrojor tem condição exclusiva, com bonificação do custo de inscrição.  Saiba mais pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/2-dialogos-agrojor/2598093 SERVIÇO: 2° Diálogos Agrojor 29 de outubro (terça-feira), entre 9h e 13h Local: Auditório da FIA (Avenida Doutora Ruth Cardoso, 7221 – Pinheiros – São Paulo, SP) Inscrições e mais informações: https://www.sympla.com.br/evento/2-dialogos-agrojor/2598093

Associados da Rede Agrojor são destaque em eventos agro

Neste mês de setembro, cinco jornalistas associados à Rede Agrojor participam de eventos do setor como mediadores de mesas e painéis. São eles: Luiz Henrique Pitombo, Flávia Romanelli, Monaliza Pelicioni, Lilian Munhoz e Divino Onaldo. Os temas abordados são diversos, entre eles comunicação, cenários do agro, marketing, economia verde, entre outros. Pitombo e Flávia, ambos do grupo fundador da Rede Agrojor, fazem mediações em temas da comunicação. Pitombo, que também é fotógrafo, formado em jornalismo na Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, e em Ciências Sociais na USP, atua no setor desde os anos 1990 como repórter. No dia 3 de setembro, ficou por conta dele o painel “Jornalismo rural em tempos de agronegócio”, realizado na 1ª Secon (Semana de Comunicação e Negócios) da Unitau, a Universidade de Taubaté (SP). Flávia, que se formou na Unesp (Universidade Estadual Paulista), tem MBA em Agronegócio e começou como assessora de imprensa júnior na USP (Universidade de São Paulo), em 1996, hoje dirige sua própria agência, a Agridoce, em Piracicaba (SP).  Ela estará no dia 16, em Londrina (PR), para o Fórum do Agronegócio 2024, promovido pela Sociedade Rural do Paraná, no qual vai comandar o painel “Como comunicar a relação agro/natureza para fora da porteira?” Outro painel do evento, “Desafios e oportunidades do agronegócio: estratégias para um setor mais forte e resiliente” será mediado por Monaliza Pelicioni. No setor do agro desde 2010, ela tem se dedicado à comunicação e marketing estratégico, além de atuar como mestre de cerimônias. Monaliza, que tem sua empresa em Campinas (SP), já passou por veículos como Rede Globo, SBT e Record News, além do Canal Rural. Outra jornalista, que dedicou toda sua carreira ao jornalismo televisivo, –  Lilian Munhoz – vai moderar o painel “O poder da economia verde para as marcas”, durante o 16° Congresso de Marketing do Agro ABMRA, sigla da promotora Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro, que ocorre na capital paulista no dia 19.  Lilian tem pós-graduação em relações internacionais e atua no setor desde 2009. Ela ganhou visibilidade nas telas pelo longo tempo no Grupo Bandeirantes de Comunicação, em São Paulo, onde trabalhou por quase 14 anos como editora e apresentadora no canal Terraviva. Desde o ano passado, segue com seu projeto Comunicativas, que fundou lá em 2010, para seus projetos pessoais de apresentadora.  No mesmo dia, a abertura das mesas do congresso da ABMRA será feita pelo jornalista e podcaster Divino Onaldo, onde vai receber os convidados da entidade para a mesa “Times de alta performance ganham campeonatos”. Formado em letras na Faculdade de Filosofia de Rio Verde (GO), foi se especializar em marketing e literatura nativa americana pelo Bridgewater College, em Virginia (EUA). Em Rio Verde, ele fez carreira como locutor de rádio, meio que atua até hoje. E dessa plataforma foi um pulo para o seu podcast, Agro e Prosa Podcast, distribuído em vários canais há cerca de cinco anos.

Desconhecimento e equívocos travam a comunicação do agro brasileiro

Ao longo de pouco mais de três décadas atuando na área de comunicação e, eventualmente, no marketing (tenho as duas formações), vi muita gente necessitando de uma coisa, mas comprando outra (e vice-versa). No âmbito da comunicação, existe ainda muito desconhecimento sobre o que é publicidade e como funciona o jornalismo, por exemplo. Isso vale para cidadãos, pequenas empresas e até grandes conglomerados. No agro, esta confusão não é diferente e possivelmente seja mais acentuada em virtude das fortes necessidades que diversas cadeias produtivas têm em informar e colocar seus produtos nos mercados interno e externo. Quando o assunto é comunicação e marketing, o segmento vira e mexe considera um como sinônimo do outro. E não é assim. Isso não quer dizer que o marketing e a comunicação não possam trabalhar juntos. Ao contrário.  Em inúmeras situações é o que acontece, pois se complementam e se apoiam em vários aspectos. Mas a não compreensão de suas funções e aplicações específicas tende a levar ao mal uso e dispêndio financeiro. Eu já vi iniciativa com orçamento de R$ 18 milhões para “mudar a imagem do agro”. Pura utopia! O dinheiro foi embora e nada aconteceu. Além disso, eu me preocupo muito quando “pitacos” decisivos sobre ações de promoção da imagem do agro brasileiro são dados por quem não tem a vivência no campo e nunca ‘pisou em bosta de vaca’! É bom esclarecer que no escopo empresarial, boa parte das vezes a comunicação atua dentro da aba do marketing. No entanto, existem muitas organizações com organogramas fixando a comunicação diretamente ligada à diretoria/presidência, ficando o marketing junto à diretoria comercial. Marketing e venda A definição mais simples e objetiva que conheço (e adoto) para marketing é “fazer você comprar de mim”. Podemos, portanto, entender que o marketing trabalha para viabilizar a venda, seja de um produto, de um serviço ou mesmo de uma ideia. Na política, por exemplo, busca convencer você a ‘comprar’ um programa partidário, de governo e/ou a imagem/conceito de um candidato. Em muitas situações este procedimento precisa se repetir para atingir um objetivo. É o caso do marketing no agro.  Ele é ferramenta fundamental, por exemplo, para que o mercado compre a ideia do perfil sustentável da pecuária brasileira. Tanto para quem está lá fora (mercados internacionais) quanto aqui dentro (consumidor brasileiro). Vencida esta etapa, o marketing continua atuando para vender a mercadoria (carne, sobretudo) atrelada à sua origem e condições de produção. Comunicação e reputação Mas experimente vender algo que esteja com a imagem maculada, fraca, péssima ou com nenhuma reputação. Será complicado! Antes de qualquer coisa é necessário botar em campo os recursos da comunicação (dentre eles as habilidades dos profissionais de publicidade e propaganda e de jornalismo, por exemplo). É bom deixar claro que criar reputação para um produto, serviço ou ideia, não funciona de forma pontual. Exige um processo, ou seja, não se faz do dia para a noite e deve ser uma constante. Já vi muito negócio dispensando a comunicação para se arrepender no primeiro ‘incêndio’. A comunicação vai muito além do que funcionar como bombeiro em gestão de crise. Além disso, pressupõe uma via de mão dupla de informações. Do emissor para o receptor e o retorno deste para o emissor (feedback). Portanto, pra vender bem, reputação é fundamental. “Mas Ariosto, meu produto é bom. Já temos mais de 100 mil seguidores no Instagram”. Popularidade é coisa boa, mas não significa necessariamente reputação e respeito. Além disso, seguidores e likes em redes sociais são termômetros efêmeros, recomendáveis para uma leitura de momento. O “social mídia” é uma nova peça da engrenagem, mas longe de ser a solução. Atende uma natural e justa demanda das organizações para se manterem vivas e ativas nas mais diversas plataformas digitais, desde que se tenha conteúdo original e estratégico à disposição. Por isso é importante que as organizações profissionalizem sua comunicação. Para galgar e manter prestígio, renome e assegurar um fluxo transparente de informações entre a marca e a sociedade, quem já trabalhou com bons profissionais não abre mão da sua assessoria de imprensa. Do empresário ao jogador de futebol; do médico ao artista; do frigorífico ao produtor rural (sim, seja agricultor ou pecuarista – pessoa física ou jurídica). Converso e convivo com muitos produtores. É praticamente consenso entre eles de que o agro brasileiro consegue até se comunicar entre si (dentro da porteira, por exemplo), mas com a sociedade, ainda é um desastre. O assunto é amplo, importante e não se pode esgotá-lo em um artigo. É fundamental o debate e os esclarecimentos. Lá fora ainda existe uma visão por vezes demoníaca sobre alimentos produzidos no Brasil. Nosso agro precisa fazer a sua parte e investir em reputação. Texto por Ariosto Mesquita Ariosto Mesquita é jornalista, pós-graduado em Administração de Marketing e Comércio Exterior e mestre em Produção e Gestão Agroindustrial. É consultor de comunicação, colaborador da Revista DBO, membro fundador da Agrojor (Rede Brasil de Jornalistas Agro) e ex-professor de Comunicação (UFMS, Estácio de Sá, UCDB e UNIP) Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião da totalidade dos membros da Rede Brasil de Forbes Brasil e de seus diretores.

Associados da Agrojor são premiados entre os +Admirados da Imprensa do Agronegócio

Promovido pela plataforma Jornalistas e Cia, nesta segunda-feira (12), aconteceu em São Paulo a cerimônia de premiação dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio. A iniciativa está na sua quarta edição e há três conta com o apoio institucional da Rede Agrojor.  Realizado em duas etapas, com indicação e votação, sete associados da Rede Agrojor foram premiados entre os 30 jornalistas mais admirados do setor. São eles: Aleksander Horta, do Notícias Agrícolas; Alessandra Mello, do Agfeed; Carol Lorencetti, do G1; Cassiano Ribeiro, do Valor Econômico/CBN; Ingrid Alves, da Record News; Lilian Munhoz, da Comunicativas e Vera Ondei, da Forbes Agro.  No grupo de elite, que são os cinco primeiros mais votados do prêmio, Horta foi o quarto colocado. O primeiro lugar do prêmio saiu para a jornalista Kelly Godoy, apresentadora do programa Agro Record News. Os demais foram Fabiano Reis, do Canal do Boi; Beatriz Gunther, do Canal Rural, e Cristina Vieira, do programa Globo Rural, da TV Globo. As indicações dos vencedores ocorrem por voto popular, com maior peso para os votos de profissionais do setor agro. “A Agrojor apoia prêmio que reconhece o trabalho de tantos profissionais dedicados ao agronegócio. Porque um dos objetivos da nossa entidade é evidenciar a importância desses profissionais de um jornalismo ultra especializado”, diz Vera Ondei, presidente da Rede Agrojor. Flávia Romanelli, diretora de comunicação nacional da entidade, apresentou a Rede Agrojor durante a premiação e fez um convite a quem ainda não se associou. “A Rede Agrojor é uma entidade que reúne cerca de 80 jornalistas especializados em agronegócio, tanto jornalistas de redação quanto de comunicação corporativa e assessorias. E tem como objetivo unir essa categoria e discutir assuntos importantes e relevantes para o jornalismo do agronegócio.”  O jornalista Mauro Zafalon, repórter da Folha de S.Paulo, foi homenageado com o troféu de Contribuição ao Jornalismo do Agronegócio. Há 35 anos ele comanda a coluna Vaivém das Commodities, que completou 35 anos em maio. Zafalon cobre o setor do agro há cerca de 50 anos. Ele foi o segundo profissional a receber a homenagem. O primeiro foi José Hamilton Ribeiro, em 2021. Nas categorias destinadas aos veículos, os prêmios foram para Agência Embrapa (Agência de Notícias), CBN Agro (Áudio), Clima Tempo (Canal Digital), Canal Rural (Site), Globo Rural (Programa de TV Geral), Valor Econômico (Veículo Impresso), Rural Notícias (Programa de TV Especializado) e Globo Rural (Periódico Especializado). Além do prêmio os +Admirados da Imprensa do Agronegócio, a plataforma Jornalistas e Cia também promove os prêmio para outras categorias, entre elas Imprensa de Economia, Imprensa de Saúde, Ciência e Bem-Estar, e Jornalistas Negros e Negras da Imprensa Brasileira.

IFAJ leva jornalista brasileiro para congresso em Rotterdam

A IFAJ (Federação Internacional de Jornalistas Agro), entidade da qual a Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) é filiada, escolheu um brasileiro que está no grupo de 15 jornalistas de vários países membros para participar do Congresso Mundial de Sementes, entre esta segunda-feira (27) e quarta-feira (29).  Faz parte do grupo o jornalista Daniel Azevedo, editor da Agrofy no Brasil e associado da Rede Agrojor. As inscrições para concorrer à vaga se encerraram no dia de 29 de março de 2024, com divulgação feita pelo grupo de whatsapp da Rede Agrojor. O congresso é organizado pelo International Seed Federation (ISF), entidade criada em 1924 e com sede na Suíça, da qual o Brasil também faz parte por meio da Associação Brasileira dos Produtores de Sementes (Abrasem).   O congresso é o principal evento anual do setor e atrai todos os anos cerca de 1.500 delegados de todo o mundo. Em geral, diretores, CEOs e tomadores de decisão das principais organizações da indústria mundial de sementes. É, também, um espaço para compartilhar conhecimentos da indústria, pesquisa, tecnologias e negociações.  Para os interessados em assistir as palestras e seminários, o congresso mantém um canal no Youtube que pode ser acessado aqui. E se você for um jornalista do agro e ainda não é um associado à Rede Agrojor, filie-se.

Participe do Star Prize 2024, prêmio da IFAJ, a federação global de jornalistas agro

A IFAJ (Federação Internacional dos Jornalistas Agrícolas), entidade global da qual a Rede Agrojor (Rede Brasil de Jornalistas Agro) faz parte, anunciou os prazos e as novas categorias do Star Prize 2024. O concurso global reconhecerá os melhores trabalhos do mundo do jornalismo agro em 2023.O Star Prize deste ano conta com novos formatos, mais possibilidades e novas categorias. A partir desta edição, todos os jornalistas que pertençam a uma entidade associada à IFAJ em situação regular poderão participar. Desta forma, a IFAJ amplia o universo de histórias e produções elegíveis. Também não há mais limite para o número de participantes de cada associação nacional. Agora, todos têm a oportunidade de serem escolhidos como os melhores do mundo na área do jornalismo agropecuário na qual atuam. E mais, pela primeira vez, entre os vencedores de todas as categorias, a IFAJ vai anunciar o “Jornalista do Ano”. Leia também: Quem são os jornalistas vencedores do prêmio Star Prize 2023 Jornalistas integrantes da IFAJ vão aos Estados Unidos por meio de parceria com entidade do setor lácteo Confira abaixo, a nova estrutura de premiações por temática ou tipo de plataforma do Star Prize 2024. Por áreas temáticas, as reportagens podem ser publicadas nos formatos digital, impresso, vídeo, rádio ou foto. São elas: Mas isto não é tudo. Neste ano, no prêmio IFAJ Star Prize 2024, também serão reconhecidas as melhores reportagens, não importa sobre qual tema, nas seguintes categorias: Acesse este link para obter outros detalhes, regras e inscrição no site da IFAJ. E se você ainda não é um associado da Rede Agrojor, acesse este link e faça parte da entidade brasileira na IFAJ.

Agrojor fala sobre desafios de comunicar o agro brasileiro em evento nos EUA

A Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor) participou nesta semana de um encontro promovido pela Rede de Comunicadores Agrícolas dos Estados Unidos (ACN, na sigla em inglês), em St. Louis, no estado de Missouri. O worshop para jornalistas do meio-oeste americano foi realizado no Danforth Plant Science Center, considerado o maior instituto independente de pesquisa de plantas do mundo. Durante o evento, a vice-presidente internacional da Agrojor, Joana Colussi, falou sobre os desafios de comunicar o agronegócio brasileiro no exterior e as atividades desenvolvidas pela entidade lançada oficialmente no Brasil em 2022. “O Brasil é uma potência agrícola que tem muitos desafios. Mas, o que se vê majoritariamente é muita desinformação circulando sobre a agricultura brasileira, especialmente fora do país”, disse Joana, pós-doutoranda na Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, que reside nos EUA desde 2020. Ao apresentar o uso e a ocupação da terra no Brasil, a jornalista brasileira indagou aos quase 50 comunicadores agrícolas americanos se eles sabiam do que se tratava, ao explicar que a cobertura de vegetação nativa ocorre em áreas privadas, conhecida como reserva legal e regulamentada pelo Novo Código Florestal Brasileiro, um conjunto de leis regulamentas em 2012. A maioria dos presentes não sabia sobre a obrigatoriedade de preservar um percentual das propriedades rurais para assegurar o uso econômico e sustentável dos recursos naturais. Esse tipo de legislação é inexistente nos Estados Unidos, e na maioria dos principais países produtores de alimentos. Ainda durante o evento, foram discutidos temas como o uso da inteligência artificial na indústria de comunicação. Amy Simons, professora da Universidade de Missouri, e Greg Horstmeier, editor chefe da DTN/Progressive Farmer, discutiram como o uso dessas ferramentas está sendo introduzido nos trabalhos diários dos jornalistas agrícolas e apresentaram resultados preliminares de uma survey com líderes editoriais. “Os níveis de percepção e de uso dessas ferramentas ainda são variados. Mas uma coisa é fato, é uma transformação que teremos que nos adaptar. Foi assim com a chegada da internet, das redes sociais, e agora será com a inteligência artificial”, afirmou Amy, acrescentando que apesar de questões éticas e de competição, o uso de IA tende a trazer benefícios como reduzir trabalhos braçais e aumentar os insights intelectuais. Assim como a Rede Agrojor, a Rede de Comunicadores Agrícolas dos Estados Unidos é afiliada à International Federation of Agricultural Journalists (IFAJ). A associação proporciona aperfeiçoamento profissional e networking através de eventos anuais como workshops regionais, congressos internacionais e outras comunicações como o The Byline, um boletim informativo semanal. Os membros da ACN incluem editores, escritores, fotojornalistas, designers e profissionais de relações públicas.

Syngenta será patrocinadora da primeira edição do Diálogos Agrojor

No dia 19 de outubro, a Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor), promoverá a primeira edição do Diálogos Agrojor, que contará com o patrocínio master da Syngenta Proteção de Cultivos. O evento tem como objetivo integrar jornalistas e profissionais de comunicação que atuam no agronegócio, trazendo para o debate personalidades que possam contribuir, por meio de ciência e diálogos enriquecedores, para um melhor entendimento sobre os impactos e desafios atuais da profissão. “Essa integração é fundamental para entendermos como apresentar para toda a sociedade, principalmente para o público urbano, o trabalho responsável e comprometido com a sustentabilidade que é realizado nas lavouras. Precisamos ampliar a voz de quem está diariamente no campo enfrentando inúmeros desafios para prover alimentos, fibras e energia à sociedade”, destaca Nêmora Reche, Diretora de Comunicação Corporativa da Syngenta Proteção de Cultivos para a América Latina. A Rede Agrojor busca valorizar e fortalecer a atividade de jornalismo agropecuário no Brasil e estimular o relacionamento internacional. Criada em abril de 2022, conta com 75 jornalistas associados, sendo filiada e representante no Brasil da IFAJ(International Federation of Agricultural Journalists), entidade global que reúne 6 mil profissionais de cerca de 60 países. Com o objetivo de aproximar os contextos urbano e rural, por meio de informações e histórias que nascem diariamente da agricultura, a Syngenta tem investido em estratégias de comunicação e produção de conteúdo com o intuito de explorar temas sobre a produção sustentável de alimentos e a preservação ambiental de forma simples e objetiva, além de mostrar como a agricultura pode evoluir em equilíbrio com a natureza. “Lançamos em agosto a websérie “Fala Povo”, produção original que visa disseminar o conceito da agricultura regenerativa à população urbana, e mostrar como práticas sustentáveis podem otimizar a produção agrícola enquanto se mantêm em harmonia com o meio ambiente. Esta e outras ações fazem parte de nossos esforços para desmistificarmos conceitos importantes, tendo a imprensa especializada como uma de nossas grandes aliadas nesse processo”, finaliza Nêmora. Outra iniciativa que reforça o compromisso da Syngenta com a sustentabilidade é o Reverte, programa desenvolvido em parceria com a The Nature Conservancy, Itaú BBA e EMBRAPA, com o objetivo de apoiar agricultores, por meio de técnicas agronômicas e financiamento de longo prazo, a transformarem pastos degradados em terras produtivas, sem a necessidade de abertura de novas terras, suportando, assim, na preservação ambiental. A expectativa do programa é de que até 2030 sejam recuperados 1 milhão de hectares para solos cultiváveis e produtivos, atualmente o programa cobre cerca de 170.000 hectares, principalmente nas regiões de Mato Grosso e Goiás, e mais de 500 milhões de reais já foram liberados para que os agricultores possam financiar os materiais necessários para a recuperação dos solos degradados. Evento O 1º Diálogos Agrojor abordará três frentes de interesse da comunicação e que impactam no dia a dia do jornalista: inteligência artificial generativa no jornalismo, fake news e qualidade das fontes e dados e tendências da comunicação corporativa. Aberto a associados e não-associados, o evento contará com dois painéis e três pitchs, seguidos de um debate entre os painelistas e jornalistas participantes. O evento acontecerá, virtualmente, no dia 19 de outubro entre 9h e 12h30. As inscrições podem ser realizadas pelo link:​https://eventos.linka.la/agrojor-out-2023. Sobre a Syngenta A Syngenta Crop Protection e a Syngenta Seeds fazem parte do Syngenta Group, uma das principais empresas agrícolas do mundo. Nossa ambição é ajudar a alimentar o mundo com segurança enquanto cuidamos do planeta. Nosso objetivo é melhorar a sustentabilidade, a qualidade e a segurança da agricultura com ciência de classe mundial e soluções agrícolas inovadoras. Nossas tecnologias permitem que milhões de agricultores em todo o mundo façam melhor uso dos limitados recursos agrícolas. O conteúdo deste press release serve a propósitos apenas informativos. Ele não é, nem deve ser interpretado como, uma oferta para venda ou emissão, como solicitação de oferta de compra de quaisquer títulos ou outras participações imobiliárias.

Rede Agrojor debate dinâmica do mercado de proteínas com a ABPA

A produção nacional e os processos envolvendo o mercado externo de proteína animal foram temas de encontro promovido pela Rede Brasil de Jornalistas Agro (Rede Agrojor) com representantes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em evento on line realizado no sábado (16/09/23). Na ocasião, o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, e o chefe de comunicação da entidade, Marcelo Oliveira detalharam pontos relevantes para a compreensão da dinâmica do mercado exportador de aves, suínos e ovos do Brasil.  É o caso, por exemplo, da metodologia de coleta e processamento de dados divulgados pela entidade, tanto de produção e consumo per capita, quanto de exportações.  Dúvidas frequentes de profissionais da imprensa também estiveram na pauta, como os processos de habilitação para novas plantas frigoríficas em cada mercado importador, o formato da cadeia de valor das proteínas, o sistema de integração entre produtores e agroindústrias, entre outros pontos. Questões sanitárias do setor produtivo também estiveram em pauta, especialmente em temas emergentes como a Influenza Aviária e a Peste Suína Africana – duas enfermidades que vem determinando o comportamento das exportações globais do setor. Marcado pela forte interação entre os jornalistas da rede e os representantes da ABPA, o workshop também abordou temas técnicos que estão constantemente nos debates da produção e o comércio internacional, como requisitos sanitários de exportação, resistência antimicrobiana e saúde única, bem-estar animal e outras pautas. “O encontro com os sócios da Agrojor foi primordial para clarificar pontos e dar ainda mais transparência aos processos que envolvem a avicultura e a suinocultura do Brasil.  Se por um lado esperamos ter contribuído com mais informações para os colegas jornalistas que cobrem o agronegócio, por outro, também nós tiramos lições para aprimorar ainda mais nossos processos de comunicação”, analisa Rua. Se você ainda não faz parte da Rede Agrojor, clique aqui e associe-se.

Rede Agrojor recebe técnicos do Cepea para workshop sobre economia

No fina de agosto, a Rede Brasil de Jornalistas Agro (Agrojor) promoveu o 3º workshop voltado aos associados. O tema da vez foi “Economia no Agro” e as convidadas para esmiuçar o assunto foram Alessandra da Paz, assessora de comunicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), e Nicole Rennó Castro, professora da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) e pesquisadora da equipe macroeconômica do Cepea/Esalq/USP. Conhecido por seus indicadores de mercado de 30 cadeias do agronegócio (boi gordo, café, citros, etanol, leite, entre outras), o Cepea é um grupo de pesquisa da Esalq/USP, sediada em Piracicaba (SP). O centro está registrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e tem o propósito de desenvolver pesquisa aplicada e inteligência de mercado, além de auxiliar na formação de profissionais. O Cepea tem 41 anos de trajetória e mais de 130 profissionais, entre doutores, mestres, professores, graduados no MBA e estagiários. Trata-se de uma bem-sucedida história de parcerias público privada, uma vez que o centro tem diversos investidores: a B3 desde 1993, a Agência Estado (1997), a Bloomberg (2001) e REFINITIV, que é um braço da Reuters e distribui os informativos para mais de 180 países (2011). Lá são calculados indicadores de extrema relevância para o setor, como empregos e PIB do agronegócio. No entanto, o Cepea segue a metodologia que é fruto do conceito de agronegócio (agribusiness) desenvolvido na Universidade de Harvard nos anos 1950 e 1960, o que resulta em um dado diferente do PIB do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que considera apenas a agropecuária, excluindo, por exemplo, o setor de serviços do agro. Nicole explicou o motivo da diferença dos dois indicadores e em quais situações usar um ou outro. Como diferenciar um e outros, em quais situações ele é adequado e como informar o público sobre essas diferenças. Alessandra mostrou as diversas ferramentas disponíveis no site do Cepea, que podem auxiliar os jornalistas na elaboração das reportagens: agro mensal (boletim com a análise mensal do produto), gráficos com a média mensal de preços dos últimos 30 dias, 60 dias, 6 meses, 1 ano e 2 anos; série histórica de preços de vários produtos, entre outros. Se você é jornalista do agro e quer ter acesso a estes e demais worskshops, não perca tempo, associe-se à Agrojor. Para saber mais sobre o Cepea, é só acessar o site ou seguir o perfil do centro no Instagram.

Saiba o que o comitê global da IFAJ decidiu no congresso do Canadá

O Congresso IFAJ 2023 (Federação Internacional de Jornalistas Agrícolas), que terminou ontem (2/7), no Canadá, realizou a reunião mensal do Comitê de Países Membros e a Assembleia Geral anual, nas quais a Rede Agrojor participou de forma virtual. Os encontros apresentaram iniciativas da IFAJ, como o novo Código de Conduta, que coube à Lena Johansson, presidente da IFAJ explicar os detalhes; os canais de comunicação, com vice-presidente Steve Werblow, e as contas da entidade pelo tesoureiro Adrian Bell. Os balanços anuais foram aprovadas por unanimidade. “A IFAJ quer estimular uma participação cada vez maior das associações nacionais e tem diversas formas de comunicação para aproximar os colegas jornalistas, a fim de construir relacionamento. É uma porta de entrada para interagir com outros profissionais do mundo todo”, diz Daniel Azevedo, diretor internacional de comunicação da Rede Agrojor, que no congresso da IFAJ de 2022 também representou o Brasil durante os eventos oficiais. Além disso, o secretário-geral, Addy Rossi, também destacou o Star Prize, uma premiação internacional para membros das associações nacionais filiadas à IFAJ, reforçando o convite a jornalistas de todo o mundo. O concurso tem edições anuais e as categorias aceitas são foto, texto, audio e vídeo. Os jornalistas brasileiros também podem participar, via Rede Agrojor, já que os textos são traduzidos. “Convido a todos a participar do Star Prize. Tenho certeza que trabalhos de colegas brasileiros podem ser reconhecidos entre os melhores do mundo agro”, afirma Azevedo.

Rede Agrojor e USP/Esalq fazem parceria que beneficia jornalistas

A Rede AgroJor (Rede Brasil de Jornalistas Agro) firmou uma parceria com a USP/Esalq, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo, em Piracicaba (SP), a mais renomada instituição de ensino de ciências agrárias do país e uma das cinco melhores do mundo, segundo o ranking da U.S. News and World Report que classifica as faculdades pela qualidade do ensino que oferecem. A parceria contempla os associados da Rede Agrojor com descontos para os cursos oferecidos como MBA (Master of Business Administration). Entre eles, desconto de 10% nas parcelas serão concedidos nos cursos de agronegócios e outros 11 MBAs, entre eles marketing, data science e analytics, gestão de pessoas, digital business e gestão de projetos, que fazem parte da categoria MBAs à Distância. Para os cursos Essential, o desconto é de 15%. São cursos de aprendizado rápido e dinâmico, como valuation e métricas de valor, transformação ágil na prática, controle biológico de pragas e ESG & gestão, entre outros. Se você ainda não é um associado da RedeAgrojor, click aqui e associe-se para ter direito a esse benefício.